Quarta-feira, 23 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Dias após o presidente Donald Trump anunciar que teria convencido a Coca-Cola a utilizar o açúcar de cana em sua fabricação nos Estados Unidos, a empresa confirmou a venda desta versão no país. A confirmação foi incluída no balanço do 2º trimestre da empresa.

O anúncio, no entanto, deixa claro que a Coca-Cola com açúcar de cana será uma versão alternativa, e não uma mudança em sua fórmula principal.

“Como parte de sua contínua agenda de inovação, a empresa planeja lançar neste outono, nos Estados Unidos, uma nova opção feita com açúcar de cana americano para ampliar sua linha de produtos da marca Coca-Cola. Este lançamento visa complementar o forte portfólio da empresa e oferecer mais escolhas para diferentes ocasiões e gostos”, diz a empresa.

Atualmente, a Coca-Cola estadunidense utiliza como adoçante quase que exclusivamente o xarope de milho, uma opção consideravelmente mais barata. É possível comprar Coca-Cola com cana de açúcar no país, porém ela é importada e comercializada como “Coca-Cola Mexicana”.

O texto informativo da Coca-Cola destaca ainda que o açúcar de cana utilizado será “americano”. Assim, a empresa deve usar apenas fornecedores locais na fabricação.

Na semana passada, Donald Trump fez o anúncio através de um post em rede social de que havia conversado “com a Coca-Cola sobre o uso de açúcar de cana DE VERDADE na Coca-Cola nos Estados Unidos, e eles aceitaram”. A empresa, no entanto, ainda não havia confirmado a informação.

Coca-Cola mais cara?

Especialistas consultados pela IstoÉ Dinheiro explicaram que a troca do xarope de milho no país poderia encarecer substancialmente os preços, já que os Estados Unidos importam cerca de 30% do açúcar de cana que consome. Seus principais fornecedores, México e Brasil, acabaram de sofrer taxações de 30% e 50% respectivamente.

“A tendência seria ou uma escassez do produto lá, que obrigaria a Coca-Cola a rever ou adiar sua decisão; ou, o que é mais provável, o encarecimento puro e simples”, afirma o economista Robson Gonçalves, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas).

No entanto, o anúncio feito pela empresa destaca que a Coca-Cola com açúcar de cana irá “complementar o forte portfólio da empresa”. Será assim uma versão alternativa, como ocorre com a Coca-Cola Zero. O lançamento deve ocorrer no outono dos EUA, ou seja, entre os meses de setembro a novembro. 

Fonte: As informações são do site IstoÉ.



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Quarta-feira, 16 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Alan Santos / PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que não é amigo de Jair Bolsonaro, mas voltou a criticar a investigação sobre tentativa de golpe contra o ex-presidente brasileiro.

"O presidente Bolsonaro não é um homem desonesto. Ele ama o povo do Brasil. Ele lutou muito pelo povo do Brasil. Ele negociou acordos comerciais contra mim pelo povo do Brasil e foi muito duro", comentou Trump a repórteres.

"Eu acredito que é uma caça às bruxas e não deveria estar acontecendo. Não é que... olha, ele não é como um amigo meu, ele é alguém que eu conheço. E eu o conheço como um representante de milhões de pessoas. Os brasileiros são ótimas pessoas", adicionou.

"E ele [Bolsonaro] ama o país e lutou muito por essas pessoas, e eles querem colocá-lo na cadeia. Eu acho que é uma caça às bruxas e acho muito lamentável. Ninguém está feliz com o que o Brasil está fazendo porque Bolsonaro era um presidente respeitado", adicionou.

Pedido de condenação de Bolsonaro pela PGR

Nas alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal na segunda-feira (14), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que há uma série de provas que justificam a condenação de Bolsonaro e outras pessoas por tentativa de golpe de Estado.

Ele também pediu a condenação dos ex-ministros Alexandre Ramagem, Augusto Heleno, Anderson Torres, Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid; e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

Agora, as defesas dos réus devem enviar suas alegações finais. Só após esse processo que o ministro Alexandre de Moraes, que é o relator do caso, irá preparar o voto para dar início ao julgamento.

