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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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Fórum da Comarca de Central, na região de Irecê (Foto: Central Notícia)

O Ministério Público Federal (MPF) em Irecê (BA) vai abrir inscrições para participação da população do município de Central, região de Irecê, na inspeção feita nas escolas como parte do projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc). Essa é mais uma etapa do projeto, que visa colher informações sobre a situação da educação básica no município.

Para participar, os interessados deverão comparecer, entre os dias 5 e 19 de outubro, ao Fórum da comarca de Central, localizado na Praça Cantídio Pires Maciel, nº 88; ou enviar um e-mail para prba-prmir@mpf.mp.br, informando nome completo, telefone e profissão.

A inspeção será realizada em grupos organizados pelo MPF e pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), com apoio da sociedade civil, no dia 25 de outubro, com saída às 9h do Fórum da cidade. A população poderá acompanhar e ajudar os órgãos durante a inspeção, podendo fazer fotos que auxiliem na instrução do inquérito.

MPEduc – é um projeto executado em parceria entre o MPF e o Ministério Público dos estados. Seu principal objetivo é estabelecer o direito à educação básica de qualidade para os brasileiros, contando com o envolvimento dos membros do Ministério Público, dos gestores públicos e dos cidadãos. Para isso, são realizadas coletas de informações, audiências públicas, análise de questionários e visitas às instituições com o intuito de obter um diagnóstico das condições das escolas públicas de ensino básico.

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Sede do Sindicato dos Servidores Públicos de Central (Foto: Central Notícia)

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Central, vem através deste comunicar a população centralense que devido ao descaso da gestão municipal para com os servidores ,não tivemos outra saída a não ser deflagrarmos greve por tempo indeterminado, pois estamos sem recebermos o salário de agosto, mesmo com o município arrecadando durante esse período mais de 4.000.000,00(quatro milhões de reais).

A gestão não se preocupa com os mais de três mil alunos sem aulas, comércio parado, funcionários com contas de água e luz cortadas e, mesmo assim o gestor tenta culpar os servidores por não trabalharem e esquece de informar a população que hoje os servidores completam dois meses de salários atrasados .

Conclamamos a população que nos ajude nesta luta para que nossos direitos sejam respeitados, pois sem salário dos servidores toda a sociedade centralense perde com isso.

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Outubro é o mês de maior a incidência de queimadas e incêndios florestais na Região Oeste do Estado da Bahia. Elas ocorrem devido ao tempo seco, baixa umidade do ar e pouca chuva neste período do ano. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apenas em setembro foram registrados 20.372 focos de incêndio, um deles próximo à linha de subtransmissão da Coelba em Luís Eduardo Magalhães, o que causou a interrupção do fornecimento de energia para 47 mil clientes, por mais de 40 minutos.

Também foram registradas queimadas nas regiões do Rosário (distrito de Correntina) e Jaborandi. Na semana passada, houve uma queimada ao lado da subestação de Rio das Pedras, também no município de Luís Eduardo Magalhães (vídeo anexo).

As queimadas quando próximas à rede elétrica podem provocar a interrupção no fornecimento de energia. Mesmo sem atingir a rede, colocam em risco o fornecimento, já que, basta o calor e o campo ionizado em volta dos cabos, para criar um efeito chamado de arco-voltaico — que provoca um curto circuito, onde ocorrem oscilações de energia.

A legislação regula as queimadas impondo condições para que elas aconteçam de forma mais segura. Toda queimada precisa ser autorizada pelo órgão ambiental (IBAMA ou SEMARH/CRA).

Para evitar as queimadas e garantir a qualidade do fornecimento de energia, a Coelba reforça algumas dicas para este período:

  • Não coloque fogo em terrenos baldios ou lixões;
  • Apague com água as fogueiras em acampamentos para evitar que o vento leve as brasas para a mata;
  • Não solte balões! Além de ser proibido por lei, pode causar acidentes;
  • Não jogue pontas de cigarro acesas, latinhas de metal ou vidro nas matas ou em acostamentos das rodovias;
  • Não tente apagar fogo em rede elétrica com jatos de água sem a presença da distribuidora no local, caso a rede ainda esteja energizada, o jato contínuo de água poderá conduzir a eletricidade até o indivíduo;
  • Não plantar dentro da faixa da linha de transmissão de energia e, sempre que possível, dar prioridade à colheita mecânica, evitando a colheita manual nos trechos próximos às linhas de transmissão com o uso do fogo;
  • Ao identificar um foco de incêndio, informe a Guarda Florestal e ao Corpo de Bombeiros. Se for às margens de uma rodovia ou próximo da rede elétrica, notifique também a Coelba (116).

Sobre a Coelba

A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), empresa do Grupo Neoenergia, é a terceira maior distribuidora de energia elétrica do país em número de clientes e a sexta em volume de energia fornecida, sendo a maior do Norte-Nordeste. Presente em 415 dos 417 municípios baianos, a Coelba tem uma área de concessão de 563 mil quilômetros quadrados, com 5,9 milhões de clientes (mais de 15 milhões de habitantes).

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Um crime bárbaro foi registrado em Aparecida de Goiânia (GO) na madrugada desta quinta-feira (4). Durante um assalto a uma residência, os bandidos teriam ficado irritados com o choro de um bebê e mataram a tiros a mãe dele, a empresária Shirley Gonçalves da Silva, de 37 anos. O caso é investigado pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH). Ninguém foi preso.

Segundo o G1, o crime ocorreu na casa onde a vítima morava, na frente dos filhos dela e do marido. Parentes relataram que a família havia saído para jantar e, ao chegar em casa, no Setor Buriti Sereno, foi surpreendida pelos dois assaltantes, que já estavam no interior do imóvel.

Os suspeitos teriam pedido a chave do cofre para Shirley, quando o caçula dela começou a chorar. Irritados, os ladrões disparam contra a mulher e fugiram em seguida levando o dinheiro. Relatos de testemunhas indicam que a vítima, dona de um restaurante na capital, tinha em casa cerca de R$ 7 mil, para o pagamento de funcionários.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia e, segundo o órgão, foi liberado para a família por volta das 7h desta quinta-feira (4/10). Ela deve ser enterrada ainda hoje.

A polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, que é o assalto seguido de morte. Eles investigam se os bandidos tinham acesso a informações privilegiadas sobre a empresária, já que sabiam da existência de um cofre no local. Os detalhes da investigação são mantidos em sigilo para não atrapalhar a elucidação do caso.

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