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Simone Mendes reencontrou avó de 92 anos – Foto: Reprodução

Simone Mendes emocionou os seguidores ao compartilhar um reencontro especial com a avó Ailza, de 92 anos, de Uibaí. Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, a cantora relembrou os cinco anos em que foi criada pela avó ao lado da irmã, a também cantora Simaria.

A visita aconteceu horas antes de um show da artista em Irecê, interior baiano. Simone publicou fotos ao lado de Ailza e um vídeo do momento em que as duas se abraçam, com direito a beijo no rosto e palavras de carinho.

 “Vó, com todo o carinho que mora dentro do meu coração quero te agradecer. Foram cinco anos em que você me criou com seu jeito de amar, anos que me marcaram profundamente”, escreveu Simone. “Você foi mais do que uma avó. Foi abraço que confortava, foi aquela voz firme que me ensinava o certo e o errado, mas sempre com ternura, acordando a gente com seu toca-fita ao som de Luiz Gonzaga!”, completou.

No texto, Simone também destacou o valor das lembranças dessa fase da vida. “Te ver ali todos os dias, cuidando de mim e da minha irmã com aquele jeito único, é uma lembrança que guardo como um dos maiores presentes da vida. Vó, eu te amo com uma força que as palavras nem conseguem explicar direito.”

Nos comentários, os fãs se comoveram com a homenagem. “O abraço e o carinho delas é surreal e o mais sincero da vida”, escreveu uma seguidora. “Só quem é avó sabe o valor desse amor”, comentou outra. “Vó deveria ser eterna”, disse uma fã.

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Foto: Reprodução

A escalada dos ataques entre Israel e Irã aumentou a pressão para que os Estados Unidos se envolvam diretamente no conflito. Na última quarta-feira (18), o presidente Donald Trump se reuniu com integrantes do Conselho de Segurança Nacional e sinalizou a possibilidade de uma ação militar.

Em resposta, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, advertiu que qualquer ofensiva americana terá “consequências sérias e irreparáveis” e prometeu reagir caso o país seja alvo de bombardeios.

Entenda abaixo por que o envolvimento dos EUA no conflito parece inevitável, segundo especialistas ouvidos pelo g1.

 Aliança histórica entre EUA e Israel

• Os Estados Unidos são aliados estratégicos de Israel e, tradicionalmente, se posicionam ao lado do país em conflitos no Oriente Médio.

• Em fevereiro, o presidente Donald Trump retomou a política de “pressão máxima” sobre o Irã, com o objetivo de forçar um novo acordo nuclear.

• Trump também já havia declarado que, se as negociações fracassassem, poderia atacar o Irã com apoio de Israel.

• O uso da palavra “nós” em postagens recentes sobre o controle do espaço aéreo iraniano acendeu alertas sobre a possível entrada dos EUA no conflito.

 Movimentação militar e sinais de preparação para a guerra

• Os Estados Unidos reforçaram sua presença militar no Oriente Médio com o envio de caças e aviões estratégicos. Aeronaves também foram deslocadas da Europa para a região.

• Para especialistas, trata-se de um movimento que vai além da intimidação.

• “Pela escala dos deslocamentos e pelo tipo de armamento, são todos sinais de uma preparação para a guerra”, analisa Maurício Santoro, doutor em Ciência Política pelo IUPERJ e colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha do Brasil.

• Ele destaca também o uso de navios especializados em desminagem como um indicativo de preparação para um conflito naval no Golfo Pérsico.

• Segundo o professor, mesmo que a movimentação seja uma forma de o governo americano pressionar o Irã, trata-se de “um teatro bem caro e expressivo”.

 Capacidade bélica exclusiva contra o programa nuclear iraniano

• Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, explica que o fim do programa nuclear iraniano também é de interesse do governo americano.

• “Por mais que o secretário de Defesa não queira se envolver em mais uma guerra no Oriente Médio, não tem como não ajudar o governo israelense a eliminar esse programa nuclear, que há muito tempo representa uma ameaça aos Estados Unidos”, afirma. “O equipamento militar americano está saindo ainda mais valorizado do que antes.”