Fonte: CNN Brasil



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Sábado, 12 de Julho de 2025
MUNDO

Governo dos Estados Unidos – Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (11/7) que pretende, “em algum momento”, conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as tarifas de 50% impostas ao Brasil, mas que “não agora”. Na mesma fala, Trump voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Donald Trump afirmou que a conversa com Lula “talvez aconteça em algum momento, mas não agora. Ele está tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta. Eu o conheço [Bolsonaro] bem, já negociei com ele, e ele é um bom negociador. Posso te falar que ele é um homem muito honesto e ama o povo brasileiro”, disse Trump em resposta à repórter brasileira Raquel Krakenbuhl, correspondente da TV Globo em Washington. Veja:

Veja o que o presidente Donald Trump disse:

“Talvez em algum momento eu fale com ele [Lula]. Agora, eu não vou. Eles estão tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta. Ele [Bolsonaro] é um bom homem. Eu o conheço bem. Eu negociei com ele. Ele era um negociador muito difícil e, posso dizer que ele era um homem muito honesto. E ele amava o povo do Brasil. Ele era um cara muito difícil de negociar. Eu não deveria gostar dele, porque ele era muito duro em negociação, mas ele também foi muito honesto e eu conheço os honestos e conheço os corruptos.”

O tarifaço de Trump contra o Brasil foi divulgado na última quarta-feira (9/7), por meio de uma carta enviada ao presidente Lula. Diante da nova taxa, o Brasil se tornou o país ao qual os EUA vão impor as tarifas de importação mais altas entre as 22 já anunciadas por Trump.

A taxa entra em vigor a partir de 1º de agosto e será cobrada separadamente de tarifas setoriais, como as que atingem o aço e alumínio brasileiros. Em abril deste ano, o Brasil já havia sido atingido pelo tarifaço de Trump e teve os produtos tarifados em 10%.

Além disso, as taxas norte-americanas de 50% sobre o aço e o alumínio e mais 50% de taxas anunciadas sobre o cobre nesta quinta-feira (10/7) afetam o país.

Trump, tarifas, Brasil e BolsonaroTrump tem ameaçado o mundo com a imposição de tarifas comerciais, desde o início do mandato, e tem dado atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.

O presidente norte-americano chegou a ameaçar taxas de 100% aos países-membros do bloco que não se curvarem aos “interesses comerciais dos EUA”.

Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump impôs 50% de tarifas sobre exportações brasileiras para os EUA.

O líder norte-americano alegou que o Brasil não está “sendo bom” para os EUA e afirmou que existe déficit para seu país no comércio bilateral, o que não é verdade.

Na segunda-feira (7/7), Trump começou a enviar cartas a nações pelo mundo, anunciando oficialmente a implementação de tarifas a 22 países, que variam de 20% a 50%, a depender do país, com validade a partir de 1º de agosto.

Entre os países, o Brasil ficou com a taxa mais alta e as Filipinas com a menor, de 20%.

Veja lista:

  1. Brasil: 50%
  2. Laos: 40%
  3. Myanmar: 40%
  4. Camboja: 36%
  5. Tailândia: 36%
  6. Bangladesh: 35%
  7. Sérvia: 35%
  8. Indonésia: 32%
  9. África do Sul: 30%
  10. Argélia: 30%
  11. Bósnia e Herzegovina: 30%
  12. Iraque: 30%
  13. Líbia: 30%
  14. Sri Lanka: 30%
  15. Brunei: 25%
  16. Cazaquistão: 25%
  17. Coreia do Sul: 25%
  18. Japão: 25%
  19. Malásia: 25%
  20. Moldávia: 25%
  21. Tunísia: 25%
  22. Filipinas: 20%

Fonte: Metrópoles



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Quinta-feira, 10 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (9), em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano. Segundo Trump, as tarifas passam a valer a partir do dia 1º de agosto.

No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Ele também destacou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos.

"A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!", escreveu Trump.

O presidente norte-americano justifica a medida tarifária citando ainda supostos "ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos".

"A partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes. Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta", afirmou o presidente norte-americano.

A manifestação ocorre na mesma semana em que Trump e Lula trocaram críticas por conta da realização da cúpula do Brics, bloco que reúne as maiores economias emergentes do planeta, no Rio de Janeiro. Trump chegou a ameaçar os países do grupo com imposição de tarifas comerciais, o que agora se materializa no caso brasileiro.

