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Foto: Reprodução

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) abriu nesta terça-feira (16) as inscrições para o Vestibular 2026, oferecendo 5.974 vagas em diversos campi pelo estado. Os interessados podem se inscrever até 8 de outubro, exclusivamente pelo site oficial da universidade. A taxa de inscrição é de R$ 90.

Do total de vagas, 4.219 são para cursos de graduação presenciais e 1.755 para a Educação a Distância (EaD), sendo 600 oferecidas diretamente pela UNEB e 1.155 pelo Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).

As provas estão marcadas para os dias 11 e 12 de janeiro de 2026. O edital completo, com detalhes sobre cursos, documentação e cronograma, está disponível AQUI.

Os campi da UNEB estão distribuídos por quase todo o estado, incluindo Salvador, Alagoinhas, Juazeiro, Jacobina, Santo Antônio de Jesus, Caetité, Teixeira de Freitas, Guanambi, Camaçari, Brumado e, em destaque, Irecê, Xique-Xique, Seabra e Barreiras, garantindo acesso à educação superior em várias regiões do interior da Bahia.

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Treinamento promovido pela ENGIE Brasil Energia capacitou a comunidade para manejo de abelhas nativas sem ferrão com práticas sustentáveis – Foto: Divulgação

A comunidade de Brejo da Brásida, em Sento Sé (BA) conta agora com moradores capacitados com o curso de Meliponicultura para Iniciantes. Ao todo, 12 participantes adquiriram conhecimentos com foco em transformar a relação da comunidade com o meio ambiente e abrir caminhos para novas alternativas de renda sustentável.

A capacitação, promovida pela ENGIE Brasil Energia, por meio dos Conjuntos Eólicos Campo Largo 1 e 2 e Umburanas, da Regional de Eólicas da Bahia (REOB), aconteceu na sede da Associação do TEIAS II e uniu teoria e prática para apresentar a importância das abelhas nativas sem ferrão para o equilíbrio ambiental e para a agricultura local. Os participantes aprenderam sobre organização social da colmeia, ciclo de vida das abelhas, comportamento, espécies comuns no Brasil e sua relação com a flora regional. Na parte prática, confeccionaram iscas PET para captura de enxames e vivenciaram técnicas de manejo, despertando interesse para a prática da meliponicultura como fonte de preservação ambiental e de geração de oportunidades.

A atividade foi ministrada por Juliana Brito Santos, analista ambiental dos Conjuntos Eólicos Campo Largo 1 e 2 e Umburanas, da ENGIE, que reforçou a relevância da iniciativa. Segundo ela, o curso surgiu a partir de uma solicitação da comunidade do Brejo da Brásida. “Dentro das ações que a ENGIE Brasil Energia vem promovendo, fez todo sentido apoiar a formação dessas pessoas, oferecendo conhecimento capaz de gerar impacto real em suas vidas”, afirmou Juliana. Ainda de acordo com a analista, a meliponicultura vai muito além da geração de renda. “É um caminho para o resgate cultural e, sobretudo, para a conservação das abelhas-sem-ferrão e da flora local. No Brejo da Brásida, a mandaçaia (Melipona quadrifasciata anthidioides) é uma das espécies de abelhas-sem-ferrão que desempenha um papel crucial na polinização das plantas nativas da Caatinga, reforçando a importância de preservar os ecossistemas.  Iniciativas como essa mostram que conhecimento, resgate cultural e sustentabilidade podem caminhar juntos, fortalecendo comunidades e valorizando a biodiversidade local”, explica ela.

Juliana também ressaltou a importância para a ENGIE. “Investir em iniciativas socioambientais é investir no futuro nas regiões onde atuamos. Acreditamos que o desenvolvimento deve estar lado a lado com a conservação ambiental, e a meliponicultura é um exemplo perfeito dessa união: fortalece a biodiversidade, traz conhecimento e abre novas oportunidades”.

Com duração de um dia, o curso deixou sementes de transformação plantadas na comunidade, reforçando o compromisso da ENGIE Brasil Energia com a sustentabilidade e com o desenvolvimento local.

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Foto: HRI

Na manhã na última quarta-feira (10), cerca de 30 colaboradores do Hospital Regional Dr. Mário Dourado Sobrinho, unidade vinculada ao governo estadual e administrada pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), participaram da palestra e meditação “Corpo e Mente em Sintonia: caminhos para uma vida saudável”, a iniciativa foi coordenada pelo psicólogo Toni Freitas e pela médica do trabalho Emanuele Barreto, sendo uma realização do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

A palestra e meditação “Corpo e Mente em Sintonia: caminhos para uma vida saudável” ainda será ministrada para demais colaboradores nas quartas-feiras (17) e (24) de setembro. Durante a programação de setembro os profissionais também participarão de momentos com Ginástica Laboral, Cine RH, Yoga e Sexta Musical.

