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O ano fechou com 312 usinas em operação movidas pelos ventos, em 32 municípios; conheça os principais produtores – Foto: Manu Dias/GOVBA

A Bahia fechou mais um ano como líder na produção de energia eólica no Brasil. Segundo dados divulgados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), as 312 usinas em operação produziram 29 mil GWh, energia suficiente para abastecer 223 milhões de residências. Os parques eólicos estão espalhados por 32 municípios baianos, com destaque para Sento Sé, Morro do Chapéu, Caetité, Campo Formoso, Pindaí, Gentio do Ouro, Igaporã, Xique-Xique, Guanambi e Mulungu do Morro, responsáveis por 78,98% de toda a produção.

Localizado no norte da Bahia, o município de Sento Sé despontou em primeiro lugar com 58 empreendimentos e geração acumulada de energia eólica de mais de 5,7 mil GWh. Na segunda posição, Morro do Chapéu conta com 42 empreendimentos e 5,4 mil GWh de energia produzida em 2023. O terceiro lugar no ranking é ocupado por Campo Formoso, com 26 empreendimentos e geração de 3,9 mil GWh no último ano.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Angelo Almeida, comemorou o resultado e destacou o impacto das energias renováveis no desenvolvimento regional. “A Bahia possui um enorme potencial eólico e isso representa um impacto econômico positivo direto nos municípios onde os parques se implantam. A energia eólica tem beneficiado diretamente as comunidades do interior, com a criação de empregos locais e geração de renda. Um bom exemplo do impacto positivo é a regularização fundiária, que ajuda os pequenos produtores dos municípios onde os parques estão ou serão implantados, já que com os títulos das terras é possível fazer o arrendamento, aumentando a arrecadação e a renda das famílias”.

O gestor também explicou que os parques estão concentrados no semiárido da Bahia e destacou o desenvolvimento regional decorrente da implantação das usinas. “Os benefícios se estendem além da geração de eletricidade, impactando positivamente o desenvolvimento social e econômico do interior, inclusive através do aumento dos investimentos em infraestrutura e serviços”, finalizou, destacando a atuação do governador Jerônimo Rodrigues no fortalecimento da Bahia na produção de energia limpa.

A lista dos municípios baianos produtores de energia eólica é completada por Ibipeba, Tanque Novo, Tucano, Casa Nova, Várzea Nova, Sobradinho, Uibaí, Brotas de Macaúbas, Brumado, Cafarnaum, Itaguaçu da Bahia, Bonito, Canudos, Iraquara, Ourolândia, Umburanas, Araci, Biritinga, Licínio de Almeida, Riacho de Santana, Souto Soares e Urandi.

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O Jacobina trocou de treinador durante a madrugada deste domingo (18) após a derrota para a Juazeirense por 2 a 1, no Estádio Adauto Moraes, pela sétima rodada do Campeonato Baiano. O clube demitiu Alex Alves e anunciou a contratação de Augusto Fassina cerca de uma hora depois.

“De volta! Augusto Fassina, técnico do acesso a primeira divisão, acerta seu retorno ao JEC e chega para comandar a equipe até o final do Baianão 2024”, diz o comunicado.

Alex Alves foi contratado em novembro do ano passado para a disputa do estadual deste ano. À frente do Jegue da Chapada, ele venceu dois jogos, empatou dois e perdeu três, um aproveitamento de 38,10%. O time tem a pior defesa do campeonato ao lado do Atlético de Alagoinhas, ambos com 14 gols sofridos, e o ataque é pior com cinco tentos.

Augusto Fassina foi o comandante do acesso do Jegue da Chapada à elite do futebol baiano no ano passado. Ele deixou a equipe antes da disputa da final da Série B do Baianão, que terminou com a derrota para o Jequié, que ficou com o título da competição. Em 10 partidas dirigindo o time, o treinador venceu cinco, empatou dois e perdeu três.

Faltando duas rodadas para encerramento da primeira fase, o Jacobina é o sétimo colocado com oito pontos, dois a mais da zona de rebaixamento, que é aberta pelo Itabuna com seis na nona colocação. O lanterna é o Bahia de Feira que tem cinco. O Jegue da Chapada volta ao gramado no próximo sábado (24), às 16h, para encarar o Jacuipense, na Arena Valfredão, pela oitava jornada. Depois o último jogo do time será no dia 3 de março, um domingo, diante do Jequié, no Estádio José Rocha.

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Foto: Reprodução

Apesar de as aulas já terem iniciado nas escolas públicas de Mulungu do Morro, a prefeitura municipal, juntamente com a secretaria de Educação, não realizou o treinamento antecipado de monitores que acompanham as crianças no transporte escolar. Os pais estão preocupados com a falta de segurança dos seus filhos, uma vez que as crianças continuam sendo levadas à escola sem monitor, o que representa um completo desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro e à Constituição.

A previsão para o treinamento dos monitores está marcada para março. Enquanto essa questão não é resolvida, os pais e mães estão preocupados com a segurança de seus filhos, que estão indo para a escola sozinhos no ônibus, apenas com o motorista responsável pela rota.

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, os responsáveis pelo transporte escolar podem ser obrigados a contratar um monitor treinado para orientar estudantes menores de 12 anos ou deficientes, garantindo a segurança durante as viagens e auxiliando no embarque e desembarque. Além disso, o monitor deve apresentar, a cada três anos, uma certidão negativa dos crimes de roubo, estupro, homicídio, corrupção de menores, tráfico de drogas e furto.

Devido à falta de ação por parte da prefeitura de Mulungu do Morro, algumas mães procuraram o prefeito Edimario Boaventura (PSB) e a Secretaria de Educação para resolver o impasse. No entanto, os responsáveis pelas crianças sentiram-se frustrados ao serem informados de que terão que aguardar o treinamento dos monitores

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Rui Costa, ministro da Casa Civil – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O incômodo do Congresso com a articulação política do Palácio do Planalto, conduzida pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, reforçam a abertura para o titular da Casa Civil, Rui Costa, entrar em campo. O ex-governador da Bahia já havia sido escalado pelo presidente Lula para ajudar no diálogo com os parlamentares.

Neste segunda-feira (19), no programa Roda Viva, Padilha disse achar “ótimo o ministro Rui Costa estar ajudando e querer ajudar, se dispor a ser um interlocutor”. “Quando mais ministro conversando com o presidente da Câmara, o presidente do Senado, com lideranças, para mim melhor”.

No entanto, Padilha disse o contato entre ministros e líderes partidários será coordenado pela sua pasta “e sob a liderança do presidente Lula”. A declaração é vista como uma marcação de território por parte do ministro, alvo da maior parte das reclamações de deputados e senadores.

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