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Leandro Domingues morreu aos 41 anos: Reprodução/Redes Sociais

Ídolo da torcida do Vitória pelas passagens marcantes no clube, o ex-jogador Leandro Domingues morreu na noite desta terça-feira (1º). Leandro lutava contra um câncer de testículo, descoberto em 2022 e chegou a passar por transplante. Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento do ex-jogador.

Em junho do ano passado, um boato envolvendo o estado de saúde foi comentado pelo jogador. Na ocasião, Leandro negou a história através das redes sociais. “Está saindo na internet que eu estou no hospital internado, com câncer. É tudo mentira, porque eu estou em casa, graças a Deus, estou bem. Infelizmente eu tive o câncer mesmo, em 2022, na metade, mas graças a Deus eu fiz as quimioterapias todas e deu certo, não totalmente, mas aí eu fiz o transplante, vai fazer quatro meses que eu fiz o transplante e graças a Deus estou bem, estou em casa, estou me recuperando bem”, escreveu.

O Vitória lamentou a partida do jogador através das redes sociais. “Leandro sempre foi um verdadeiro maestro em campo, demonstrando garra e paixão pelo clube. Seu legado de força, dedicação e exemplo de pessoa continuará a inspirar gerações”, escreveu o clube.

A Federação Baiana de Futebol (FBF) lamentou o falecimento do jogador e se solidarizou com o momento de dor e tristeza sentido por familiares e amigos. Um minuto de silêncio foi determinado como homenagem póstuma nos jogos entre Vitória x Flamengo, pela 2ª rodada da Série A, e na 2ª rodada do Baianão Sub-20

Natural de Vitória da Conquista, Leandro Domingues iniciou a carreira profissional no rubro-negro baiano em 2001, mas foi a partir de 2004 que se firmou no elenco rubro-negro. Ele iniciou a carreira nas divisões de base do clube, em 1995. O meia passou por Cruzeiro, Fluminense, Portuguesa e times japoneses, como Kashiwa Reysol, Nagoya Grampus e Yokohama FC, mas o coração sempre o levou de volta ao Leão.

Ao todo, foram três passagens pela Toca do Leão, sendo 13 temporadas no rubro-negro, sete como profissional. Independente do momento, sempre marcantes. 126 partidas na história do clube soteropolitano contaram com os passes e os gols marcados pelo atleta, que sempre foi reconhecido pelos torcedores rubro-negros pelo talento com a bola no pé.

Importante dentro de campo nas Séries A, B e C, Leandro Domingues deixou sua marca no Vitória com 27 gols marcados e cinco assistências concedidas. Números, no entanto, não expressam a idolatria que marcou toda uma geração de torcedores. Dentro e fora da Bahia, uma nação de torcedores espalhados pelo globo se encantou com o futebol de Leandro Domingues.

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A 1ª Plenária Popular do Trabalhador e da Trabalhadora, com o tema “Direitos Humanos”, foi realizada pelo Conselho Municipal de Saúde em parceria com a Secretaria de Saúde e a Prefeitura de Presidente Dutra.

O evento teve abertura de Jefferson Porto, presidente do Conselho, destacando a importância da participação social na construção de uma saúde pública mais acessível.

A psicóloga Raira Gonçalves abordou a saúde mental no ambiente de trabalho, enfatizando os impactos do estresse ocupacional e a necessidade de políticas de prevenção.

Já Rafael Porto destacou a importância da notificação de agravos relacionados ao trabalho e do fortalecimento da Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Também foi definida a etapa macrorregional, que acontecerá em Jacobina, nos dias 14 e 15 de abril, com a eleição dos delegados que representarão o município: Valburga Alves e Beatriz Mendes (Usuários), Jefferson Porto (Gestão) e Morgana Levi (Trabalhadores da Saúde).

A plenária reforçou o compromisso com o SUS e a participação popular na construção de políticas públicas de saúde.

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Foto: Reprodução

Na manhã desta terça-feira (1º), a Polícia Civil da Bahia prendeu um homem acusado de homicídio qualificado na cidade de Xique-Xique. O suspeito, que não teve o nome revelado, estava foragido desde 2019 e havia se escondido no estado de São Paulo por mais de seis anos.

A prisão aconteceu após o Setor de Inteligência da polícia receber informações sobre a presença do suspeito na cidade. Com a verificação dos dados, os agentes iniciaram as diligências e conseguiram localizar e deter o foragido. Ele foi levado para a Delegacia Territorial de Xique-Xique, onde passou pelos procedimentos legais.

