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Ex-prefeito de Barra-BA, Deonisio Ferreira de Assis – Foto: Reprodução

Na noite desta quarta-feira (14), a cidade de Barra, BA, lamentou profundamente a perda  do ex-prefeito Deonísio Ferreira de Assis, aos 78 anos de idade. Deonísio veio a falecer no Hospital Ana Marianni, onde estava internado desde a quinta-feira (8), após passar mal em sua residência.

O prefeito municipal, Artur Silva Filho, em reconhecimento à trajetória e aos relevantes serviços prestados por Deonísio à populção, decretou luto oficial por três dias em todo o município. Deonísio foi prefeito de Barra por três mandatos, deixando um legado de dedicação e comprometimento para com o desenvolvimento da cidade.

O velório do ex-prefeito está ocorrendo durante todo o dia de hoje, 15 de fevereiro, no BAC – Barra Associação Cultural, situado na Praça Barão de Cotegipe. Os cidadãos estão tendo a oportunidade de prestar suas últimas homenagens ao político.

De acordo com a Prefeitura Municipal, a cerimônia de cremação está programada para amanhã, 16 de fevereiro, em Salvador, onde amigos, familiares e admiradores se despedirão de Deonísio Ferreira de Assis, mas suas memórias e contribuições continuarão a ecoar nos corações e nas mentes daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e de se beneficiar de seu trabalho em prol da cidade de Barra do Rio Grande.

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Foto: Metro 1

O senador Jaques Wagner (PT) teve o nome utilizado novamente para tentativas de golpes virtuais praticados por hackers através do WhatsApp. Pelo  aplicativo, os golpistas entram em contato com prefeitos, vereadores, secretários e lideranças políticas de cidades do interior como se fossem Wagner e oferecem a inclusão do município na lista de localidades que estariam aptas a receber doações de indústrias e empresas, sob a suposta coordenação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e responsável pelas políticas federais de distribuição de alimentos.

A reportagem teve acesso nesta quinta-feira (15) aos novos posts encaminhados pelos hackers, nos quais os golpistas usam a imagem do senador nos contatos via WhatsApp por meio de um número com DDD de Brasília e abordam os líderes políticos como se fossem ele. Nas mensagens, informam que determinado município será incluído na lista de destinatários de kits compostos por 700 cestas de produtos alimentícios e um quilo de peixe congelado, a serem distribuídos entre a população por meio de organizações não-governamentais (ONGs), sindicatos, cooperativas e associações de classe, desde que enviem documentos e informações sobre a entidade indicada.

Em seguida, o falso Wagner pede que os alvos entrem o quanto antes em contato com “Dr. Flávio Alencar”, descrito como superintendente nacional da Conab e escalado para agilizar a inclusão das entidades. O intuito dos hackers seria obter dinheiro ou dados e documentos para utilizá-los em outros golpes virtuais. Em nota, o órgão diz que “nem a Conab nem seus dirigentes pedem dinheiro via PIX ou qualquer outra modalidade de transferência bancária para doação de alimentos” e informa que todas as ações desenvolvidas pela companhia são realizadas por meio de seus canais oficiais: site, unidades armazenadoras e superintendências regionais. “Qualquer tentativa de golpe deve ser imediatamente comunicada às autoridades policiais”, acrescentou a Conab.

Já a assessoria de comunicação de Wagner informou que, como em outras ocasiões, mais uma vez “estão usando o nome e a imagem do parlamentar para fazer contato com lideranças políticas e pedindo envio de informações via WhatsApp”.  “Reforçamos que qualquer solicitação desta natureza, feita em nome do senador, seja prontamente ignorada e denunciada”, recomendou.

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As ações do Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) foram definidas, em novembro, com o objetivo de reduzir a dependência externa do Brasil nesse setor e garantir a segurança alimentar, desde que prevaleçam critérios para minimizar os impactos ambientais. Há tempos alinhada à agenda verde, a Galvani, uma das maiores produtoras de fertilizantes fosfatados do país, cumpriu as exigências do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) e acaba de obter uma licença de instalação para nova fase da unidade em Irecê (480 km de Salvador).

