ÚLTIMAS NOTÍCIAS
•

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

No auge da carreira política, prefeito consolida liderança regional e mostra que está preparado para ir além

Na política, no esporte ou na vida, uma vitória é sempre cercada de várias nuances. Ninguém se torna campeão do dia pra noite! Para atingir o degrau mais alto do pódio, é preciso acreditar, suar, abdicar, sofrer… A consagração de Murilo Franca (PSB) em Irecê reúne todos esses elementos. Neste domingo (06), depois de um dia tenso em várias partes da cidade, Murilo foi eleito prefeito de Irecê, com 21.628 votos – 3.221 a mais do que o seu adversário, Figueredo Amorim.

A vitória se torna ainda maior, quando se leva em conta a composição política. 5 ex-prefeitos se juntaram contra Elmo (Joacy Dourado, Beto Lelis, Doinha, Luizinho e Henrique Sobral). Na disputa pela Câmara Municipal, a “goleada” foi ainda maior: embalado pelo prestígio da gestão municipal, o time liderado por Elmo vai ocupar 13 das 15 cadeiras, coeficiente mais do que necessário para eleger o presidente do Poder Legislativo. Vitória incontestável do projeto de transformação que foi implantado na cidade em 2017!

Com a supremacia do seu grupo, Elmo Vaz é tido como o protagonista do processo eleitoral em Irecê. Prestes a concluir o segundo mandato com aprovação recorde, o atual prefeito se consolida como principal liderança do Território. Aos 57 anos, no auge da carreira política, Elmo já demonstrou que tem “estrela” e está mais do que preparado para ir além.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Reprodução / Jornal da Chapada

A eleição em Mulungu do Morro, na região de Irecê, foi vencida por 47 votos de diferença. No pleito realizado neste domingo (6), Acácio Teles dos Santos ((MDB) conseguiu 4.698 votos contra 4.651 do atual prefeito Edimário Boaventura (PSB). Foram 50,25% contra 49,75%, respectivamente.

Acácio e Edimário tinham disputado a prefeitura de Mulungu do Morro em 2020, com vitória na ocasião de Edimário pela diferença de 31 votos. Ele obteve 4.205 votos contra 4.174 de Acácio, à época no PT, ou 50,18% contra 49,82%.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Jean Vagner/Ascom SEI

As exportações baianas atingiram US$ 994,9 milhões em setembro. O resultado foi 9,5% menor do que o registrado no mesmo mês do ano anterior. As exportações baianas vêm registrando queda nos preços, ao longo do ano, e apresentaram uma redução de 18% no volume embarcado em setembro, em comparação ao mesmo período do ano anterior, devido à menor demanda global. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a partir da base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado do ano, as exportações baianas alcançaram US$ 8,62 bilhões, um aumento de 6,3% no comparativo com o mesmo período do ano passado. As importações foram a US$ 8,33 bilhões, com elevação de 23%. O saldo comercial no período foi positivo em US$ 282 milhões, enquanto que a corrente de comércio, soma de exportações e importações, correspondeu a US$ 16,95 bilhões, alta de 14%.

A agropecuária, mesmo com previsão de safra menor e cotações em queda no mercado internacional, liderou a pauta de exportação no mês, com aumento, ainda que modesto, de 2% frente a setembro de 2023, totalizando 502 milhões de dólares. No mesmo período, as exportações da indústria de transformação tiveram queda de 26,1%, a US$ 364,6 milhões, puxado principalmente pelo desempenho ruim do setor de refino (-69,7% frente a setembro do ano passado), enquanto a indústria extrativa, embora com peso menor na pauta, apontou ganho de 3%, atingindo vendas de US$ 146,8 milhões.

As exportações brasileiras para China, principal destino dos produtos baianos, subiram 4% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia cederam 3,7%, mas com uma participação de 54,7% do total das vendas externas baianas no mês. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte registraram aumento de 20%, embora com participação de 13,7%, enquanto as vendas para a União Europeia desabaram 20,7%.

As importações, por outro lado, continuaram em alta em setembro, quando cresceram 45%, totalizando US$ 1,03 bilhão. As compras externas permanecem em aceleração acima do esperado, encabeçada principalmente pelo aumento expressivo de combustíveis (gás, petróleo cru e nafta). Em setembro, a alta foi liderada novamente pelos combustíveis, com aumento de 100%, e de bens intermediários (13,1%), com destaque para as compras de fertilizantes (47,4%). Neste ano, a produção industrial cresce, gera emprego, aumenta a renda, um crescimento mais distribuído na economia, que faz com que a demanda por importação cresça.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Com 1.669 votos de frente sobre Pedro Rocha, Aidinha se torna a nova prefeita de Uibaí – Foto: Reprodução

Aidinha Levi (PSD) fez história ao ser eleita prefeita de Uibaí neste domingo (6), tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo no município.

