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02 VAGAS

ATENDENTE DE CLINICA MÉDICA

Ensino médio completo

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Conhecimento Básico em Informática e Pacote Office

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Experiência na área

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Residir em Irecê

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AUXILIAR FISCAL

Experiência em setor fiscal ou como auxiliar contábil

Cursando ciências contábeis

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Foto: Reprodução

O Ministério Público estadual recomendou ao Município de Jacobina a adoção de uma série de medidas para contenção da poluição que está sendo causada pelo aterro controlado da cidade. Segundo o promotor de Justiça Igor Clóvis Silva Miranda, foi identificado lançamento de chorume em áreas que ficam nas adjacências do aterro.

O promotor de Justiça recomenda que, no prazo de cinco dias, o Município construa um dique de contenção na área do ponto de disposição final mais próxima à Recicla Jacobina, nos arredores do aterro controlado, de forma que, caso venha a ocorrer outro evento de extravasamento de chorume, o material permaneça contido. Além disso, que colete o chorume acumulado nas valas executadas e na área da Recicla Jacobina; que realize procedimento de recobrimento dos resíduos de forma que a área exposta à precipitação fique reduzida a uma pequena frente de serviço de dimensões reduzidas.

Nos próximos seis meses, que o Município transporte os resíduos coletados em Jacobina para um aterro sanitário dotado de licença ambiental para receber tais materiais; e elabore um estudo técnico para prever o encerramento e remediação da área do atual lixão. De acordo com Igor Clóvis Miranda, visita técnica da Central de Apoio Técnico do MP identificou ‘’o lançamento às adjacências da área de disposição final, de líquido marrom, escuro, com odor fétido, oriundo do interior da massa de resíduos, podendo ser inequivocamente classificado como chorume’’, bem como o ‘’lançamento de resíduos líquidos em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos, notadamente configurando poluição com risco à população humana daquele entorno”.

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Foto: Bahia Notícias

“A gente vai sentar com várias prefeituras. Elas vão passar a utilizar o nosso sistema de obras para que a gente consiga ter um mapeamento de todas as obras”. Foi isso que a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, declarou durante a abertura do 27º Fórum Regional de Fortalecimento da Rede de Parcerias – Etapa Bahia, que ocorre nesta quarta-feira (21), no SENAI CIMATEC, em Salvador.

Ao Bahia Notícias, a ministra detalhou que, dentre diversas iniciativas, o Governo Federal pretende ampliar o diálogo com as prefeituras locais para que sejam disponibilizadas verbas federais para obras em diversos municípios baianos, e criar cursos de capacitação através da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

“Isso está em linha com a nova medida de licitações. A gente vai também por uma parte de capacitação dos servidores. A Enap está aqui comigo e a gente vai também assinar, faz parte do nosso programa. Todas as áreas de gestão fazem parte deste programa. Então tem várias coisas aqui que a gente vai assinar, mas acho que eu destacaria essas, que são super importantes”, declarou a ministra.

O evento, realizado pelo Governo Federal, conta com a parceria com o Governo do Estado da Bahia e apoio da União dos Municípios da Bahia (UPB). Entre os debates, os painéis do fórum abordaram as transferências e parcerias com a União; Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); governança e gestão pública; o acesso à política pública de Cultura; captação de recursos: do planejamento à prestação de contas.

PAC

Falando sobre as obras do PAC, Esther Dweck destacou que a pasta da Gestão e Inovação vai cuidar da transferência de recursos, uma vez que a elaboração e execução do PAC, em si, é de competência da Casa Civil, que é gerida pelo ministro Rui Costa (PT). Com isso, o Governo Federal disponibiliza recursos, chamado de “transferência voluntária”, para estados e municípios, com a exigência de que haja uma série de prestações de contas.

