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Fonte: Informe Publicitário
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve receber até o fim da próxima semana mais 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra a covid-19. O material, que já vem pronto para ser aplicado, foi produzido pelo Instituto Serum, da Índia. A Fiocruz fará apenas a rotulagem para distribuição pelo Programa Nacional de Imunizações.
Mais 8 milhões de doses estão previstas pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum, mas ainda não há data prevista para o recebimento. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.
A estratégia de receber doses prontas é uma iniciativa paralela à produção própria feita pela Fiocruz, a partir da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).
Fonte: Agência Brasil
No Campus do IFBA em Irecê serão ofertadas 75 vagas
Por conta da pandemia da covid-19, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) fará a seleção para o Processo Seletivo Gratuito para os Cursos Técnicos com base nas notas do histórico escolar, num formato virtual e não presencial. A instituição publicou na segunda-feira, 15, os editais do Processo Seletivo para os cursos técnicos – 2021 com a oferta de 2.997 vagas para Bahia.
As inscrições serão realizadas no período de 22 de fevereiro a 16 de abril de 2021 no site. O processo será todo on-line e gratuito. “A inscrição será gratuita para garantir que nesse momento de crise os estudantes em qualquer lugar da Bahia possam se inscrever para os nossos cursos”, explica a reitora Luzia Mota.
As vagas são para os cursos técnicos profissionais, nas formas Integrada (Ensino Médio junto ao profissionalizante), Subsequente (profissionalizante para quem já terminou o Ensino Médio) e Concomitante (profissionalizante concomitantemente ao Ensino Médio de outra Instituição). São 1589 vagas para os cursos Integrados, 1358 vagas para os cursos Subsequentes e 50 vagas para os cursos Concomitantes. Os estudantes poderão escolher até duas opções de curso de uma mesma forma no campus de sua escolha.
No Campus de Irecê serão ofertadas 75 vagas no total, sendo 25 para o cada curso, Técnico Integrado ao Ensino Médio em Eletromecânica, Biocombustíveis e Informática.
Para a realização da inscrição, os estudantes que ainda não tiverem obtido o histórico escolar a tempo pela escola poderão, excepcionalmente, apresentar declaração de histórico escolar assinada pelo responsável pela escola conforme modelo disponível no edital ou “atestado escolar” onde constem as notas e o nome completo do candidato (em papel timbrado, carimbado e assinado pelo responsável da escola) ou o conjunto dos boletins (em papel timbrado, carimbado e assinado pela escola). Mas na hora da matrícula o histórico escolar será obrigatório.
As notas analisadas serão: dos 6º, 7º e 8º ano do Ensino Fundamental para os Cursos Integrados e Concomitantes; e do 1º e 2º ano do Ensino Médio para os Cursos Subsequentes. As notas que não estiverem no padrão numérico deverão ser informadas ao sistema do Processo Seletivo conforme o anexo da tabela de equivalência de conceitos e notas.
O IFBA reservará 50% das vagas para candidatos que estudaram em escola pública, com critérios socioeconômicos (subdivididos entre renda bruta familiar igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita e renda bruta familiar superior a 1,5 salário-mínimo per capita) e étnico-raciais (candidatos que se autodeclarem pretos, pardos e indígenas). Também há reserva de vagas para candidatos com deficiência.
“Estamos fazendo um grande esforço para garantir a realização desse processo para continuar dando oportunidade dos jovens entrarem na instituição. As mudanças são emergenciais, não são mudanças definitivas. O processo de 2021 é um processo emergencial e a opção pela análise do histórico escolar se dá pelo fato de sabermos que desse modo poderíamos fazer o processo remotamente e ao mesmo tempo poderíamos deixá-lo mais inclusivo, já que a análise de histórico é uma seleção processual, que leva em consideração a vida do estudante durante os últimos anos de estudo. Queremos cada vez mais tornar o acesso ao IFBA mais democrático e inclusivo e a sociedade pode ter certeza de que esses estudantes terão políticas de permanência e êxito dentro da instituição e eles poderão construir seus projetos profissionais dentro do IFBA”, explica a reitora Luzia Mota.
