Terça-feira, 16 de Setembro de 2025
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Treinamento promovido pela ENGIE Brasil Energia capacitou a comunidade para manejo de abelhas nativas sem ferrão com práticas sustentáveis - Foto: Divulgação

A comunidade de Brejo da Brásida, em Sento Sé (BA) conta agora com moradores capacitados com o curso de Meliponicultura para Iniciantes. Ao todo, 12 participantes adquiriram conhecimentos com foco em transformar a relação da comunidade com o meio ambiente e abrir caminhos para novas alternativas de renda sustentável.

A capacitação, promovida pela ENGIE Brasil Energia, por meio dos Conjuntos Eólicos Campo Largo 1 e 2 e Umburanas, da Regional de Eólicas da Bahia (REOB), aconteceu na sede da Associação do TEIAS II e uniu teoria e prática para apresentar a importância das abelhas nativas sem ferrão para o equilíbrio ambiental e para a agricultura local. Os participantes aprenderam sobre organização social da colmeia, ciclo de vida das abelhas, comportamento, espécies comuns no Brasil e sua relação com a flora regional. Na parte prática, confeccionaram iscas PET para captura de enxames e vivenciaram técnicas de manejo, despertando interesse para a prática da meliponicultura como fonte de preservação ambiental e de geração de oportunidades.

A atividade foi ministrada por Juliana Brito Santos, analista ambiental dos Conjuntos Eólicos Campo Largo 1 e 2 e Umburanas, da ENGIE, que reforçou a relevância da iniciativa. Segundo ela, o curso surgiu a partir de uma solicitação da comunidade do Brejo da Brásida. “Dentro das ações que a ENGIE Brasil Energia vem promovendo, fez todo sentido apoiar a formação dessas pessoas, oferecendo conhecimento capaz de gerar impacto real em suas vidas”, afirmou Juliana. Ainda de acordo com a analista, a meliponicultura vai muito além da geração de renda. “É um caminho para o resgate cultural e, sobretudo, para a conservação das abelhas-sem-ferrão e da flora local. No Brejo da Brásida, a mandaçaia (Melipona quadrifasciata anthidioides) é uma das espécies de abelhas-sem-ferrão que desempenha um papel crucial na polinização das plantas nativas da Caatinga, reforçando a importância de preservar os ecossistemas.  Iniciativas como essa mostram que conhecimento, resgate cultural e sustentabilidade podem caminhar juntos, fortalecendo comunidades e valorizando a biodiversidade local”, explica ela.

Juliana também ressaltou a importância para a ENGIE. “Investir em iniciativas socioambientais é investir no futuro nas regiões onde atuamos. Acreditamos que o desenvolvimento deve estar lado a lado com a conservação ambiental, e a meliponicultura é um exemplo perfeito dessa união: fortalece a biodiversidade, traz conhecimento e abre novas oportunidades”.

Com duração de um dia, o curso deixou sementes de transformação plantadas na comunidade, reforçando o compromisso da ENGIE Brasil Energia com a sustentabilidade e com o desenvolvimento local.

Fonte: Ascom - Engie



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