Terça-feira, 30 de Setembro de 2025
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Semana da Sustentabilidade em Lapão foi um sucesso, com a participação de estudantes da Escola Oscarino José Rosendo

Lapão recebeu, entre os dias 24 e 26 de setembro, a Semana da Sustentabilidade da Galvani, iniciativa tradicional da empresa que promove atividades educativas voltadas à valorização da fauna, flora e dos ecossistemas brasileiros, com foco no bioma Caatinga, exclusivo do território nacional.

As ações reuniram 71 estudantes da Escola Oscarino José Rosendo, em Lapão, além de professores e colaboradores da Galvani. Oficinas socioambientais, dinâmicas e atividades lúdicas marcaram a programação, garantindo aprendizado aliado à diversão.

“Estamos muito felizes com o engajamento das crianças. Elas participaram com entusiasmo e demonstraram grande interesse em conhecer e preservar a Caatinga, um bioma tão importante para o nosso país”, destacou Arianny Souza Corado, analista ambiental da Galvani.

As atividades da Semana da Sustentabilidade fazem alusão ao ODS 15 – Vida Terrestre, um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que incentiva a proteção, recuperação e o uso sustentável dos ecossistemas terrestres.

Crianças e professores aprovaram a iniciativa e destacaram a importância de levar a temática para as escolas:

°“Foi ótimo! Aprofundamos conteúdos já trabalhados em sala e os alunos se saíram muito bem. Vale a pena estender para outras escolas!” – Rosimeire Paiva dos Anjos, professora do 5º ano

°“Aprendi sobre os animais da Caatinga e como sobrevivem. Gostei muito dos desenhos e das explicações.” – Helber Guedes dos Santos, 11 anos

°“O que mais me chamou a atenção foi descobrir que a Caatinga é só do Brasil e que conseguimos trazer de volta a arara-azul.” – Otávio Almeida, 10 anos

°“Entendi melhor como os animais se adaptam. O sapo que entra na terra para se refrescar foi a lição que mais me marcou.” – Sara Moreira, 11 anos

O Projeto de Irecê

A nova unidade de mineração de fertilizantes da Galvani em Irecê marca a retomada das operações da empresa no território com um Projeto Inovador e Sustentável, em parceria com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), totalizando um investimento de mais de R$ 600 milhões. A planta deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2026, com capacidade para produzir 350 mil toneladas/ano de concentrado fosfático e 600 mil toneladas/ano de calcário agrícola.

O impacto para a região será significativo: um incremento estimado de R$ 31 milhões/ano na massa salarial local, por meio da contratação de mão de obra e fornecedores locais, além de aproximadamente R$ 13 milhões/ano em arrecadação tributária.

Fonte: As informações são de assessoria.



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