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Foto: Reprodução

Na noite deste sábado, 16 de agosto de 2025, foi registrado um acidente envolvendo um veículo Gol e um caminhão boiadeiro na BA 131, próximo ao Balneário Paiaiá, no município de Saúde, região de Jacobina.

Segundo informações, o condutor do caminhão acabou invadindo a contramão, atingindo o Gol lateralmente, vindo a tombar.

Ainda de acordo com informações, apesar da gravidade do acidente, o motorista do Gol de prenome André e a pessoa de Neide que estava em sua companhia saíram ilesos. O motorista do caminhão também não se feriu.

“O caminhão que entrou na contramão e ia pegando André de frente. Ele jogou pra o lado do rebentão e o caminhão saiu pegando na lateral do carro e André voou no banco do passageiro do outro lado e Neide voou para o banco traseiro” disse um cidadão.

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Foto: Reprodução

Com mais de 47 anos de experiência no combate e monitoramento de incêndios florestais, o brigadista e pesquisador Homero Vieira dos Santos, conhecido como Velho Urso, lançou um manifesto em que denuncia o que chama de ‘Indústria do Fogo’. O documento aponta que muitos incêndios não são acidentes da natureza, mas fazem parte de um ciclo de interesses econômicos e políticos que se beneficia da destruição ambiental.

Homero alerta que tratar os incêndios florestais apenas como consequência das mudanças climáticas ou do aquecimento global serve para mascarar responsabilidades locais, deixando de apontar e punir aqueles que provocam as queimadas ou se beneficiam economicamente da destruição da floresta. “Nem todo incêndio é acidente. Nem toda tragédia é natural. Nem toda fumaça é inocente”, alerta o brigadista em seu manifesto.

Para ele, a propagação das chamas não deve ser encarada apenas como uma tragédia inevitável da natureza. Muitos dos incêndios que acontecem na Chapada Diamantina têm origem intencional e, em diversos casos, não são combatidos adequadamente, permitindo que se espalhem com maior intensidade.

Homero alerta que, para determinados interesses, o fogo pode ser até bem-vindo, funcionando como parte de um ciclo que começa na omissão das autoridades e termina gerando lucro. Esse padrão evidencia como alguns incêndios florestais deixam de ser apenas um problema ambiental para se tornar um instrumento de exploração econômica.

O brigadista afirma que o fogo se tornou instrumento de especulação e de dominação territorial, em um processo que envolve a flexibilização de leis ambientais, a chegada de empreendimentos e loteamentos, além de contratos que transformam áreas queimadas em oportunidade de negócio. “A floresta não é combustível para lucro. A crise climática não pode ser usada como desculpa para apagar responsabilidades locais”, reforça.

Apesar do cenário preocupante, Homero lembra que existem caminhos possíveis para prevenir e reduzir os incêndios. Técnicas de manejo adequado, monitoramento antecipado, integração de comunidades tradicionais e valorização da ecologia do fogo são estratégias já conhecidas, mas pouco aplicadas.

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Um homem identificado como Maurício Ferreira dos Santos, de 31 anos, natural de Irecê/BA, conhecido pelo apelido de “Nego Sinho”, foi executado a tiros na noite desta sexta-feira (15) por volta das 21h10, no cruzamento da rua Teixeira de Freitas com a rua Irecê, no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães.

De acordo com informações apuradas no local, a vítima seguia de bicicleta quando foi perseguida por dois homens em uma motocicleta, não identificada. Nas imediações de um campo de terra, os suspeitos alcançaram Maurício e dispararam diversas vezes com uma pistola. Mesmo ferido, ele conseguiu correr cerca de 20 metros, mas caiu em uma calçada na rua Irecê, onde foi novamente alvejado com outra rajada de tiros.

O SAMU foi acionado, mas ao chegar ao local apenas constatou o óbito. A vítima apresentava cerca de dez perfurações, provocadas pelos disparos.

O local foi isolado pela Guarda Civil Municipal (GCM-LEM), pela ROMU e pela Polícia Militar (85ª CIPM). Diversas cápsulas de munição foram encontradas espalhadas pelo chão. A SUTRANS interditou e sinalizou a via.

A Polícia Civil expediu guias de perícia e acionou o Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou os levantamentos necessários. O corpo foi removido para o DPT de Luís Eduardo Magalhães, onde passará por exame de necropsia.

As investigações já foram iniciadas para identificar os autores e a motivação do crime.

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