Trump prossegue a carta acusando o Brasil de praticar relação comercial injusta com os Estados Unidos.

"Tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco. Por favor, entenda que os 50% são muito menos do que seria necessário para termos igualdade de condições em nosso comércio com seu país. E é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do sistema atual", escreveu Trump.

A declaração de Trump contraria os números do fluxo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Juntos, os dois países têm um volume de comércio de cerca de US$ 80 bilhões por ano. Ao considerar a balança comercial (exportações menos importações), os Estados Unidos têm superávit de US$ 200 milhões com o Brasil.

Ainda na carta, Trump ameaça o Brasil em caso de retaliação.

"Se por qualquer razão o senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o valor escolhido, ele será adicionado aos 50% que cobraremos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional!", ameaçou.

"Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América", completou o presidente dos Estados Unidos.

Trump ainda determinou a abertura de investigação sobre o que chamou de "ataques contínuos do Brasil às atividades comerciais digitais de empresas americanas" no Brasil.

Fonte: Agência Brasil



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Quarta-feira, 09 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma nova postagem na sua rede social Truth Social no noite desta terça-feira (8) defendendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Deixem o Grande Ex-Presidente do Brasil em paz. CAÇA ÀS BRUXAS!!!”, escreveu usando letras maiúsculas.

O comentário foi feito ao repostar o anterior que o republicano já havia feito tratando do Brasil na segunda-feira (7). Na ocasião, Trump também havia falado em “caça às bruxas” e disse que o julgamento de Bolsonaro deveria ser feito nas urnas.

“Isso não é nada mais nada menos do que um ataque a um oponente político —algo que eu conheço muito bem! Aconteceu comigo, dez vezes pior, e agora o nosso país é o mais ‘quente’ do mundo!”, prosseguiu o presidente dos EUA, sem indicar quem seria essa “oponente político”, escreveu.

“O grande povo do Brasil não vai tolerar o que estão fazendo com seu ex-presidente. Estarei acompanhando muito de perto a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar acontecendo é o julgamento pelo voto do povo brasileiro. Isso se chama eleição. Deixem Bolsonaro em paz”, disse o presidente americano na primeira mensagem.

Ainda na segunda, o presidente Lula reagiu. Em nota, afirmou não aceitar interferências nas políticas internas do Brasil. “A defesa da democracia no Brasil é um tema que compete aos brasileiros. Somos um país soberano.”

Assim como Lula, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), reagiu à declaração de Trump, afirmando que o americano não pode interferir no processo judicial brasileiro.

A ofensiva de Trump ocorre em meio à pressão e expectativa de bolsonaristas para que os Estados Unidos apliquem uma sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. A articulação conta com pessoas próximas ao presidente dos EUA, como o ex-assessor de Trump Jason Miller.

Pessoas ligadas a Trump, como o ideólogo da extrema-direita Steve Bannon dizem que a única forma de Moraes evitar ser sancionado seria se arquivasse as acusações contra o ex-presidente. Ele e integrantes do governo Trump veem uma ação do Judiciário para tentar beneficiar Lula.

Bolsonaro está inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também é alvo de ação penal no STF, investigado por tramar um golpe na eleição de 2022.

Apesar da investida do americano, ministros do STF tem afirmado que a ação não vai gerar nenhuma interferência no processo e que o julgamento seguirá normalmente. A previsão é que Bolsonaro seja julgado entre agosto e setembro.

Fonte: Julia Chaib/Folhapress



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Segunda-feira, 07 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Em meio à reunião de cúpula do Brics, que ocorre no Rio de Janeiro, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou taxas extras a produtos de países que se alinhem ao grupo, formado por 11 nações, entre elas Brasil Rússia Índia, China e África do Sul. A publicação foi feita em seu perfil na rede Truth Social.

"Qualquer país que se alinhe às políticas antiamericanas do Brics será taxado com tarifa extra de 10%. Não haverá exceções a essa política. Obrigado pela atenção em relação a essa questão", escreveu Trump.

Em sua declaração de líderes, divulgada no domingo (6), o Brics criticou medidas protecionistas adotadas no comércio global.

