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Os Correios concluíram o projeto de codificação postal de Irecê. O município possui agora 1.185 logradouros/trechos cadastrados com novo Código de Endereçamento Postal (CEP), em 35 bairros. A nova codificação facilitará a localização de endereços, beneficiando moradores e empresas que prestam serviços em Irecê. O sistema ainda permite que o CEP seja usado como referência de garantia de confirmação de endereço, prática comum entre empresas de diversos segmentos.

A seguir, a relação dos bairros e suas respectivas faixas de CEP:    

Houve alteração na faixa de CEP de 44900-000 a 44904-999 para 44860-001 a 44879-999. O código que atualmente atende a localidade (44900-000) permanecerá ativo por 3 meses para minimizar quaisquer transtornos aos clientes no envio e recebimento de objetos postais, até que haja a adaptação aos novos CEPs por logradouro.

A zona rural do município será atendida pelo CEP 44876-899. O povoado de Itapicuru também recebeu nova faixa de CEP, de 44878-000 a 44878-499, e novo CEP Geral (44878-000).  

A ampliação da codificação postal de Irecê foi consolidada com a absorção de parte da faixa do município de Morro do Chapéu, que sofreu alteração nas faixas de CEP dos seus seis distritos, conforme tabela abaixo:

Os Correios recomendam que a população entre em contato com seus correspondentes e empresas onde possuam cadastro para informar o novo CEP do seu endereço. Sistemas de bancos e empresas que trabalham conectados ao banco de dados dos Correios serão atualizados com os dados novos, por logradouro.

Os CEP(s) específicos já estão disponíveis para consulta no Portal Correios (www.correios.com.br) e também nas agências dos Correios de Irecê e de Morro do Chapéu. Com essa ação, os Correios buscam a melhoria da prestação de serviços aos moradores do município, promovendo a cidadania e contribuindo para uma sociedade mais organizada e inclusiva.  

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O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao mês de julho de 2023, com dados sistematizados e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), estima uma produção de cereais, oleaginosas e leguminosas de 12,1 milhões de toneladas (t), o que representa um avanço de 6,9% na comparação com a safra de 2022 – que foi o melhor resultado da série histórica do levantamento para o conjunto de produtos pesquisados.

As áreas plantada e colhida estão estimadas em 3,53 milhões de hectares (ha), com avanço de 4,5% em relação à safra de 2023. Dessa forma, o rendimento médio esperado (3,44 t/ha) da lavoura de grãos no estado é 2,3% maior na mesma base de comparação. A produção de algodão (caroço e pluma) está estimada em 1,74 milhão de toneladas, que representa expansão de 29,1% em relação ao ano passado. A área plantada com a fibra aumentou 25,0%, para 363 mil hectares, em relação à safra de 2023.

O volume de soja a ser colhido pode alcançar 7,57 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 4,5% sobre o verificado em 2022. A área plantada com a oleaginosa no estado ficou projetada em 1,9 milhão de hectares. As duas safras anuais do milho, estimadas pelo IBGE, podem alcançar 3,09 milhões de toneladas, o que também representa crescimento de 8,9% na comparação anual. Com relação à área plantada, houve queda de 0,3% em relação à estimativa da safra anterior de 700 mil hectares.

A lavoura do feijão pode sofrer um recuo de 2,1%, totalizando 238,8 mil toneladas. O levantamento manteve a estimativa de 417 mil hectares plantados, a mesma observada no ano anterior. Para a lavoura da cana-de-açúcar, o IBGE estimou produção de 5,47 milhões de toneladas, queda de 2,3% em relação à safra 2022. A estimativa da produção do cacau, por sua vez, ficou projetada em 121,0 mil toneladas, apontando uma queda de 4,0%.

Para o café, está prevista a colheita de 193,2 mil toneladas, 17,3% abaixo do observado no ano passado. A safra do tipo arábica está projetada em 69,5 mil toneladas, com variação anual negativa de 30,8%. Por sua vez, a safra do tipo canéfora teve previsão de 123,7 mil toneladas, 7,0% abaixo do nível do ano anterior.

As estimativas para as lavouras de banana (913,8 mil toneladas), laranja (634,3 mil toneladas) e uva (65,5 mil toneladas), por sua vez, registraram, respectivamente, variações de 1,0%, -2,9% e 7,8%. O levantamento ainda indica uma produção de 938,3 mil toneladas de mandioca (9,6%), 331,8 mil de batata-inglesa (-6,3%); e 179,6 mil toneladas de tomate (0,9%).

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Enquanto realizava rondas no povoado de Gameleira, zona rural do município de João Dourado, região de Irecê, a Polícia Ambiental da Bahia, através da CIPPA/Lençóis, se deparou com um cenário inusitado. Uma coluna de fumaça os conduziu a um esconderijo onde foram encontrados indícios de atividades ilegais de caça. No local, armas, munições e outros equipamentos foram localizados, sugerindo uma saída apressada dos ocupantes.

