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Foto: Divulgação

A empresa de tecnologia e comércio eletrônico Amazon inaugurou, nesta segunda-feira (25), um novo centro de distribuição no bairro de Pirajá, em Salvador, e anunciou a abertura de cerca de 500 vagas de emprego que devem ser preenchidas ainda neste ano. A nova unidade já opera com 304 trabalhadores e integra a estratégia de expansão logística no Nordeste.

As oportunidades são destinadas a diferentes áreas operacionais e administrativas, incluindo funções como auxiliar de recebimento, auxiliar de embalagem, operador de empilhadeira, além de cargos internos de suporte. Para concorrer às vagas, o único requisito exigido é a conclusão do ensino médio, sem necessidade de experiência prévia. Os interessados podem acessar as oportunidades por meio das plataformas LinkedIn da DHL, Amazon Jobs e do Sine Bahia.

O centro funcionará em regime ininterrupto, com operação durante 24 horas por dia. A jornada de trabalho será organizada em cinco equipes que se revezarão em escalas de três dias de atividade, com carga horária de 12 horas. A expectativa da empresa é fortalecer a capacidade logística na Bahia e melhorar a eficiência do atendimento ao consumidor.

Com a nova estrutura, a Amazon pretende acelerar as entregas não apenas em Salvador e na Região Metropolitana, mas também em outros estados do Nordeste. O empreendimento já é apontado como o segundo maior centro da companhia no Brasil voltado para itens do cotidiano, ampliando a capacidade operacional da empresa na região.

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Evento reuniu grande público no Parque de Exposições e contou com atuação preventiva da PM durante shows e atividades da feira

A abertura da Feira Agropecuária e Agricultura Familiar 2026, realizada na última sexta-feira (22), em Morro do Chapéu, aconteceu com tranquilidade e forte esquema de segurança montado pela Polícia Militar. A ação foi coordenada pela 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, que reforçou o policiamento em toda a área do evento.

Com efetivo estratégico, equipes de inteligência e patrulhas operacionais, a corporação atuou de forma preventiva para garantir a segurança de expositores, comerciantes, visitantes e famílias presentes na festa.

A programação musical da noite, com shows de Thiago Aquino, Elson dos Teclados, Sela Vaqueira e Forró do Tico, atraiu grande público ao Parque de Exposições e movimentou a economia local.

Segundo a PM, não houve registro de ocorrências relevantes durante o primeiro dia do evento.

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Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória vive em 2026 sua melhor temporada como mandante nos últimos anos. Após vencer o Internacional por 2 a 0, no sábado (23), o Rubro-Negro passou a liderar os principais indicadores entre os clubes da Série A atuando em casa e ampliou para nove jogos a sequência de invencibilidade no Barradão.

O Leão chegou a nove partidas seguidas sem perder em Salvador e aparece no topo de cinco rankings no recorte dos jogos em casa: é o time com mais vitórias (14), mais gols marcados (40), melhor saldo de gols (29), mais goleadas aplicadas (5) e maior número de partidas sem sofrer gols (12).

A força rubro-negra no Barradão tem sido um dos pilares da campanha da equipe na temporada. Além da eficiência ofensiva, o Vitória também chama atenção pela solidez defensiva diante da sua torcida.

Uma das vitórias mais marcantes para o torcedor rubro-negro neste mês de maio aconteceu pela Copa do Brasil, quando o Vitória eliminou o Flamengo em pleno Barradão.

A última derrota do clube como mandante aconteceu há cerca de dois meses, contra o Botafogo Futebol Clube, pela Copa do Nordeste.

Desde então, o time embalou uma sequência de resultados positivos e consolidou o Barradão como trunfo importante na temporada.

Ao todo, o clube disputou 20 partidas no Barradão na temporada, com 14 vitórias, três empates e apenas três derrotas.

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Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, participou no último sábado (23) da Feira Agropecuária e Agricultura Familiar de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. Durante a visita, ele percorreu estandes, conversou com agricultores e acompanhou de perto iniciativas ligadas ao setor produtivo da região.

O evento reuniu exposição de animais, produtos regionais, negócios agropecuários e apresentações culturais, movimentando a economia local e atraindo grande público. ACM Neto também acompanhou atrações como vaquejada, exposição de carros antigos e shows musicais.

Durante a passagem pela feira, o pré-candidato afirmou perceber um desejo de transformação entre os baianos. “Existe hoje um sentimento muito forte de mudança e esperança por um futuro melhor”, declarou.

