Quinta-feira, 17 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest aponta que 62% dos entrevistados acreditam que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria abrir mão de uma candidatura à Presidência da República em 2026. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (17).

A porcentagem encontrada na nova sondagem apresenta uma leve oscilação à edição feita em maio. Na época, a pesquisa registrou que 65% dos entrevistados defendiam que o ex-presidente deixasse de ser candidato.

O percentual relacionado a manutenção da candidatura de Jair Bolsonaro mesmo inelegível aumentou de 26% para 28%. A parcela que não soube ou não quiseram responder passou de 9% para 10%.

Para a pesquisa foram ouvidas 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 14 de julho por meio de entrevistas presenciais em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.

Inelegibilidade

O ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível até 2030. A decisão foi proferida pelo em 2023 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão reconheceu a prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho do ano de 2022.

Até o momento, não há confirmações sobre quem será o “herdeiro” de Bolsonaro nas eleições de 2026. A expectativa é que o ex-mandatário escolha o filho Eduardo Bolsonaro (PL) ou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para representar a direita no ano que vem.

Fonte: Bahia.ba



Compartilhar no Whatsapp



Quinta-feira, 17 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Reprodução

Em uma importante vitória para o movimento municipalista, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite da última terça-feira (15), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2023. O texto, que cria um novo regime para pagamento de precatórios e parcelamento de dívidas previdenciárias dos municípios, recebeu 367 votos favoráveis e 97 contrários. A votação foi acompanhada de perto por uma comitiva de prefeitos da Bahia, mobilizada pela União dos Municípios da Bahia (UPB).

Com uma grande participação de prefeitos baianos mobilizados em Brasília, o presidente da UPB Wilson Cardoso, foi fundamental para articular a aprovação da PEC66, uma vez que não havia acordo sobre a inclusão da emenda 5, retirada do texto pelo relator, deputado Baleia Rossi (MDB), por ser considerada inconstitucional. Wilson Cardoso então fez um chamado pelo bom senso e convocou os presidentes de Associações Municipalistas presentes no plenário da comissão para dialogar com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, que abriu mão da inclusão da emenda ao texto. Somente assim o relatório pôde ser aprovado em acordo e ir ao plenário da Câmara no mesmo dia. A emenda 5, que tratava da extensão da reforma da previdência aos municípios no mesmo modelo feito pelo Governo Federal foi votada em separado no Plenário da Câmara, como destaque, e rejeitada pelos deputados.

“Foi uma grande vitória do municipalismo. Essa PEC liberta os municípios, faz justiça fiscal e representa um alívio ao orçamento dos prefeitos de todos os municípios do Brasil, que vão poder aplicar mais recursos na saúde, educação e infraestrutura, com o equilíbrio necessário para continuar prestando serviços de qualidade à população”, afirmou Wilson Cardoso, que acompanha a tramitação da proposta desde o início e ajudou a construir um acordo na Comissão Especial para que o relatório fosse aprovado e matéria fosse votada em Plenário.

A PEC 66/2023 propõe:

• a retirada dos precatórios da meta fiscal. Os municípios poderão limitar o pagamento anual de precatórios a um percentual fixo da sua Receita Corrente Líquida, dando previsibilidade e capacidade de planejamento para os entes municipais.

• a possibilidade de parcelamento das dívidas previdenciárias dos municípios em até 300 meses (25 anos), limitando o valor das parcelas a até 1% da Receita Corrente Líquida (RCL),

• e a ampliação da desvinculação de receitas municipais de 30% para 50% até o final de 2026.

O presidente da Comissão Especial que analisou a PEC, deputado Romero Rodrigues (Podemos-PB), reconheceu o papel fundamental da UPB na condução dos diálogos com os parlamentares, junto com a Confederação Nacional de Municípios (CNM) que apresentou texto original da proposta de autoria do senador Jader Barbalho (MDB). Em Brasília, a mobilização da UPB já dura mais de dois meses, quando o presidente Wilson Cardoso intensificou a agenda com lideranças do Congresso Nacional, com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o líder do Governo, José Guimarães (PT-CE), e junto aos deputados baianos que compõem a comissão especial que analisou o texto da matéria.