Com 5.940 votos, correspondendo a 58,17% dos votos válidos, Aidinha garantiu uma grande vitória, tendo o vice-prefeito Marcão ao seu lado. Sua frente foi de 1.669 votos sobre o candidato da oposição, Pedro Rocha (PT), que recebeu 4.271 votos, equivalente a 41,83%. No total, a eleição registrou 10.211 votos válidos.

Aidinha contou com o apoio decisivo do atual prefeito Birinha Levi, que está finalizando seu quarto mandato.

Ao longo de sua gestão, Birinha realizou diversas obras e investimentos em Uibaí, abrangendo áreas como infraestrutura, esporte e saúde.

A continuidade desses projetos foi um dos principais pilares da campanha de Aidinha, que promete fortalecer ainda mais o desenvolvimento do município.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Tânea Rêgo/Agência Brasil

A ida dos eleitores às urnas no último domingo (6) selou a eleição para prefeito em 11 das 26 capitais do país. Boa Vista (RR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luis (MA), Teresina (PI) e Vitória (ES) já sabem quem será o prefeito pelos próximos quatro anos.

Das 11 vitórias garantidas em primeiro turno, dez são de prefeitos que já ocupavam o cargo e foram reeleitos. A única exceção é em Teresina. Lá, Silvio Mendes assumirá a cadeira hoje ocupada por Dr. Pessoa. O atual prefeito disputou as eleições, mas ficou em terceiro lugar, com 2,20% dos votos válidos.

Outras 15 capitais terão segundo turno. Os eleitores de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO) e São Paulo (SP) deverão voltar às urnas no dia 27 de outubro.

Em algumas capitais, a eleição esteve perto de ser resolvida ontem mesmo, mas por menos de 1% de votos o primeiro colocado não conseguiu evitar o segundo turno. Em João Pessoa, Cícero Lucena terminou com 49,16% dos votos, contra 21,77% de Marcelo Queiroga (PL). Os dois seguem em campanha.

Situação parecida ocorreu em Porto Alegre. Com 49,72% dos votos, Sebastião Melo (MDB) enfrentará Maria do Rosário (PT) no segundo turno. A petista teve 26,28% dos votos.

O cenário oposto foi visto em São Paulo. Última capital a definir os nomes do segundo turno, a cidade acompanhou durante cerca de quatro horas um empate técnico triplo entre Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB). No fim, Nunes e Boulos seguiram para o segundo turno, mas a diferença do emedebista, primeiro colocado, para Marçal foi de pouco mais de 81 mil votos, ou 1,34%. Já a diferença entre Nunes e Boulos foi de 0,41%, totalizando meros 25 mil votos.

Em Goiânia, Fred Rodrigues (PL) estava em terceiro nas pesquisas na véspera do pleito, mas fechou o primeiro turno como o mais votado, com 31,14% dos votos válidos. Disputará o segundo turno com Sandro Mabel (União), que teve 27,66% dos votos e jogou Adriana Accorsi (PT), que figurava em segundo nas pesquisas, para o terceiro lugar. Em Campo Grande, o segundo turno será disputado por duas mulheres, Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União).

Partidos

As eleições nas capitais do país mostraram uma predominância de partidos de centro e do PL, de direita. Em todos os cenários de segundo turno existem candidatos do PL ou de partidos de centro. Em alguns casos, ambos.

Das 11 capitais que resolveram a eleição em primeiro turno, os partidos de centro venceram em oito. O PSD venceu em três capitais, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luis. Com duas eleições em primeiro turno, estão o União Brasil (Salvador e Teresina) e o MDB (Boa Vista e Macapá). Em Vitória, o Republicanos conquistou a vitória em primeiro turno.

Os partidos de centro são aqueles que não têm a mesma convicção ideológica das legendas de esquerda ou de direita e, por isso, costumam transitar mais na base dos governos, negociando postos nesses governos em troca de apoio. O MDB, PSD, PP e União Brasil são alguns dos expoentes do chamado “centrão”.

Já o PL elegeu em primeiro turno candidatos em Maceió e Rio Branco. Em Recife, a eleição em primeiro turno foi do PSB de João Campos. Entre as capitais, foi a única vitória de um partido de esquerda ou centro-esquerda no último domingo.

Segundo turno

O PL garantiu lugar no segundo turno em nove capitais: Aracaju, Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus e Palmas. Já o União Brasil e o PT estão no segundo turno em quatro capitais e o MDB em três capitais. Com candidatos ainda na disputa em 2 capitais estão o PSD, PP e Podemos. Com um candidato no segundo turno estão o PDT, PSOL, PMB e Avante.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail