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Foto: Divulgação

O Governo da Bahia, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), segue ampliando a Rede da Agenda Bahia do Trabalho Decente (RABTD) com a implantação de mais um núcleo da Agenda Bahia do Trabalho Decente (ABTD), desta vez no município de Seabra, localizado no território de identidade da Chapada Diamantina.

As atividades de implantação acontecem na próxima sexta-feira, 05, a partir das 9h no Instituto Federal da Bahia (IFBA) de Seabra, com a presença do secretário da Setre, Davidson Magalhães e outras autoridades.

O território de identidade da Chapada Diamantina abrange um total de 24 municípios que passam a ter um ponto de apoio ao trabalho decente. Com isso, a rede passa a estar presente em 16 dos 27 territórios de identidade da Bahia.

Os núcleos são espaços que reúnem representações de trabalhadores, sindicatos, associações, empregadores, administrações municipais e órgãos parceiros como Ministério Público, Defensoria Pública e Justiça do Trabalho. O objetivo da RABTD é o de difundir o conceito de trabalho decente por meio dos núcleos, e obter contribuições para políticas públicas em observância aos contextos territoriais.

Até agora já foram implantados núcleos nos territórios Sudoeste, Médio Sudoeste, Extremo Sul, Costa do Descobrimento, Litoral Sul, Baixo Sul, Metropolitano de Salvador, Irecê, Piemonte da Diamantina, Piemonte do Paraguaçu, Bacia do Jacuípe, Norte do Itapicuru, Sertão do São Francisco, Litoral Norte e Agreste Baiano, Sisal, Itaparica e Semiárido Nordeste II.

Agenda e Eixos prioritários

A Bahia é pioneira na implantação da ABTD e seus nove eixos prioritários: erradicação do trabalho infantil; erradicação do trabalho escravo; saúde e segurança do trabalhador; promoção da igualdade da pessoa com deficiência (PcD); promoção de igualdade de gênero e raça; trabalho doméstico; juventude; serviço público e empregos e trabalhos verdes.

O Trabalho Decente é um conceito formalizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1999, cuja definição é “o trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna”.

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Foto: Divulgação

A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, em votação simbólica feita nesta terça-feira (2) um projeto de lei (PL) que diz que infratores que desviarem dinheiro público precisarão ressarcir o Estado em dobro.

A mudança afeta diretamente quem cometer os crimes de peculato (apropriação de dinheiro, valor, ou qualquer outro bem móvel, público ou particular por um funcionário público, também em caso de inserção de dados falsos), concussão (exigência de vantagem indevida, como no caso de “rachadinhas”) e corrupção passiva.

A proposição é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), teve a relatoria de Soraya Thronicke (União-MS) e agora vai para apreciação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, que avaliará em caráter terminativo, isto é, sem passar pelo plenário.

Para Paim, a corrupção no Brasil se deve à sensação de impunidade causada por “falta de controle, de prestação de contas” e “ausência de punição efetiva”. “A impunidade traz ao pretenso delinquente a sensação de que seus atos não terão consequência, fazendo-o reincidir na prática delituosa”, afirmou.

Durante a votação, apenas senadores da oposição falaram. Esperidião Amin (PP-SC) criticou, por exemplo, a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender multas estabelecidas a acordos de leniência feitos por empresas envolvidas na Operação Lava Jato.

O perdão chega a R$ 14,1 bilhões e o valor deve aumentar. “Agora, se nós perdoamos (as multas), onde vai parar o exemplo?”, questionou Amin.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) elogiou a proposta, mas manifestou receio em uma invalidação da lei por parte do STF. “E importante porque quando a gente lembra daqueles ladrões da Petrobras, que desviaram bilhões, a multa dessa natureza seria importantíssima. O que me preocupa é que um ministro da Suprema Corte cancele isso”, afirmou. 

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Foto: Agência ALBA

O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) projeto de lei que reclassifica de entrância inicial para entrância intermediária a comarca do município de Morro de Chapéu.

Em mensagem enviada ao presidente do Parlamento estadual, deputado Adolfo Menezes, a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, presidente do TJ, explicou que o projeto de lei foi apreciado na sessão do Tribunal Pleno, tendo sido aprovado por unanimidade pelos integrantes da Corte. Além disso, a magistrada ressaltou a seu apreço e estima pelo Poder Legislativo, e expressou confiança na aprovação do PL.

Conforme consta na proposição, a elevação de entrância não acarreta a promoção automática dos magistrados. Ainda de acordo com a matéria, os magistrados atualmente classificados na Comarca de Morro do Chapéu, quando promovidos à entrância intermediária, poderão exercer opção para que a promoção seja efetivada na unidade jurisdicional em que sejam titulares, no prazo de 5 dias. As despesas decorrentes do projeto de lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.

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Foto: Reprodução/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizou uma abordagem que resultou na apreensão de um veículo clonado. A ação aconteceu por volta das 07h40min, em frente à Unidade Operacional da PRF em Seabra (BA).

Durante as fiscalizações, os agentes da PRF suspeitaram de um Ford KA, de cor preta, que ostentava placas que não condiziam com os dados do veículo. Após uma inspeção veicular minuciosa, foram encontrados sinais identificadores de adulteração no veículo.

O que chamou ainda mais a atenção dos agentes foi o fato de que o veículo original, que o clonado estava imitando, também havia sido roubado. Ou seja, a ocorrência se tornou ainda mais inusitada ao descobrir que dois veículos originais foram roubados e o veículo clonado acabou sendo apreendido pela PRF.

A PRF irá colaborar com os órgãos responsáveis para que a investigação avance e que seja identificado os responsáveis pela clonagem e pelo roubo dos veículos originais. A ação demonstra a importância do trabalho da PRF na fiscalização e combate a crimes dessa natureza, contribuindo para a segurança viária e a proteção do patrimônio dos cidadãos.

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