
Os funcionários da Eletrobras e das subsidiárias Furnas e Cepel (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica) entraram em greve na segunda-feira (17) por tempo indeterminado. Cerca de 80% dos trabalhadores aderiram à medida, o que representa de 7 a 8 mil pessoas.
O motivo, segundo a Associação dos Empregados da Eletrobras (Aeel), tem a ver com as mudanças no plano de saúde oferecido pela empresa, que incluiriam cobranças abusivas e estariam sendo feitas de forma unilateral, sem negociação com os sindicatos.
Além disso, o processo de privatização da Eletrobras – com previsão de ser finalizado em abril – também tem desagradado, uma vez que os funcionários acreditam que ocorrerão mais demissões do que as que aconteceram em cinco anos.
Em nota, a Eletrobras disse que ainda está apurando os quantitativos de adesão à greve, já que envolve a holding, Furnas e Cepel e parte dos funcionários está em esquema de home office devido à pandemia. No entanto, garantiu que “não houve descontinuidade dos serviços prestados pela companhia”, conforme divulgado pelo Poder360.
Fonte: Yahoo Notícias
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