Quinta-feira, 02 de Julho de 2026
Agricultura

Foto: Globo Rural

Na Chapada Diamantina (BA), a colheita já está em um ritmo mais lento, típico do segundo semestre da região, já que a maioria dos produtores concentra suas safras na temporada das águas.

As batatas plantadas entre a segunda quinzena de fevereiro e todo o mês de março passaram por chuvas intensas naquele período, além de calor, o que ainda reflete na produtividade dos tubérculos que estão sendo colhidos agora em junho.

Por outro lado, o rendimento está bem melhor do que em abril, quando a média da região foi de 34 t/ha. Já em maio houve uma melhora expressiva da produtividade, que registrou média de 40 t/ha. Para junho, deve fechar em 45 t/ha. Nos meses de melhor desempenho produtivo, durante o segundo semestre, a região costuma ter médias que ficam entre 50 a 60 t/ha.

Um dos impactos na produtividade decorrente das adversidades climáticas é de tubérculos de menor calibre. Produtores declaram que desde abril não há significativos problemas fitossanitários – março foi a última vez em que houve maior dificuldade no controle pinta-preta, em decorrência do excesso de chuvas naquele mês.

Em junho, as temperaturas baixas, a ausência de chuvas e o controle hídrico através do sistema de irrigação criaram um ambiente excelente para o desenvolvimento dos tubérculos. Para julho e agosto, a expectativa é de lavouras mais produtivas e de melhor qualidade, dado às boas condições em que essas vêm se desenvolvendo (sobretudo as de agosto).

Fonte: HF Brasil



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