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Localizada no Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco, região desponta com grande potencial produtivo e de irrigação — Foto: divulgação

A cidade de Barra, no oeste baiano, assumirá o centro do palco da fruticultura irrigada no Brasil em outubro. Isso porque a região vai sediar o primeiro seminário exclusivamente voltado para atividade na Bahia, estado que é o segundo maior produtor de frutas frescas do País, atrás apenas de São Paulo.

O I Seminário da Fruticultura Irrigada acontecerá nos dias 18 e 19 de outubro deste ano e promete apresentar as “oportunidades e inovações no solo baiano”, tema do evento. Barra está localizada no Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco, região que vem apresentando grande potencial produtivo resultado de uma localização privilegiada para a logística e abundância de recursos hídricos.

“A cidade é banhada pelos rios Grande e São Francisco, o que vem proporcionando o cultivo de diversos frutos como o cacau, a uva, o coco e a melancia de forma cada vez mais tecnificada e moderna”, conta o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SindBarra), Marco Caviola. A entidade realiza o evento em parceria com empresas privadas da região.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) aposta no projeto do Polo na região, que tem previsão de gerar 21,5 mil empregos diretos, com um aporte de investimentos privados na ordem de R$ 2,3 bilhões nos empreendimentos em implantação e em análise, localizados nos municípios de Barra e Muquém de São Francisco.

O I Seminário da Fruticultura Irrigada acontecerá no Barra Frutos e contará com ampla programação de painéis, minicursos e visitas a campo.

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Após um incidente envolvendo um apoiador de oposição que mostrou uma faca contra apoiadores do grupo de situação durante a passagem em frente ao comitê de Acácio Teles, o prefeito Edimário Boaventura, candidato à reeleição, fez um apelo por paz e repudiou veementemente a violência.

O episódio ocorreu em um momento tenso da campanha eleitoral em Mulungu do Morro.Em uma declaração pública, o prefeito Edimário Boaventura destacou que a campanha deve ser pautada pelo debate construtivo e pela apresentação de propostas que visem ao desenvolvimento futuro do município. “É inaceitável que qualquer ato de violência, por mais que esteja vinculado a divergências políticas, tome o protagonismo em nosso processo eleitoral. Nossa prioridade deve ser sempre o diálogo e a construção de um futuro melhor para a nossa comunidade”, afirmou o prefeito.

Edimário Boaventura enfatizou que a política deve ser um campo de propostas e soluções, não de confrontos físicos ou verbais. Ele apelou a todos os envolvidos para que mantenham o respeito e a civilidade, garantindo que a competição política se mantenha dentro dos limites da ética e da legalidade.

Já o candidato de oposição, Acácio Teles, não se manifestou sobre o ocorrido.

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Foto: Reprodução

Candidato do MDB à Prefeitura de Salvador, o vice-governador Geraldo Júnior recebeu R$ 600 mil do PT para a campanha, por meio do fundo eleitoral. O valor foi dividido entre as direções nacional (R$ 200 mil) e estadual (R$ 400 mil) do partido.

Na semana passada, Geraldo Júnior já havia recebido R$ 2 milhões da direção nacional do MDB. Com isso, ele soma R$ 2,6 milhões na campanha em recursos públicos, valor bem inferior aos quase R$ 11,1 milhões arrecadados pelo prefeito Bruno Reis (União), postulante à reeleição.

Não havia previsão de o PT doar para a campanha de Geraldo Júnior, conforme disseram fontes do próprio partido ao site. A legenda preferia priorizar os candidatos a prefeito do interior e os vereadores da capital. Entretanto, os valores foram viabilizados a pedido do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do senador Jaques Wagner (PT).

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Foto: Reprodução

16 anos depois, a seleção brasileira voltou a ser derrotada para o Paraguai. Na noite desta terça-feira (10), no Defensores del Chaco, a canarinho foi derrotada por 1 a 0 na 8ª rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo.

O técnico Dorival Júnior mudou o time depois da vitória contra o Equador. No ataque, Luiz Henrique deu lugar a Endrick, com o treinador buscando mais presença de área.

Na tabela de classificação, a partida era muito importante para o Brasil. Após tropeços de Argentina e Uruguai, um triunfo poderia deixar a amarelinha mais próxima da liderança.

Mas o início não foi bom para a Canarinho. Aos 20 minutos, Diego Gómez aproveitou o corte de Gabriel Magalhães, chutou de trivela e acertou o cantinho para abrir o placar para o time da casa.

O primeiro chute brasileiro viria três minutos depois. Após escapada de Vini Jr. pela esquerda, a bola sobrou para Guilherme Arana, que chutou no cantinho, mas Júnior Alonso tirou quase em cima da linha.

Para o segundo tempo, Dorival deixou o time mais ofensivo, tirando Bruno Guimarães e Endrick para colocar Luiz Henrique e João Pedro.

O efeito foi quase instantâneo. No primeiro minuto, em boa trama coletiva, Rodrygo limpou a marcação, saiu cara a cara com o goleiro, mas bateu por cima do gol.

Mas não passou muito disso. Durante todo segundo tempo, as principais chances eram paraguaias, em contra-ataques puxados com a defesa brasileira aberta.

A derrota encerra uma sequência invicta do Brasil contra o Paraguai que já durava 16 anos. A última derrota tinha ocorrido em junho de 2008, por 2 a 0, com gols de Roque Santa Cruz e Salvador Cabañas no Defensores del Chaco.

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