Foto: Reprodução
A prisão antecipada do ex-presidente Jair Bolsonaro por ação dos filhos aumentou o desconforto da centro-direita com a imprevisibilidade da família e ameaça minar as chances de a família encabeçar a chapa da oposição na disputa pelo Planalto em 2026.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já havia se tornado “tóxico” ao gerar, com sua atuação nos EUA, as primeiras medidas cautelares impostas a Bolsonaro.
Agora, avaliam caciques da política, quem errou foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cujo nome chegou a crescer nas apostas para disputar a Presidência, mas perdeu força. Um dos motivos apontados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a prisão domiciliar do ex-presidente foi um discurso de Bolsonaro postado nas redes sociais do parlamentar.
Ao mandar prender Bolsonaro, Moraes apontou “ação coordenada” de três filhos do ex-presidente – Eduardo, Flávio e o vereador Carlos Bolsonaro que causaram o descumprimento de medidas cautelares. O magistrado citou Flávio 17 vezes.
Políticos que conversaram com a Coluna lembraram que a passagem de Bolsonaro pelo Planalto foi marcada por ações intempestivas, e que os filhos eram duramente criticados. Depois de darem o benefício da dúvida à família por um tempo, representantes da direita deixaram de acreditar em moderação e pragmatismo da família.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, na manhã deste domingo (3), o tarifaço imposto por Donald Trump sobre os produtos brasileiros. Lula afirmou que há um limite de briga que ele pode ter com o governo americano, tendo que falar apenas o necessário.
"Eu tenho um limite de briga com o governo americano. Eu não posso falar tudo que eu acho que tenho que falar. Nós temos que falar apenas aquilo que é necessário", afirmou.
Ele também comentou que é inaceitável usar assunto político para taxar o Brasil. "Eles têm que saber que nós temos o que negociar. (...) Nós queremos negociar igualdade de condições. Estados Unidos é muito grande, é o país mais bélico do mundo, mais tecnológico do mundo. Mas nós queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Temos interesses econômicos, estratégicos, queremos crescer e não somos uma republiqueta. Querer colocar um assunto político para nos taxar economicamente é inaceitável", disse.
A declaração correu durante cerimônia de encerramento do 17 Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado em Brasília. O evento marca a posse do ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva como novo presidente do partido.
Fonte: Metrópoles
Foto:Reprodução
O tarifaço de 50% imposto pelo governo de Donald Trump exclui 44,6% das exportações brasileiras em valores para os Estados Unidos, divulgou nesta quarta-feira (31) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A pasta calculou o impacto da lista com cerca de 700 exceções para produtos que ficaram fora da sobretaxação.
Esses 700 itens, entre os quais aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro, continuarão a pagar a tarifa de até 10% definida em abril. Segundo a pasta, as medidas anunciadas na quarta-feira (30) incidirão apenas sobre 35,9% das exportações brasileiras para os Estados Unidos.
Há ainda 19,5% das vendas sujeitas a tarifas específicas, adotadas pelo governo de Donald Trump com base em argumentos de segurança nacional. Entre esses produtos, estão as autopeças e automóveis de todos os países, que pagam 25% para entrarem nos Estados Unidos desde maio.
O aço, alumínio e cobre pagam alíquota de 50%, mas, segundo o levantamento do Mdic, estão dentro dos 19,5% porque as tarifas foram definidas com base nos argumentos de segurança nacional em fevereiro, com entrada em vigor em março.
De acordo com o Mdic, 64,1% das exportações brasileiras continuam concorrendo em condições semelhantes com produtos de outros países no mercado estadunidense. Esse percentual é a soma dos 44,6% de vendas excluídas do tarifaço e dos 19,5% de exportações com tarifas específicas.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Mdic, o levantamento é preliminar e foi elaborado com base nas exportações brasileiras para os Estados Unidos em 2024. O governo brasileiro espera alguns esclarecimentos sobre se algumas especificações de produtos estão fora da lista de exceções.
A pasta esclareceu que os produtos em trânsito para os Estados Unidos não serão afetados pelas tarifas adicionais. A decisão, emitida na quinta-feira (30), excluiu da elevação da tarifa mercadorias que tenham sido embarcadas no Brasil até sete dias após a data da ordem executiva, observadas as condições previstas.
O Mdic divulgou uma tabela do efeito do tarifaço e da lista de exceções sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos: Com base nos valores vendidos em 2024:

Fonte: Agência Brasil
A partir de setembro vai ficar mais fácil parcelar compras sem precisar de um cartão de crédito. É uma nova ferramenta do PIX, que será ampliada.
Fonte: Band
Foto: Agência Brasil
Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como a energia, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (30) se pausa o ciclo de alta na Taxa Selic, juros básicos da economia. Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.
Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas.
Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim de 2025, iniciando uma redução em 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.
Na ata da última reunião, em junho, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado. Segundo o comitê, os núcleos de inflação – medida que exclui preços administrados e de alimentos in natura – têm se mantido pressionados há meses. Isso, na avaliação do BC, corrobora com a interpretação de que a inflação segue pressionada por demanda que requer “uma política monetária contracionista por um período bastante prolongado”.
Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto, três de 1 ponto percentual, uma de 0,5 ponto e uma de 0,25 ponto.
Inflação
O comportamento da inflação continua uma incógnita. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,24% em junho e para 5,35% em 12 meses. No entanto, o IPCA-15 de julho, que funciona como uma prévia da inflação oficial, veio acima das expectativas e acelerou por causa de preços de energia e de passagens aéreas.
Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 5,09%, contra 5,2% há quatro semanas. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.
Taxa Selic
A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.
Meta contínua
Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.
No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em maio de 2025, a inflação desde junho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em junho, o procedimento se repete, com apuração a partir de julho de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.
No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,9%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de setembro.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Diante da iminente entrada em vigor do tarifaço anunciado por Donald Trump, que impõe alíquota de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, parlamentares da comitiva brasileira em missão nos Estados Unidos passaram a defender uma intervenção direta do presidente Lula. Para eles, uma ligação ao presidente norte-americano pode ser decisiva para reabrir o diálogo e tentar evitar perdas ao agronegócio e à indústria nacional.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nas redes sociais que Lula deveria buscar contato direto com Trump. “O Brasil não pode ser refém do populismo e da vaidade de quem governa”, disse a parlamentar, que integra o grupo de senadores em Washington. A mesma linha foi seguida pelo senador Esperidião Amin (Progressistas-SC), que avaliou que uma iniciativa de Lula não traria prejuízo político. “Até uma reação hostil ou de indiferença de Trump à iniciativa de Lula será benéfica para ele. O Lula não tem nada a perder. Só a ganhar”, defendeu.
Trump justificou a nova política tarifária como retaliação ao que considera perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe em 2022. O republicano chamou o processo de “caça às bruxas” e foi criticado por parlamentares democratas por tentar interferir na Justiça brasileira.
Em resposta ao anúncio, o presidente Lula declarou que o Brasil “não aceitará ser tutelado por ninguém” e sinalizou que o governo estuda medidas com base na Lei da Reciprocidade Econômica. Nos bastidores, no entanto, cresce a pressão para que o Palácio do Planalto reaja com articulação diplomática mais direta, diante do risco de prejuízos bilionários ao setor exportador.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Ricardo Stuckert/PR
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), usou as redes sociais para mandar recado ao presidente Lula (PT) em meio a proximidade da aplicação da nova tarifa de 50% nas exportações brasileiras anunciada pelo americano Donald Trump. A medida entrará em vigor no dia 1º de agosto.
“É seu dever ao menos telefonar para a Casa Branca antes e, mesmo se acreditar, tentar cumprir o papel de representante do Brasil. Sua omissão, neste episódio, jamais será entendida como soberana”, escreveu Ciro, na manhã desta segunda-feira, 28.
O presidente do PP a nível nacional criticou a postura do governo, classificando a situação como considerou “ideologia e jogo político” em meio a uma crise diplomática e a guerra comercial entre os países. Além disso, ele também cobrou um possível acordo entre a Casa Branca e o Palácio do Planalto.
“União Europeia, Japão, Reino Unido, China e Filipinas já fecharam seus acordos porque seus líderes não apostaram no “nós contra eles” e agiram com pragmatismo”, afirmou Nogueira.
Ele ainda completou dizendo: “Presidente Lula, não é humilhação ligar para o presidente dos EUA. É obrigação. Sobretudo quando se trata de defender o interesse nacional dos brasileiros. O “cara” ligaria para Trump. Não cometa esse erro histórico”.
Acordo comerciais
Um dos motivos do progressista mencionar as outras nações deve-se ao anúncio feito por Donald Trump no último domingo, 27, sobre um acordo comercial com a União Europeia.
Nesse sentido, os produtos passarão a ser taxados em 15% e não mais em 30% como havia sido imposto anteriormente.
A nova tarifa também se aplica a automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos. No entanto, o aço e o alumínio seguem com sobretaxa de 50%.
Trump se reuniu com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na Escócia. Segundo o norte-americano, a UE investirá US$ 600 bilhões nos EUA e firmará acordos para compra de energia e equipamentos militares norte-americanos.
O trato foi firmado nas vésperas da adoção da nova taxação, prevista para o próximo dia 1º de agosto.
Fonte: Bahia.ba
Comprovante falso e entrega falsa|Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma lanchonete de Anápolis, em Goiás, reagiu de forma inusitada após suspeitar de um golpe em um pedido feito por aplicativo de mensagens. Ao notar inconsistências no comprovante de pagamento enviado pelo cliente, o proprietário do estabelecimento, Vitor de Sousa Silva, desconfiou da tentativa de fraude e decidiu enviar pedras no lugar dos sanduíches solicitados.
Segundo Vitor, a decisão foi tomada no momento da entrega, quando ele percebeu que o valor do pedido não havia sido creditado na conta da empresa. Como forma de lidar com a situação de maneira bem-humorada, ele reuniu objetos que estavam ao redor da lanchonete — como pedras e restos de embalagens — e os colocou nas sacolas de entrega, além de adicionar água em um dos potes de açaí.
O entregador levou o pedido normalmente até o endereço indicado, sem que o suposto cliente desconfiasse da mudança. De acordo com Vitor, a atitude foi motivada pela frequência de golpes semelhantes e pelo desejo de dar uma resposta criativa à tentativa de fraude. "Nós tivemos prejuízo do tempo e da brincadeira, porque nós levamos na brincadeira", disse à TV Anhanguera.
Após receber o “lanche”, o suposto cliente respondeu com ironia, agradecendo e elogiando o conteúdo da entrega. O episódio ganhou repercussão local e chamou atenção para os desafios enfrentados por pequenos empreendedores diante de golpes virtuais em serviços de delivery.
Fonte: Varela Net
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