As vagas dos cursos Integrados são para os campi de Barreiras, Brumado, Camaçari, Euclides da Cunha, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Seabra, Simões Filho, Valença e Vitória da Conquista. Para os cursos Subsequentes as vagas disponíveis são dos campi de Barreiras, Brumado, Camaçari, Euclides da Cunha, Ilhéus, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Salvador, Santo Amaro, Simões Filho, Ubaitaba e Vitória da Conquista. Para os cursos Concomitantes as vagas são para o Campus Lauro de Freitas.
Fonte: Ascom - IFBA

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Na última semana foi anunciado o prazo de licitação para a obra de duplicação do Hospital Regional Mário Dourado Sobrinho, que vai passar a contar com 225 leitos, sendo 20 novos de UTI e 90 de enfermaria.
Além disso, serão implantados serviços de hemodinâmica, cirurgia cardíaca, neurocirurgia e oncologia com radioterapia. Outra novidade é a criação de um Centro de Parto Normal (CPN).
É a descentralização dos serviços de saúde de alta complexidade chegando mais perto dos baianos e baianas.
Fonte: Com informações de assessoria


Representantes do Governo do Estado e da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé) discutiram o desenvolvimento da cadeia produtiva do café na Bahia, durante encontro virtual realizado nessa quarta-feira (17). O objetivo foi fazer um diagnóstico do setor para que o governo possa atuar com políticas públicas voltadas para impulsionar seu desenvolvimento na Bahia.
“Este foi um encontro muito relevante para levantar pontos que precisam da ação do estado, a exemplo da assistência técnica, licenciamento ambiental, logística de escoamento da produção, selo de localização geográfica, o uso intensivo da tecnologia na cadeia produtiva, dentre outros”, ressaltou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.
O presidente da Assocafé, João Araújo Lopes, apresentou as demandas do setor produtivo, como assistência técnica e fortalecimento das cooperativas, e destacou a importância da reunião. “Estou contente de ver esse encontro de peso com o Governo do Estado. Em 2020, o consumo mundial foi de 166 milhões de sacas de café, e precisamos fortalecer a cultura do café especial em nosso estado”, disse.
“Em 2020 tivemos um crescimento da produção de café na Bahia. Precisamos fortalecer as cooperativas, então vamos somar os esforços da Seagri, SDR e CAR neste sentido. Também vamos realizar o Concurso Estadual do Café”, disse Lucas Costa, secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura.
De acordo com dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan), a produção total de café na Bahia, em 2020, ficou estimada em 246 mil toneladas, um crescimento de 36,3% na comparação anual. A safra do tipo arábica ficou projetada em 120,5 mil toneladas, variação anual de 66,4%; e a do canéfora, em 125,5 mil toneladas, correspondendo a uma expansão de 16,1% na comparação com 2019.
Durante a reunião foi apresentado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) que o projeto Bahia Produtiva possui projetos conveniados (entre cooperativas e associações), no extremo sul, Chapada Diamantina, sudoeste e médio sudoeste, sendo R$ 12 milhões já investidos, com estimativa de chegar a até R$22 milhões. “São 700 famílias apoiadas diretamente com um valor médio de R$ 30 mil por família para investir na qualificação do café de melhor qualidade. São investimentos em equipamentos, capacitação, estruturas de armazenagem, laboratório de prova de café, base de produção, acesso a mercado, gestão, dentre outros”, disse o diretor-executivo da CAR, Wilson Dias. O Bahia Produtiva é um projeto executado pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.
“Esta foi uma reunião importante para impulsionar a cafeicultura na Bahia. Assuntos levantados, como o selo de identificação geográfica, permitem ao agricultor ter mais rentabilidade”, ressaltou o secretário de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes. O encontro também contou com a participação de representantes da SEI e do Superintendente de Atração de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Paulo Guimarães.
