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Foto: Ricardo Stuckert / PR

Nem a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Bahia, nesta quinta-feira (2), para cumprir agenda na capital parece ter resolvido o impasse do nome para compor a cadeira de vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Com o atual ocupante, Geraldo Jr. (MDB), sem ser confirmado, a indefinição persiste, podendo transformar o cenário atual.

O Bahia Notícias apurou com interlocutores da cúpula petista no estado que, antes da chegada de Lula à Bahia, um encontro foi realizado na última terça-feira (31), para tentar fechar o espaço da vice. Na segunda (30), algumas garantias teriam sido dadas, inclusive ao presidente de honra do MDB, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, de que o nome de Geraldo Jr. seria confirmado no atual espaço. Entretanto, após o encontro para sacramentar a arrumação, uma ligação teria suspendido o entendimento.

Do outro lado da linha estava o ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), que estaria irredutível, indicando o veto ao nome de Geraldo Jr. para a vice, elevando a incerteza sobre como seria arrumada a chapa. Jerônimo preferiu não falar com a imprensa, postergando o anúncio, cogitado para esta quarta (1º). No fim do dia, a visita de Lula prometia “desembaralhar” o cenário, apontando que um nome seria definido. Em mais um encontro, agora contando com a presença de Lula, no Palácio de Ondina, nada foi definido, mantendo a incerteza.

Além disso, aliados próximos aos caciques petistas no estado também têm indicado que o panorama pode sofrer uma mudança ainda mais drástica. Ainda em 2024, em meio a confirmação da candidatura de Rui ao Senado, o Bahia Notícias já indicava o desejo confesso do ex-governador da Bahia em retornar para o estado e disputar o governo. Aos mais próximos, Rui apontava a vontade, porém o movimento também teria se intensificado mais recentemente. “Mais próximo de Lula”, Rui também tem apontado para pesquisas como forma de demonstrar a viabilidade de seu retorno, podendo manter o grupo petista no comando e “encaminhar” a eleição de Lula no plano nacional.

A indefinição da vice também pode escancarar o acirramento nesse flanco. Aliados próximos revelaram ao Bahia Notícias que, para além de vetar Geraldo Jr. na vice, Rui também articularia o “retorno ao governo” como forma de reverter um cenário eleitoral indigesto no estado, diante de mais um embate interno, desta vez com o senador Jaques Wagner. O senador tem engrossado o coro pelo nome de Geraldo Jr. na vice, estabelecendo mais um capítulo de desententimento com o ainda ministro da Casa Civil.

Com a Bahia sendo fundamental para o pleito nacional, o presidente Lula pode deixar o estado sem conseguir fazer com que os locais se entendam e fechem questão sobre esse tema.

EMBATE RUI X WAGNER

Os episódios são muitos entre a disputa de Wagner e Rui. Outro deles foi o pelo comando do PT da Bahia, ainda em 2025, deixando o governador Jerônimo Rodrigues no meio do fogo cruzado. Com vetos de ambos os lados, a sucessão da presidência estadual do partido teve alguns retornor à “estaca zero”, durante o Processo de Eleição Direta (PED).

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Rayane Martins entra para o grupo ao lado de Mammá Di Souza e marca nova fase da banda de forró com talento revelado na região

A banda de forró Filomena Bagaceira anunciou uma importante novidade que promete movimentar a cena musical na Bahia. A cantora Rayane Martins é a nova voz do grupo e passa a dividir os vocais com Mammá Di Souza, que lidera a banda há 16 anos.

Natural de Barra do Mendes, na região de Irecê,  Rayane iniciou sua trajetória ainda na infância e construiu sua carreira com dedicação e autenticidade. A artista ganhou destaque em apresentações em bares, eventos e também nas redes sociais, onde conquistou o público com covers e músicas autorais.

Empolgada com o novo desafio, Rayane destaca a responsabilidade de integrar um grupo com história consolidada. “Estou muito feliz com esse momento. É uma grande oportunidade e quero contribuir com alegria e crescimento para a banda”, afirmou.

A chegada da cantora simboliza uma nova fase para a Filomena Bagaceira, que aposta na renovação sem perder suas raízes no forró.

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O pré-candidato ao governo do Estado, José Carlos Aleluia (Novo)

O pré-candidato ao governo do Estado e ex-deputado federal por seis mandatos José Carlos Aleluia (Novo) voltou a criticar a condução do PT no Brasil e, principalmente, na Bahia, ao comentar o cenário político estadual e nacional em entrevista ao Blog do Magno, em parceria com a Folha de Pernambuco, exibida nesta terça-feira (31).

Durante a conversa, Aleluia afirmou que a Bahia atravessa um ciclo de estagnação após quase duas décadas de governos petistas e citou áreas como segurança pública, educação e geração de empregos entre os principais problemas do Estado.

