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Propostas de Rubens Bonfim destacam valorização dos servidores e educação em Central

O candidato à prefeitura de Central, Rubens Bonfim (MDB), da coligação “Central Agora Vai”, firmou um termo de compromisso que inclui 15 propostas para o desenvolvimento do município.Entre as principais, destaca-se o compromisso com os servidores públicos municipais, garantindo o repasse imediato de reajustes salariais concedidos pela União, além de possíveis aumentos aprovados pela gestão municipal. O documento também assegura o pagamento em dia dos salários, com todos os direitos, como o 13º salário.

Outra proposta relevante é a realização anual do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na cidade, beneficiando os estudantes de Central. Além disso, Rubens Bonfim propõe um convênio com o Detran-BA, que possibilitará aos jovens do município a obtenção da primeira habilitação gratuitamente.

O termo também se compromete com a transparência na gestão pública, prometendo que ex-secretários e ex-gestores não ocuparão o cargo de secretário de Finanças.

O documento foi assinado por Rubens Bonfim e seu vice, Roberto Cunha. O fortalecimento da candidatura de Rubens nas ruas de Central reflete o apoio crescente à sua proposta para conduzir o município com responsabilidade e compromisso.

Com vasta experiência em planejamento e gestão pública, Rubens está pronto para aplicar sua expertise e transformar a cidade a partir de 2025.

A íntegra das 15 propostas está disponível AQUI para consulta.

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Foto: Agência Brasil

Com o primeiro turno das eleições municipais de 2024 agendado para o dia 6 de outubro, quem ainda não atualizou o aplicativo e-Título deve fazê-lo o quanto antes, com o objetivo de garantir tranquilidade e facilidade no momento de participar do pleito. O alerta é do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A recomendação é que os eleitores baixem o aplicativo antecipadamente para evitar “eventuais filas virtuais” nos dias mais próximos às eleições, o que pode comprometer a qualidade da conexão em virtude da grande quantidade de acessos simultâneos. O tribunal orienta não deixar a atualização para a última hora.

Na última quinta-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, incentivou a atualização do e-Título. No início da sessão plenária, ela avaliou o procedimento como tranquilo e fácil. “Gostaria de lembrar, mais uma vez, às eleitoras e aos eleitores que não deixem essa atualização para os últimos dias.

Como atualizar

Para realizar o procedimento, é preciso acessar a aba de atualização de aplicativos nas lojas virtuais Google Play e Apple Store, a depender do tipo de celular utilizado, e clicar em “atualizar”. Fazendo isso, o e-Título já estará com a versão mais recente disponível.

Em nota, o TSE informou que a última atualização do aplicativo, feita no dia 1º de setembro, trouxe aperfeiçoamentos na identificação por biometria e na consulta ao local de votação, além de ajustes na melhoria do desempenho.

Basta o e-Título?

No comunicado, o tribunal reforçou que, para votar, é preciso apresentar apenas um documento oficial com foto. Para quem quiser se identificar apenas pelo e-Título, o perfil no aplicativo precisa vir com foto, o que só é possível por meio de cadastramento biométrico prévio na Justiça Eleitoral.

Funcionalidades

O e-Título permite obter a via digital do título de eleitor e o acesso rápido a informações cadastradas na Justiça Eleitoral.

Desde que foi lançado, no final de 2017, o aplicativo ganhou diversas funcionalidades – além de consultar o local de votação, é possível emitir certidões; justificar ausência no pleito; acessar e emitir guias para pagamento de multas; autenticar documentos emitidos pela Justiça Eleitoral; e inscrever-se como mesário voluntário.

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Foto: Reprodução

Com o intuito de conscientizar os usuários da Bacia do Rio Utinga sobre a situação de escassez hídrica, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizará, na quarta-feira (11), o lançamento da campanha o Dia do Rio, que inclui orientações sobre a racionalização e uso consciente da água. A ação é promovida em articulação com o Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) e a Associação dos Agricultores da Bacia do Rio Utinga (AABU).

A bacia hidrográfica formada pelo rio Utinga abrange uma área de 2.969,45 quilômetros quadrados e está situada na porção central do estado da Bahia. Segundo a diretora-geral do Inema, Maria Amélia Lins, as ações previstas são vitais para o abastecimento e desenvolvimento econômico de diversos municípios da região.