A verificação prosseguiu no local. A Sargento Ivanna, comandante da guarnição, detalhou o encontro: “Quando vimos a fumaça próximo à Fazenda Dourada, decidimos verificar a fonte. O que encontramos parecia um acampamento: uma garrafa térmica, cinzas frescas, garrafas de água. Acredito que, ao nos aproximar, quem estivesse lá se escondeu ou nos observou de um lugar seguro.”

Apesar dos claros sinais de presença humana recente, a equipe não conseguiu encontrar ninguém. “Realizamos buscas na área, mas, infelizmente, não encontramos ninguém”, lamentou Ivanna.

Os materiais apreendidos, incluindo duas espingardas, cerca de 500g de chumbo e três membros de animais silvestres, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de João Dourado para as medidas legais pertinentes.

O episódio sublinha a dedicação constante da Polícia Ambiental em proteger o meio ambiente e seus habitantes na Bahia. A força policial encoraja o público a reportar atividades suspeitas e reafirma seu compromisso com a segurança da comunidade.

Para denúncias e informações adicionais, o público pode entrar em contato através do Disque-Denúncia: (75) 99951-5994.

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Agricultores e agricultoras familiares, produtores de morango, de Barra da Estiva e Ibicoara, na Chapada Diamantina, estão em contagem regressiva para a chegada da unidade de beneficiamento de morango, que vai atender produtores da Associação dos Produtores de Morango e Hortifrut da Chapada Diamantina (Aspromh) e mais de 100 famílias filiadas à Cooperativa de Produtores Rurais de Ibicoara e Chapada Diamantina (Coopric).  Quando iniciar o funcionamento a agroindústria terá capacidade de armazenamento de 20 toneladas para o morango congelado e de 15 para o resfriado.

A parceria entre a Aspromh e a Coopric foi firmada nesta sexta-feira (11/08), durante visita técnica aos empreendimentos de Barra da Estiva e Ibicoara, de representantes da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvilvimento Rural (SDR), que destinou recursos da ordem de R$ 477.7 mil para a construção da unidade de beneficiamento.

O agricultor familiar e associado da Aspromh, Denevaldo Carvalho Luz, mais conhecido como Barão, ressaltou que esse empreendimento vai fazer a diferença na agregação de valor e comercialização da produção de morangos da região. Ele narrou ainda que o morango salvou a sua vida e a de muitos na região, possibilitando aos produtores sonhar. “A gente vai poder comercializar o morango congelado, pois temos câmera de resfriamento e de congelamento. Assim, a gente vai conseguir agregar valor e armazenar, para depois buscar um mercado que valorize mais”.

O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, destacou que a experiência de Barão é um belo o exemplo de empreendedor rural. “Barão acreditou numa proposta que veio pra ele e construiu um ambiente muito favorável para que pudéssemos estar aqui hoje. O Estado enxergou essa potencialidade e, através da CAR, fez investimentos, que agora são realidade. A gente está vendo aqui um depoimento belíssimo do que é empreender no ambiente rural da nova agricultura familiar e vendo que daqui pra frente teremos mais ‘Barões’ sendo visualizados”.

A Coopric também foi beneficiada com R$ 60 mil reais em investimentos, por meio do projeto da CAR, Bahia Produtiva, aplicados em um container e em caixas para o armazenamento de morangos. Orlando Feiler, presidente da Coopric, comemorou a parceria firmada com a Aspromh, que vai qualificar ainda mais o trabalho da cooperativa e ampliar a renda dos cooperados. “Vamos fazer um trabalho em conjunto no beneficiamento de morango. Isso vai ser muito importante para os produtores porque vai racionalizar o trabalho e criar um produto de qualidade beneficiando a todos os cooperados”.

Estufas para citrus e café        

Outra estrutura visitada foi a das estufas instaladas no povoado de Santo Antônio, próximo à área urbana do Municipio de Ibicoara. No local será implantado um viveiro de mudas que terá a plantação inicial de 15 mil mudas de citrus e 150 mil mudas. A ação é resultado do convênio, que tem recursos da ordem de R$ 194 mil, firmado entre a CAR a Prefeitura de Ibicoara. A iniciativa contará com a parceria da Coopric, que ficará responsável, inicialmente, pela produção de dois mil metros quadrados.

De acordo com o presidente da Coopric, a ideia é ser um viveiro de mudas certificado que deverá beneficiar mais de 1.000 famílias entre cooperados e não cooperados. “A gente quer que seja um uso de qualidade para atender o produtor da região, evitando a vinda de mudas de outros locais que possam trazer doenças e pragas. Essas parcerias vão produzir muitos bons frutos para os cooperados, o município e a região aqui da Chapada Diamantina”.

Turismo Rural

O grupo visitou ainda a estação de Turismo Rural no Sítio e Cafeteria Canjerana, que conta com uma estrutura que inclui produção de morangos, café, cacau e outras culturas, numa área preservada de agrofloresta do município de Ibicoara. No local é possível conhecer espécies de árvores nativas como a Canjerana e apreciar o processo de torra do café, produzido na propriedade, entre outros atrativos.

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