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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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Foto: Polícia Federal

Um Porsche 911 Turbo avaliado em mais de R$ 1,5 milhão passou a integrar a frota da Polícia Federal (PF) em Santa Catarina. O veículo esportivo, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de três segundos, foi apresentado na última sexta-feira (27) durante a inauguração da Delegacia de Migração (Delemig) em um shopping de Florianópolis.

O carro foi apreendido em junho de 2024 na cidade de Camboriú, no Litoral Norte catarinense, durante a Operação Toppare, que investigava crimes de lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas e resultou no bloqueio de R$ 35 milhões em bens de investigados.

Com autorização da Justiça Federal, a PF adaptou o Porsche para uso institucional enquanto aguarda decisão definitiva sobre a propriedade do veículo. A medida visa preservar o bem e utilizá-lo em benefício do interesse público.

Apesar do alto desempenho, o carro não será usado em operações policiais cotidianas. Segundo a PF, o veículo será empregado em ações educativas e exposições, servindo como instrumento de conscientização sobre o combate ao crime organizado e a descapitalização de bens ilícitos. 

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Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

O governador Jerônimo Rodrigues anunciou nesta segunda-feira (31) a nomeação do publicitário Marcus Vinicius Di Flora como novo titular da Secretaria de Comunicação (Secom). Com mais de 25 anos de experiência na área de comunicação e pesquisa de opinião, Di Flora já atuou em diversos setores da administração pública e em projetos no setor privado.

“Escolhi hoje o novo secretário de Comunicação, que terá a missão de dar publicidade aos atos do Governo da Bahia, prestar contas de nossas ações e manter um relacionamento respeitoso com a mídia. Fiz o convite a Marcus Di Flora, que há mais de 25 anos atua na comunicação e na gestão pública, e ele aceitou”, destacou o governador.

Ao longo de sua trajetória, Di Flora ocupou cargos estratégicos na comunicação de órgãos municipais e federais. Participou da equipe de transição do Governo Federal em 2002 e assumiu funções de liderança na comunicação do governo entre 2003 e 2005. Posteriormente, atuou no setor financeiro, coordenando estratégias de marketing.

“Encaro esse desafio com confiança, pois acredito que é uma grande oportunidade. Com minha experiência em planejamento e gestão, faremos o melhor possível para atender à dinâmica intensa que o governador Jerônimo propõe, tanto na comunicação quanto em toda a ação de governo”, afirmou o novo secretário.

Nos últimos anos, Marcus Vinícius Di Flora dedicou-se à comunicação institucional e ao marketing político, coordenando pesquisas eleitorais em campanhas presidenciais e prestando consultorias na área. Seu trabalho mais recente envolveu a formulação de estratégias de comunicação para campanhas eleitorais no Rio de Janeiro.

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Foto: Will Recarey/ Salvaor Bahia Airport

O Salvador Bahia Airport e a Sky Airline irão realizar, nesta quarta-feira (2), o lançamento da rota direta entre a capital baiana e Buenos Aires, na Argentina. O evento de anúncio reunirá jornalistas e profissionais do setor aéreo.

Segundo o aeroporto, esta é a primeira conexão direta entre Salvador e Buenos Aires operada pela Sky. De acordo com as informações, o novo voo será realizado duas vezes por semana, às quartas-feiras e domingos, com partida de Santiago do Chile e escala em Buenos Aires.

Os voos chegarão a Salvador às 12h20, com retorno previsto para as 13h20. A expectativa é que a rota transporte cerca de 2.400 passageiros por mês. 

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Foto: Reprodução

Uma jovem identificada como Bruna foi morta a facadas na noite deste domingo (30) dentro de um bar, em Irecê. Segundo informações da polícia, o principal suspeito do crime é o ex-namorado dela que foi preso.  

De acordo com testemunhas, Bruna estava acompanhada de amigos quando foi surpreendida pelo agressor. Mesmo tentando escapar, acabou sendo contida e atingida por diversos golpes.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas, infelizmente, a jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O caso o caso está sendo investigado por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia Civil.

O corpo de Bruna foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Irecê. A jovem deixa dois filhos, de 4 e 7 anos, que agora enfrentarão a difícil realidade de crescer sem a mãe.

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Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

Ao menos 546 pessoas que se tornaram rés por incitação aos ataques golpistas de 8 de janeiro firmaram acordos com a PGR (Procuradoria-Geral da República) para escapar de condenações. Outros 237 rejeitaram a proposta e foram condenados nos últimos meses, com pena de um ano de reclusão. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Essa pena de prisão aplicada aos réus que recusaram os acordos foi substituída por medidas alternativas, como a prestação de serviços comunitários e a proibição de usar redes sociais. São obrigações similares àquelas que foram impostas às pessoas que aceitaram a proposta.

 

Segundo a reportagem, a diferença principal entre os dois grupos é que os acusados que rejeitaram o acordo passarão a ter uma condenação criminal como antecedente.

O Código Penal prevê que esse tipo de acordo seja oferecido para crimes com penas mínimas de até quatro anos e para réus sem antecedentes criminais, entre outros critérios.

De acordo com a Folha, as pessoas que fizeram os acordos, chamados ANPPs (acordos de não persecução penal), tiveram que confessar os crimes e se comprometer a pagar multas e a cumprir obrigações. Essas multas variam de R$ 5 mil a R$ 50 mil. Em alguns casos, não houve aplicação de multas.

Em troca, as ações penais ficam suspensas e só são retomadas em caso de descumprimento dos termos acordados.

Já os réus que não aceitaram a proposta também terão que pagar uma multa e, ainda, uma indenização de R$ 5 milhões que será dividida entre todos os outros condenados pelo 8 de janeiro.

Os acusados de crimes leves são aqueles que não participaram diretamente dos ataques aos prédios públicos, mas estavam, por exemplo, acampados em frente ao quartel-general do Exército em Brasília, pedindo intervenção militar.

Os réus que fecharam acordos tiveram que cumprir um tempo de serviço comunitário menor do que aqueles que rejeitaram a proposta e foram condenados. Além dessa exigência e da proibição de acesso às redes sociais, foi aplicada aos dois grupos a obrigação de assistir a um curso sobre democracia elaborado pela PGR.

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