“O nosso ministério faz com que as prefeituras tenham muito mais facilidade de captar recursos e poder depois prestar contas e continuar captando recursos. O que a gente tenta fazer é trazer todas as formas de transferência da União voluntárias. O PAC é uma transferência voluntária. É uma decisão do presidente Lula trazer recursos para os estados e para o município. Não é nenhuma obrigação. Portanto, transferências voluntárias. O governo federal se disponibiliza de passar recursos para o estado e para o município, eles exigem contrapartida uma série de prestações de contas. E o nosso sistema faz isso de uma maneira mais célebre, facilitando muito a vida dos municípios para captar mais recursos, do governo estadual também, obviamente. Mas especialmente os municípios que têm menos capacidade de fazer isso. A gente facilita muito a vida deles”, destacou Esther Dweck.

Presente no Fórum, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) também falou sobre a parceria estabelecida com o Governo Federal, através do Ministério da Gestão e Inovação, e explicou que uma das atuações do PAC, aqui na Bahia, deve ocorrer nas rodovias federais.

“Hoje, nós estamos aqui de uma rede de parceria estabelecida com o Governo Federal, através do Ministério da Gestão, para que a gente possa aproximar o Estado cada vez mais dos serviços dos que precisam no dia a dia. Nós temos, por exemplo, as estradas federais aqui na Bahia que não são duplicadas. As BRs-101, 242 e 116. Então, nós priorizamos a infraestrutura federal para chegar até nós. E o PAC faz isso. Então, nós temos agora a possibilidade de ampliar a quantidade de estradas federais sendo duplicadas. Você chega de Pernambuco, quem vem para o Juazeiro, toda a estrada pernambucana é duplicada. Você chega na ponte entre Juazeiro e Petrolina, é duplicada na parte da Bahia”, explicou o governador, destacando que as obras de duplicação devem ser iniciadas em breve.

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Estacas sinalizam mudas nativas plantadas às margens do Rio Verde. Patrícia Araújo – Acervo Embasa

Os primeiros resultados do projeto de recuperação da mata ciliar do Rio Verde, na Barragem de Mirorós, já começam a aparecer, após cinco meses do início das intervenções. Das 12 mil mudas previstas, 4,5 mil já foram plantadas às margens do rio. Espécies nativas como aroeira, tamboril, angico, juazeiro, moringa e quixabeira vão se juntar à vegetação existente, contribuindo para a diversidade do ecossistema da mata ciliar. A Embasa está destinados recursos de aproximadamente R$ 1 milhão para a execução do projeto, que vai recuperar 120 mil metros quadrados de área de proteção ambiental permanente.

As primeiras ações do projeto tiveram foco em demolir pequenos barramentos que impediam o escoamento do rio, bem como retirar plantas aquáticas que, quando se instalam sem controle, impossibilitam a iluminação adequada da lâmina d’água e interferem na vida de peixes e outras espécies. Ribeirinhos e população local já conseguem perceber um aumento no volume de água que flui ao longo do Rio Verde, principalmente em trechos onde havia um pequeno córrego intermitente.

De acordo com Valdinei Oliveira Silva, morador de Mirorós, o projeto se traduz como um presente para a comunidade. “Ver a água descendo no leito do rio e os peixes, já deixou a gente feliz”, contou. “A comunidade voltou a tomar banho no rio, voltou a lavar prato, lavar roupa e ver seus filhos, seus netos e as futuras gerações usufruírem do rio, como nós usufruímos 30 anos atrás”, relata o agricultor.

ANDAMENTO | O gerente da área operacional da Embasa, Alisson Sousa, ressalta que os serviços estão avançando conforme o cronograma previsto. “Os trabalhos estão sendo realizados com excelência pela empresa contratada e já apresentam bons resultados. Locais que antes pareciam uma lagoa, hoje estão como um rio corrente, segundo relato dos moradores mais antigos”.  Ainda de acordo com o gerente, a iniciativa se destaca pelo fato de o rio Verde ser um dos mananciais mais importantes da região de Irecê, contribuindo com o abastecimento humano por mais de 30 anos.

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