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Foto: Reprodução

Na noite de sábado (21), por volta das 23h32, câmeras do Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) identificaram um homem procurado pela Justiça em Irecê, durante as festividades do São João 2025.

O suspeito, identificado como D. G. M, possuía um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal dos Crimes Dolosos contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia. A averiguação foi realizada pela equipe do 7° Batalhão da Polícia Militar, com apoio do CICOM Irecê, que localizou e conduziu o indivíduo até o Posto Avançado da 14ª COORPIN.

No local, a validade do mandado foi confirmada, sendo registrado o boletim de ocorrência de número 00459865/2025. O homem responderá por homicídio, tipificação penal do crime pelo qual era procurado.

A prisão, de número 3499 no sistema, reforça a eficácia do videomonitoramento na segurança de grandes eventos, garantindo tranquilidade aos foliões e eficiência na ação policial.

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Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (23), o Irã atacou bases militares dos Estados Unidos no Iraque e no Catar, diz uma agência de notícias associada ao regime ao iraniano.

A base de Al Udeid no Catar, um dos alvos do ataque, é a maior base dos Estados Unidos na região, abrigando mais de 10 mil soldados. Segundo um oficial israelense, seis mísseis foram lançados neste ataque.

Além do ataque à base aérea americana, diversas explosões em Doha, capital do Catar, foram ouvidas por testemunhas.

Ataque do Irã à base americana ocorreu após operação militar Martelo da Meia-Noite, conduzida pela força aérea norte-americana no último sábado.

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Banda Magníficos não compareceu em show Crédito: Reprodução/Redes Sociais

A prefeitura de Guanambi, no sul da Bahia, está solicitando que a banda Magníficos devolva parte do cachê de R$ 250 mil pago para a apresentação no São João da cidade. A banda foi contratada para se apresentar na última quinta-feira (19), mas não compareceu ao evento, de acordo com informações do g1.

A banda teria que se apresentar no início da madrugada de quinta, às 1h00 da manhã. Porém, mesmo com a organização do evento mudando a ordem das apresentações, o grupo não chegou no local até às 4h30 da manhã, no fim das apresentações, o que fez com que a prefeitura da cidade cancelasse o show por quebra de contrato.

Antes de cancelar a apresentação, a banda chegou a alegar durante toda a noite que estava na estrada. Por isso, foi concluído, quase com o raiar do dia, que não valia mais a pena realizar a apresentação da banda Magníficos.

A gestão vai cobrar da banda R$ 125 mil, que é metade do cachê, porque foi o valor pago ao grupo antes da apresentação, conforme previsto em contrato. A outra metade seria paga apenas após o show.

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Foto: Reprodução

Na tarde de sábado (21), um acidente grave tirou a vida de Leonardo M. P., morador de Irecê, após o caminhão que conduzia capotar no km 209 da BA-052, entre Mundo Novo e Porto Feliz.

O veículo, um Mercedes-Benz L-1620 com placas de Senhor do Bonfim (BA), saiu da pista e tombou em uma ladeira por volta das 17h40.

Segundo a Polícia Militar, a vítima sofreu ferimentos graves e foi socorrida pelo SAMU ao hospital de Mundo Novo, mas não resistiu. Um passageiro que o acompanhava teve apenas ferimentos leves e também recebeu atendimento médico.

A Polícia Civil investigará as causas do acidente, que foi registrado entre 20h e 23h.

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Foto: CNN

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o ataque dos Estados Unidos contra o Irã, ocorrido no final de semana, foi “infundado” e aproxima o mundo de um “grande perigo”. Putin recebeu o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, no Kremlin para discutir o conflito entre Israel e Irã.

O líder russo disse a Araqchi “não existir qualquer base ou justificativa” para o ataque americano, que chamou de “agressão não provocada”, e reforçou o apoio da Rússia ao Irã.

“A situação internacional atual está mudando de forma dinâmica. Podemos ver como a situação no Oriente Médio se agravou drasticamente. Estados de fora da região também estão sendo envolvidos no conflito. Tudo isso está levando o mundo a um caminho extremamente perigoso”, afirmou Putin a jornalistas após o encontro com o chanceler iraniano
No sábado, os EUA fizeram ataques aéreos contra três instalações nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. A ação, coordenada com o governo israelense, foi considerada a entrada do país no conflito entre Israel e Irã. (Leia mais abaixo)

Também nesta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que o ataque americano “aumentou o número de participantes no conflito [entre Israel e Irã]” e “inaugurou uma nova espiral de escalada” no Oriente Médio. Falando com jornalistas na sede da presidência russa, Peskov fez novas condenações ao ataque americano.

