Foto: Reprodução
Um avião militar da Força Aérea da Colômbia caiu nesta segunda-feira (23). A aeronave transportava cerca de 125 militares a bordo quando caiu.
Segundo o governo colombiano, a aeronave militar do modelo Hércules perdeu altitude logo após alçar voo na região de Puerto Leguizamo, na fronteira com o Peru. Segundo informações da agência Reuters, até o momento cerca de 71 pessoas foram resgatadas dos destroços.
Gustavo Petro, presidente da Colômbia, alertou sobre a importância da modernização de equipamentos militares no país e se compadeceu das vítimas da tragédia. "Espero que não haja mortes neste acidente horrível que nunca deveria ter acontecido", escreveu.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Reprodução
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste domingo (22) que pode fechar “completamente” o Estreito de Ormuz caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumpra a ameaça de atacar instalações energéticas do país.
A declaração é uma resposta direta ao republicano, que no sábado disse que pode “obliterar” usinas de energia iranianas caso Irã não reabra totalmente a rota marítima em até 48 horas. Um eventual ataque representaria uma escalada significativa no conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas.
Em comunicado, a Guarda Revolucionária afirmou ainda que, se houver ofensiva contra o setor energético iraniano, irá “destruir completamente” empresas no Oriente Médio com participação norte-americana, além de considerar como “alvos legítimos” instalações de energia em países que abrigam bases dos EUA.
Outras autoridades iranianas também reagiram às declarações. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, disse que o país poderá destruir “de forma irreversível” infraestruturas críticas na região. Já as Forças Armadas iranianas afirmaram que qualquer ataque resultará em represálias contra ativos energéticos ligados aos Estados Unidos.
Em tom mais moderado, o embaixador iraniano na Organização Marítima Internacional, Ali Mousavi, declarou que o estreito segue fechado apenas para navios considerados inimigos e que o Irã pretende garantir a passagem segura das demais embarcações.
Fonte: Agência Brasil
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Um ataque promovido por Israel em Teerã matou nesta terça-feira (17) Ali Larijani, considerado o principal operador do regime islâmico do Irã e o verdadeiro poder por trás da ascensão do novo líder supremo do país, Mojtaba Khamenei.
O governo divulgou a morte horas depois de ela ser anunciada pelo ministro Israel Katz (Defesa). Antes, a mídia estatal iraniana havia confirmado apenas a morte de Gholamreza Soleimani, comandante de uma das principais unidades paramilitares iranianas, a milícia Basij, responsável por reprimir protestos contra a teocracia.
Larijani, 67, é a figura mais importante a ser alvejada por Israel desde o primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro, quando os ataques conjuntos lançados com os Estados Unidos mataram o pai de Mojtaba, Ali Khamenei, que comandava o país havia 37 anos.
Cerca de 40 lideranças militares e políticas da teocracia também foram mortas naquela onda inicial de ataques, da qual Larijani emergiu como o nome mais forte do regime. Ele era homem de confiança do antigo líder e chefe de seu Conselho Supremo de Segurança Nacional.
Imediatamente, assumiu o controle da comunicação do governo, suplantando o presidente Masoud Pezeshkian, que integrava uma trinca constitucional de transição até a escolha do novo líder. Isso ocorreu rapidamente, em uma semana, e Mojtaba foi eleito pela Assembleia dos Especialistas.
Houve queixas algo abafadas entre alguns dos 88 integrantes do colegiado acerca da falta de transparência do processo, conduzido com mão de ferro por Larijani para manter o edifício da teocracia em pé.
Larijani era muito próximo da estrutura da Guarda Revolucionária, incrustada em diversos aspectos da vida econômica e civil iraniana. Ele era amplamente visto como o fiador de Mojtaba, figura também próxima da Guarda, mas muito mais reclusa.
Há relatos, contudo, de que Larijani preferia um nome mais moderado para a liderança. Seja como for, o novo líder supremo, que não apareceu em público até agora, terá de lidar com uma nova estrutura de poder.
Dada a natureza opaca do regime, é provável que outras figuras ocupem o vácuo, e hoje o maior cacife para estar com a linha-dura da Guarda. Larijani também era visto, apesar de suas posições duras, como o canal confiável para uma eventual negociação —algo que os israelenses não querem, pelas indicações existentes.
