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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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Ocorreu nesta terça-feira, dia 28 de agosto, o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef – edição 2017-2020, realizado na Câmara Municipal de Irecê. Participaram do evento o promotor de Justiça Marco Aurélio Nascimento Amado, prepostos do Selo Unicef, o prefeito do Município, Elmo Vaz e representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da sociedade civil. Os Fóruns Comunitários são encontros entre pessoas que podem de alguma forma contribuir e influenciar o respeito e a garantia aos direitos das crianças e adolescentes.

No Fórum, foi apresentado um diagnóstico da situação das crianças e dos adolescentes de Irecê, que está abaixo da meta estabelecida pelo Unicef, e foram mostradas as ações que o Município vem desenvolvendo para a concessão do Selo. Grupos multidisciplinares foram formados visando a discussão e deliberação de medidas para a elaboração de um plano de ação. O objetivo final das propostas é melhorar os indicadores que são cobrados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e oferecer melhor assistência educacional e social às crianças e adolescentes do Município.

O Selo Unicef é uma iniciativa das Nações Unidas que tem como objetivo contribuir com a redução das desigualdades e a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes do Semiárido e da Amazônia brasileira. Para isso, busca fortalecer a gestão municipal e qualificar as políticas públicas direcionadas à infância e à adolescência nos municípios participantes, garantindo a mobilização social e a participação dos adolescentes.

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A centralense Raissa Maciel Rocha iniciou em 2016, em Central, o projeto “Vamos Ganhar Sensações”, que tem o objetivo de doação de cabelos para hospitais  especializados em câncer – em Salvador e Feira de Santana. O projeto cresceu e hoje conta com representantes em dez cidades.

“O dia 28 de agosto é dia muito um especial, pois é o Dia Nacional do Voluntariado. E nós do projeto Vamos Ganhar Sensações agradecemos à todas as pessoas que fazem parte desse time de amor ao próximo.

Palavras não são suficientes para explicar o turbilhão de emoções presentes nesse momento, só sabemos agradecer, pois sem vocês nada disso seria possível. É possível fazer diferença pelo simples prazer de ajudar o próximo”.

Parabéns a todos que, assim como nós, acreditam que o amor cura. Seja um voluntário!

Raissa  mora atualmente na cidade de Barra, região do Vale do São Francisco, onde coordena o serviço na região.

“No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, as entidades que trabalham com voluntários celebram anualmente”.

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A administração da prefeitura do município de Central, na região de Irecê, foi surpreendida nesta segunda-feira (27) com a informação de que o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, em Salvador, bloqueou R$ 547 mil reais das contas da prefeitura. Entre os compromissos que podem ser prejudicados pelo bloqueio está o pagamento da folha salarial dos próximos meses, sobretudo dos contratados.

O bloqueio é para pagar precatórios – dívidas cobradas na Justiça – que se referem a casos ocorridos há vários anos no município. Em Central,  existe um acordo já assinado, e que não estava sendo cumprido, com relação a esse dinheiro.

Na decisão do relator do processo, Jeferson Alves Silva Muricy, diz que há 7 meses o município vem se furtando de viabilizar os descontos para saldar os débitos firmados perante a Justiça. “Por tais razões, determino o bloqueio das contas relativas ao FPM do Município de Central junto ao Banco do Brasil ou em quaisquer outras contas correntes deste, à exceção daquelas utilizadas exclusivamente para administração de verbas gravadas a finalidades específicas ou convênios, de modo a viabilizar o cumprimento do acordo judicial”.

Conforme apuração do Central Notícia, o município de Central tem cerca de R$ 2 milhões de  dívidas de precatórios.

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Texto 1

Boa tarde!  Eu não sei se vocês estão sabendo da situação do povo da cidade de Central em relação ao cartório que no momento encontra-se fechado há mais de 30 dias.

 Muitas pessoas, inclusive eu, que precisa dos serviços para retirar segunda via do registro de nascimento, outras pessoas para registrar recém- nascido, encontram-se desolados com informações desencontradas.

 Infelizmente a nossa cidade parece que não tem prefeito, nem se importa com o povo, está parecendo cidade sem lei, onde os de fora querem comandar do jeito e da vontade deles. O que vocês podem fazer para ajudar o povo a regularizar os documentos? Nos ajude, por favor!

Texto 2

Queria saber o real motivo do cartório de central  está há mais de 2 meses sem tabelião?

Preciso tirar certidões de nascimento  para da entrada no processo de casamento,  mas até  agora nada.

E muito menos informações  que não  têm quando haverá um aqui no município,  pois tem um filho de um amigo que nasceu no dia 4 julho e até agora  não registrou  por falta do cartório. Nem aberto o local se encontra para nós dar alguma informação.

Atenciosmente,

Gadú Ferreira e Franco Frost

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O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta terça-feira (28) uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) por crime de racismo.

Caso a denúncia seja recebida, o presidenciável vira alvo de ação penal e se torna réu. Se isso ocorrer, entretanto, a candidatura de Bolsonaro não será barrada, já que a Lei da Ficha Limpa determina que apenas condenados não podem concorrer às eleições. Este não é o caso do deputado federal, que ainda estará respondendo à ação penal.

Há também o fato de que é pouco provável haver alguma sentença, seja condenatória ou pela absolvição, até as eleições de outubro.

Pela lei, se denúncia for aceita e Bolsonaro ganhe a eleição, o esperado é que o processo seja paralisado, uma vez que a Constituição Federal determina que “o presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”.

No entanto, há outro problema a ser gerado caso Bolsonaro seja eleito na condição de réu. A Constituição diz que, admitida denúncia contra o presidente da República, ele ficará suspenso de suas funções. Se ganhar a eleição, Bolsonaro já terá a condição de réu. Portanto, o STF terá de decidir se ele poderá ou não assumir o cargo.

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