A Rússia assinou um tratado de parceria estratégica com o Irã em janeiro deste ano, embora ele não inclua uma cláusula de defesa mútua. Antes dos ataques dos EUA no sábado, o governo russo havia alertado que uma intervenção militar americana poderia desestabilizar toda a região e levá-la ao “abismo”.

Questionado sobre o que a Rússia está pronta para fazer agora, Peskov afirmou que Moscou ofereceu seus serviços como mediador, e o que acontecerá a seguir dependerá das necessidades do Irã.

Putin já havia afirmado na semana passada temer que o conflito direto entre Israel e Irã aproxime o mundo da 3ª Guerra Mundial. Nesta segunda-feira, o presidente russo afirmou que vai acelerar a produção em massa do míssil hipersônico Oreshnik — o armamento foi utilizado por seu Exército pela primeira vez em novembro na guerra da Ucrânia.

Para atacar o Irã, os EUA utilizaram 125 aeronaves militares, mísseis de alta precisão, um submarino e bombas projetadas para destruir áreas subterrâneas.

O presidente americano, Donald Trump, descreveu a operação americana contra o Irã como “bem-sucedida”. A avaliação da Casa Branca é de que as três instalações nucleares “sofreram danos e destruição extremamente severos”.

Qual foi o impacto dos ataques?

O general americano Dan Caine, responsável por repassar informações sobre os ataques, disse que levará algum tempo para avaliar completamente a extensão dos danos causados ​​pela operação. Segundo ele, uma avaliação inicial indica que todas as três instalações nucleares iranianas – Fordow, Natanz e Isfahan – “sofreram danos e destruição extremamente severos”.

Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.

Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.

Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.

A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.

Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.

Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.

Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.

Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.

A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.

Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.

Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.

Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.

Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.

A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.

Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.

Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.

Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.

Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.

A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.

Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.

A operação deixou vítimas?

Não foi divulgado um número de vítimas especificamente para os ataques dos EUA contra o Irã. Em coletiva de imprensa, o secretário americano de Defesa Pete Hegseth afirmou que a missão “não visou tropas iranianas ou o povo iraniano”.

Hassan Abedini disse à TV estatal iraniana que o país havia evacuado as três instalações bombardeadas “há algum tempo”.

No entanto, desde o último dia 13, o conflito entre Irã e Israel já deixou mais de 240 mortos e milhares de feridos nos dois países, segundo balanços oficiais. Instituições independentes indicam que o número de mortos pode chegar a 500.

Há risco de vazamento de radiação?

A Arábia Saudita e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão de fiscalização nuclear da ONU, informaram que não houve aumento nos níveis de radiação após o ataque.

A agência afirmou que “fornecerá avaliações adicionais sobre a situação no Irã à medida que mais informações estiverem disponíveis”.

Como o Irã poderá retaliar os EUA?

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que os EUA “devem receber uma resposta pela sua agressão”. “Sempre afirmamos que estamos prontos para nos envolver e negociar dentro da estrutura do direito internacional, mas, em vez de aceitar a lógica, o outro lado exigiu a rendição da nação iraniana”, disse ele em um comunicado.

Analistas apontam três caminhos estratégicos possíveis para o Irã:

• Revidar com força e rapidez: A troca de mísseis entre Irã e Israel já dura dez dias, mas retaliar contra os EUA representa um novo nível de risco — não só para o Irã, mas para toda a região. Estima-se que o Irã ainda detenha cerca da metade de seu estoque original de aproximadamente 3.000 mísseis, tendo usado e perdido o restante nos embates com Israel.

• Revidar mais tarde: Essa opção envolveria esperar até que a tensão atual diminuísse e lançar um ataque surpresa no momento escolhido pelo Irã — quando as bases dos EUA não estivessem mais em alerta máximo. Esse ataque poderia atingir missões diplomáticas, consulares ou comerciais dos EUA, ou ainda envolver o assassinato de indivíduos.

• Não retaliar: Essa seria uma atitude de grande contenção por parte do Irã, mas evitaria novos ataques dos EUA. O país poderia inclusive optar pela via diplomática e retomar as negociações com os americanos — embora o chanceler iraniano tenha afirmado que o Irã nunca abandonou essas negociações, e que foram Israel e os EUA que as destruíram. 

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