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A colheita da batata tipo ágata especial segue acelerada em diversas regiões produtoras do Brasil.
O clima quente tem antecipado o fim do ciclo nos solos, obrigando os agricultores a retirarem as batatas para evitar o escurecimento da pele ou apodrecimento.
Na Chapada Diamantina (BA), a produtividade está em alta, e a colheita intensa tem impulsionado a oferta no mercado atacadista.
Com temperaturas mais amenas previstas para os próximos dias em outras regiões do país, a disponibilidade pode cair ligeiramente, mas a tendência é que, ao longo de março, ainda haja grande volume de batatas sendo comercializadas.
Além da Bahia, regiões do Sul, como Guarapuava (PR) e Água Doce (SC), estão no auge da colheita.
No Cerrado Mineiro, a remoção dos tubérculos aumenta a cada semana, intensificando a concorrência. Esse cenário de alta oferta tem preços reduzidos para baixo, trazendo desafios para os produtores.
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Fonte: Da Redação
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Os produtores de cenoura da região de Irecê (BA) estão enfrentando desafios devido ao clima seco e às altas temperaturas. Na semana passada, o preço da caixa de 20 kg da cenoura “suja” subiu para uma média de R$ 55,50, um aumento de quase 4% em relação ao período anterior.
A falta de chuvas prejudica o desenvolvimento das raízes, comprometendo a qualidade da produção.
De acordo com o Hortifrúti/Cepea, a restrição hídrica tem sido um dos principais entraves para os agricultores. Normalmente, o volume de chuva esperado para fevereiro na região varia entre 100 e 120 mm, mas os índices atuais estão bem abaixo dessa média.
Além do impacto imediato na produção, os produtores temem que o baixo enchimento dos poços artesianos pode causar problemas ainda maiores nos próximos meses, reduzindo a oferta do produto ao longo do ano.
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Fonte: Da Redação
Plantio de café ganha mais espaço nas lavouras da chapada — Foto: Ascom/SDR Bahia
A Chapada Diamantina, região conhecida por suas belezas naturais, também vem ganhando destaque na produção de café na Bahia. Entre os municípios produtores, Bonito e Iraquara contribuem para o setor cafeeiro do estado.
Bonito, com uma área de 7.020 hectares destinados ao cultivo do café, é um dos principais produtores da região. Iraquara também tem uma participação expressiva, com 1.058 hectares cultivados.
Outros municípios como Barra do Choça, Barra da Estiva, Ibicoara, Piatã, Mucugê, Morro do Chapéu, Seabra e Mulungu do Morro também integram essa cadeia produtiva, ampliando a relevância da região no cenário estadual.
De acordo com dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), a Bahia colheu 78,9 mil hectares de café em 2023, alcançando uma produção de 94,8 mil toneladas e um valor de mercado estimado em R$ 902,4 milhões. Para 2025, a produção baiana deve atingir 3,4 milhões de sacas, um crescimento de 11,3% em relação ao ciclo anterior.
A região também se destaca na produção de cafés especiais e orgânicos, como os cultivados pela Cooperativa de Produtores Orgânicos e Biodinâmicos da Chapada Diamantina (Cooperbio), que já são exportados para Alemanha, Inglaterra e Austrália. As perspectivas de preço para 2025 indicam valores elevados, impulsionados por condições climáticas adversas que afetaram a produtividade nacional.
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Fonte: Da Redação
Região de Irecê responde por uma fatia expressiva da produção baiana de tomate – Foto: reprodução
A região de Irecê segue como um dos principais polos de produção de tomate na Bahia, conforme dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI).
O estado registrou uma produção total de 343,2 mil toneladas em uma área colhida de 6,1 mil hectares, alcançando um valor de produção de R$ 935,9 milhões.
Entre os 20 municípios baianos que mais produzem tomates, sete pertencem à região de Irecê, consolidando sua importância na cadeia produtiva do estado.
Os destaques são Cafarnaum (6º lugar, 297 hectares), Ibititá (7º lugar, 226 hectares), América Dourada (9º lugar, 190 hectares), Canarana (10º lugar, 158 hectares), João Dourado (11º lugar, 147 hectares), Barro Alto (12º lugar, 101 hectares) e Lapão (15º lugar, 97 hectares).
Municípios da Chapada Diamantina, como Morro do Chapéu, Iraquara, Seabra, Ibicoara e Mucugê, também figuram entre os principais produtores do estado.
Para 2025, especialistas do setor projetam um recuo nos investimentos devido aos baixos preços registrados no segundo semestre de 2024. Esse cenário foi influenciado pela alta produtividade, impulsionada por condições climáticas favoráveis e avanços tecnológicos.