• De acordo com especialistas, só os EUA têm armamento capaz de destruir os bunkers subterrâneos onde o Irã mantém seu programa de enriquecimento de urânio.

“Os Estados Unidos são os únicos atores competentes no cenário internacional para neutralizar o programa nuclear iraniano, já que possuem artilharia para tanto, diferentemente de Israel”, afirma Priscila Caneparo, doutora em Direito Internacional.

 Custo político para o governo Trump

• Os especialistas ouvidos pelo g1 divergem, no entanto, sobre o impacto político de um envolvimento para Trump.

• Segundo a professora Priscila Caneparo, doutora em Direito Internacional, entrar no conflito significaria descumprir promessas de campanha de não gastar dinheiro com guerras. “Acho que vai pegar muito mal para ele, em uma perspectiva de não corresponder ao que seus eleitores e a sua base eleitoral estão justamente esperando dele”, afirma a especialista.

• Já o professor Gunther Rudzit avalia que o impacto eleitoral pode ser mais limitado. Segundo ele, é preciso lembrar que o republicano voltou atrás por diversas vezes em suas promessas.

“Ele tem um controle sobre a maior parte desse eleitorado do movimento MAGA. Eu não me surpreenderia que, se ele agir militarmente contra o Irã e criar toda uma nova narrativa, o eleitorado aceite isso”, analisa. 

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Foto: Reprodução

A vitória do Botafogo sobre o PSG por 1 a 0, conquistada com um gol decisivo de Igor Jesus no Mundial de Clubes, repercutiu na imprensa internacional. Jornalistas e veículos de diferentes países destacaram a surpreendente atuação da equipe brasileira, exaltando a estratégia, a garra do time e a importância do resultado diante de um dos maiores clubes do mundo. A conquista do Botafogo ganhou espaço nas manchetes e gerou amplo debate sobre o equilíbrio crescente no futebol global.

O jornal espanhol As destacou com surpresa e tom crítico a vitória do Botafogo por 1 a 0 sobre o PSG, classificando o resultado como uma “confusão enorme” que embaralha completamente o grupo do Mundial de Clubes e complica a situação do Atlético de Madrid. A publicação exaltou a atuação “colossal” do Botafogo, elogiando a entrega, a garra e a consistência defensiva da equipe comandada por Renato Paiva, que soube neutralizar o atual campeão europeu. O gol de Igor Jesus foi visto como o justo desfecho para uma partida em que os brasileiros foram corajosos, bem organizados e superiores no aspecto tático. O jornal também criticou a postura de Luis Enrique, que poupou titulares e foi surpreendido por um adversário que levou ao torneio a intensidade e o espírito competitivo típicos dos sul-americanos.

Já o jornal espanhol Marca classificou a vitória do Botafogo por 1 a 0 sobre o PSG como histórica e destacou que o resultado “baixou o PSG à terra”, além de colocar o Atlético de Madrid “contra as cordas” na disputa por uma vaga nas oitavas do Mundial de Clubes. A publicação elogiou a inteligência tática do técnico Renato Paiva, especialmente pela solidez do meio-campo liderado por Allan, e enalteceu a atuação de Artur e Igor Jesus, autor do gol da vitória. O Marca também criticou as mudanças promovidas por Luis Enrique, que poupou nomes importantes, e ressaltou a dificuldade do PSG em furar a defesa brasileira — mesmo com ampla posse de bola e reforços no segundo tempo. O jornal ainda chamou atenção para a sequência goleadora de Igor Jesus, descrito como “talismã” do time, e para o fato de o Botafogo ter controlado o jogo com autoridade frente ao campeão europeu.

