ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), órgão responsável pela coordenação do programa Bahia Sem Fogo (BSF), o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CMB-BA) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) iniciaram na sexta-feira (31) uma série de reuniões com o objetivo de planejar as próximas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais no estado. Participaram do encontro, o secretário, João Carlos Oliveira, e a chefe de gabinete da Sema, Cássia Magalhães; a diretora geral do Inema, Márcia Telles, o comandante-geral da CMB-BA, Francisco Telles, além das equipes técnicas das respectivas instituições.

A Educação Ambiental foi destacada na reunião como um fator relevante para a prevenção dos incêndios florestais. De acordo com o secretário, com a assinatura, nos próximos dias, do Decreto que regulamenta a política de educação ambiental na Bahia, a discussão ganha uma proporção ainda mais positiva. “Envolver os estudantes de ensino médio das escolas públicas com agentes ambientais em suas comunidades têm uma viés pedagógico importantíssimo. “As questões ambientais influenciam diretamente na vida dos moradores da região e a educação ambiental contribui para discutir e aprender sobre como cuidar do meio ambiente”, destaca.

De acordo com o comandante geral da CBM-BA, em  conjunto com a Sema e o Inema, no ano de 2018, foi realizado a capacitação de 30 brigadas voluntárias nos municípios baianos, o que torna as ações do Corpo de Bombeiros mais efetiva e assertiva no combate aos incêndios florestais. “Além de capacitação de brigadista voluntários na parceria com o Bahia Sem Fogo, a inclusão de outros atores sociais, como os guias turísticos, aumenta nosso potencial de prevenção, possibilitando a multiplicação de ações por meio de efetivo cada vez mais engajado com as questões ambientais”, explica Telles.

Pautas – A aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), ferramentas para combate e apoio de transporte terrestre e aéreo para dar suporte no combate e controle de incêndios foram outros pontos discutidos pelo grupo de trabalho do Programa Bahia Sem Fogo.

Bahia Sem Fogo – programa criado em 2010 para tornar mais efetivas as ações de prevenção, combate e monitoramento a incêndios em áreas de Unidades de Conservação (UCs) no estado, oferecendo infraestrutura e logística adequadas. O programa é coordenado pela Sema, que integra o Comitê Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais da Bahia. O Comitê é formado por representantes de instituições estaduais: Inema, Corpo de Bombeiros, Casa Militar do Governador (CMG) e as Secretarias de Segurança Pública (SSP), de Saúde (Sesab), de Educação (SEC), de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), e de Turismo (Setur).

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Uma máquina de Tinta Iquine que faz 1200 cores a preço de branco. As Tintas Iquine apresentam o Icores, primeiro sistema tintométrico 100% base água do mercado. Saiba mais!

Temos também uma serraria/marcenaria completa.

Comprando sua madeira, você poderá beneficiar a mesma na hora, planeando e lixando.

Fazemos também, todo serviço de carpintaria.

O menor preço da região está aqui!

O Cimentão, na Praça do Mercado, 23, em Central-BA. Telefone: (74) 9.9913 8444 ou WhatsApp: (74) 9. 9970 4306.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

A atriz e empresária Rada Rezedá e o seu empresariado, o ator Bruno Dourado

O jovem ator Bruno Dourado, de Irecê, que é agenciado pela empresária Rada Rezedá, está na sua melhor fase profissional, pois além de ter feito o personagem Toin Peteca, que é  um jardineiro  apaixonado  pela Belinha, da peça teatral “Rebuliço”, sob direção de Solon Barreto, que está movimentando a terra do feijão, Irecê, e se apresentou na cidade de Morro do Chapéu,  estreou nas telas do cinema, como o ator do curta “Maracangalha, Eu Vou!”, vila que ficou famosa ao ser cantada pela música de Dorival Caymmi. O filme é baseado no livro “Cine Maracangalha” escrito pelo médico, jornalista e escritor Berbert de Castro (comentarista de cinema durante 40 anos pelo jornal A Tarde), e conta a história de pessoas excêntricas que viveram no povoado Maracangalha, em São Sebastião do Passé, interior da Bahia, sob direção artística do ator Marcos Wainberg (cara, crachá, Zorra, Globo) e roteiro de Rada Rezedá. Ela  já tem 19 curtas em parceria com Beto Magno, da VM Filmes. Desses curtas, seis, são sobre a famosa vila Maracangalha. O filme tem 26 atores estreantes (alunos da CAP sob o comando de Rada Rezeda) e participações especiais da cantora Mônica San Galo (cantora Maricota), a dançarina Rosiane Pinheiro (a sambadeira Anália) e Delegado Valdir Barbosa (delegado), foi lançado para 300 convidados, nas cidades de Salvador (27/5, Teatro Salesiano Dom Bosco, Paralela), Camaçari (28/5, Teatro Cidade do Saber) no horário das 19h. Os convidados do lançamento do filme “Maracangalha, Eu Vou!”, em Salvador, levaram 1kg de alimentos não perecíveis, para serem distribuídos com a ajuda da AMAM (Associação de Moradores e Amigos de Maracangalha)  a comunidades carentes do povoado de Maracangalha, em São Sebastião do Passé, Bahia.

