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Onde encontrar:

João Dourado – Av. José Alves de Andrade, 286

Central – Praça do Mercado

Entre em contato pelo WhatsApp: (74) 99919-9593.

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Foto: Banco de Imagens

O SineBahia de Irecê divulgou novas vagas de emprego para esta sexta-feira, 2 de maio de 2025. As oportunidades são variadas e contemplam diferentes níveis de escolaridade, com chances em áreas como vendas, atendimento e setor técnico.

Entre os cargos disponíveis estão Operador de Caixa, Vendedor, Técnico Agrícola, Recepcionista e Eletromecânico. A diversidade de funções abre espaço tanto para quem busca o primeiro emprego quanto para profissionais com experiência.

Os interessados devem comparecer à unidade do SineBahia, na Praça Clériston Andrade, nº 100, onde também funciona o SAC. O atendimento é feito por ordem de chegada e não exige agendamento prévio.

É necessário apresentar a Carteira de Trabalho (física ou digital), RG, CPF, além de comprovantes de residência e escolaridade. Certificados de cursos complementares também são bem-vindos.

Mais informações estão disponíveis pelo telefone (74) 3641-3219.

VAGAS DE IRECÊ PARA DIA 02/05/2025

OPERADOR DE CAIXA

Ensino Médio completo

Experiência na área

Salário a combinar

Local de trabalho – Irecê

01 VAGA

VENDEDOR

Ensino médio completo

Experiência na área

Salário a combinar

Local de trabalho – Irecê

02 VAGAS

TÉCNICO AGRÍCOLA

Ensino fundamental

Sem experiência (cultivador de melão e mamão)

Salário a combinar

Local de trabalho – Rio Verde – Povoado Lagoa da Palha – Fazenda Dona Olímpia

01 VAGA

COZINHEIRA

Ensino fundamental

Experiência com trabalho doméstico, limpeza e conzinha na residência, dormir no local.

Salário: R$1.512,00

Local de trabalho – Rio Verde – Povoado Lagoa da Palha – Fazenda Dona Olímpia

01 VAGA

RECEPCIONISTA

Ensino Médio completo

Experiência em clínica médica, agendamento de consultas, atendimento telefônico.

Local de trabalho – Irecê

Salário: R$ 1.882,48

01 VAGA

SERVENTE

Ensino Fundamental

Não exige experiência

Salário: R$1.548,98 + transporte/refeitório da empresa.

Local de trabalho – Lapão

10 VAGAS

PEDREIRO

Ensino Fundamental

Com experiência

Salário: R$ 2.455,70 + transporte/refeitório da empresa.

Local de trabalho – Lapão

10 VAGAS

AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA

Ensino médio completo

Salário: R$ 1.521,77 + benefícios (vale transporte e vale refeição ).

Local de trabalho – Irecê

03 VAGAS

MOTORISTA CAMINHÃO E ENTREGA DE MERCADORIA

Ensino médio completo

Ter Habilitação A/D

Salário: R$ 2.325,44 + benefícios (vale transporte e vale refeição ).

Local de trabalho – Irecê

03 VAGAS

VENDAS INTERNAS E EXTERNAS

Ensino Médio completo

Experiência em vendas externas

Ter Habilitação A/B

Salário: R$ 1.518,00 + Comissão

Local de trabalho – Irecê

01 VAGA

VENDEDOR – PLANOS ODONTOLÓGICOS

Ensino Médio completo

Experiência na área, foco em metas, habilidade de negociação, boa comunicação.

Salário a combinar + benefícios (assistência médica, vale refeição, gympass e outros )

Local de trabalho – Irecê

01 VAGA

TELEMARKETING ATIVO

Ensino Médio completo

Experiência prévia em telemarketing, habilidade em contornar objeções e gerar conversão, foco em metas, boa comunicação, agilidade com sistemas e planilhas.

Salário a combinar + benefícios ( ass. médica, vale refeição, gympass e outros )

Local de trabalho – Irecê

01 VAGA

COSTUREIRA

Ensino médio completo

Não exige experiência

Salário mínimo

Local de trabalho – Irecê

02 VAGAS

ELETROMECÂNICO

Formação em Eletromecânica 

Experiência comprovada

Ter CNH B

Vale refeição, adicional de periculosidade e adicional noturno.

Jornada de trabalho de segunda a sexta. 

Local de trabalho – Irecê e região

Salário: R$ 3.280,42 + Benefícios

01 VAGA

COZINHEIRA

Experiência em restaurante

Ensino Fundamental

Salário a combinar

Local de trabalho – Irecê

01 VAGA

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Foto: Agência Brasil

As taxas médias de juros cobrados pelos bancos subiram para famílias e empresas em março, tanto no crédito livre quanto nas concessões de empréstimos direcionados. Nas operações de crédito livre para pessoas físicas, o destaque foi o avanço de 2,5 pontos percentuais (pp) na taxa média do cartão de crédito rotativo, chegando a 445% ao ano.

A modalidade é uma das mais altas do mercado. Mesmo com a limitação de cobrança dos juros do rotativo, em vigor desde janeiro do ano passado, os juros seguem variando sem uma queda expressiva ao longo dos meses.

Isso porque a medida visa reduzir o endividamento, mas não afeta a taxa de juros pactuada no momento da concessão do crédito, aplicando-se apenas a novos financiamentos. Nos 12 meses encerrados em março, os juros da modalidade subiram 23,7 pp para as famílias.

Os dados são das Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta quarta-feira (30), pelo Banco Central (BC). O crédito rotativo dura 30 dias e é tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão de crédito. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar.

Após os 30 dias, as instituições financeiras parcelam a dívida do cartão de crédito. Nesse caso do cartão parcelado, os juros subiram 0,1 pp no mês e caíram 9,6 pp em 12 meses, indo para 181,1% ao ano.

Crédito livre

No total, a taxa média de juros das concessões de crédito livre para famílias teve aumento de 0,3 pp em março, acumulando alta de 3 pp em 12 meses, chegando a 56,4% ao ano.

Compensando os aumentos no mês, estão os juros do cheque especial, que caíram 8 pp em março, mas têm alta de 6,1 pp em 12 meses, alcançando 134,2% ao ano. Desde 2020, a modalidade tem os juros limitados em 8% ao mês (151,82% ao ano).

No caso das operações com empresas, os juros médios nas novas contratações de crédito livre tiveram incremento de 0,8 pp no mês e 3,5 pp em 12 meses, alcançando 24,6%. Destaca-se, nesse cenário, a alta de 9 pp na taxa média das operações de cheque especial, que chegou a 349,2% ao ano.

“Em março, o efeito da alteração na composição dos saldos (efeito saldo) [das diversas modalidades de crédito] mostrou-se determinante para a elevação das taxas médias de juros do crédito livre, atenuado, em parte, pelo efeito da variação das taxas de juros (efeito taxa)”, explicou o BC.

Taxa média

No crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado ─ com regras definidas pelo governo ─ é destinado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

No caso do crédito direcionado, a taxa para pessoas físicas ficou em 11,4% ao ano em março, com aumento de 0,9 pp em relação ao mês anterior e de 1,6 pp em 12 meses. Para empresas, a taxa teve alta de 4,7 pp no mês e de 4,9 pp em 12 meses, indo para 18,4% ao ano.

Com isso, considerando recursos livres e direcionados, para famílias e empresas, a taxa média de juros das concessões em março aumentou 0,9 pp no mês e 3,1 pp em 12 meses, alcançando 31,3% ao ano.

A elevação dos juros bancários acompanha um momento de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, definida em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A Selic é o principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação.

Ao aumentar a taxa, o órgão visa esfriar a demanda e conter a inflação, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, fazendo com que as pessoas consumam menos e os preços caiam. Até o fim do ano, a previsão dos analistas é que a Selic suba para 15%.

As estatísticas mostram ainda que a taxa de captação de recursos pelos bancos (o quanto é pago pelo crédito) subiu 0,8 pp no mês e 3,1 pp em 12 meses, chegando a 11,9% em março.

Já o spread bancário, que mede a diferença entre as taxas médias de juros das operações de crédito e o custo de captação, aumentou 0,1 pp no mês e manteve-se estável na comparação com março de 2024, situando-se em 19,4 pp. O spread é uma margem que cobre custos operacionais, riscos de inadimplência, impostos e outros gastos e resulta, então, no lucro dos bancos.

Saldos das operações

Em março, as concessões de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) tiveram alta de 2,7%, chegando a R$ 600,5 bilhões, resultado da redução de 0,1% para as pessoas físicas e aumento de 6,3% para empresas. As concessões de crédito direcionado caíram 4,4% no mês, enquanto no crédito livre houve alta de 3,5%.

