Após passar por seis cidades baianas nesta sexta-feira (17), data em que deu início à Correria pela Bahia, o candidato ao governo do Estado pelo PT, Rui Costa, encerrou as atividades em um ato público com a comitiva da chapa majoritária "Mais trabalho por toda a Bahia", na Praça Antônio Gonçalves, em Senhor do Bonfim. Em sua última parada, ao lado dos candidatos a vice-governador, João Leão, e ao senado, Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD), Rui falou sobre a importância de disseminar o amor entre as pessoas. "Tem gente fazendo sinal de arma, de tiro, tem gente pregando a violência, o preconceito e o ódio. Eu não conheço uma nação que tenha dado certo com esses sentimentos. Fraternidade, amor ao próximo, esses sim, são sentimentos que devemos cultivar".
Rui agradeceu o carinho do povo que o seguiu desde o início da manhã, em Jacobina, passando por Caém, Saúde, Pindobaçu e Antônio Gonçalves, e destacou os projetos que serão implantados na região, a exemplo do novo aeroporto de Senhor do Bonfim e de duas novas policlínicas regionais, em Senhor do Bonfim e Jacobina. "Quero reafirmar que para o nosso governo, o conceito de saúde pública não é virar as costas para o povo, mas o de fortalecer a atenção básica e a prevenção, o diagnóstico precoce. Por isso, pulamos de zero para a construção de oito policlínicas em apenas quatro anos, e vamos inaugurar mais onze", enfatizou Rui.
A reforma e implantação de 20 leitos de UTI no hospital de Senhor do Bonfim também foi assegurada pelo candidato à reeleição durante o discurso na cidade. A 2ª etapa da adutora de Pedras Altas, com extensão de 46 km e a implantação e ampliação dos Sistemas de Esgotamento Sanitário em Jacobina e Senhor do Bonfim, bem como a revitalização de mananciais e barragens para o abastecimento humano em Pindobaçu, também estão entre as propostas de Rui Costa para a região.
A Correria pela Bahia continua neste fim de semana. Rui Costa vai a Filadélfia, Itiúba, Cansanção, Queimadas e Santaluz, no sábado (18); e no domingo (19) vai a Valente, Retirolândia, Conceição do Coité, Serrinha e Santa Bárbara, municípios pertencentes ao Território do Sisal e Portal do Sertão.
Fonte: Central Notícia/ Fotos: Carlos Casaes/ Correria pela Bahia
Lula segue líder com 30,8%, Bolsonaro tem 22%, Marina está com 8,1%, Alckmin parado em 6,6%, Ciro com 5,9% e Álvaro Dias também parado com 4% (Foto: Montagem do CN )
Novo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra o quadro de preferências do eleitorado estagnado, sem alteração alguma desde a pesquisa de 31 de julho: Lula segue líder com 30,8% (29% em 31 julho), Bolsonaro tem 22% (21,8% na anterior), Marina está com 8,1% (9,2%), Alckmin parado em 6,6% (6,2%), Ciro com 5,9% (6%) e Álvaro Dias também parado com 4% (4,2%). Os demais candidatos têm 1% ou menos que isso. Uma novidade na pesquisa: 64,1% acreditam que a candidatura de Lula será impugnada, 30,4% dizem que ele “conseguirá ser candidato” e 5,5% não sabem ou não opinaram. Em um cenário sem a participação de Lula, 23,1% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos enquanto outros 6,8% afirmaram não saber em quem votariam.
Veja o quadro da pesquisa estimulada:

Cenário sem Lula
Sem Lula, Bolsonaro tem 23,9% da preferência do eleitorado. Marina Silva aparece com 13,2% das intenções de voto e Ciro Gomes possui 10,2%. O tucano Geraldo Alckmin registra 8,5%. O candidato Alvaro Dias registra 4,9% e Fernando Haddad 3,8%. O Cabo Daciolo possui 1,2% e João Amoêdo 1,1%. Os demais candidatos possuem menos de 1% das intenções de voto do eleitorado.
