Fotomontagem: White House Archived e Reprodução: Instagram / @xi.jinping_cn
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o líder da China, Xi Jinping, de conspirar contra os EUA por ter se reunido com Vladimir Putin, presidente da Rússia, e Kim Jong Un, líder da Coreia do Norte, na terça-feira (2), em um evento em Pequim que contou com um grande desfile militar. As informações são dos portais Bloomberg e InfoMoney.
“Por favor, transmitam meus cumprimentos mais calorosos a Vladimir Putin e Kim Jong Un, enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América”, disse Trump em seu site Truth Social, referindo-se aos atos na capital chinesa
Estados Unidos e China vivem um impasse desde o início do ano devido à agressiva política tarifária do governo Trump. O gigante asiático foi um dos poucos países que resistiu a taxação americana, contra-atacando com medidas semelhantes.
Trump também questionou se Xi daria crédito aos EUA, em seu discurso de quarta-feira, antes do desfile, pelo “enorme apoio” prestado à China durante a Segunda Guerra Mundial. Trump acrescentou: “Muitos americanos morreram na busca da China pela vitória e glória”.
Durante o evento em Pequim, o líder chinês não chegou a mencionar diretamente os EUA, mas expressou sua gratidão a nações não especificadas que teriam ajudado a China. Questionado sobre as declarações de Trump, o Ministério das Relações Exteriores chinês não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.
Apesar das críticas, Trump rejeitou as alegações de que o desfile militar promovido por Xi seriam um desafio ao poder dos EUA. “Tenho um ótimo relacionamento com o presidente Xi, como vocês sabem”, disse Trump a repórteres no Salão Oval, horas antes do evento. “Mas a China precisa muito mais de nós do que nós precisamos dela”. O republicano ainda afirmou, em outro momento, estar confiante de que Pequim não direcionará seus recursos de defesa contra os EUA no futuro.
“Temos o exército mais forte do mundo”, disse Trump em uma entrevista de rádio com Scott Jennings, comentarista conservador. “Eles jamais usariam seus militares contra nós — acredite, seria a pior coisa que poderiam fazer.”
O evento desta terça em Pequim marca os 80 anos da derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial. O espetáculo, altamente coreografado, contou com a presença de dezenas de chefes de Estado e de governo, incluindo líderes do Vietnã, Malásia, Paquistão, Bielorrússia, Irã, Sérvia e Eslováquia.
Fonte: Bahia.ba
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