O norte-americano The Athletic analisou a vitória do Botafogo sobre o PSG como um resultado que pode mudar a dinâmica do Mundial de Clubes, destacando que os tropeços europeus, como as derrotas de PSG e Porto no mesmo dia, são positivos para o equilíbrio da competição. O site elogiou a solidez defensiva e a capacidade de contra-ataque do time brasileiro, que venceu com méritos e controlou o jogo diante dos campeões da Champions League.

A atuação de Igor Jesus foi especialmente destacada: o atacante foi descrito como um jogador incansável, que atacou o espaço com força e determinação para marcar o gol decisivo, mesmo com alguma sorte no desvio. O texto também lembrou sua fase instável no início do ano e sugeriu que essa pode ser uma despedida marcante antes de sua ida para o futebol inglês.

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Foto: Arquivo MTE

Durante operação de fiscalização realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Inspeção do Trabalho, 57 trabalhadores em situação análoga à escravidão foram resgatados entre os dias 8 e 18 de junho. Os resgates ocorreram em fazendas de carnaúba e sisal na zona rural dos municípios de Várzea Nova e Gentio do Ouro, na Bahia. A ação contou com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Federal (MPF), Defensoria Pública da União (DPU) e Polícia Federal (PF).

Segundo a equipe de fiscalização, os trabalhadores encontrados nas plantações de carnaúba e sisal estavam submetidos a condições precárias tanto na moradia quanto no ambiente de trabalho, configurando um cenário desumano. Na fazenda localizada em Gentio do Ouro, foram resgatados 42 trabalhadores. No local, foram identificados quatro alojamentos distintos, todos em condições degradantes. Em um deles, os trabalhadores dormiam em redes trazidas por conta própria, penduradas na varanda aberta de um comércio vizinho, sem paredes ou divisórias. As redes estavam armadas entre colunas, apoiadas sobre sacarias de sisal, caixas de bebidas alcoólicas, botijões de gás e diversos utensílios, em meio a materiais armazenados e resíduos.

Nenhum dos alojamentos contava com móveis ou espaços adequados para guardar pertences, e as redes de dormir se espalhavam por corredores, cozinha e áreas externas. Não havia banheiros nem infraestrutura adequada para higiene pessoal. Em todos os casos, as condições apresentavam grave precariedade física, sanitária e social, agravada pelo calor excessivo, umidade, insalubridade, falta de privacidade e exposição a riscos biológicos. A água consumida era armazenada em galões que antes continham produtos químicos usados no manejo da carnaúba, substâncias altamente corrosivas. Os trabalhadores dormiam em redes improvisadas entre colunas, apoiadas sobre sacarias de sisal, caixas de bebidas alcoólicas, botijões de gás e outros objetos. Sem calçados adequados, improvisavam sacos plásticos nos pés para trabalhar.

Nenhum dos alojamentos possuía móveis ou espaços adequados para guardar pertences, as redes de dormir se espalhavam por corredores, cozinha e áreas externas. Não havia banheiro nem estrutura apropriada para higiene pessoal. Em todos os casos, as condições observadas apresentavam grave precariedade física, sanitária e social, agravada pelo calor excessivo, umidade, insalubridade, falta de privacidade e exposição a riscos biológicos. A água consumida era armazenada em galões que anteriormente continham produtos químicos usados no manejo da carnaúba, substâncias altamente corrosivas. Os trabalhadores dormiam em redes improvisadas entre colunas, sobre sacarias de sisal, caixas de bebidas alcoólicas, botijões de gás e outros objetos. Sem calçados adequados, improvisavam sacos plásticos nos pés para trabalhar.

No município de Várzea Nova, 15 trabalhadores foram resgatados em uma fazenda de sisal. Conforme a fiscalização, o pagamento semanal era de R$ 250, valor muito inferior ao salário mínimo vigente, que atualmente é de R$ 1.518. Os trabalhadores operavam máquinas perigosas sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e, frequentemente, estavam descalços, usando chinelos ou até sacos plásticos amarrados aos pés devido à falta de calçados adequados. Um dos trabalhadores relatou ter perdido dois dedos de uma das mãos durante o corte do sisal.