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Fonte: Da Redação
Município ocupa a 14ª posição entre os maiores produtores do estado, com 1.106 hectares irrigados - Foto: reprodução
O município de Ibipeba, localizado na região de Irecê, é um importante polo de produção de banana na Bahia.
Segundo dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (SEAGRI), Ibipeba ocupa uma área irrigada de 1.106 hectares dedicados ao cultivo da fruta, conquistando a 14ª posição entre os maiores produtores do estado, logo atrás de Juazeiro.
A Bahia, que se firma como o segundo maior estado produtor de banana no Brasil, conta com uma área colhida de 64,7 mil hectares, responsável por uma produção de 862.568 toneladas, gerando uma movimentação econômica de R$ 1,5 bilhão. Esse desempenho é impulsionado principalmente por pequenos agricultores, com Bom Jesus da Lapa liderando a produção estadual, somando 7.380 hectares cultivados.
Entre as variedades mais cultivadas estão a Maçã, Prata Anã e Nanica, sendo esta última cada vez mais procurada pela sua resistência ao mal-do-panamá (doença que afeta as plantas de banana, causada por fungo).
Com perspectivas promissoras para o setor em 2025, a tendência é de expansão na área plantada em diversas regiões do país, incluindo o Semiárido baiano, onde a banana se destaca pela rusticidade e rápido retorno financeiro.
Ibipeba segue mostrando seu potencial na agricultura irrigada e contribuindo para o crescimento econômico do estado.
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Fonte: Da Redação
Foto: Reprodução
A Bahia, maior produtor de mamona do Brasil, está otimista com a expansão da produção do grão na safra 2024/2025. De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada deve aumentar de 58 mil hectares para 63,5 mil hectares, representando um crescimento de 9,5%. A produtividade também deve subir de 1500 quilos por hectare para 1710 quilos por hectare, um aumento de 14%. Com isso, a produção total está projetada para alcançar 108,6 mil toneladas, um crescimento de 25% em relação à safra anterior.
A alta constante na cotação dos preços tem sido um fator crucial para essa expansão. Em janeiro de 2024, a saca de mamona era vendida a R$ 199,70, enquanto em janeiro de 2025, o preço subiu para R$ 272,50, um aumento de aproximadamente 36,5%. Esse cenário favorável tem incentivado os produtores a ampliar suas áreas de cultivo, muitas vezes substituindo culturas como feijão e milho.
A produção de mamona na Bahia está concentrada principalmente na região de Irecê, no centro-norte do estado, com destaque para os municípios de Canarana, Ibititá, Uibaí, Presidente Dutra, Barro Alto, Jussara, Central e Mulungu do Morro, como aponta o Portal da Agropecuária da Bahia (https://portaldaagropecuaria.uefs.br/) - site mantido pela Seagri e atualizado com dados do IBGE. Os grãos são destinados principalmente à indústria de extração de óleo, enquanto as cascas e a torta da mamona são utilizadas como matéria orgânica para o solo. Estudos estão sendo realizados para explorar o uso desses coprodutos na alimentação animal, aumentando ainda mais a versatilidade da mamona.
O secretário da Agricultura da Bahia, em declaração, destacou a liderança do estado no setor e a perspectiva futura: "A Bahia tem se consolidado como o maior produtor de mamona do Brasil, e a safra 2024/2025 promete ser um marco nesse crescimento. Estamos otimistas com a expansão da área cultivada e o aumento da produtividade, que refletem a confiança dos produtores e o potencial econômico da mamona. Continuaremos a investir em pesquisa e tecnologia para manter nossa liderança e garantir um futuro promissor para o setor."
Fonte: Ascom/Seagri
Foto: Divulgação
A oferta de cebola segue limitada na Região de Irecê, impactada pelo período de chuvas típicas desta época do ano.
A chegada das precipitações, na semana passada, dificultou as colheitas e o preparo das próximas áreas de plantio. Além disso, produtores da região haviam reduzido investimentos devido à expectativa inicial de uma safra abundante no Sul do país. A informação é do HF Brasil.
Para minimizar os impactos, muitos agricultores se anteciparam às condições climáticas, realizando colheitas antecipadas e armazenando parte da produção. Esse planejamento permitiu que a oferta na região se mantivesse regular, apesar da redução no ritmo das atividades no campo.
No mercado, os preços continuam estáveis em relação à semana anterior. A cotação da cebola amarela híbrida foi registrada em R$ 38,67 por saco de 20 kg. O cenário reflete o equilíbrio entre a oferta controlada e a demanda.
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Fonte: Da Redação
Foto/Crédito: @anna321fabia
Na Chapada Diamantina, Mucugê se destaca pelo cultivo de batata com manejo hídrico eficiente. A região exemplifica como a tecnologia pode transformar a agricultura.