De acordo com dados do Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert), mais de 87% dos fertilizantes hoje utilizados pela agricultura brasileira são importados, ao custo anual de US$ 25 bilhões (cerca de R$ 100 bilhões). Com diretrizes, metas e ações de curto e longo prazos, o PNF quer chegar a 2050 com uma produção nacional capaz de atender a 45% da demanda interna. É preciso, então, reativar, concluir ou ampliar fábricas de fertilizantes estratégicas para o Brasil, sobretudo nitrogenados e fosfatados.

A licença emitida pelo Inema, no dia 29 de janeiro, permite à Galvani ingressar em nova fase de mineração e beneficiamento de fosfato usado na produção de fertilizantes. Com investimento estimado em R$ 340 milhões, o projeto aprovado permitirá a duplicação da produção da Galvani no município baiano de Luís Eduardo Magalhães (950 km de Salvador), passando de 600 mil para 1,2 milhão de toneladas/ano.

“É um marco significativo para a Galvani e para a comunidade de Irecê”, diz a diretora da Sustentabilidade e Relações Institucionais da Galvani, Sylvia Tabarin. “A obtenção da licença de instalação representa um avanço estratégico para a empresa e reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, acrescenta, citando ainda o êxito da parceria com a Companhia Baiana de Produção Mineral (CBPM).

A partir de agora, a Galvani pode iniciar a instalação da unidade de produção e, simultaneamente, conduzir os estudos necessários para fundamentar o pedido de licença de operação que brevemente será formalizado perante o órgão estadual de proteção do meio ambiente. Na fase atual, é estimada a geração de aproximadamente mil empregos diretos e indiretos. A previsão é dar início à operação da nova unidade em 2026.

Companhia 100% brasileira de produção verticalizada de fertilizantes, a Galvani opera na mineração, beneficiamento, industrialização e distribuição destes insumos. Atuante desde a década de 1960, lidera a produção e a distribuição na região agrícola do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

A Galvani possui um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães e uma unidade de mineração e beneficiamento em Campo Alegre de Lourdes (875 km de Salvador). No ano passado, conquistou o seu primeiro financiamento verde de R$ 15 milhões para um projeto de gestão de recursos hídricos em sua fábrica de fertilizantes em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano. A iniciativa permite reduzir em 50% o consumo de água de poço artesiano com a infraestrutura para captar, armazenar e reciclar a água da chuva.

Para avançar com a agenda verde, a Galvani realizou aportes superiores a R$ 1 milhão na região de Irecê, por meio de leis de incentivo fiscal federal, que viabilizaram projetos sociais ao longo de 2023, com seguimento em 2024. Estas ações beneficiam cerca de 3.700 pessoas da região em áreas como música e artes cênicas, educação, esporte, saúde integral, empreendedorismo e preservação ambiental.

Há 17 anos, a empresa mantém o Parque Vida Cerrado de educação socioambiental no Oeste da Bahia. A instituição promove a conservação integrada da fauna e flora com a manutenção de espécies, algumas ameaçadas de extinção. O parque já contribuiu para a restauração de mais de 135 hectares, área equivalente a 135 campos de futebol, além da produção e distribuição de mais de 200 mil mudas nativas, valorizando a biodiversidade.

Num cenário em que o aquecimento global reduz a produtividade da lavoura, a Galvani demonstra interesse em superar obstáculos presentes da cadeia de valor. Dentre os muitos caminhos possíveis, os cuidados ambientais são insubstituíveis na busca por maior sustentabilidade na produção de alimentos. Quem já ingressou na jornada socioambiental e de governança, sem dúvida, está mais próximo de atender às expectativas do consumidor e da sociedade.

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Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Diante da alta de casos de dengue no país, o Ministério da Saúde ampliou, em portaria assinada na sexta-feira, para R$ 1,5 bilhão em recursos de enfrentamento emergenciais para estados, municípios e o Distrito Federal. Em 2023, a pasta reservou R$ 256 milhões para esse fim. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo o colunista, a portaria também permite otimização para acelerar a liberação de recursos para estados e municípios que decretarem emergência, seja por dengue, outras arboviroses ou situações que acometam a saúde pública.

Na semana passada, em pronunciamento de rádio e televisão, a ministra Nísia Trindade convocou a população brasileira, governos, estados e municípios para uma mobilização de enfrentamento à dengue, em decorrência do aumento de casos no país.

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