O fato é que nem a presença de Mojtaba é uma certeza. Ele só fez um pronunciamento até aqui, na semana passada, e foi um texto lido pela mídia estatal. Segundo membros do governo, ele foi ferido no ataque em que seu pai e outros cinco membros da família morreram, mas está bem.
O presidente americano, Donald Trump, já colocou em dúvida essa versão. Na segunda (16), afirmou que não sabe se o líder "está vivo ou morto".
Já a agência Reuters disse que autoridades da chancelaria iraniana tiveram nesta terça a primeira reunião com Mojtaba, e que ele manteve a posição de não negociar com EUA e Israel agora, recusando propostas que haviam sido enviadas por intermediários não revelados.
Com a confirmação da morte de Larijani, o processo de decapitação do regime promovido por Washington e Tel Aviv ganha novo capítulo.
Nele, a morte de Soleimani, 61, ganha destaque porque a milícia Basij, parte da Guarda, é constituída pelos jovens mais ideológicos ligados ao regime. Foi ela que comandou a repressão aos atos contra a teocracia em janeiro, os maiores em 47 anos de regime, que deixaram milhares de mortos.
Nos ataques desta noite, segundo a mídia israelense e o New York Times, foi alvejado também o chefe da ala militar do grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, Akram al-Ajouri, que está no Irã. Ele também morreu, segundo relatos iniciais ainda não confirmados.
Tanto o premiê Binyamin Netanyahu quanto Katz já afirmaram que o novo líder iraniano também está marcado para morrer, dado que manteve a política do pai de pregar destruição do Estado judeu.
Nesse sentido, o Exército de Israel disse na terça que está decidido a "localizar, encontrar e neutralizar" Mojtaba, que não aparece em público desde sua nomeação, há mais de uma semana.
"Não se ouve, nem se vê Mojtaba Khamenei, mas posso dizer uma coisa: seguiremos perseguindo toda pessoa que represente uma ameaça para Israel. Não haverá impunidade. Vamos localizá-lo, encontrá-lo e neutralizá-lo", declarou o porta-voz militar Effie Defrin em um discurso televisionado.
Fonte: Folhapress
Foto: Divulgação
O Serviço Secreto dos Estados Unidos, em conjunto com a polícia local, abatou um homem armado neste domingo (22) após ele invadir o perímetro de segurança do resort Mar-a-Lago, propriedade do presidente Donald Trump, em Palm Beach, Flórida, conforme informaram autoridades.
Trump não estava no local no momento do incidente, permanecendo em Washington.
Segundo o Serviço Secreto, o suspeito aparentava ter cerca de 20 anos e carregava uma arma e um galão de combustível. Ele foi avistado por volta da 1h30 da manhã (03h30 em Brasília) no portão norte do resort.
Em coletiva, o xerife do condado de Palm Beach, Ric Bradshaw, explicou que dois agentes do Serviço Secreto e um vice-xerife confrontaram o homem, ordenando que ele largasse os objetos. O suspeito soltou o galão de combustível, mas levantou a arma em posição de disparo, levando os agentes a abrir fogo.
O homem foi declarado morto no local, e nenhum policial se feriu durante a ação.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Um avião de pequeno porte caiu e pegou fogo logo após decolar na tarde de sábado (11), no departamento de Boyacá, na Colômbia. O acidente deixou seis pessoas mortas, entre elas o cantor colombiano Yeison Jiménez, de 34 anos, um dos principais nomes da música popular do país.
Segundo a Aeronáutica Civil, a aeronave de uso privado decolou do aeródromo de Paipa por volta das 16h, com destino a Medellín, mas não conseguiu ganhar altitude e saiu da rota poucos instantes depois. O avião caiu em uma área próxima à floresta e foi tomado pelas chamas, inviabilizando o resgate.
As causas do acidente ainda são investigadas. A Promotoria da Colômbia abriu inquérito para apurar as circunstâncias da queda. Os corpos das vítimas serão levados a Bogotá para exames periciais.
Yeison Jiménez teve a morte confirmada oficialmente pelas autoridades. O artista ganhou projeção nacional e internacional após assinar contrato com uma gravadora ligada à Universal Music e era conhecido por sucessos como “Aventurero”, “Guaro” e “Pedazos”.
Fonte: Bahia.ba
Foto: White House Archived
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a subir o tom contra a Venezuela neste domingo (4) ao fazer ameaças diretas à presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após a prisão de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, em meio a uma ofensiva norte-americana contra Caracas.
Em entrevista à revista The Atlantic, Trump afirmou que Rodríguez sofrerá consequências caso não atenda às exigências dos Estados Unidos. “Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o próprio Maduro”, declarou o republicano.
Após confirmar a detenção do líder venezuelano, Trump afirmou que os Estados Unidos pretendem assumir o controle do país para garantir o que chamou de “transição segura”. No discurso, o presidente também mencionou diretamente o setor petrolífero, sinalizando uma intervenção econômica liderada por empresas norte-americanas.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país. Construímos a indústria petrolífera da Venezuela com talento, empenho e habilidade americanos, e o regime socialista a roubou de nós durante as administrações anteriores”, afirmou Trump.
Do lado venezuelano, Delcy Rodríguez reagiu às declarações e voltou a falar sobre a soberania nacional. Ao assumir interinamente o comando do país, ela declarou que a Venezuela jamais “será colônia de nenhum outro país”. A dirigente também reafirmou que Nicolás Maduro segue sendo o presidente legítimo, destacando que sua função no cargo é temporária.
Fonte: Bahia.ba
Foto: Divulgação
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou um aumento histórico na premiação da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O valor total destinado ao torneio será 50% maior em relação à edição de 2022, alcançando a cifra recorde de US$ 727 milhões em contribuições financeiras.
Do montante total, US$ 655 milhões serão distribuídos às 48 seleções participantes com base no desempenho ao longo da competição. A seleção campeã ficará com US$ 50 milhões, enquanto o vice-campeão receberá US$ 33 milhões. Já as 16 equipes eliminadas ainda na fase de grupos terão direito a US$ 9 milhões cada.
Além disso, todas as seleções classificadas para o Mundial terão acesso a um valor fixo de US$ 1,5 milhão, destinado a cobrir custos de preparação e logística. Segundo a Fifa, a medida reforça o compromisso da entidade em ampliar o impacto econômico positivo do torneio para federações de todo o mundo.
Em comunicado oficial, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou que a Copa de 2026 será inovadora também sob o ponto de vista financeiro. “A Copa do Mundo da Fifa 2026 será um marco não apenas esportivo, mas também em termos de contribuição financeira para o futebol global”, afirmou.
Durante a mesma reunião, o Conselho da Fifa anunciou outras decisões estratégicas. Entre elas, a criação de torneios juvenis em formato de festival para atletas sub-15, abertos a todas as associações filiadas. O primeiro evento masculino será realizado em 2026, seguido por uma edição feminina em 2027.
Outro destaque foi a confirmação das datas da Copa do Mundo Feminina de Clubes de 2028, que acontecerá entre 5 e 30 de janeiro, ampliando o calendário internacional do futebol feminino.
Segundo Infantino, as iniciativas fazem parte de um esforço contínuo da entidade para fortalecer as bases do esporte. “Nos últimos anos, a Fifa intensificou seus esforços para impulsionar o futebol juvenil. Este é um próximo passo natural”, concluiu.
Fonte: Jornal da Chapada
Foto: Tâmia Rêgo/Agência Brasil
O ano de 2025 caminha para se tornar o segundo ou terceiro mais quente já registrado no planeta, segundo dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia. O alerta reforça uma tendência de aquecimento contínuo e cada vez mais preocupante, diretamente ligada às emissões de gases de efeito estufa provenientes da queima de combustíveis fósseis.
A divulgação ocorre poucas semanas após a COP30, realizada no mês passado, onde os negociadores internacionais não conseguiram avançar em novos compromissos robustos para conter as emissões globais. O impasse reflete um cenário geopolítico fragilizado, marcado pela reversão de políticas climáticas nos Estados Unidos e pela tentativa de alguns países de suavizar metas de redução de CO₂.
O C3S destacou que 2025 deve marcar também o encerramento do primeiro período de três anos consecutivos em que a temperatura média global ultrapassou 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais, entre 1850 e 1900. É justamente nesse intervalo histórico que o uso de combustíveis fósseis em escala industrial começou a se consolidar. Para Samantha Burgess, líder estratégica para o clima no serviço europeu, esses números são um sinal concreto da velocidade com que a crise climática avança. “Esses marcos não são abstratos. Eles refletem o ritmo acelerado da mudança climática”, afirmou.
O calor extremo e os eventos climáticos severos continuaram a atingir diversas regiões do planeta ao longo de 2025. A temporada fica atrás apenas de 2024, o ano mais quente já registrado desde o início das medições. No mês passado, o tufão Kalmaegi deixou mais de 200 mortos nas Filipinas, enquanto a Espanha enfrentou os piores incêndios florestais das últimas três décadas, agravados por condições climáticas extremas.
Embora fenômenos naturais provoquem variações anuais nas temperaturas, especialistas têm documentado uma tendência clara e consistente de aquecimento, incompatível com a variabilidade natural do clima. A causa predominante segue sendo a concentração crescente de gases de efeito estufa liberados por atividades humanas.
A Organização Meteorológica Mundial já havia apontado que os últimos dez anos foram os mais quentes da história. O limiar de 1,5 ºC representa o patamar máximo que os países se comprometeram a não ultrapassar no Acordo de Paris, firmado em 2015, com o objetivo de evitar impactos climáticos catastróficos. Apesar disso, a ONU declarou neste ano que a meta não pode mais ser alcançada de forma realista e reforçou que os governos precisam acelerar drasticamente a redução de emissões.
Os registros do Copernicus remontam a 1940 e são combinados com séries de dados globais que chegam até 1850, o que permite rastrear com precisão a evolução histórica das temperaturas e reforçar a evidência científica sobre o papel humano no aquecimento do planeta.
Jornal da Chapada
Fonte: Jornal da Chapada
Jimmy Cliff — Foto: Divulgação
O mundo da música perdeu, nesta segunda-feira (24), uma de suas maiores vozes. O cantor jamaicano Jimmy Cliff, ícone do reggae, faleceu aos 81 anos. A informação foi confirmada em sua conta oficial no Instagram.
Segundo o comunicado, assinado pela esposa, Latifa, Cliff sofreu uma convulsão seguida de pneumonia. Ela agradeceu aos fãs pelo apoio ao longo da carreira do artista e à equipe médica pelo cuidado nos últimos dias.
Jimmy Cliff deixa um legado marcante. Sua música “Rebel in Me”, lançada em 1989, ganhou destaque internacional e marcou presença na trilha sonora da novela Rainha da Sucata. No Brasil, o artista também conquistou o público ao participar do Rock in Rio II, em 1991.
Latifa pediu respeito à privacidade da família e afirmou que mais informações serão divulgadas em breve. Uma verdadeira lenda se despede, mas sua música permanece viva.
Fonte: Da Redação
Foto: Reprodução
O eclipse solar total mais longo do século já tem data prevista para acontecer. O fenômeno ocorrerá principalmente no Hemisfério Oriental e, ainda que regiões como o Brasil não tenham visibilidade, o evento ganhará destaque em áreas bem povoadas.
Serão seis minutos e 23 segundos em que o dia se tornará noite no dia 2 de agosto de 2027. Em alguns países o eclipse poderá ser visto com totalidade, como na Espanha, Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia, Egito, etc.
Qual será o cronograma do eclipse solar
O eclipse começará às 7h30, no horário de Brasília, com início da cobertura do Sol. A totalidade, ou seja, momento de escuridão completa, terá início às 5h23, sendo concluída às 8h49. O fenômeno, considerando todas as fases, irá durar até às 9h43.
O trajeto da sombra da Lua começará no Oceano Atlântico, passando pelo Estreito de Gibraltar, se estendendo por partes do norte da África e Oriente Médio, tendo o ápice no Egito.
O que é eclipse solar
O eclipse solar ocorre quando a Lua se coloca entre nosso planeta e o Sol, projetando sua sombra sobre a Terra e fazendo o dia virar noite por alguns minutos.
Eclipses solares estão entre os fenômenos astronômicos mais interessantes de serem observados, mas não ocorrem com tanta frequência.
Em 2024, multidões se deslocaram para poder observar um eclipse total do Sol, que durou cerca de quatro minutos e 28 segundos.
Segundo informações da Nasa, eclipses solares parciais ocorrem pelo menos duas vezes por ano em algum local da Terra. Já os eclipses solares totais acontecem, em média, a cada 18 meses em algum lugar do planeta – dificilmente no mesmo.
Fonte: Portal Gazeta SP
Foto: Reprodução
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