“Estamos implementando uma série de ações para assegurar o uso sustentável dos recursos hídricos, como campanhas de conscientização, monitoramento contínuo das cotas e vazão do rio, e a redução de 25% nas vazões captadas pelos irrigantes. Nossa missão é proteger esse importante manancial, garantindo a água para o consumo humano, a agricultura familiar e o agronegócio, que são a base econômica dessa região”, afirmou a gestora.

Além de anunciar algumas iniciativas de preservação de recursos hídricos na bacia do rio Utinga, a campanha do Dia do Rio tem como objetivo principal a sensibilização dos usuários por meio de uma palestra educativa, além de um dia de campo, quando serão distribuídos materiais com informações e orientações.

O Rio Utinga é responsável pelo abastecimento de grande parte da população dos municípios de Utinga, Wagner, Lajedinho e Andaraí. Percorre, além desses municípios, Lençóis, Nova Redenção e Bonito. Suas águas são usadas para consumo humano e animal e as grandes responsáveis pelo desenvolvimento econômico de toda a região, através da agricultura familiar, agronegócios da agricultura irrigada, pecuária e a piscicultura.

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Corpo foi localizado por agricultores na manhã desta segunda-feira; DHPP investiga o caso – Foto: Reprodução/Inernet

Na manhã dessa segunda-feira (09), um homem foi morto a tiros na zona rural de Cafarnaum, na região de Irecê. O corpo foi encontrado por volta das 6h30, próximo à comunidade de Pedras, às margens de uma estrada vicinal, por agricultores que passavam pelo local.

A vítima, ainda não identificada oficialmente, foi surpreendida enquanto transitava pela via e atingida por diversos disparos.

A Polícia Técnica esteve no local para realizar a perícia, e o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Irecê.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da 14ª Coorpin já iniciou as investigações para determinar os detalhes do crime, incluindo a autoria e a motivação.

De acordo com informações preliminares, o homem era natural do distrito de Salobro, no município de Canarana, e trabalhava como vendedor de lanches na região.

O caso segue sob investigação.

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Foto: Daniel Senna/GOVBA

Com quase R$10 bilhões em vendas realizadas em 2023, a mineração se destaca como um dos mais importantes setores da economia baiana. Responsável por 3% de toda a riqueza produzida em um ano, no estado, o setor mineral também é um grande empregador com cerca de 16 mil empregos diretos. O volume de arrecadação é igualmente expressivo, são mais de R$169 milhões em impostos recolhidos. Com esses números, a Bahia se coloca como o terceiro estado de maior produção mineral do país, atrás apenas de Minas Gerais e Pará.

Todo este potencial e as oportunidades para investimento na mineração baiana serão apresentadas a empresas mineradoras do Brasil e do mundo, durante os próximos 3 dias, na Exposição e Congresso Brasileiro de Mineração – Exposibram, a maior feira de mineração da América Latina, realizada no Espaço Expominas em Belo Horizonte, Minas Gerais. Nesta segunda-feira, o governador Jerônimo Rodrigues participou da abertura da Exposibram. Para um público formado por empresários e especialistas da área ele destacou as iniciativas do Governo do Estado para fortalecer a mineração baiana, entre elas a produção do Átlas da mineração.

Fotos: Daniel Senna/GOVBA

“O mapa orienta os investimentos tanto no setor empresarial, quanto no setor de pesquisa, quanto no setor de políticas públicas”, disse. O governador ainda complementou destacando a importância do evento. O Ibram nos coloca como a bola da vez no bom sentido. De que nós temos um potencial muito forte de explorar aquilo que até hoje a Bahia ainda tem. Ainda não explorou nas diversas frentes e eu tenho certeza que esse apoio, essa parceria, com o setor empresarial e com o Ibram e agora com o governo Lula, nós temos condições de nos colocar em uma posição estratégica”, disse.

Fotos: Daniel Senna/GOVBA

Em 2024 a Exposibram chega a 40ª edição e reúne empresas mineradoras, fornecedores, fabricantes de equipamentos e agentes do setor público. O evento é uma grande vitrine para a realização de negócios e debates a respeito do futuro da produção mineral. Por meio da Companhia Baiana de Produção Mineral – CBPM, o Governo do Estado montou um stand próprio nesta edição da Exposibram. Nos três dias de Feira o espaço servirá para realização de reuniões e apresentações para investidores interessados no potencial mineral da Bahia. O espaço baiano na Exposibram também fará a divulgação das belezas naturais e da cultura do estado mostrando a Bahia como destino de negócios, mas também de lazer e turismo.