Os alojamentos apresentavam condições igualmente degradantes: não havia colchões, lençóis ou travesseiros. Os trabalhadores dormiam diretamente no chão sujo, sobre pedaços de papelão, restos de espuma, sacos plásticos e panos finos. Assim como nas fazendas de carnaúba, não havia banheiros nem chuveiros; as necessidades fisiológicas eram feitas no mato, e a higiene pessoal, realizada com baldes e canecas no interior dos alojamentos. A água destinada ao consumo era armazenada em recipientes precários, sem vedação ou proteção contra impurezas, animais e resíduos, o que, segundo relatos dos trabalhadores, causou mal-estar em vários deles. Além disso, o local não possuía energia elétrica nem abastecimento de água encanada. Os alimentos eram guardados diretamente no chão, e as refeições se limitavam a arroz, cuscuz e feijão. Quando havia carne, esta era pendurada acima do fogão, exposta a moscas e outros insetos.

A equipe de fiscalização informou que os responsáveis pelas fazendas foram notificados a regularizar os vínculos trabalhistas, quitar as verbas rescisórias e realizar o recolhimento do FGTS e das contribuições sociais. O montante das verbas rescisórias atingiu cerca de R$ 380.000,00, valor que foi pago parcialmente. Além disso, foram firmados Termos de Ajuste de Conduta (TACs) com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Defensoria Pública da União (DPU), estabelecendo o pagamento das verbas rescisórias restantes e indenizações por danos morais individuais a cada trabalhador.

Atendimento dos Trabalhadores e Projeto Vida Pós Resgate

Os trabalhadores resgatados têm direito a receber três parcelas do seguro-desemprego especial e foram encaminhados aos órgãos municipais e estaduais de assistência social para atendimento prioritário. Durante a operação, auditores-fiscais do Trabalho realizaram entrevistas e aplicaram questionários para identificar as condições de vida e as aspirações futuras dos trabalhadores. Foi avaliada a possibilidade de inserção desses trabalhadores no Projeto Vida Pós Resgate, coordenado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), vinculada ao MTE. O projeto apoia a formação de associações rurais de trabalhadores resgatados em seus locais de origem, incentivando a produção de alimentos saudáveis. Além disso, oferece suporte material — como equipamentos, máquinas e insumos — e assistência técnica, jurídica e de capacitação, auxiliando os associados a administrar suas próprias entidades.

No dia 16 de junho, ocorreu a primeira reunião entre os trabalhadores interessados em formar uma associação rural e representantes do Projeto Vida Pós Resgate. Durante o encontro, foram apresentados e debatidos os principais aspectos do projeto, incluindo a metodologia de apoio às associações, às atividades produtivas possíveis e as alternativas de distribuição. Considerando o interesse demonstrado e o perfil dos trabalhadores, decidiu-se pelo aprofundamento imediato do diálogo para viabilizar a criação de mais uma associação apoiada pelo projeto.

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Foto: Reprodução

Visando atender a população residente e os milhares de turistas e visitantes esperados com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, há cerca de um mês, a empresa iniciou a Operação São João, com manutenções preventivas na estrutura e equipamentos, especialmente no entorno da Praça Chico Mendes e Mercadão de Irecê, onde acontece o evento. Uma operação padrão fez a vistoria e manutenção de trechos de adutoras e redes distribuidoras de água, prevenindo o risco de vazamentos.

Já as redes coletoras de esgoto passaram por limpeza e lavagem das tubulações para evitar obstruções. Nas estações elevatórias de água e esgoto, as bombas e equipamentos eletromecânicos passaram por limpeza e substituição de peças. Os trabalhos também incluíram a instalação de ligações provisórias de água e esgoto em estruturas montadas pelo poder público municipal no circuito da festa.

As equipes da Embasa estarão de plantão no período do São João para serem acionadas em casos de emergência pelos canais de atendimento da empresa, pelo 0800 0555 195; atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br e pelo Whatsapp (71) 99717- 0999.

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