O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve registrar nesta quarta-feira (15) sua candidatura ao Planalto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, se ele repetir o que informou à Justiça no processo de inventário da ex-primeira-dama Marisa Letícia, deverá ficar entre os três presidenciáveis mais ricos, de acordo com a Coluna do Estadão.
Em junho, o petista disse ao Judiciário que os bens do casal somam R$ 12,3 milhões. Em 2006, sua última eleição, ele declarou patrimônio de R$ 839 mil. Atualizado pelo IPCA, R$ 1,7 milhão. A cifra que consta no inventário é superior ao de Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) somados.
Dos candidatos ao Planalto, o político Lula só deve perder em patrimônio para o empresário João Amoedo, que informou R$ 425 milhões, e o ex-presidente do BankBoston Henrique Meirelles. Pelo processo de partilha, ainda em curso, Lula vai dividir metade do patrimônio de R$ 12,3 milhões com os filhos. Mesmo se ele declarar ao TSE apenas sua parte, R$ 6 milhões, continuará entre os três presidenciáveis mais ricos.
Em junho, Lula informou à Justiça, no processo de partilha, ter dois planos de previdência, que somam R$ 9 milhões. Além da L.I.L.S. Palestras, que também não existia em 2006, entre outros bens.
Fonte: Estadão
O ex-prefeito de Irecê e ex-deputado estadual pela Bahia, José Carlos Dourado das Virgens, conhecido por Zé das Virgens, ratificou nesta segunda-feira (13) que vai concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.
A confirmação foi divulgada pelo político através das redes sociais. Zé das Virgens eleito por três vezes à Assembleia Legislativa da Bahia entre 1999 e 2008, quando renunciou para assumir a prefeitura de Irecê, onde ficou até 1 de janeiro de 2013, tendo sido derrotado nas eleições municipais de 2012 por 763 votos.
Fonte: Central Notícia

Atual vice na chapa presidencial petista e provável candidato ao Planalto se o nome Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for impugnado na Justiça Eleitoral, Fernando Haddad (PT) pretende usar o nome do ex-presidente nas urnas, em outubro. Segundo a coluna de Lauro Jardim, o ex-prefeito de São Paulo planeja se inscrever com o nome de Fernando Lula Haddad.
O candidato a vice-presidente aparece em segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Planalto quando seu nome é posto como o indicado pelo ex-presidente que está preso em Curitiba com 13%. Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad teria 3%.
Fonte: O Globo
O governador Rui Costa (PT) criticou a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro debate televisivo, transmitido na quinta-feira passada pela TV Bandeirantes.
“Acho que se comete uma injustiça. Vai ficar na história do Brasil a maior injustiça com o ex-presidente que foi o melhor presidente do país. A história leva tempo para consagrar unanimidade. Agora, com registro dia 15 a Justiça ainda possa ser feita”, disse, durante registro de sal candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
O petista está preso desde abril, mas foi escolhido pelo PT como o candidato do partido. Logo na abertura do debate, o jornalista Ricardo Boechat, mediador do encontro, informou que Lula foi convidado. mas "foi impedido pela Justiça de participar"
O PT chegou a entrar na Justiça para tentar levar Lula ao debate ou até mesmo para que o ex-presidente participasse por meio de videoconferência. Os pedidos não foram aceitos.
Fonte: Bocão
O desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), admitiu a amigos que ignorou a "letra fria da lei" - expressão usada por juristas para caracterizar as normas inflexíveis da Constituição - ao emitir decisão contrária à soltura do petista. A informação foi publicada neste domingo (12) pela coluna Radar, da revista 'Veja'.
Na ocasião, o magistrado desconsiderou a competência do juiz de plantão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) Rogério Favreto, que autorizou a soltura do ex-presidente no dia 8 de julho.
Ainda de acordo com a publicação, Gebran afirmou a pessoas próximas que passar por cima da decisão de Favreto era a única forma de evitar um dano ainda maior, que seria a soltura de Lula.
"Para evitar maior tumulto para a tramitação deste habeas corpus, até porque a decisão proferida em caráter de plantão poderia ser revista por mim, juiz natural para este processo, em qualquer momento, determino que a autoridade coatora e a Polícia Federal do Paraná se abstenham de praticar qualquer ato que modifique a decisão colegiada da 8ª Turma", escreveu Gerbran no despacho.
Fonte: Veja
Após reunião que durou cerca de quatro horas, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, nesta sexta-feira (10), a senadora Gleisi Hoffmann e o ex-presidente Lula, decidiram nova estratégia do PT.
De acordo com a Folha, a presidente do Partido dos Trabalhadores afirmou que Lula determinou que chegou a hora de levar o bloco da campanha, com o ex-prefeito de SP, Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, às ruas.
Até então, o PT tinha optado por preservar Lula, esconder Haddad, temendo que o eleitorado da sigla passasse a não acreditar mais na viabilidade eleitoral de Lula.
Fonte: Folha
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é o segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Palácio do Planalto quando seu nome aparece como candidato apoiado pelo ex-presidente Lula. Alcança 13%, só atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 21%. Marina Silva (Rede) aparece com 10%. Geraldo Alckmin (9%), Ciro Gomes (7%), Álvaro Dias (5%) e Henrique Meirelles (2%) surgem na sequência.
Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad tem 3%.
A pesquisa é da XPIpespe. Foi feita por meio de entrevistas telefônicas entre os dias 6 e 8 de agosto com mil pessoas. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 08988/2018.
Fonte: Época

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, por intermédio do presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, que "Fernando Haddad é o representante dele, é a voz dele e é as pernas dele, enquanto ele estiver preso".
Afirmando que dava esse recado a pedido de Lula, Vagner disse ainda que "Fernando Haddad fala em nome dele e deve representá-lo nos debates, em aparições públicas e deve viajar pelo Brasil".
Na quarta-feira (8), Haddad chegou a avaliar a possibilidade de assistir, da plateia, ao debate da Rede Bandeirantes, valendo-se de uma das sete credenciais reservadas ao PT, mas foi podado por uma determinação da presidente nacional do partido, senadora Gleisi Hoffmann (PR).
Nesta quarta (7), em uma reunião em Brasília, Gleisi recomendou que a Executiva Nacional do PT não reivindicasse a presença de Haddad nos debates como representante de Lula. A ordem é que o partido não tome qualquer medida legal em favor da participação do ex-prefeito, pelo menos, até o registro da candidatura de Lula, no dia 15.
A ordem é que Haddad limite suas agendas externas, sob argumento de que sua aparição debilite a candidatura de Lula. No fim de semana, Gleisi chegou a ponderar que Haddad não fosse o indicado para a vice por representar uma antecipação do chamado plano B.
Parte da cúpula partidária discorda dessa estratégia. O próprio ex-presidente tem dado, no entanto, sinais de que Haddad o substituirá na corrida eleitoral.
Por meio de sua assessoria, Lula divulgou uma carta em que se diz vítima de censura por não poder participar do debate da Band. Ele diz ainda que sua exclusão viola o direito do povo e a liberdade de imprensa.
"A decisão de me excluir do debate entre os presidenciáveis, promovido pela Band, viola o direito do povo brasileiro e também dos outros candidatos de discutir as propostas da minha candidatura e até de me criticarem olhando na minha frente, e eu tenho o direito de responder. A candidatura que lidera as pesquisas é impedida de debater com as demais suas propostas e ideias defendidas por milhões de brasileiros. Viola também a liberdade de imprensa, impedindo que um veículo de comunicação cumpra seu dever de informar, e proibindo o público de exercer seu direito de ser informado", diz trecho da carta.
"O nome disso é censura. Sou candidato porque não cometi nenhum crime e tenho compromisso com este povo que, em 2010, ao final de meu mandato, concedeu-me o maior índice de aprovação de um presidente na história deste país, com 87% de avaliação positiva. O Brasil precisa debater seu futuro de forma democrática. Ter eleições onde o povo, que já viveu dias melhores em um passado recente, possa escolher que caminho quer para o país, com a participação de todas as forças políticas da nação."
Fonte: Folha de S. Paulo
Uma semana depois de negar que assumiria a coordenação da campanha de Geraldo Alckmin à presidência da República, o prefeito de Salvador, ACM Neto, é desmentido pelo registro da candidatura do tucano no Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo a coluna Painel da Folha de S. Paulo, Alckmin registrou ACM Neto, presidente nacional do DEM, como coordenador da sua coligação.
Na inauguração da prefeitura-bairro de São Caetano, no ultimo dia 30, Neto negou que coordenaria a campanha do tucano.
“Essa especulação saiu na imprensa sem nenhum fundamento, vou ajudar na campanha [de Alckmin], não preciso de nenhum título para isso. A minha contribuição vai ser como presidente do Democratas, como cidadão, não houve qualquer convite desse tipo. Para mim, o que importa é que haja um trabalho eficiente”, disse.
Fonte: Bocão
Ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (Foto: Central Notícia)
O ex-governador da Bahia e candidato ao Senado pelo PT, Jaques Wagner, afirma que Fernando Haddad, nome indicado por Lula para ser candidato à vice-presidência da República na chapa do PT, vai decolar nas próximas pesquisas de intenção de voto como possível presidenciável.
Em sua chegada, na manhã desta terça-feira (7), ao Encontro com Candidatos ao Governo da Bahia, no Hotel Mercure, no Rio Vermelho, o petista disse ainda que o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, vai cair de desempenho no decorrer da campanha eleitoral.
"Mais adiante, quando começar o programa na televisão, eu acredito que o Haddad pode inclusive assumir a dianteira das pesquisas. Na minha opinião, a candidatura de Bolsonaro não tem substância. Com os debates, acho que ele tende a desaparecer", disse o candidato a senador.
Em sua análise, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, não tem conjuntura para se sair bem na disputa. "A candidatura de Alckmin, por mais que ele tente se afastar do PMDB, evidente que o PMDB tem uma candidatura, quando ele trouxe o conjunto de centro, não agregou coisa nova para sua apresentação. Vamos ver se ele consegue decolar. Mas as pesquisas estão dizendo que Haddad, rapidamente, vai chegar a segundo ou primeiro colocado", contou.
Fonte: Bocão
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