No que diz respeito de quem terá o apoio do ex-presidente Lula caso este seja impedido de disputar a eleição, 24,8% disseram que Fernando Haddad será o candidato apoiado por ele. Logo em seguida aparecem Marina Silva (12,3%) e Ciro Gomes (10,1%). Os demais candidatos registram índices inferiores a 3%. O alto índice dos que disseram não saber quem será apoiado por Lula (35,8%), aponta o alto potencial de transferência de votos do ex-presidente caso ele venha a ser impedido de disputar a eleição. Outros 4,5% disseram não saber quem é o candidato apoiado pelo ex-presidente.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02891/2018 e foi realizada junto a 2.002 eleitores entre os dias 9 e 13 de agosto de 2018 em 168 municípios brasileiros de todos os Estados e o Distrito Federal. A pesquisa possui um grau de confiança de 95% e margem de erro de 2%.
Fonte: Brasil 247
O deputado federal João Gualberto (PSDB) deixa a vida política. Em conversa com a reportagem, nesta terça-feira (14), o parlamentar contou que desistiu da candidatura e vai se dedicar à carreira empresarial. “Há um ano venho pensando em tomar essa decisão. Ir para Brasília, ficar longe dos meus negócios e da minha família me deixavam pensativo sobre isso”, contou com exclusividade.
"Adorei ser prefeito e depois de ser deputado percebi que minha vida é no Executivo, mas não foi possível", contou.
Segundo o tucano, a decisão não perpassa pela formação da chapa proporcional, quando o PSDB vai sair sozinho. Há informações de que o deputado federal Antonio imbassahy poderia não se reeleger. Ao site, Gualberto informou que seus votos devem ser direcionados a Adolfo Viana e Imbassay.
Nas últimas eleições, o ex-prefeito de Mata de São João obteve 117 mil votos.
Questionado sobre assumir algum cargo em um possível governo federal de Geraldo Alckmin, Gualberto foi enfático: "Não quero mais a vida política. Nem se me oferecessem ser ministro eu ia querer".
O tucano chegou a registrar sua candidatura do TRE-BA.
Fonte: Bocão
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve registrar nesta quarta-feira (15) sua candidatura ao Planalto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, se ele repetir o que informou à Justiça no processo de inventário da ex-primeira-dama Marisa Letícia, deverá ficar entre os três presidenciáveis mais ricos, de acordo com a Coluna do Estadão.
Em junho, o petista disse ao Judiciário que os bens do casal somam R$ 12,3 milhões. Em 2006, sua última eleição, ele declarou patrimônio de R$ 839 mil. Atualizado pelo IPCA, R$ 1,7 milhão. A cifra que consta no inventário é superior ao de Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) somados.
Dos candidatos ao Planalto, o político Lula só deve perder em patrimônio para o empresário João Amoedo, que informou R$ 425 milhões, e o ex-presidente do BankBoston Henrique Meirelles. Pelo processo de partilha, ainda em curso, Lula vai dividir metade do patrimônio de R$ 12,3 milhões com os filhos. Mesmo se ele declarar ao TSE apenas sua parte, R$ 6 milhões, continuará entre os três presidenciáveis mais ricos.
Em junho, Lula informou à Justiça, no processo de partilha, ter dois planos de previdência, que somam R$ 9 milhões. Além da L.I.L.S. Palestras, que também não existia em 2006, entre outros bens.
Fonte: Estadão
O ex-prefeito de Irecê e ex-deputado estadual pela Bahia, José Carlos Dourado das Virgens, conhecido por Zé das Virgens, ratificou nesta segunda-feira (13) que vai concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.