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Foto: Divulgação

O fim da escala 6×1 deve ser colocado em votação na Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira, sob o argumento de que mais descanso elevaria o rendimento no expediente. Críticos da proposta, porém, alertam para o risco de o efeito líquido ser o oposto: menor produtividade da economia e, com isso, menos capacidade de crescimento do País.

Num Brasil que já terá de enfrentar o envelhecimento da população sem superar gargalos de investimento e de qualificação da força de trabalho, analistas avaliam que será difícil compensar integralmente uma redução de jornada com maior produção por hora. Isso exigiria ajustes justamente no mercado formal, onde os trabalhadores são em geral mais produtivos.

O deslocamento do emprego para a informalidade, bem como sua substituição por vínculos sem carteira assinada, é um efeito colateral citado por economistas caso o fim da escala 6×1 seja aprovado. Na prática, a redução da jornada sem corte de salários elevaria o custo da hora trabalhada. Nesse cenário, empregadores tenderiam a buscar formas de contratação mais baratas – ainda que, em média, menos produtivas -, o que dificultaria ainda mais o desafio do Brasil de sair de um período de estagnação da produtividade que já supera uma década.

Para economistas entrevistados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o fim da escala 6×1 ameaça anular avanços trazidos pela reforma trabalhista de 2017, que levou a uma maior formalização do emprego e contribuiu, na visão de alguns analistas, para melhorar o potencial de crescimento da economia.

“A literatura mostra que os países onde houve algum impacto positivo na produtividade tinham informalidade pouco significativa”, comenta o CEO da consultoria Quantivis Analytics, José Ronaldo Souza Júnior, que dirigiu por mais de cinco anos o departamento responsável por estudos macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A cautela, acrescentam analistas, decorre do fato de que, onde a experiência foi bem-sucedida, a jornada caiu porque a economia já era mais produtiva – e não o contrário. Ou seja, a redução de horas foi mais resultado de ganhos anteriores, como tecnologia e capital humano, do que sua causa.

No Brasil, reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais exigiria ganho de produtividade de 1,4% para evitar queda do PIB, segundo cálculos da 4intelligence, considerando uma redução imediata da jornada média formal do setor privado, hoje em 41,4 horas.

Parece pouco, mas é sete vezes mais do que o avanço da produtividade nas últimas quatro décadas: 0,2% ao ano, conforme cálculo do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, que leva em conta não somente a produtividade da mão de obra, mas também a eficiência do uso de capital. Se considerada apenas a métrica por hora trabalhada, a produtividade não saiu do nível de 13 anos atrás.

O economista Rodolfo Margato, da XP Investimentos, afirma que é preciso esperar a versão final da proposta de emenda constitucional (PEC) sobre a escala 6×1, mas diz que estimativas preliminares apontam aumento de custos, já que a jornada cairia sem corte de salários – elevando o risco de fechamento de vagas formais e de migração para a informalidade.

“Nos últimos anos, muitos ganhos do mercado de trabalho, para além da taxa de desemprego em níveis historicamente baixos, vieram do aumento da formalização, que ‘conversa’ com maior produtividade e potencial de crescimento. Em razão da redução de margens esperada em muitas atividades, o aumento de informalidade volta a preocupar”, avalia Margato. “Não consigo trazer, por enquanto, uma estimativa. Esperamos mais informações Mas vemos o risco de alguma queda no PIB potencial”, acrescenta o economista da XP.

Um potencial de crescimento menor tende a aumentar pressões inflacionárias em momentos de aquecimento econômico, reduzindo o espaço para o Banco Central cortar juros. Souza Júnior, que também é professor do Ibmec, avalia que uma redução generalizada das horas trabalhadas agravaria o desequilíbrio entre demanda resiliente e oferta restrita, num mercado com desemprego historicamente baixo. “Não se ganha produtividade por restrição determinada por lei”, afirma.

Para Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Ibre que tem feito simulações sobre os impactos econômicos do fim da escala 6×1, o aumento da demanda por mais tempo de lazer é natural à medida que a renda dos brasileiros aumenta.

O grande problema, avalia o economista, é fazer a redução da jornada de trabalho por lei, e num momento em que a economia não apresenta ganhos de produtividade expressivos. “Quando tudo isso é negociado, a coisa funciona melhor. O problema é a legislação obrigar que todos façam, tanto as empresas que conseguem quanto aquelas que não conseguem realizar a mudança.”

Segundo ele, o histórico de produtividade não chega perto do necessário para compensar a redução da jornada. “Vai haver um estímulo à informalidade, vai haver uma perda de produtividade no agregado, e isso tende a gerar uma redução do produto potencial.”

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