Com a aprovação na Câmara, a proposta segue agora para análise no Senado Federal. Caso o texto seja mantido sem alterações, será promulgado como Emenda Constitucional. A expectativa é de que a votação no Senado ocorra ainda nesta quarta-feira (16). 

Fonte: As informações são de assessoria.



Compartilhar no Whatsapp



Quarta-feira, 16 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

A pessoa premiada fez uma aposta simples pelo Internet Banking Caixa, marcou seis números e pagou R$ 6. O sorteio foi realizado na noite dessa terça-feira (15), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As dezenas sorteadas foram as seguintes: 03 – 09 – 15 – 27 – 39 – 59.

O ganhador ou ganhadora é da cidade de Júlio de Castilhos, no Rio Grande do Sul e vai receber o prêmio de R$ 45.115.606,88.

A quina teve 131 apostas ganhadoras, cada apostador vai receber R$ 26.962,60. Já a quadra registrou 6.996 apostas vencedoras e vai pagar, individualmente, um prêmio de R$ 721,24.

O próximo sorteio será realizado nesta quinta-feira (17) e o prêmio está estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Fonte: As informações são da CEF.



Compartilhar no Whatsapp



Terça-feira, 15 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Reprodução

Uma reportagem do Fantástico mostrou a dimensão de uma tragédia que abateu criadores de cavalos em diversos estados brasileiros: a morte de animais após o consumo de ração contaminada. Até o momento, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) registrou 245 animais mortos em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas, com investigações em andamento também na Bahia e em Goiás.

O prejuízo se espalha rapidamente. No interior de São Paulo, um haras, que comprava ração da Nutratta há cinco anos, perdeu 46 cavalos em apenas dois meses.

Nara Popst, outra proprietária, lamenta a perda de Flor, de sete anos, e mais recentemente do cavalo Lancelotti, que não resistiu aos sintomas. Em Alagoas, uma propriedade que comercializa cavalos de milhões de reais viu 70 animais morrerem desde maio, incluindo Quantum de Alcateia, um dos garanhões mais premiados do país.

A origem do problema foi rastreada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária até a fábrica Nutratta Nutrição Animal, em Itumbiara, Goiás. Amostras coletadas pela fiscalização detectaram a presença de alcaloide pirrolizidínico, uma substância química encontrada em plantas crotalárias, especificamente a monocrotalina. O Ministério confirmou que todos os animais doentes haviam consumido rações da Nutratta, enquanto animais sadios não.

O que é a crotalária

A crotalária é uma planta comum no Brasil, que cresce naturalmente em pastagens e é valorizada por sua capacidade de fixar nitrogênio no solo, agindo como um “adubo verde”. Ela é usada entre as safras para enriquecer a terra, garantindo uma melhor qualidade para plantações futuras de soja ou milho.

No entanto, após a fixação do nitrogênio, é crucial que a planta seja removida imediatamente, pois o desenvolvimento de suas favas e sementes concentra grandes quantidades dos alcaloides pirrolizidínicos, como a monocrotalina, tornando-as extremamente tóxicas.

A monocrotalina é tóxica para todos os animais, incluindo seres humanos. Nos cavalos, o principal órgão atingido é o fígado, causando uma grande lesão hepática conhecida como necrose hepática. O fígado, que tem funções vitais como a detoxificação do organismo, é sobrecarregado.

As substâncias tóxicas também se fixam em músculos e ossos, sendo liberadas no organismo à medida que o animal se exercita, agravando ainda mais a sobrecarga hepática.

Os sintomas nos cavalos iniciam com prostração, falta de apetite, e uma tendência a ficar parados no fundo da baia, buscando se esconder da luz. Exames já mostram lesões no fígado nesse estágio. Uma vez que os sintomas se agravam, a morte costuma acontecer em poucas horas. A lesão severa no fígado causa a queda das plaquetas, o que impede a coagulação do sangue, resultando em hemorragias.

O Ministério da Agricultura constatou que a Nutratta “falhou no controle de fornecimento de matéria-prima”, permitindo a presença da espécie crotalária e da substância proibida para equinos na ração. Essa é a primeira vez que a presença de monocrotalina é constatada em ração para equinos.

Como medida, em 25 de junho, o Ministério suspendeu toda a linha de produção da empresa. Embora a Nutratta tenha conseguido uma autorização judicial para produzir alimentos para vacas e ovelhas, a produção de ração para cavalos continua proibida, e o Ministério informou que vai recorrer da decisão.

O prejuízo financeiro para os haras é avassalador. No rancho de Paulo, o valor médio dos animais era de cerca de R$ 40 mil, somando um prejuízo total de R$ 2 milhões. Paulo descreve a situação como um “recomeçar do zero novamente”. Além da perda financeira, a dor emocional é imensa. Eduardo Lucena, advogado que representa 40 proprietários, afirma que serão pleiteados danos materiais (valor do cavalo, custos de tratamento e enterro) e danos morais, devido à dor causada aos proprietários.

Em nota, a Nutratta Nutrição Animal lamentou os relatos de intoxicação e mortes, afirmando que colabora com o MAPA e que adotou medidas preventivas e corretivas imediatas, incluindo o reforço no controle laboratorial e o rastreamento das matérias-primas. No entanto, Nara critica o “silêncio dessa empresa quieta”, afirmando que “não estamos encontrando isso nessa empresa. Nenhum apoio. É zero. Não vai trazer nossos Cavalos de volta”. 

Fonte: As informações são do site g1.



Compartilhar no Whatsapp



Segunda-feira, 14 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) demitiu a juíza substituta Angélica Chamon Layoun, que atuava na comarca de Cachoeira do Sul. A decisão foi publicada no Diário da Justiça na última segunda-feira (7) e teve como base irregularidades na condução de processos pela magistrada, que estava no cargo há pouco mais de um ano.

Segundo o processo administrativo disciplinar (PAD), Angélica usou um mesmo modelo de decisão em cerca de dois mil processos cíveis. A juíza também teria desarquivado ações já julgadas para proferir novas sentenças, que repetiam o conteúdo das decisões anteriores. De acordo com o tribunal, a prática visava aumentar artificialmente os índices de produtividade da magistrada.

O TJ-RS considerou que as condutas violaram os princípios da legalidade e da imparcialidade, configurando desvio funcional grave. O julgamento do PAD foi conduzido pelo Órgão Especial do tribunal, composto por 25 desembargadores. A penalidade foi aplicada com base no artigo 42 da Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que prevê a demissão como a pena máxima na carreira.

Angélica havia tomado posse em 1º de julho de 2022 e foi afastada preventivamente em setembro de 2023. Como ainda cumpria o estágio probatório, não tinha cadeira cativa no tribunal.

A defesa da magistrada, liderada pelo advogado Nilson de Oliveira Rodrigues, entrou com recurso no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pedindo a revisão da penalidade. Segundo ele, a decisão foi “desproporcional” e “carente de prova de dolo ou má-fé”.

O advogado argumenta que Angélica atuava em uma unidade com acúmulo de processos e sem juiz titular havia anos, e que sua atuação visava reestruturar o funcionamento da vara.

Fonte: Coroeio 24h



Compartilhar no Whatsapp



Segunda-feira, 14 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: José Cruz/Agência Brasil 

Começam nesta segunda-feira (14) as inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre deste ano. Os interessados deverão se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior até as 23h59 do dia 18 de julho, no horário de Brasília.

Os prazos estão previstos em edital publicado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 9 de julho. As inscrições são gratuitas.

Com o objetivo de promover a inclusão educacional, desde 2001 o programa federal financia a graduação em instituições de educação superior privadas, com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Neste ano, o MEC oferece 112.168 vagas para o Fies, sendo 67.301 no primeiro semestre e 44.867 na segunda metade do ano.

Os candidatos em obter o financiamento estudantil devem atender aos seguintes requisitos:

ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010;

ter conquistado média aritmética das notas, nas cinco provas do exame, igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação;

não ter participado no referido exame como treineiro;

ter renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.554, em 2025).

Fies Social

O edital do processo seletivo reserva 50% das vagas para o Fies Social, lançado em 2024. Para concorrer, os candidatos devem ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, hoje R$ 759.

A nova modalidade lançada pelo MEC permite financiamento de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela instituição de ensino superior, além de reservar cotas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

A classificação no processo seletivo do Fies será feita de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência.

A ordem de prioridades considera os que candidatos que não concluíram o ensino superior e/ou não foram beneficiados pelo financiamento estudantil.

É vedada a concessão de novo financiamento do Fies a candidatos que não tenham quitado o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educacional ou que se encontrem em período de utilização do financiamento.

Calendário

O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado com os nomes dos pré-selecionados na chamada única será divulgado no dia 29 de julho. Os estudantes, então, deverão acessar o Fies Seleção para comprovar as informações e complementar sua inscrição do dia 30 de julho a 1º de agosto.

Os estudantes que não forem pré-selecionados estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação. A pré-seleção da lista de espera ocorrerá de 5 de agosto a 19 de setembro.

“Todos os inscritos e aqueles que venham a ser pré-selecionados devem ficar atentos aos prazos e aos procedimentos estabelecidos no edital para não perderem as oportunidades de ocupar as vagas ofertadas nesta edição do Fies”, alerta o MEC.

Fonte: Agência Brasil



Compartilhar no Whatsapp



Sexta-feira, 11 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.886 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (10). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 38 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 02 - 13 - 19 - 20 - 55 - 59

61 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 43.588,00 cada

4.268  apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 889,96 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (12), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Fonte: Agência Brasil



Compartilhar no Whatsapp



Quinta-feira, 10 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Reprodução

Mulheres com endometriose terão duas novas opções de tratamento de base hormonal para a doença via Sistema Único de Saúde (SUS): o dispositivo intrauterino liberador de levonogestrel (DIU-LNG) e o desogestrel. Ambos foram recentemente incorporados à rede pública depois de receberem recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Em nota, o Ministério da Saúde detalhou que o DIU-LNG suprime o crescimento do tecido endometrial fora do útero e figura como uma opção para mulheres com contraindicação ao uso de contraceptivos orais combinados. “A nova tecnologia pode melhorar a qualidade de vida das pacientes, uma vez que sua troca só é requerida a cada cinco anos, o que contribui para aumentar a adesão ao tratamento.”

Já o desogestrel, segundo a pasta, pode reduzir a dor e dificulta a progressão da doença. Trata-se de um anticoncepcional hormonal que age bloqueando a atividade hormonal, impedindo o crescimento do endométrio fora do útero, e que poderá ser usado como primeira linha de tratamento, ou seja, prescrito já na avaliação clínica até que o diagnóstico se confirme por meio de exames.

“Vale destacar que, para estarem disponíveis na rede pública de saúde, é necessário o cumprimento de etapas necessárias, como a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Endometriose”, informou o ministério no comunicado.

Entenda

A endometriose é uma condição ginecológica inflamatória crônica que ocasiona o crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina. Nas mulheres com a doença, o tecido semelhante ao endométrio (que reveste o útero) cresce fora do útero em órgãos como ovários, intestino e bexiga, o que causa reações inflamatórias.

Cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico estão entre os principais sintomas da endometriose.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a condição afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo, representando mais de 190 milhões de pessoas.

No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam aumento de 30% na assistência relacionada ao diagnóstico da endometriose na atenção primária na comparação entre 2022 (115,1 mil atendimentos) e 2024 (144,9 mil). Ao longo dos dois últimos anos (2023 e 2024), foram registrados, segundo a pasta, mais de 260 mil atendimentos.

Já na atenção especializada, o SUS registrou aumento de 70% no número de atendimentos por endometriose, passando de 31.729 em 2022 para 53.793 em 2024. Nos dois últimos anos, foram contabilizados 85,5 mil atendimentos.

Também houve um aumento de 32% nas internações pela doença, que passaram de 14.795 em 2022 para 19.554 em 2024. No mesmo período (2023 e 2024), o total foi de 34,3 mil internações. 

Fonte: Agência Brasil



Compartilhar no Whatsapp



Quarta-feira, 09 de Julho de 2025
BRASIL

Empresária Natália Cavanellas Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Uma empresária, de 40 anos, teve a morte constatada após passar por uma cirurgia plástica de lipoaspiração. O caso foi registrado nesta segunda-feira (7), na cidade de São Paulo.

Natália Cavanellas sofreu uma parada cardiorrespiratória enquanto ainda estava em meio ao procedimento cirúrgico, conforme apontam informações da Secretaria de Segurança de São Paulo, concedidas ao portal Terra. A cirurgia foi realizada na Clínica Edgar Lopez, que leva o nome do médico que atendeu Natália, e fica em um endereço nobre da capital paulista: a Avenida Ibirapuera, no bairro Moema.

Em seu perfil nas redes sociais, Natália se apresentava como empresária, relações públicas e especialista em networking corporativo, com mais de 15 anos de carreira. Ela era casada e tinha uma filha de apenas 3 anos.

Segundo o Terra, o caso foi registrado 42º Distrito Policial como morte suspeita.

Fonte: Correio



Compartilhar no Whatsapp



Quarta-feira, 09 de Julho de 2025
BRASIL

Foto: Reprodução

Oito casos da nova variante da Covid-19, chamada XFG, já foram identificados no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a cepa foi detectada em seis pacientes no Ceará e dois em São Paulo. Ainda não há registro de mortes associadas à nova linhagem, que já circula em pelo menos 38 países.

A XFG é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma “variante sob monitoramento” – uma cepa com alterações genéticas relevantes e potencial de disseminação maior do que outras. O impacto na saúde pública, no entanto, ainda é incerto.

Todas as linhagens desse grupo são descendentes da variante Ômicron, predominante desde o fim de 2021.

Sintomas da Covid-19

• Os sinais originais da Covid-19, como perda de olfato, mudaram muito desde o início do período pandêmico.

• Atualmente, os sintomas mais comuns são muito semelhantes aos de uma gripe: coriza, tosse e dores de cabeça e garganta lideram a lista de relatos dos pacientes.

• A principal diferença para a gripe é a presença de febre, o que é raro em casos leves de Covid-19.

• Pessoas infectadas com variantes derivadas da JN.1 também têm relatado, entre os principais sintomas, insônia e uma sensação de preocupação e ansiedade.

A variante tem se espalhado rapidamente em algumas regiões. No Sudeste Asiático, já representa a maioria dos casos analisados. Nas Américas, a presença da cepa passou de 7,8% para 26,5% em poucas semanas, segundo relatórios da OMS. Apesar do avanço, a organização considera o risco global de saúde pública como baixo.

Vacinação segue sendo a principal estratégia

Em nota, o Ministério da Saúde afirma que “monitora de forma contínua os sequenciamentos genômicos da Covid-19 no Brasil, com base nas listas de variantes da OMS”.

A pasta reforçou ainda que a vacinação continua sendo a principal medida de proteção. “A vacinação contra a Covid-19 é segura e protege contra as variantes em circulação, sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes.”

Com mais de 14,2 milhões de doses distribuídas em 2025, o Brasil mantém a imunização regular contra a Covid-19. Desde 2024, o imunizante faz parte do calendário nacional de vacinação para grupos prioritários, como crianças, gestantes e idosos.

Fonte: Agência Brasil



Compartilhar no Whatsapp