A batata é sensível a mudanças na disponibilidade de água. Períodos de estiagem podem comprometer a produção, enquanto o excesso hídrico favorece doenças e reduz a aeração do solo.
Com o uso de pivôs centrais de irrigação, os agricultores locais conseguem manter o equilíbrio ideal de umidade no solo. Essa prática eleva a produtividade em até 20%.
O sucesso da irrigação em Mucugê reforça a força da agricultura baiana. A combinação de tecnologia e boas práticas agrícolas têm gerado resultados impressionantes no campo.
Fonte: Da Redação
Àrea cultivada de feijão em 2022 na Região de Irecê — Foto: reprodução
A Região de Irecê, que produziu muito feijão nas décadas passadas, pode voltar a se destacar na produção do grão. Essa retomada ocorre em meio a um cenário climático favorável, com a regularização das chuvas nos últimos anos e a influência das características La Niña, que promete intensificar as precipitações na região.
A agricultura de sequeiro, que havia perdido força, retornou com vigor desde 2020, impulsionada por práticas agrícolas modernas e pelas condições climáticas mais adequadas.
Mesmo com uma redução de 39% na área plantada no Brasil, a produção de feijão cresceu 30%, conforme dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), evidenciando o impacto positivo de tecnologias de supervisão e manejo adequado.
Além da agricultura de sequeiro, a irrigação por gotejamento, sementes de alta qualidade e o uso racional de recursos hídricos têm contribuido para os bons resultados mesmo em áreas semiáridas.
As chuvas registradas já neste mês de novembro de 2024 animam o setor agrícola da região. De acordo com os principais centros meteorológicos, o possível retorno do La Niña pode manter o ritmo de precipitações acima da média, beneficiando a safra de 2025.
“ Há última safra de feijão que tive foi em 1997. De lá para cá, acumulei muitas perdas e prejuízos por conta dos anos de seca. Não planto há muito tempo, mas este ano promete, estou bastante animado. Além do millho, reservei uma área de 30 tarefas para eu plantar feijão”, disso o agricultor José Ricardo dos Santos, ao Central Notícia.
O La Niña ocorreu em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995, sendo que o episódio mais recente perdurou de julho de 2020 a fevereiro de 2023.
“Plantamos no pivô com uma semente selecionada da Embrapa, que deu muito boa. Parte do nosso plantio foi para o consumo e outra comercializamos. Este ano a produção foi melhor, também devido às chuvas frequentes, e a expectativa para 2025 é ainda melhor, com a La Ninã”, disse ao portal A Tarde, Aidano Martins, agricultor que cultiva feijão para o consumo e comercialização em Irecê, que já foi conhecida como a Capital do Feijão.
O feijão-de-corda, o fradinho e o carioca são os principais tipos cultivados, que já garantiu não apenas o abastecimento local, mas também a comercialização para outras regiões do país.
Com o retorno das chuvas e a eficiência das novas práticas agrícolas, a Região de Irecê consolida sua trajetória de recuperação no cenário nacional, trazendo otimismo para os agricultores e reforçando sua relevância econômica e histórica como um dos polos mais importantes da cultura do feijão no Brasil.
Fonte: Da Redação
Foto: Seagri
A abertura do mercado chinês para as uvas brasileiras, anunciada na última quarta-feira (20), durante encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping, representa um novo capítulo para a fruticultura baiana. Com essa conquista, o estado, segundo maior exportador de uvas do Brasil, após Pernambuco, tende a consolidar sua posição como um dos principais produtores e exportadores da fruta no País.
Em 2023, a Bahia exportou 22 mil toneladas de uvas para destinos como Europa e Estados Unidos, movimentando mais de US$ 54 milhões de dólares. Com a abertura do mercado chinês, um dos maiores consumidores de uvas premium do mundo, a expectativa é que esses números aumentem significativamente, tendo em vista que, no ano passado, a China desembolsou cerca de 480 milhões de dólares para comprar a fruta de outros países.
"A China é um mercado estratégico para a agricultura baiana e vamos acrescentar a esse rol a nossa uva. Essa conquista é resultado de um trabalho conjunto entre o Governo do Estado, produtores e entidades do setor", afirma o secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum. "Com o apoio de políticas públicas e investimentos em tecnologia, estamos preparados para atender à demanda chinesa e fortalecer ainda mais o nosso agronegócio."
Com até duas safras e meia colhidas de uva por ano, o Vale do São Francisco, principal região produtora da fruta na Bahia, se destaca pela alta qualidade de sua produção, que atende aos mais rigorosos padrões internacionais. A região possui uma infraestrutura moderna e produtores altamente qualificados, capazes de garantir a produção contínua, com fitossanidade atestada e a entrega de produtos frescos e saborosos aos consumidores.
Fonte: Seagri
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