“Queremos destacar a importância do cuidado com a saúde mental e dar visibilidade à campanha do Setembro Amarelo, que reforça a valorização da vida.  Lembrando a todos os colaboradores do hospital que cada vida tem um valor único e, acima de tudo, que ninguém está sozinho – ao precisarem de apoio, podem sempre contar com nossa equipe”, explica Karen Magalhães, coordenadora do SESMT.

“Gostei muito de participar deste momento de pausa, foi indispensável e além de proporcionar instantes para reflexão no ambiente de trabalho, nos fez pensar sobre a vida, nossas relações e principalmente, como lidar com as demandas pessoais e profissionais”, declara a enfermeira Fernanda Lemos.

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Discentes são do curso de Jornalismo do Campus XXIII e venceram com podcast em dois episódios – Foto: Uneb-Seabra

As estudantes Eloísa do Carmo Oliveira e Anna Paula Oliveira, do curso de Jornalismo do Campus XXIII da UNEB, em Seabra, foram vencedoras da etapa Bahia da nova edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo, realizada na última terça-feira (9), em Salvador, durante o 2º Encontro Baiano de Comunicadores.

As discentes concorreram na categoria jornalismo universitário com a série em podcast “O licuri é delas“, composta de dois episódios que retratam a vida e a resistência das quebradeiras de coco licuri da comunidade Brejo João Alves, na Chapada Diamantina. O trabalho contou com orientação da professora e coordenadora do curso, Juliana Almeida, e edição de Bores Júnior, também estudante.

O Prêmio Sebrae de Jornalismo, já na décima segunda edição, é uma das mais importantes premiações da área de comunicação no Brasil. A etapa baiana reuniu jornalistas e estudantes de várias regiões do estado e, pela segunda vez consecutiva, o curso de Jornalismo da UNEB em Seabra sagrou-se vitorioso.

Para Anna Paula, a conquista tem um peso simbólico e profissional: “Esse prêmio representa um marco na nossa trajetória. Ele mostra que o trabalho que realizamos com tanto cuidado, ouvindo e valorizando as mulheres da Chapada Diamantina, tem relevância e pode inspirar outras pessoas. É também um reconhecimento do jornalismo que nasce do nosso território, próximo da comunidade e comprometido com questões sociais”.

O editor da série, Bores Júnior, ressaltou o desafio e a sensibilidade do projeto: “Acredito que o tema do podcast exigia algo mais sensível, então algumas paisagens sonoras tiveram esse efeito de sensibilizar através da fala, mas também através do som. O mais bonito é que as vozes das comunidades foram anunciadas para a Bahia, de uma região que sustenta os saberes ancestrais”.

Destacando a importância da conquista para o curso, a professora Juliana Almeida destacou que “esse prêmio representa mostrar que nós estamos aqui no coração da Bahia, longe dos grandes centros, mas produzindo jornalismo de qualidade. Ele dá visibilidade para estudantes que, muitas vezes, pouco saíram de suas cidades e agora podem interagir com outros profissionais, sabendo que são capazes de produzir com criatividade, competência e sensibilidade. Isso representa muito para a ciência da comunicação, para a universidade pública e para um curso que ainda é pequeno, mas que vem mostrando força. A série sobre as quebradeiras de coco licuri é um trabalho sensível, que valoriza mulheres guerreiras e suas histórias de luta e resistência”.

Segunda conquista do prêmio pela UNEB em Seabra

Entre os colegas de curso das vencedoras, a premiação também foi celebrada. Segundo Geisa Lorena, o resultado dá visibilidade ao interior: “É extremamente significativa, essa conquista mostra que a universidade do interior existe e produz conteúdo de qualidade, mesmo diante de desafios. O prêmio também dá relevância ao protagonismo das mulheres extrativas do coco licuri, valorizando essa cultura local”.

A colega Taciere Santana, vencedora da edição anterior do certame, destacou a continuidade de premiações para o curso: “No ano passado, foi a primeira vez que conseguimos trazer o prêmio para a UNEB, com um trabalho sobre comunidades tradicionais. Este ano, ver novamente nossas colegas conquistando, com foco e sensibilidade em comunidades rurais produtoras, é muito especial. Isso mostra que, mesmo com poucos recursos, temos conseguido nos sobressair, produzindo um jornalismo comprometido com o território e com as pessoas. Além disso, é muito simbólico ver duas meninas pretas do interior da Bahia alcançando esse reconhecimento”.

Covencedora com Taciere Santana da edição anterior, a discente Ana Catarina reforçou a importância do prêmio: “É uma alegria sem tamanho, porque a gente sabe o quanto é desafiador chegar até aqui. Ver nossas colegas repetindo essa conquista mostra que o esforço coletivo e a dedicação estão se fortalecendo a cada ano. É importante  também porque quebra estereótipos e mostra que grandes histórias não estão apenas nos grandes centros. Estar nesse espaço valoriza vozes e realidades locais”.

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