Fonte: Ascom - Seplan

O início da campanha de vacinação contra a covid-19 levou esperança a milhões de brasileiros que esperam pelo momento em que poderão retomar uma rotina mais próxima à qual estavam habituados até o início da pandemia. Mesmo que lentamente, a imunização está avançando entre profissionais da saúde e pessoas dos grupos de risco.
O entusiasmo, no entanto, não deve levar ninguém a abrir mão de cuidados pessoais, sob risco não só de adoecer em um momento em que o sistema de saúde continua sob pressão, mas também de colocar em perigo a estratégia nacional de imunização. Especialistas lembram que, além de nenhuma vacina ser 100% eficaz, principalmente diante do risco de surgimento de novas variantes, o corpo humano demora algum tempo para começar a produzir os anticorpos que protegerão o organismo contra a ação do novo coronavírus.
Tempo médio
Segundo a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), a pediatra Isabella Ballalai, em média o tempo mínimo para que o sistema imune esteja apto a responder adequadamente contra a presença de qualquer agente patogênico causador de doenças é de, no mínimo, 14 dias após receber a primeira dose de uma vacina. Mas cada imunizante tem seu próprio tempo médio para ativar o sistema imunológico, conforme descrito por seus fabricantes.
Fiocruz
A dose da AstraZeneca, por exemplo, é capaz de atingir uma eficácia geral de proteção da ordem de 76% 22 dias após a aplicação da primeira dose. O percentual pode superar os 82% após a pessoa receber a segunda dose, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável por produzir, no Brasil, a vacina em parceria com a farmacêutica e a Universidade de Oxford.
Um estudo publicado na revista científica The Lancet, no início do mês, sustenta que a maior taxa de eficácia é atingida quando respeitado o intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose.
Butantan
O Instituto Butantan, parceiro do laboratório chinês Sinovac no desenvolvimento da CoronaVac, afirma que são necessárias, em geral, duas semanas após a segunda dose para que a pessoa esteja protegida, já que esse é o tempo que o sistema leva para criar anticorpos neutralizantes que barram a entrada do vírus nas células. Ainda segundo o instituto, uma quantidade maior de anticorpos pode ser registrada até um mês após o fim da vacinação, também variando de indivíduo para indivíduo.
"É importante esperar, porém, que grande parte da população tenha sido imunizada antes de voltarmos aos antigos hábitos, para evitar contaminar outras pessoas, já que o indivíduo que tomou a vacina ainda pode transmitir o vírus. Mesmo após a imunização, ainda será preciso manter medidas de segurança, como o uso de máscara e a higienização constante das mãos."
Cuidados
“Ao tomar uma vacina, a pessoa tem que aguardar pela ação do seu próprio sistema imunológico, que vai produzir os anticorpos que irão protegê-la”, reforça Isabella, destacando a importância de, mesmo após tomar a segunda dose, a pessoa continuar usando máscaras, evitando aglomerações, higienizando as mãos e objetos e respeitando as recomendações das autoridades sanitárias.
“É muito importante que as pessoas entendam que será preciso continuar tomando os mesmos cuidados por mais algum tempo. Este ano tende a ser melhor que 2020, pois já temos mais conhecimento e algumas respostas à doença, mas, infelizmente, 2021 será ainda de distanciamento e de uso de máscaras”, acrescenta a vice-presidente da SBIm, acrescentando que, para diminuir a transmissão da doença, será preciso vacinar, no mínimo, 60% da população brasileira.
“Ainda temos muitos desafios para controlar a doença. Há o risco do surgimento de novas variantes – mesmo que a maioria das vacinas esteja demonstrando ser eficaz também contra algumas das variantes já identificadas, em algum momento isso pode não ocorrer. Logo, ainda não é hora de relaxar. Ainda não é hora de retirarmos as máscaras e desrespeitar o distanciamento social”, alerta Isabella.
Fonte: Agência Brasil
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