Rada Rezedá

Com 30 anos de experiência profissional, Rada Rezedá, é referência na Bahia, no mundo das artes,  principalmente cinema e TV, sendo a fundadora da primeira escola audiovisual da Bahia, a CAP, Escola de TV e cinema, além de ter sido professora do cantor Felipe Pezzoni, as dançarinas Rosiane Pinheiro e Lori Improta, Fernando Sampaio, Val Perre, Carolina Brasil, Patrícia Cortizo. Rada é também produtora, diretora de TV e cinema, atriz, locutora e jornalista. Como diretora da CAP Escola de TV e Cinema da Bahia, Rada realiza também diversos cursos como apresentador para TV, Câmera/Cinegrafista, Edição, Locução, Dublagem, Produção e Direção de Vídeo, Direção de Fotografia, Fotografia Digital e Teatro.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Um dos símbolos da Operação Lava-Jato, o policial federal aposentado Newton Ishii, que ficou conhecido como Japonês da Federal, tentou visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão, mas teve o encontro recusado pelo petista.

Segundo a jornalista Bela Megale, de O Globo, Ishii visitou a superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde trabalhava e lá, chegou a dirigir-se à sala onde Lula cumpre pena. Foi orientado, no entanto, a não continuar, porque, consultado, Lula disse que não queria recebê-lo.

Figura popularEm 2015, Ishii se tornou uma figura popular no Brasil por aparecer constantemente no notíciário conduzindo acusados da Operação Lava-Jato. Acabou ganhado o apelido com o qual ficou famoso e virou até marchinha de carnaval na folia de 2016. Ele mesmo, no entanto, chegou a enfrentar acusações de corrupção.

Agentes que foram à casa de Lula para realizar uma condução coercitiva, em março de 2016, contaram que, ao abrir a porta para os policiais, Lula teria feito uma brincadeira: “Ué, cadê o Japonês da Federal”, teria perguntado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Alunos do 6° semestre de Enfermagem da Faculdade Irecê (FAI) promoveram na última sexta-feira (24) uma ação interdisciplinar em duas escolas de Ensino Médio em Irecê. De acordo com o Professor Rodrigo Damasceno, coordenador da atividade, a ação que, teve como pano de fundo, a partir de uma abordagem interdisciplinar, o objetivo de transpor os conteúdos da sala de aula para uma ação de ensino e de prática mais próximos à realidade. As ações tiveram como eixo central a promoção de uma discussão coletiva e crítica sobre o Bullying nas escolas e os possíveis transtornos desencadeados por essa violência.

Ao todo foram construídas quatro oficinas que trabalharam com essa temática de maneira colaborativa, tendo os conteúdos da disciplina de “Atenção à Saúde Mental” como norte teórico para as abordagens. De acordo, com o professor Damasceno, as oficinas, realizadas no Colégio Cometa (com o 1° e o 3° ano) e no Colégio Modelo de Irecê (com o 1° e o 3° ano), trabalharam com quatro temáticas distintas: “Bullying e Automutilação: uma visão integrativa”; “Depressão: problema de saúde pública”; “A relação entre o Bullying e o Suicídio” e “Bullying e Síndrome do Pânico”.

“Foram três meses de estudos e preparo das oficinas, mas o resultado valeu a pena. É um tema que precisa ser debatido com frequência nas escolas, pois só assim conseguiremos combater essa violência e evitando que muitos adolescentes adoeçam”, afirmou, com entusiasmo, o professor.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail