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O Ministério Público do Trabalho (MPT) firmou acordo de cooperação técnica para levar ações educativas de prevenção ao trabalho escravo, trabalho infantil e tráfico de pessoas a cerca de cinco mil estudantes da região de Irecê, no centro da Bahia.

O documento foi assinado em ontem (05/05) entre o órgão e o Instituto de Ensino, Pesquisa e Extensão Laboral (Iepel), vinculado à Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, que ficará responsável pela execução do projeto. O recurso, no total de R$175 mil, é fruto de acordo judicial firmado com a Bom Amigo Doalnara Agropecuária Ltda.

O Projeto Escolas já alcançou mais de 20 mil alunos em Minas Gerais, São Paulo, Amazonas e Pará desde 2017 e agora será realizado na Bahia. O projeto aposta na educação como ferramenta de prevenção, com aulas presenciais de cerca de uma hora em escolas públicas da região, com foco em municípios com maior demanda e altos índices de trabalho escravo. O conteúdo é adaptado à realidade de cada território, levando em conta se a área é rural ou urbana, as cadeias produtivas locais e o perfil socioeconômico dos alunos.

Para a procuradora Camilla Mello, responsável pelo acordo judicial e pela destinação dos recursos, “a destinação de recursos para projetos como este traduz um dos principais instrumentos do MPT para viabilizar a reparação social específica e a atuação resolutiva”. Ela lembra que entre os objetivos estão difundir conhecimentos sobre trabalho decente e dignidade humana, sensibilizar estudantes sobre os riscos do trabalho escravo e fortalecer a capacidade de identificar violações de direitos. A meta é atender cinco mil estudantes diretamente, com impacto estimado em oito mil, considerando o efeito multiplicador nas famílias e comunidades.

O acordo prevê regras rígidas de prestação de contas. O Iepel deve apresentar relatório em até 90 dias após receber os recursos e prestação final até 30 dias após o término do projeto, com notas fiscais, extratos bancários, três orçamentos e registros fotográficos. O MPT vai fiscalizar a execução e aprovar os relatórios. Em caso de descumprimento das obrigações de transparência, a multa é de 10% sobre o valor total destinado. O cronograma é de 12 meses após a liberação dos recursos. Além da atuação direta nas escolas, o projeto fortalece a parceria com a Clínica de Combate ao Trabalho Escravo da UNEB, Campus Irecê, para ampliar a capilaridade na região.

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Foto: Reproduão

Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa, inspetoras do Instituto São José, em Rio Branco (AC), são as duas funcionárias mortas a tiros por um aluno de 13 anos dentro da escola, na tarde desta terça-feira (5/5). O ataque também deixou outras duas pessoas feridas.

As duas vítimas estavam no local no momento em que o adolescente efetuou os disparos em um corredor que dá acesso à sala da diretoria. Ambas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local.

De acordo com informações do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do governo do Acre, uma funcionária e um estudante também foram atingidos e encaminhados ao pronto-socorro. Até o momento, não há detalhes sobre o estado de saúde dos feridos.

Segundo a Polícia Militar, o autor do ataque é aluno da própria escola. Ele teria utilizado uma arm4 que pertence ao padrasto, que foi detido e levado para prestar esclarecimentos. O adolescente foi apreendido logo após a ação.

As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas. A principal linha apurada pelas autoridades considera a possibilidade de o estudante estar enfrentando episódios de bullying.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros ainda no local. A ocorrência mobilizou também policiais civis e militares, além de peritos do Instituto Médico-Legal (IML) e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação do caso.

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Foto:Divulgação

O senador Angelo Coronel (Republicanos), voltou a cobrar, em sessão plenária do Senado Federal, a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 5, de sua autoria, que trata da redução da alíquota de contribuição previdenciária dos municípios. A proposta prevê a fixação em 8% das contribuições incidentes sobre a folha de pagamento das prefeituras de menor porte.

Durante a sessão, Coronel destacou que a medida representa um retorno às regras anteriores e pode aliviar a situação fiscal de milhares de cidades brasileiras.

“Apresentei a PEC 5 com o objetivo de fortalecer financeiramente os municípios, fixando em 8% a contribuição sobre a folha. Trata-se de um retorno às regras que já vigoraram e que ajudavam as prefeituras a manter suas contas em dia”, afirmou o senador.

O parlamentar também criticou a demora na tramitação da proposta, que está há cerca de um ano parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD).

“Essa PEC está há um ano literalmente na gaveta da CCJ. O que não podemos é prejudicar mais de cinco mil prefeituras do Brasil simplesmente porque a proposta não avança”, ressaltou Angelo Coronel.

Coronel ressaltou ainda o impacto do aumento progressivo das alíquotas previdenciárias para os municípios, que saíram de 8% e já chegaram a 16%, podendo atingir 20% já em 2027.

“Hoje já está em 16% e, no próximo ano, volta a 20%. Isso inviabiliza a gestão municipal. Os prefeitos querem apenas restabelecer os 8%”, pontuou Coronel, autor da Emenda que possibilitou a desoneração da folha inicialmente.

O senador também mencionou a proximidade da Marcha dos Prefeitos, que reúne gestores municipais em Brasília, como fator de urgência para a análise da proposta.

“Os prefeitos do Brasil inteiro estarão no Congresso na próxima semana e, segundo informações divulgadas, essa PEC é a principal pauta. Precisamos dar uma resposta aos municípios”, afirmou.

Ao responder à cobrança, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB), reconheceu a insistência do parlamentar e a relevância do tema.

“Esta é, por baixo, a sexta vez que Vossa Excelência cobra da Presidência a tramitação desta proposta. É legítimo e importante registrar essa insistência do Senador Angelo Coronel”, declarou Davi.

Alcolumbre confirmou que a matéria está há cerca de um ano parada na CCJ. Mas destacou as limitações institucionais da Presidência em interferir diretamente na pauta das comissões.

“De fato, a proposta já se encontra há um ano na CCJ. No entanto, as comissões têm suas prerrogativas. O presidente da comissão tem autoridade para definir a pauta e deliberar sobre as matérias”, explicou.

Apesar disso, o presidente do Senado sinalizou disposição para buscar alternativas que permitam o avanço da discussão.

“Assumo o compromisso de avaliar a situação e, dentro dos limites institucionais, buscar caminhos para que essa matéria possa avançar”, afirmou Alcolumbre.

A PEC 5 segue aguardando análise na CCJ, enquanto os gestores municipais acompanham o andamento da proposta, considerada estratégica para o equilíbrio fiscal das prefeituras de todo o Brasil.

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Foto: Divulgação

Na manhã desta terça-feira (5), um enxame de abelhas foi visto na placa de identificação do Banco do Brasil, na fachada da agência localizada em Irecê.

A presença dos insetos chamou a atenção de pedestres e comerciantes, principalmente por se tratar de uma região com grande circulação de pessoas nas primeiras horas do dia.

O caso gerou preocupação entre quem passava pelo local, já que o acúmulo de abelhas em áreas urbanas pode representar riscos, especialmente para pessoas alérgicas.

Até o momento, não há confirmação sobre a retirada do enxame. Especialistas recomendam que qualquer intervenção seja realizada por equipes capacitadas, evitando ações improvisadas que possam provocar ataques e acidentes.

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Foto: Reprodução/PC

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial (DT/Sento Sé), recuperou dois aparelhos celulares, no município.

Um dos celulares foi furtado no dia 30 de março de 2026 em uma residência, no bairro Cícero Borges, naquele município. O outro aparelho foi subtraído dia 29 de janeiro, no centro do município de Juazeiro, durante o circuito de carnaval.

Os objetos foram formalmente apreendidos e serão restituídos aos proprietários. Diligências seguem em andamento para identificar as autorias dos furtos e adoção das medidas legais cabíveis.

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