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Sem perspectiva de fim, a guerra entre Israel e o Hamas chega a um mês nesta terça-feira (7). São mais de 10 mil palestinos mortos, incluindo 4.104 crianças, na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Do lado israelense, cerca de 1,4 mil pessoas morreram, a maior parte civis, e 240 são mantidas reféns, segundo o governo de Israel. 

Este já é o conflito mais grave em 75 anos de história e desde que Israel e o Hamas se enfrentaram por dez dias em 2021.

O mundo acompanha a escalada da violência na guerra no Oriente Médio e mobiliza-se para um cessar-fogo, sem sucesso até o momento. 

Ataque do Hamas

No dia 7 de outubro, o Hamas deu início ao mais grave ataque já promovido contra os israelenses.

As ações, sem precedentes na história, foram realizadas por mar, ar e terra, envolvendo ataques a um festival de música, invasão de kibutzim, sequestro de reféns, deixando centenas de civis israelenses mortos e feridos.

Eram 6h30 (horário local), um sábado, quando o Hamas disparou 5 mil foguetes, a partir da Faixa de Gaza, para atingir cidades israelenses, conforme notícias de agências internacionais.  Lideranças do grupo afirmaram que a operação tem o propósito de “acabar com a última ocupação na Terra” e é uma resposta ao bloqueio imposto por Israel aos palestinos de Gaza, que já dura mais de uma década.  

Por  terra, homens armados se infiltraram no território israelense rompendo a cerca de arame farpado que separa Gaza e Israel.

Ofensiva israelense  

Diante do ataque surpresa, Israel acionou as forças de segurança e declarou guerra, dando início à Operação Espadas de Ferro, com bombardeios intensos à Faixa de Gaza, onde ficam as bases do Hamas.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que o grupo “pagará preço sem precedentes” e prometeu exterminar o Hamas. 

Desde então, Israel tem disparado ataques aéreos diários à Gaza, estabeleceu bloqueio total – sem permissão para entrada de água, comida e combustível -, determinou que a população local, majoritariamente palestina, deixe o norte da região e se desloque para o sul; e convocou mais de 300 mil reservistas.

Neste momento, as forças de segurança afirmam ter cercado a cidade de Gaza e intensificam as ações terrestres.  

Hamas reagiu, ameaçando executar um refém civil israelense a cada novo bombardeio em Gaza. O grupo permanece com contra-ataques a partir de túneis subterrâneos.

Crise humanitária

A escalada de violência do conflito passou a atingir hospitais, escolas e abrigos de refugiados em Gaza, ferindo e matando os civis mais vulneráveis, entre mulheres e crianças.

A região, onde vivem 2,3 milhões de pessoas – a maioria palestina – enfrenta grave crise humanitária. Organizações humanitárias internacionais e quem está no meio do conflito relatam a falta de água, alimentos, remédios, energia, internet e combustível.

Israel passou a autorizar a entrada de ajuda humanitária, em caminhões procedentes do Egito, em Gaza, porém especialistas argumentam que o volume é insuficiente.

Cessar-fogo 

Desde o dia 7 de outubro, a comunidade internacional apela a um cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas para que os civis possam receber socorro e serem retirados da região do conflito. Observadores acusam Israel e o Hamas de crimes de guerra.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas – formado pelos Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido – reuniu-se diversas vezes para definir qual ação tomar diante do conflito, mas não chegou a um consenso.  Durante os 31 dias em que ficou à frente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), o Brasil liderou tentativas de acordo entre os países-membros, mas as quatro propostas de resolução sobre o conflito foram rejeitadas. 

Apesar da pressão internacional, Israel nega a possibilidade de encerrar os bombardeios na Faixa de Gaza e condiciona um cessar-fogo à libertação de todos os reféns pelo Hamas.

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Nilvinha dos Santos foi denunciada por contratar irregularmente o filho, duas irmãs, sobrinhos e um cunhado. Conheça os detalhes!

Conforme antecipado pela imprensa da Grande Região de Irecê, no início deste mês, foi apresentada à 6ª Promotoria de Justiça uma denúncia contra a prefeita de Ibititá, Nilva dos Santos. Ela é acusada de nomear e contratar parentes para exercer funções na Administração Municipal, seja por cargos comissionados ou por dispensa de licitação em contrariedade a Lei Orgânica da cidade, Constituição do Estado da Bahia, Constituição Federal, bem como o disposto na Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal.

Entres os parentes contratados irregularmente, configurando a prática de nepotismo, estão o filho Ravan de Miranda e as irmãs Verucia Alencar e Catiúcia dos Santos Nunes, além de mais dois sobrinhos e um cunhado. De acordo com a denúncia protocolada no Ministério Público do Estado (MP-BA), os pagamentos anuais giram em torno de R$ 36.000.00 (trinta e seis mil reais), R$ 45.890,00 (Quarenta e cinco mil e oitocentos e noventa reais) e R$ 72.000.00 (Setenta e dois mil reais).

Face ao expoto, o MP-BA vai intimar a prefeita Nilvinha, investigar os fatos documentados e, ao final, propor a ação judicial competente, seja na seara civil ou criminal, bem como recomendar medidas de urgência para sanar os danos causados ao município de Ibititá.

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Veiculada em algumas redes sociais desde a última semana, a notícia que o Governo da Bahia teria reestabelecido a obrigatoriedade do uso de máscaras por conta do aumento no número de casos de Covid-19 é FALSA. O último decreto estadual publicado que tratou sobre uso de máscaras na Bahia é de 29 de março deste ano.

O uso de máscaras segue com as mesmas diretrizes do decreto de 29 de março:

a)    Indicado em hospitais e demais unidades de saúde, como clínicas e Unidades de Pronto Atendimentos – UPAs;

b)    Obrigatório para indivíduos que estejam apresentando sintomas gripais como tosse, espirro, dor de garganta ou outros sintomas respiratórios;

c)    Obrigatório para indivíduos que tenham tido contato com pessoas sintomáticas;

d)    Obrigatório para indivíduos com confirmação de Covid-19, mesmo que assintomáticos.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) destaca que o mais importante neste momento de aumento do número de casos de Covid-19 é elevar a cobertura vacinal. Atualmente, a Bahia possui cerca de 13% da população imunizada com a dose da vacina bivalente, sendo o público-alvo os maiores de 12 anos. A vacina salva vidas!

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As mulheres rurais avançam, a cada dia, na produção da agricultura familiar baiana. Em Lençóis, a Associação dos Produtores Rurais do Povoado Volta do Américo (Apruva), formada, majoritariamente, por mulheres, fortalece a sua comercialização através da venda de cestas agroecológicas com mais de 90 produtos variados.

A presidente da Associação, Kriscia Argolo, explica que o projeto das cestas surgiu da necessidade de manter a comercialização dos produtos na época da pandemia, quando não acontecia a Feira Agroecológica do povoado, e foi potencializado pelos investimentos do projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Bahia Produtiva, que destinou recursos para a implantação de 10 Sistemas de Produção Integrados e Sustentáveis (Pais), sete canteiros econômicos e quatro sistemas agroflorestais (SAFs).

“O Bahia Produtiva foi muito importante para intensificar o processo de transição agroecológica, aumentou a produção, a qualidade na alimentação das famílias e a geração de renda, além de fortalecer a dimensão comunitária”, comentou Kriscia.

A agricultora Clarice Vicente também analisa o avanço da produção na comunidade rural. “Antes, eu só plantava para o consumo, mas, hoje, eu também comercializo e já é uma rendinha a mais, além de que estamos entregamos alimentos de uma forma limpa, sem agrotóxicos”, argumenta. Ela ressalta, ainda, que o projeto promove a doação de cestas na Associação, já que, a cada sete cestas vendidas, uma é doada especialmente para mulheres em vulnerabilidade e mães solo.

Para realizar as entregas das cestas, as mulheres contam com apoio de parceiros para entregas em pontos fixos de Lençóis. Para facilitar a divulgação, as mulheres fornecem contatos pelas redes sociais, pelo Instagram @cestaagroecologica e pelo WhatsApp 75 99964-3647. A Feira Agroecológica está de volta também no local e acontece uma vez por mês.

A CAR é uma empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

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