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Foto: Reprodução

Um homem foi encontrado morto no último sábado (12), na casa onde morava, no bairro Sete de Abril, após se intoxicar com monóxido de carbono – a fumaça emitida por escapamentos de veículos – enquanto consertava seu próprio carro.

O corpo de Cleber da Silva Souza, de 37 anos, foi encontrado por policiais militares. A Polícia Civil, em conjunto com o Departamento de Polícia Técnica (DPT) fará perícias para investigar as circustâncias da morte.

Não há mais informações sobre a causa da morte, mas o monóxido de carbono (CO) é um gás perigoso produzido pela combustão incompleta de combustíveis, como gasolina, diesel e etanol, e é frequentemente emitido pelos escapamentos de carros.

O corpo de Cleber da Silva Souza, de 37 anos, foi encontrado por policiais militares. A Polícia Civil, em conjunto com o Departamento de Polícia Técnica (DPT) fará perícias para investigar as circustâncias da morte.

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Foto: Divulgação

Na noite da última sexta-feira (11), por volta das 19h30, uma guarnição da CIPE/Semiárido identificou um homem suspeito de envolvimento em furtos e roubos ocorridos em Xique-Xique, na região do BNH Novo.

Durante patrulhamento, os policiais abordaram o suspeito, que confessou participação nos crimes ocorridos no dia 9 de julho. Ele revelou que dividiu os objetos roubados com comparsas ainda não localizados.

Com ele, foi encontrada uma calça azul com faixas refletivas, semelhante à usada por um dos autores nos delitos. O suspeito afirmou ter ficado com celulares da partilha.

A guarnição se deslocou até os endereços informados e conduziu mais duas pessoas à Delegacia Territorial de Xique-Xique.

Entre os materiais apreendidos estavam um celular Motorola branco e a calça mencionada. A ação contou com o apoio do 7° BPM/Irecê.

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Foto: Reprodução

Uma reportagem do Fantástico mostrou a dimensão de uma tragédia que abateu criadores de cavalos em diversos estados brasileiros: a morte de animais após o consumo de ração contaminada. Até o momento, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) registrou 245 animais mortos em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas, com investigações em andamento também na Bahia e em Goiás.

O prejuízo se espalha rapidamente. No interior de São Paulo, um haras, que comprava ração da Nutratta há cinco anos, perdeu 46 cavalos em apenas dois meses.

Nara Popst, outra proprietária, lamenta a perda de Flor, de sete anos, e mais recentemente do cavalo Lancelotti, que não resistiu aos sintomas. Em Alagoas, uma propriedade que comercializa cavalos de milhões de reais viu 70 animais morrerem desde maio, incluindo Quantum de Alcateia, um dos garanhões mais premiados do país.

A origem do problema foi rastreada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária até a fábrica Nutratta Nutrição Animal, em Itumbiara, Goiás. Amostras coletadas pela fiscalização detectaram a presença de alcaloide pirrolizidínico, uma substância química encontrada em plantas crotalárias, especificamente a monocrotalina. O Ministério confirmou que todos os animais doentes haviam consumido rações da Nutratta, enquanto animais sadios não.

O que é a crotalária

A crotalária é uma planta comum no Brasil, que cresce naturalmente em pastagens e é valorizada por sua capacidade de fixar nitrogênio no solo, agindo como um “adubo verde”. Ela é usada entre as safras para enriquecer a terra, garantindo uma melhor qualidade para plantações futuras de soja ou milho.

No entanto, após a fixação do nitrogênio, é crucial que a planta seja removida imediatamente, pois o desenvolvimento de suas favas e sementes concentra grandes quantidades dos alcaloides pirrolizidínicos, como a monocrotalina, tornando-as extremamente tóxicas.

A monocrotalina é tóxica para todos os animais, incluindo seres humanos. Nos cavalos, o principal órgão atingido é o fígado, causando uma grande lesão hepática conhecida como necrose hepática. O fígado, que tem funções vitais como a detoxificação do organismo, é sobrecarregado.

As substâncias tóxicas também se fixam em músculos e ossos, sendo liberadas no organismo à medida que o animal se exercita, agravando ainda mais a sobrecarga hepática.

Os sintomas nos cavalos iniciam com prostração, falta de apetite, e uma tendência a ficar parados no fundo da baia, buscando se esconder da luz. Exames já mostram lesões no fígado nesse estágio. Uma vez que os sintomas se agravam, a morte costuma acontecer em poucas horas. A lesão severa no fígado causa a queda das plaquetas, o que impede a coagulação do sangue, resultando em hemorragias.