“O Nordeste, começando pela Bahia, ainda não percebeu que está na hora de mudar a página, de encontrar um novo caminho. Está na hora de o Brasil voltar a crescer, gerar empregos e devolver segurança às pessoas. A Bahia está completando quase 20 anos de PT e virou a caricatura de tudo o que houve de negativo nesse período”, afirmou.

Na entrevista, o pré-candidato também apontou o desempenho da Bahia em áreas consideradas centrais para a gestão pública.

“A Bahia se coloca na área de segurança pública abaixo de quase todos os estados do Nordeste, aparece entre os cinco piores na educação e, quando se olha o ambiente para gerar empregos e atrair investimentos, também fica em último lugar na região”, disse.

Aleluia também direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao modelo econômico adotado no país.

“O presidente Lula governa o Brasil direta ou indiretamente há quase 30 anos, e isso tem sido ruim para o país. O Brasil está num processo de empobrecimento, e a Bahia lidera esse processo. É preciso mudar o ciclo econômico do Brasil e também mudar o ciclo econômico da Bahia”, declarou.

O ex-deputado ainda citou o endividamento do Estado como um dos pontos de preocupação.

“Eles estão endividando muito o Estado. Quando se governa gastando muito e se endividando, a tendência é piorar. Isso vale para um governo e vale até para uma casa. Não dá para continuar assim”, afirmou.

Ao comentar sobre o governador Jerônimo Rodrigues, Aleluia disse que o petista não conseguiu se firmar no cargo.

“Jerônimo foi eleito como um desconhecido e, no governo, não performou. Ele não governa, não tem vocação para o cargo e não tem time”, afirmou.

Apesar das críticas contra o PT, Aleluia disse que a pré-candidatura seguirá concentrada na apresentação de propostas.

“Minha candidatura tem vários objetivos, mas o principal é apresentar propostas. Eu não quero agredir ninguém. Quero mostrar que o Brasil não aguenta mais essa polarização e essa estagnação”, disse.

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Foto: Divulgação/CBF

A Seleção Brasileira derrotou a Croácia por 3 a 1, na noite desta terça-feira (31), no Camping World Stadium, em Orlando (EUA), no penúltimo amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, marcada para o dia 13 de junho, contra o Marrocos.

O duelo também foi o último compromisso da equipe antes da convocação final para o Mundial. Em um jogo movimentado, o Brasil foi superior na maior parte do tempo e contou com gols de Danilo, Igor Thiago e Martinelli.

Nos primeiros 15 minutos, Brasil e Croácia pouco criaram, com os croatas pressionando a saída de bola brasileira e dificultando a construção das jogadas.

A primeira grande chance veio aos 20 minutos. Após roubada de bola de Vini Jr. no ataque, Danilo apareceu livre para finalizar, mas parou em grande defesa de Livaković. O goleiro croata, aliás, foi o destaque da primeira etapa. Pouco depois, Perisić recebeu cartão amarelo por falta dura em Luiz Henrique, que seguiu sendo bastante acionado.

O Brasil seguiu pressionando. Aos 23, Matheus Cunha quase abriu o placar em jogada ensaiada, mas a bola desviou na zaga e saiu com perigo. A Croácia abusava das faltas: Ćaleta-Car também foi advertido após nova entrada em Luiz Henrique.

Aos 30 minutos, mais uma vez Livaković brilhou. Após boa troca de passes entre João Pedro e Matheus Cunha, o goleiro evitou o gol brasileiro. E não parou por aí: aos 41, fez outra grande defesa em finalização colocada de Cunha.

Quando parecia que o primeiro tempo terminaria empatado, o Brasil foi letal. Aos 46 minutos, em contra-ataque rápido, Vini Jr. fez grande jogada individual, deixou a defesa croata para trás e serviu Danilo, que finalizou para o fundo da rede e abriu o placar.

Na volta do intervalo, o Brasil manteve o controle da partida, embora com menos intensidade. A Croácia, por sua vez, tentava equilibrar as ações e chegou a assustar em cabeçada de Vuskovic, defendida por Bento.

O segundo tempo ficou mais truncado, com faltas e cartões. Vuskovic foi advertido após entrada forte em Endrick. Quando o jogo parecia sob controle brasileiro, veio o empate croata: aos 38 minutos, Majer recebeu lançamento em profundidade e finalizou na saída do goleiro para deixar tudo igual.

Mas a resposta brasileira foi imediata. Pouco depois, Endrick sofreu pênalti dentro da área. Na cobrança, Igor Thiago bateu com categoria, deslocou o goleiro e recolocou o Brasil na frente.

Nos minutos finais, a Seleção administrou o resultado e confirmou a vitória com mais um gol de Martinelli, após outra bela jogada de Endrick, que mostrou seu cartão de visitas para o técnico Carlo Ancelotti.

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