Além do registro da ocorrência, foram realizados exames de corpo de delito e a prisão foi comunicada ao Poder Judiciário. O acusado permanecerá à disposição da Justiça.

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Foto: André Souza/bahia.ba

O ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Adson Marchesini, fez um discurso forte, nesta segunda-feira (31), lamentando sua exoneração do cargo. Ele questionou sua demissão da função na frente do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), durante a cerimônia de posse do seu sucessor na corporação no Instituto Militar de Ensino Superior de Bombeiros (Imesb), em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador.

“Quando tomei conhecimento que eu fui exonerado, não vou mentir que fiquei muito triste com o senhor. Fiquei, não raiva, porque não tenho essa palavra, mas com aquele sentimento de dor. O que foi que eu errei para ser exonerado do Corpo de Bombeiros? Saí para trabalhar de manhã como sempre fiz, lutando pelos ideais do governo e quando deu 16h, fui chamado para dizer: ‘Você não é mais comandante do Corpo de Bombeiros, amanhã sai sua exoneração’. Com todo sentimento de carinho, de respeito que tenho por você, isso me machucou muito. Eu não dormi naquela noite buscando uma resposta. Não vou mentir ao senhor, aquilo me doeu demais”, afirmou.

O coronel Marchesini estava à frente do Corpo de Bombeiros desde janeiro de 2021. Sua exoneração do cargo foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na terça (25).

O sucessor de Marchesini é o coronel Aloísio Mascarenhas Fernandes. Soteropolitano, o novo comandante ingressou no Curso de Formação de Oficiais da PMBA, no ano de 1991. Em 1997 realizou o Curso de Especialização para Oficiais Bombeiros, na Faculdade de Tecnologia de São Paulo. No ano passado, ele coordenou a tropa do CBMBA que atuou nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Além disso, foi conselheiro técnico policial da missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah), coordenador de Planejamento Operacional de Unidades Bombeiro Militar e membro do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Fiocruz-BA.

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Marcelo Pereira/Fotoka/Divulgação

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em novembro deste ano em Belém, defendeu nesta segunda-feira (31) que é preciso pensar em novas formas para se financiar a agenda ambiental.

“O Brasil está dando uma ajuda imensa para encontrar caminhos para outras formas de financiar. Existem discussões sobre taxação para transporte marítimo, petróleo, classe executiva de avião. A gente vai olhar para tudo para chegar a US$ 1,3 trilhão em 2035. Precisamos ampliar a discussão sobre financiamento climático e pensar além dos mecanismos tradicionais”, disse ele durante o evento Soluções Baseadas na Natureza: Oportunidades de Escala e Perspectivas de Financiamento, promovido pelo Nature Investment Lab (NIL).

O encontro, realizado hoje, na capital paulista, reuniu líderes do setor financeiro, de instituições públicas e multilaterais e organizações do ecossistema de impacto para discutir os avanços do Nature Investment Lab, iniciativa liderada pelo setor privado e que foi lançada em setembro do ano passado para superar desafios legais e financeiros, desenvolver modelos de negócios replicáveis e criar estruturas financeiras inovadoras para projetos sustentáveis no Brasil.

De acordo com o embaixador, o financiamento da “agenda de ação” é uma das prioridades do governo brasileiro, além do fortalecimento do multilateralismo e da criação de oportunidades de negócio, buscando tornar viáveis os projetos voltados ao combate à mudança climática.

“Não podemos achar que apenas a negociação de mudança climática e o Acordo de Paris vão resolver a questão climática. O Acordo e a Convenção do Clima são ambientes bons para negociar soluções, mas a implementação depende mais de bancos de desenvolvimento, do FMI [Fundo Monetário Internacional], para que o que está sendo discutido se torne uma realidade no campo. O financiamento depende de outros órgãos”, comentou o embaixador.

“A COP tem uma dimensão muito formal, das negociações, e delas só podem participar os 196 países do Acordo de Paris. Quem vai levar isso adiante são instituições desses países, mas também governos subnacionais, setor privado, academia, que não participam das negociações. O que vocês estão fazendo pode servir como base para outros países, onde é muito mais difícil. O mundo em desenvolvimento tem grande esperança de que venham do Brasil ideias como as que vocês estão desenvolvendo”, acrescentou.

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