Com isso, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos do SFN ficou em R$ 6,483 trilhões, um crescimento de 0,6% em relação a fevereiro. Na comparação interanual, com março do ano passado, o crédito total cresceu 9,9%. O resultado refletiu aumento de 0,5% no saldo das operações de crédito pactuadas com pessoas jurídicas (R$ 2,455 trilhões) e o incremento de 0,7% no de pessoas físicas (R$ 4,028 trilhões).

Já o crédito ampliado ao setor não financeiro ─ que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos, independentemente da fonte (bancário, mercado de título ou dívida externa) ─ alcançou R$ 18,782 trilhões, com aumento de 0,2% no mês, refletindo, principalmente, os acréscimos de 0,5% nos títulos públicos de dívida e de 1,6% nos títulos de dívida securitizados, compensados pelo decréscimo de 2% nos empréstimos externos, impactado pela apreciação cambial no mês.

Em 12 meses, o crédito ampliado cresceu 13,3%, com avanços de 16,3% nos títulos de dívida e de 9,3% nos empréstimos do sistema financeiro nacional.

Endividamento das famílias

Segundo o Banco Central, a inadimplência ─ atrasos acima de 90 dias ─ se mantém estável há bastante tempo, com pequenas oscilações. Ela registrou 3,2% em março, sendo 3,8% nas operações para pessoas físicas e 2,2% com pessoas jurídicas.

O endividamento das famílias ─ relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada em 12 meses ─ ficou em 48,2% em fevereiro, redução de 0,3% no mês e aumento de 0,4% em 12 meses. Com a exclusão do financiamento imobiliário, que pega um montante considerável da renda, o endividamento ficou em 30,1% no segundo mês do ano.

Já o comprometimento da renda ─ relação entre o valor médio para pagamento das dívidas e a renda média apurada no período ─ ficou em 27,2% em fevereiro, aumento de 0,1% na passagem do mês e 1,3% em 12 meses.

Esses dois últimos indicadores são apresentados com uma defasagem maior do mês de divulgação, pois o Banco Central usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Foto: Reprodução

Terra de prosperidade e abundância! É assim que a Chapada Diamantina deve ser mostrada na próxima edição do “Globo Repórter”, que vai ao ar nesta sexta-feira (2), a partir das 22h25. A região, que no passado foi famosa pela força do garimpo, agora se firma como um polo nacional de produção de vinhos e frutas vermelhas, como morangos e amoras.

Enviada especialmente pela TV Globo, a jornalista Camila Marinho passou 15 dias na Chapada Diamantina, visitando lugares icônicos como a vinícola UVVA e a Fazenda Pratinha, famosa por suas grutas de águas cristalinas.

“É uma região que não para de surpreender e oferecer muitas possibilidades, seja para quem visita ou para quem busca empreender. Encontrei uma Chapada da prosperidade, cada vez mais voltada para preservação e negócios promissores, sem perder a essência, a raiz”, disse Camila em declaração exclusiva ao Alô Alô Bahia.

Com o objetivo de revelar uma Chapada além das trilhas e da natureza exuberante, a reportagem também vai apresentar um mosteiro localizado no município de Mundo Novo, um refúgio de paz e espiritualidade procurado por quem deseja se reconectar e fugir da correria das grandes cidades. “Volto encantada e muito feliz de poder mostrar essa região tão linda da nossa Bahia pro Brasil e pro mundo”, finalizou a jornalista.

O “Globo Repórter” é apresentado por Sandra Annenberg e tem direção geral de Mônica Maria Barbosa. O programa vai ao ar na TV Globo, às sextas-feiras, a partir das 22h25, logo após a novela “Vale Tudo”.

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Foto: Reprodução

Para marcar o 1º de maio, Dia do Trabalhador, a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulga um panorama do mercado de trabalho baiano, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações são do ano de 2024, em relação ao ano de 2023, e foram sistematizadas pela Diretoria de Pesquisas da SEI. Confira a seguir.

MERCADO DE TRABALHO DA BAHIA PANORAMA RECENTE: O ANO DE 2024 EM COMPARATIVO AO DE 2023

No geral, sem desconsiderar a ocorrência de retrocessos pontuais, pode-se dizer que o trabalhador teve motivos para celebrar em 2024. Em síntese, a economia brasileira não enfrentou o prenunciado revés, a despeito de algumas previsões em sentido contrário. O que de fato ocorreu foi que a economia cresceu de forma robusta.

Diante desse contexto, o mercado de trabalho baiano continuou em rota de progresso em 2024, absorvendo mão-de-obra e gerando renda ao longo do referido ano. Entre os principais pontos positivos constatados para a Bahia, vale destacar:

1- a taxa média anual de desocupação (ou desemprego) recuou pelo terceiro ano consecutivo, atingindo 10,8% da população na força de trabalho e alcançando a segunda menor taxa da série (maior apenas do que a de 2014, estimada em 9,8%);
2- o recuo da taxa média anual de desemprego (de 13,2%, em 2023, para 10,8%, em 2024) incorporou outra dimensão positiva, pois decorreu de dois movimentos favoráveis: o aumento do número de ocupados e o recuo do total de desocupados;
3- o ritmo de queda da taxa de desocupação aumentou, já que o recuo anual foi maior em 2024 do que em 2023;
4- a população ocupada aumentou pelo quarto ano seguido e chegou a 6,420 milhões em 2024, registrando o maior montante de trabalhadores da história e demarcando a maior sequência de altas na série;
5- o crescimento da ocupação de 2023 a 2024 se deu predominantemente pelo aumento da formalidade, já que a informalidade cresceu em menor magnitude;
6- o aumento anual da ocupação foi maior em 2024 do que em 2023, indicando ampliação do ritmo de crescimento de um ano para o outro;
7- o crescimento relativo da população ocupada de 2023 a 2024 foi maior na Bahia (+5,7%) do que no país (+2,6%) e no Nordeste (+4,8%);
8- o desemprego atingiu 779 mil indivíduos em 2024, menor marca desde 2014 (quando havia 685 mil desocupados à época) e o segundo menor patamar da série;
9- o número de desempregados caiu pelo terceiro ano consecutivo, catalogando três recuos anuais seguidos pela primeira vez;
10- a queda anual da desocupação foi maior em 2024 do que em 2023;
11- o recuo relativo da população desocupada de 2023 a 2024 foi maior na Bahia (-15,5%) do que no país como um todo (-13,2%);
12- o quantitativo de pessoas em situação de desalento (aquelas fora da força de trabalho que estavam disponíveis para assumir um trabalho, mas não tomaram providência por algum dos motivos associados ao mercado) diminuiu de 2023 a 2024 e contabilizou 540 mil pessoas, menor montante desde 2016 (com 523 mil desalentados à época);
13- a taxa média anual de informalidade recuou pela segunda vez seguida, atingindo 51,4% da população ocupada em 2024 – o que indica um menor percentual de trabalhadores sob proteções legais como benefícios previdenciários e direitos trabalhistas;
14- em 2024, o percentual dos ocupados na informalidade (51,4%) se revelou o segundo menor da série;
15- a taxa anual de informalidade recuou mais na Bahia (-2,3 p.p.) do que no país (-0,2 p.p.) e no Nordeste (-0,7 p.p.) na passagem de 2023 a 2024;
16- o rendimento médio anual real de todos os trabalhos aumentou pela segunda vez consecutiva, chegando a R$ 2.165 e alcançando o maior valor desde o ano de 2020 e o terceiro maior montante da série;
17- o rendimento médio anual real cresceu mais na Bahia (+11,8% ou mais R$ 228) do que no país (+3,7% ou mais R$ 115) e no Nordeste (+8,4% ou mais R$ 174);
18- o crescimento percentual do rendimento médio real baiano (+11,8%) foi o quinto maior do país na passagem de 2023 a 2024;
19- a massa de rendimento real de todos os trabalhos aumentou pelo terceiro ano consecutivo, contabilizando R$ 13,634 bilhões em 2024 e demarcando o maior montante da série;
20- de 2023 a 2024, a variação da massa de rendimento real decorreu de dois movimentos positivos, já que houve aumento concomitante do rendimento médio real e da ocupação;
21- a variação relativa da massa de rendimento real da Bahia (+19,0%) se mostrou maior do que a da região nordestina (+13,9%) e a do país (+6,5%) na passagem de 2023 a 2024; e
22- das unidades da Federação, de 2023 a 2024, a Bahia (+19,0%) registrou a quinta maior ampliação percentual da massa de rendimento real.

Por fim, tudo indica que os indicadores fundamentais do mercado de trabalho devem permanecer melhorando durante o ano de 2025, mas de forma relativamente mais comedida do que outrora, já que há chances de materialização de um cenário marcado por um dinamismo um pouco menor. 

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