O Ministério da Agricultura constatou que a Nutratta “falhou no controle de fornecimento de matéria-prima”, permitindo a presença da espécie crotalária e da substância proibida para equinos na ração. Essa é a primeira vez que a presença de monocrotalina é constatada em ração para equinos.

Como medida, em 25 de junho, o Ministério suspendeu toda a linha de produção da empresa. Embora a Nutratta tenha conseguido uma autorização judicial para produzir alimentos para vacas e ovelhas, a produção de ração para cavalos continua proibida, e o Ministério informou que vai recorrer da decisão.

O prejuízo financeiro para os haras é avassalador. No rancho de Paulo, o valor médio dos animais era de cerca de R$ 40 mil, somando um prejuízo total de R$ 2 milhões. Paulo descreve a situação como um “recomeçar do zero novamente”. Além da perda financeira, a dor emocional é imensa. Eduardo Lucena, advogado que representa 40 proprietários, afirma que serão pleiteados danos materiais (valor do cavalo, custos de tratamento e enterro) e danos morais, devido à dor causada aos proprietários.

Em nota, a Nutratta Nutrição Animal lamentou os relatos de intoxicação e mortes, afirmando que colabora com o MAPA e que adotou medidas preventivas e corretivas imediatas, incluindo o reforço no controle laboratorial e o rastreamento das matérias-primas. No entanto, Nara critica o “silêncio dessa empresa quieta”, afirmando que “não estamos encontrando isso nessa empresa. Nenhum apoio. É zero. Não vai trazer nossos Cavalos de volta”. 

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Foto: Reprodução

Na tarde da última quinta-feira, 10 de julho de 2025, um grave acidente foi registrado na Curva do Ingá, trecho conhecido por sua periculosidade, localizado no município de Pindobaçu, no norte da Bahia.

Um caminhão carregado de cimento, que seguia de Campo Formoso para Pindobaçu, tombou no local. O motorista, Clébson Ferreira Lima, de 36 anos, natural de João Dourado e popularmente conhecido como “Cléber do Requeijão”, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Segundo relatos de moradores da região, o mesmo veículo já teria se envolvido em outros acidentes fatais, levantando questionamentos sobre suas condições mecânicas e de segurança. De acordo com as autoridades, as circunstâncias do tombamento ainda estão sendo investigadas.

A morte do caminhoneiro causou comoção entre familiares e amigos, além de reacender o alerta sobre a necessidade de intervenções em trechos críticos como a Curva do Ingá, palco frequente de acidentes trágicos.

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Foto: Divulgação / Galícia

O Galícia voltou à primeira divisão do Campeonato Baiano, em uma partida com desfecho dramático venceu o Itabuna nos pênaltis por 9 a 8, após um empate sem gols no tempo normal, neste domingo (13), no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana. O resultado marca o retorno do clube à Série A do Baiano após oito anos.

A decisão por pênaltis foi repleta de reviravoltas. O Itabuna, que havia sido o líder da primeira fase da Série B, perdeu as duas primeiras cobranças com Vicente (ex-Vitória) e Caíque (ex-Bahia), dando ao Galícia a chance de selar o acesso.

No entanto, o Galícia também desperdiçou duas oportunidades, incluindo a última cobrança da série inicial, levando a disputa para as alternadas. Após um total de 24 batidas, Vicente, do Itabuna, perdeu novamente, e o Galícia converteu a última cobrança, garantindo a tão sonhada vaga na elite.

Na primeira fase da competição, Itabuna liderava com 23 pontos (7 vitórias e 2 empates), 20 gols marcados e 7 sofridos, com um aproveitamento de 85%. O Galícia, por sua vez, classificou-se em 4º lugar, com 15 pontos (4 triunfos, 3 empates e 2 derrotas), 20 gols marcados e 9 sofridos, totalizando 55% de aproveitamento.

Além do Galícia, o sábado (12) também foi de festa para o Bahia de Feira. No clássico feirense, o “Tremendão” aproveitou a superioridade numérica e venceu o Fluminense de Feira por 3 a 0 na Arena Cajueiro, após um empate em 1 a 1 no jogo de ida. Os gols foram marcados por Lucas Santos e Rhuann (duas vezes).

O Bahia de Feira encerrou a primeira fase da Série B do Baiano com 20 pontos (9 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota), com 28 gols marcados e 5 sofridos, um aproveitamento de 74%. O Fluminense de Feira teve campanha similar, mas ficou em 3º lugar devido ao critério de saldo de gols (16 gols marcados e 5 sofridos).

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