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Foto: Mauricia da Matta / Bahia Notícias

O Vitória encerrou o jejum que durava desde 2017 e voltou a levantar a taça do Campeonato Baiano. Na tarde deste domingo (7), o Leão ficou no empate em 1 a 1 diante do rival Bahia, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pelo jogo de volta da final do estadual. Wagner Leonardo abriu o placar para o Rubro-Negro e Everton Ribeiro deixou tudo igual. O time de Léo Condé havia vencido a partida de ida por 3 a 2, de virada, no Barradão, e a igualdade assegurou a vitória no confronto da decisão.

Este foi o 30º título estadual do Rubro-Negro. A última conquista havia sido em 2017 quando venceu o rival. No ano seguinte, o time perdeu a taça em nova decisão de clássico Ba-Vi.

Agora, o Vitória foca sua preparação para a estreia na Série A do Brasileiro, onde encara o Palmeiras, no próximo domingo (14), às 18h30, no Barradão. Já o Bahia, volta ao gramado na quarta-feira (10), às 21h30, para a partida única do confronto das quartas de final da Copa do Nordeste, diante do Náutico, novamente na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Quem vencer avança de fase, enquanto o empate leva a disputa para os pênaltis. Depois, no sábado (13), às 18h30, o Tricolor visita o Inter, no Beira-Rio, pela rodada de abertura da competição nacional.

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Foto: Divulgação/ Coelba

Bahia, 05 de abril de 2024 – Na quarta-feira (03), a Neoenergia Coelba inicia a doação de geladeiras às famílias de Medeiros Neto, afetadas pelo temporal que atingiu as regiões sul e oeste do estado. Este é o penúltimo município a receber a iniciativa da distribuidora, que encerrou no sábado (06) as entregas na cidade. Na próxima semana, conclui a ação contemplando as famílias em Milagres. Até agora, já foram beneficiadas mais de 500 famílias em sete municípios, incluindo Anagé, Barra, Cotegipe, Wanderley, Dario Meira , e Muquém de São Francisco.

A iniciativa, integrada ao Programa de Eficiência Energética regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), visa auxiliar as famílias mais afetadas pela intempérie ocorrida nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, oferecendo eletrodomésticos com eficiência no consumo de energia.

“A doação das geladeiras é um passo concreto em nossa missão de auxiliar as famílias impactadas pelo temporal. Com o apoio das parcerias institucionais, reafirmamos nosso compromisso com a população baiana”, destaca o supervisor de eficiência energética, Daniel Sarmento.

Além das geladeiras, a empresa também realiza a troca de lâmpadas LED às famílias indicadas pelas prefeituras, complementando os esforços de reconstrução em andamento.

Essa ação solidária integra a operação de resposta da Neoenergia Coelba diante dos impactos das chuvas em diversas regiões do estado. A distribuidora mobilizou uma força-tarefa, aumentando o número de equipes em campo para garantir um atendimento ágil a todos os clientes afetados. O comprometimento da empresa se reflete não apenas nas doações materiais, mas também no reforço das operações realizadas para restabelecer o serviço de energia nas áreas mais afetadas do oeste e sul da Bahia.

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A Serena Energia tem mais de 1 GW em parques eólicos na Bahia e prevê instalar projetos solares – Foto: SDE

A Serena Energia, maior empresa brasileira de energia renovável com operações no país, esteve na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), nesta quinta-feira (04), para uma visita institucional. Durante o encontro, a companhia anunciou a mudança de nome, que antes chamava-se Ômega Energia e apresentou projetos futuros para o gestor da pasta, Angelo Almeida.

De acordo com a companhia são mais de 1 Gigawatts (GW) em operação na Bahia e o Complexo Eólico Assuruá, no município de Xique-Xique, é o maior parque e o maior investimento no Brasil da companhia, que tem 808 Megawatts (MW) de capacidade instalada.

Bianca Gontijo, gerente de Relações Institucionais da Serena Energia, explica que recentemente foi concluída uma transação com a EDF e a companhia passou a ter 100% do Complexo Ventos da Bahia, nas cidades baianas de Bonito e Mulungu do Morro. “Estamos no estado há cinco anos. Começamos como Ômega e no ano passado fizemos a troca do nome da empresa para Serena Energia, mas permanecemos o mesmo grupo e a mudança faz parte de um novo momento da marca. Somos a maior empresa brasileira de geração renovável e a primeira do país a fazer uma expansão para o exterior. No último ano, a gente inaugurou o nosso primeiro parque fora do Brasil, no Texas. Continuamos com os mesmos princípios e com o compromisso de trazer energia limpa, barata e acessível para todos os consumidores brasileiros”, afirma.

“Recebemos com muita satisfação a notícia de que a Serena Energia vai expandir seus investimentos no estado, com início da construção de parques solares, transformando-os em complexos híbridos. Como diz nosso governador Jerônimo, toda a estrutura da Bahia e o nosso time estão à disposição para dar apoio aos investidores. Vale lembrar que além dos aspectos naturais, o Estado da Bahia apresenta uma excelente cartilha de incentivos fiscais para empreendimentos de geração de energia por fonte renovável como é o caso da energia eólica, solar fotovoltaica, biomassa e hidrogênio verde”, diz Almeida.

Corredor de ventos

O gerente de Meio Ambiente e Fundiário da Serena Energia, João Paulo Silva, fala da aposta que a empresa fez no corredor de ventos, modalidade inédita de regularização fundiária baiana. “É um mecanismo muito inteligente e um grande diferencial aqui do estado. Um processo que envolveu vários atores muito bem capitaneado pela SDE e a antiga CDA, agora SDA. O Complexo Assuruá 5 foi o maior investimento da companhia no Brasil e na Bahia, que só foi viabilizado graças ao corredor de ventos”, declara.

Ainda de acordo com o gerente de Meio Ambiente e Fundiário, a modelagem resolve a questão da regularização fundiária das áreas, requisito fundamental para viabilizar projetos eólicos. “A gente tem que ter segurança de utilização das áreas e essa modelagem veio justamente para representar o apoio do Estado na viabilização e na regularização dessas questões. Ela traz benefícios para todos os envolvidos, sejam os posseiros, que vão conseguir ter regularização das suas áreas de forma mais ágil. O empreendedor, que consegue viabilizar o empreendimento e o próprio Estado, que tem nesse mecanismo uma forma de atração de mais investimentos para a Bahia”, finaliza.

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Foto: Agência Brasil

Interessados em se associar a um partido para concorrer nas eleições 2024 têm até seis meses antes do pleito para fazer a filiação. Neste ano, as eleições ocorrem no dia 6 de outubro. Por isso, a filiação precisa ocorrer até este sábado (6).

Filiar-se a um partido é um dos requisitos para validar a candidatura. Além disso, é necessário ter nacionalidade brasileira, exercício pleno dos direitos políticos e ser alfabetizado.

Ter, com ao menos seis meses antes da eleição, domicílio eleitoral no município em que for concorrer e haver feito o alistamento eleitoral são outros requisitos.

Obrigatório para maiores de 18 anos, o alistamento garante título de eleitor e inscrição na Justiça Eleitoral. Ele deve ser feito junto a um cartório eleitoral. Por fim, é preciso estar em dia com as obrigações militares.

A idade mínima para se candidatar ao cargo de vereador é de 18 anos. Para o cargo de prefeito ou vice, é 21.

Quem quer concorrer também precisa não se enquadrar em critérios de inelegibilidade. São alguns deles:

Ser parente até o segundo grau ou cônjuge de pessoas do Poder Executivo no mesmo território de candidatura;

Ter perdido o cargo por conta de infração durante o mandato;

Haver renunciado ao cargo para tentar fugir de condenação;

Estar dentro do que estabelece a Lei de Inelegibilidade, dentre outros tópicos.

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o Brasil teve nas últimas eleições municipais 557.678 pedidos de registros de candidatura, e 527.733 foram consideradas aptas.

Em relação ao perfil das candidaturas, 66% foram masculinas, contra 34% femininas. A faixa etária predominante foi de 40 a 44 anos, seguida de 45 a 49 e 50 a 54.

No quesito cor/raça, a maioria dos candidatos foi branca (48,04%), seguida de parda (39,5%) e preta (10, 52%). A maioria tinha o ensino médio completo (38,08%), seguido do ensino superior, com 24,29%.

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