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Cerca de 90 famílias do município baiano de Morro do Chapéu, localizado na Chapada Diamantina, receberam os 20 voluntários do projeto ‘Litro de Luz’ que desembarcaram na Bahia no dia 26 de abril, com a missão de ajudar a iluminar, por meio da energia do sol. “Quando me convidaram para ir a Morro do Chapéu eu aceitei na hora. É um sonho poder iluminar uma comunidade da mesma maneira que um dia iluminaram a minha”, disse Luis Conrado, de 59 anos.

Os lampiões, que são móveis, serão construídos em conjunto pelos voluntários do ‘Litro de Luz’ e pelos moradores que aprendem o processo que vai da montagem dos equipamentos. O projeto é de uma organização não-governamental internacional de mesmo nome, foi criada em 2011 e já impactou mais de 6 mil pessoas no Brasil ao levar luz até moradores de comunidades locais que não possuem acesso à energia elétrica.

“Utilizamos uma tecnologia simples, econômica e ecologicamente sustentável, composta por garrafas plásticas, painéis solares, lâmpadas LED, bateria e cano PVC”, explica o site da organização. Embora tenha âmbito global, a iniciativa criada nas Filipinas nasceu inspirada pela ideia do mecânico brasileiro Alfredo Moser, que em 2002 usou garrafas pet abastecidas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa.

Bahia
Na Bahia, o projeto que conta tem como parceria a Enel – empresa do setor elétrico – vai beneficiar famílias que vivem próximas ao Parque Eólico Morro do Chapéu Sul. Elas passarão a ter acesso à iluminação por meio de fontes de energia renovável. As três comunidades que receberão os lampiões sustentáveis são Dorme Sujo, Barracão e Alecrim.

Segundo informações do projeto ‘Litro de Luz’ na internet, a equipe responsável pela iniciativa passou seis dias visitando e mapeando as comunidades do município, percorrendo um total de 1.500 quilômetros na região

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Um homem identificado Valderli Pereira Caetano, 59 anos, caiu de um caminhão em movimento e faleceu no local.

Segundo a PM, o fato correu na tarde de quinta-feira (03), na localidade Lagoinha, zona rural do município de São Gabriel, na região de Irecê.

O corpo de Valderli foi levado para o IML de Irecê onde foi periciado. A vítima morava na Rua Tiradentes, em Gameleira de São Gabriel.

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O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou nesta sexta (4) pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para ampliar a quebra do sigilo fiscal do senador Aécio Neves (PSDB-MG), de sua irmã, Andréa Neves, e de seu primo Frederico Pacheco. Em dezembro do ano passado, o ministro aceitou o primeiro pedido de quebra do sigilo, mas a procuradoria solicitou que o período de abrangência da medida seria de 1º de janeiro de 2014 a 18 de maio de 2017.

No entanto, após receber o ofício de autorização da quebra, a Receita Federal esclareceu que as declarações de imposto de renda e escriturações contábeis são anuais e, dessa forma, a quebra deveria ser referente a todo o ano de 2017, e não somente de janeiro a maio. A quebra de sigilo foi feita no inquérito decorrente da delação premiada do empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F. Batista relatou ter pagado, entre 2011 e 2014, pelo menos R$ 60 milhões a título de propina.

Entre outras coisas, o dinheiro teria sido utilizado para pagar partidos da coligação do senador em sua campanha presidencial de 2014. Após a quebra do sigilo, em nota, a defesa do senador considerou a decisão do ministro do STF uma medida “natural” e reafirmou que Aécio Neves não cometeu nenhum ato ilícito. Segundo o advogado Alberto Zacharias Toron, os dados bancários e fiscais do parlamentar “sempre estiveram à disposição da Justiça”.

Em novo posicionamento divulgado hoje, o advogado Alberto Toron afirmou que a defesa de Aécio é a maior interessada no esclarecimento dos fatos e reiterou que a ação ocorreu no âmbito privado. “A defesa do senador Aécio Neves é a maior interessada no esclarecimento de todas as dúvidas, para que seja demonstrada a total correção de seus atos. O senador tem plena confiança no STF e está convencido de que o aprofundamento das apurações provará sua inocência. A questão em análise refere-se a uma ação entre privados, não tendo havido prejuízo a qualquer órgão público e, portanto, nenhum ato ilícito foi praticado”, disse a defesa.

Réus
No mês passado, Aécio, sua irmã e seu primo se tornaram réus em outro processo no STF. Na ação penal, o senador é acusado de pedir R$ 2 milhões em propina a Joesley em troca de sua atuação política. O senador foi acusado pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. Após o julgamento, Aécio declarou que agiu de forma correta e que a operação financeira da qual é acusado não envolveu o uso de dinheiro público.

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