Edição em Salvador

Em 2025 a Exposibram será realizada em Salvador. Em parceria com o Governo do Estado, os organizadores da exposição pretendem montar uma das maiores edições já realizadas. A iniciativa visa fortalecer a cadeia da mineração no estado ampliando a possibilidade de negócios locais em mineração, mas também vai aquecer o setor do turismo de negócios. A Exposibram atrai um público superior a 20 mil pessoas e tem um volume financeiro em rodadas de negócios que em 2023 foi de R$1,5 bilhão, a expectativa e que a Feira dê ainda mais destaque à mineração baiana.

Para o presidente da CBPM, Carlos Borel, a iniciativa pode alavancar ainda mais a mineração baiana. A Bahia hoje é a bola da vez da mineração, principalmente dos minerais da transição energética, né? Que essa CBPM hoje possui áreas com os minerais da transição energética que ainda estão sendo pesquisados para posteriormente a gente negociar com a iniciativa privada, mas sempre buscando o desenvolvimento social e econômico das comunidades onde a nossa mineração está atuando.

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Foto: Reprodução

No Brasil, a cada ano, entre 2015 e 2021, o investimento público em educação caiu, em média, 2,5%, segundo o relatório internacional Education at a Glance (EaG) 2024, divulgado nesta terça-feira (10),pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ao contrário do Brasil, no mesmo período, os países da OCDE aumentaram, em média, em 2,1% por ano os investimentos públicos em educação, desde o ensino fundamental ao superior.

Em valores absolutos, o Brasil também investe menos de que a média dos países da OCDE. O país investe, em média, por ano, por aluno, nas escolas de ensino fundamental, US$ 3.668, o equivalente a cerca de R$ 20,5 mil. Já os países da OCDE investem, em média, US$ 11.914, ou R$ 66,5 mil. No ensino médio, esses gastos chegam a US$ 4.058 ou R$ 22,6 mil. Enquanto os países da OCDE investem US$ 12.713, ou R$ 71 mil. No ensino superior, esse investimento chega a US$ 13.569 (R$ 75,8 mil) no Brasil e a US$ 17.138 (R$ 95,7 mil) entre os países da OCDE.

A parcela dos gastos públicos com educação em relação aos gastos totais do governo diminuiu de 11,2% em 2015 para 10,6% em 2021, no Brasil. Esses percentuais são, no entanto, superiores aos dos países da OCDE. Em média, entre os países-membros da organização houve também ligeira diminuição no mesmo período, de 10,9% para 10,0%.

Salários dos professores

No Brasil, os professores recebem menos e trabalham mais do que a média da OCDE. Em 2023, o salário médio anual dos professores nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) era US$ 23.018 ou R$ 128,4 mil. Valor 47% abaixo da média da OCDE, de US$ 43.058 ou R$ 240,2 mil. “O trabalho dos professores consiste numa variedade de tarefas, incluindo ensinar, mas também preparar aulas, avaliar trabalhos e comunicar com os pais”, ressalta o documento.

Em relação às horas trabalhadas, no Brasil os professores dos anos finais do ensino fundamental têm que lecionar 800 horas anualmente. Isso está acima da média da OCDE, de 706 horas por ano.

Além disso, enquanto, em média, na OCDE, há 14 alunos por professor nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), 13 alunos nos anos finais do ensino fundamental e 13 alunos no ensino médio, no Brasil os números correspondentes são, respectivamente, 23, 22 e 22 alunos por professor.

O relatório mostra ainda que a relação de estudantes por professor deve ser ponderada de acordo com a realidade de cada país, pois embora ter menos alunos permita que os professores se concentrem mais nas necessidades individuais, isso também exige gastos globais mais elevados com os salários dos docentes.

O EaG traz uma série de indicadores que permitem a comparação dos sistemas educacionais dos países e das regiões participantes. O Brasil participa do EaG desde a primeira edição, em 1997. A OCDE é uma organização econômica, com 38 países-membros, fundada em 1961 para estimular o progresso econômico. O país era parceiro da organização até 2022, quando passou a integrar a lista de candidatos a integrar a OCDE.

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