A confirmação foi divulgada pelo político através das redes sociais. Zé das Virgens eleito por três vezes à Assembleia Legislativa da Bahia entre 1999 e 2008, quando renunciou para assumir a prefeitura de Irecê, onde ficou até 1 de janeiro de 2013, tendo sido derrotado nas eleições municipais de 2012 por 763 votos.
Fonte: Central Notícia

Atual vice na chapa presidencial petista e provável candidato ao Planalto se o nome Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for impugnado na Justiça Eleitoral, Fernando Haddad (PT) pretende usar o nome do ex-presidente nas urnas, em outubro. Segundo a coluna de Lauro Jardim, o ex-prefeito de São Paulo planeja se inscrever com o nome de Fernando Lula Haddad.
O candidato a vice-presidente aparece em segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Planalto quando seu nome é posto como o indicado pelo ex-presidente que está preso em Curitiba com 13%. Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad teria 3%.
Fonte: O Globo
O governador Rui Costa (PT) criticou a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro debate televisivo, transmitido na quinta-feira passada pela TV Bandeirantes.
“Acho que se comete uma injustiça. Vai ficar na história do Brasil a maior injustiça com o ex-presidente que foi o melhor presidente do país. A história leva tempo para consagrar unanimidade. Agora, com registro dia 15 a Justiça ainda possa ser feita”, disse, durante registro de sal candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
O petista está preso desde abril, mas foi escolhido pelo PT como o candidato do partido. Logo na abertura do debate, o jornalista Ricardo Boechat, mediador do encontro, informou que Lula foi convidado. mas "foi impedido pela Justiça de participar"
O PT chegou a entrar na Justiça para tentar levar Lula ao debate ou até mesmo para que o ex-presidente participasse por meio de videoconferência. Os pedidos não foram aceitos.
Fonte: Bocão
O desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), admitiu a amigos que ignorou a "letra fria da lei" - expressão usada por juristas para caracterizar as normas inflexíveis da Constituição - ao emitir decisão contrária à soltura do petista. A informação foi publicada neste domingo (12) pela coluna Radar, da revista 'Veja'.
Na ocasião, o magistrado desconsiderou a competência do juiz de plantão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) Rogério Favreto, que autorizou a soltura do ex-presidente no dia 8 de julho.
Ainda de acordo com a publicação, Gebran afirmou a pessoas próximas que passar por cima da decisão de Favreto era a única forma de evitar um dano ainda maior, que seria a soltura de Lula.
"Para evitar maior tumulto para a tramitação deste habeas corpus, até porque a decisão proferida em caráter de plantão poderia ser revista por mim, juiz natural para este processo, em qualquer momento, determino que a autoridade coatora e a Polícia Federal do Paraná se abstenham de praticar qualquer ato que modifique a decisão colegiada da 8ª Turma", escreveu Gerbran no despacho.
Fonte: Veja
Após reunião que durou cerca de quatro horas, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, nesta sexta-feira (10), a senadora Gleisi Hoffmann e o ex-presidente Lula, decidiram nova estratégia do PT.
De acordo com a Folha, a presidente do Partido dos Trabalhadores afirmou que Lula determinou que chegou a hora de levar o bloco da campanha, com o ex-prefeito de SP, Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, às ruas.
Até então, o PT tinha optado por preservar Lula, esconder Haddad, temendo que o eleitorado da sigla passasse a não acreditar mais na viabilidade eleitoral de Lula.
Fonte: Folha
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é o segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Palácio do Planalto quando seu nome aparece como candidato apoiado pelo ex-presidente Lula. Alcança 13%, só atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 21%. Marina Silva (Rede) aparece com 10%. Geraldo Alckmin (9%), Ciro Gomes (7%), Álvaro Dias (5%) e Henrique Meirelles (2%) surgem na sequência.
Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad tem 3%.
A pesquisa é da XPIpespe. Foi feita por meio de entrevistas telefônicas entre os dias 6 e 8 de agosto com mil pessoas. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 08988/2018.
Fonte: Época
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