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Sete estudantes e professora são afastados por catapora em colégio no Oeste da Bahia
Sete estudantes e uma professora do Colégio Estadual Velho Chico, em Carinhanha, no oeste da…
há 6 horas
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Sete estudantes e uma professora do Colégio Estadual Velho Chico, em Carinhanha, no oeste da…
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O grupo de trabalho para enfrentamento da seca na Bahia se reuniu com o governador Jerônimo Rodrigues na tarde desta sexta-feira (24), no Centro Administrativo, em Salvador, com a missão de apresentar um mapa das cidades baianas em situação de emergência para o Governo Federal e um plano de atuação do Estado para os próximos meses. O assunto também foi tema de reunião com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, esta semana, em Brasília, e deve contar com o apoio das pastas para redução dos efeitos da seca, como a insegurança alimentar e hídrica.
De acordo com o governador Jerônimo Rodrigues, o estado deve enfrentar seca nos próximos quatro meses, mas algumas cidades já estão vivendo a estiagem em decorrência do calor. “Nossa ação enquanto governo tem que ser afetiva. Por isso nós viemos de Brasília, sentamos com o ministro Waldez [Góes, do Desenvolvimento Regional], com toda a equipe da Defesa Civil Nacional, para pensar estratégias para o fornecimento de água e alimento”. O chefe do executivo reforçou, ainda, a necessidade de disponibilizar alimento também para os animais.
No momento, são 123 municípios em situação de emergência. O superintendente de Proteção e Defesa Civil, Heber Santana, ressaltou que o Governo estadual já está atuando nessas cidades com ações emergenciais. “Temos a Operação Água Potável em andamento, que leva água através de carros-pipas, distribuição de cestas básicas, uso de cisternas, e estamos buscando soluções, inclusive, mais definitivas para que esses problemas possam ser superados”, avaliou. O Exército também tem atuado na Bahia na entrega de água potável aos municípios que passam por estiagem. Como parte dos trabalhos de enfrentamento à seca, o superintendente também destacou o programa Bahia Sem Fogo, que tem atuado há alguns meses na prevenção, combate e monitoramento de incêndios florestais que têm a estiagem como uma de suas causas.
O Grupo de Trabalho é composto pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), Defesa Civil, Casa Civil, Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Secretaria de Segurança Pública (SSP), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Militar e Polícia Civil. Também participaram da reunião representantes das secretarias de Desenvolvimento Rural (SDR), Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (Seades) e Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), além do Programa Bahia Sem Fome.
Cafu Barreto e a valorização da educação da região – Foto: AgênciaALBA
O deputado Cafu Barreto (PSD) indicou ao Governo do Estado que troque o nome Centro de Educação Profissional em Recursos Naturais, em Xique-Xique, para Centro de Educação Profissional Professor Pascoal Nery de Souza. A mudança, justificou, “busca por uma identidade que reflita de maneira mais precisa a história e a missão educativa da instituição”. A nomenclatura proposta homenageia “uma figura emblemática, que desempenhou um papel significativo no desenvolvimento e fortalecimento do ambiente educacional local”, disse o parlamentar, ressaltando que o professor Pascoal de Souza é reconhecido por sua dedicação à educação e contribuição para o progresso educacional na região, e “representa de maneira notável os valores e compromissos da escola”.
Pascoal Nery de Souza nasceu em Xique-Xique, em 1942. Concluiu o curso primário na atual Escola Municipal César Zama e o ginasial no Ginásio Municipal Senhor do Bonfim, onde também cursou a formação para o magistério e colou grau em 1964. “Sempre dedicado aos estudos e vocacionado para o magistério”, começou a lecionar no ano seguinte. Desejando alçar voos mais altos, aceitou o convite do prefeito da cidade de Central, onde foi professor entre os anos de 1966 e 1968. Em seguida foi para Uibaí onde, durante muitos anos, foi professor do ginásio local.
Aprovado em concurso público para a Escola Polivalente de Xique-Xique, retornou à cidade e se dedicou, integralmente, à instituição até a sua aposentadoria, chegando a ser vice-diretor da Escola. Em 13 de junho de 2023 ele faleceu, “deixando um legado para a educação de Xique-Xique”. Cafu Barreto salientou que o processo de alteração de nome de instituições educacionais, quando fundamentado em razões históricas e educativas, está respaldado pela legislação pertinente e que a escolha do nome do Professor Pascoal Nery de Souza “está alinhada com a tradição de nomear instituições de ensino em homenagem a personalidades que marcaram positivamente a educação em âmbito estadual”.
A produção de abacaxis orgânicos promove o desenvolvimento sustentável na região da chapada – Foto: Reprodução/ Embrapa
A Embrapa Mandioca e Fruticultura, em parceria com a empresa Bioenergia Orgânicos, está disponibilizando aos agricultores e técnicos o primeiro sistema orgânico de produção para a cultura do abacaxi em Lençóis. A iniciativa tem como objetivo promover o aumento da produtividade, sem comprometer o meio ambiente e os recursos naturais da região.
O sistema reúne informações técnicas abrangendo o estabelecimento da cultura, preparo da área, seleção de variedades e mudas, práticas culturais, manejo de doenças, nematoides, insetos e ácaros, além dos procedimentos na colheita e pós-colheita. Essas diretrizes são baseadas nos conhecimentos disponíveis e nas regulamentações aprovadas para a produção orgânica de alimentos.
Para que um produto seja classificado como orgânico, sua produção precisa estar comprometida com a preservação do meio ambiente, buscando um manejo equilibrado do solo e de outros recursos naturais. É essencial também que exista uma harmonia no uso desses recursos, sem prejudicar a qualidade de vida humana.
Com o novo sistema proposto, os produtores da região esperam uma melhoria do cultivo orgânico do abacaxizeiro, trazendo, como consequência, um produto ambientalmente correto, socialmente justo, economicamente viável.