"Reiteramos nosso apoio a um sistema multilateral de comércio baseado em regras, aberto, transparente, justo, inclusivo, equitativo, não discriminatório e consensual, com a OMC em seu núcleo, com tratamento especial e diferenciado (TED) para seus membros em desenvolvimento", destaca a declaração do Brics.

Trump, que assumiu em janeiro deste ano, anunciou, logo no início de seu mandato, aumento de tarifas sobre produtos importados, o que gerou críticas e respostas de vários países.

Além de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, compõem o Brics a Arábia Saudita, o Irã, os Emirados Árabes, a Indonésia, o Egito e a Etiópia. Mais dez países são parceiros do grupo: Bielorrússia, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.

Fonte: Agência Brasil



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Sexta-feira, 04 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução/UOL/Redes Sociais

Pelo menos 15 moradores de rua morreram de frio na Argentina, em decorrência de uma onda polar que chegou no início do inverno no hemisfério sul e mantém grande parte do território argentino em alerta desde quarta-feira (2/7), com temperaturas mínimas recordes.

O número de mortos, que não foi confirmado pelas autoridades, corresponde a uma contagem realizada pela ONG Proyecto 7, que atua no atendimento a moradores de rua em todo o país.

Entre as vítimas está um homem de 67 anos, da cidade costeira de Mar del Plata, 400 km ao sul de Buenos Aires, que foi encontrado morto na entrada de uma garagem onde costumava receber ajuda de vizinhos.

Na terça-feira (1º/7), outro homem foi encontrado morto no Paraná, 500 km a nordeste de Buenos Aires, após passar a noite em um banco de parque, e o corpo de um bebê foi encontrado em um lixão em Catamarca (1.100 km a noroeste), provavelmente morto por hipotermia.

Menor temperatura em 34 anos

O Serviço Meteorológico Nacional informou que a temperatura mínima na cidade de Buenos Aires na quarta-feira foi de -1,9ºC, o menor recorde desde 1991.

Nos arredores da capital argentina, temperaturas de até -7,4 graus Celsius foram registradas em El Palomar, a segunda temperatura mais baixa desde 1935, depois do recorde de -8 em 1967, informou o SMN.

A onda de frio se instalou na Argentina, e o frio extremo que se espalha por quase todo o país gerou alertas vermelho, laranja e amarelo emitidos pelo SMN, informou o jornal local Clarín.

A onda de frio, em meio ao inverno do hemisfério sul, intensificou-se nos últimos três dias, quando a demanda incomum por eletricidade causou o colapso do serviço em algumas áreas de Buenos Aires, onde milhares de usuários sofreram cortes de energia, em alguns locais com duração de mais de 24 horas.

Em todo o país, a cidade mais fria da Argentina na quarta-feira foi Maquinchao, uma cidade de 3 mil habitantes na província de Río Negro, 1,4 mil km a sudoeste de Buenos Aires, onde os termômetros chegaram a -12ºC. Na terça, caíram para -18ºC.

Na província de Buenos Aires, na cidade costeira de Miramar, 450 km ao sul da capital argentina, nevou na noite de domingo, algo que não acontecia há 34 anos.

Fonte: Metrópoles



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Quarta-feira, 25 de Junho de 2025
MUNDO

Foto: Instagram

O corpo de Juliana Marins foi resgatado nesta quarta-feira (25) da cratera do Monte Rinjani pelas equipes de socorro da Indonésia. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), em entrevista a uma emissora de TV local.

Brasileira, Juliana fazia uma trilha na borda do vulcão quando caiu na cratera e deslizou por centenas de metros, na manhã de sábado (21). Por conta das condições meteorológicas diversas, terreno complicado e problemas na logística das operações de resgate, Juliana não foi resgatada a tempo.

Apenas na terça-feira (24), um resgatista conseguiu chegar até ela, mas a brasileira já tinha morrido.

Homenagem

O pai de Juliana, Manoel Marins, fez uma homenagem para a filha em suas redes sociais.

“No início deste ano [ela] nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós a apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: jamais. E assim você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil



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Terça-feira, 24 de Junho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que fazia uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, na madrugada de sábado (21), quando caiu da borda da cratera de um vulcão, foi encontrada morta nesta terça-feira (24) por equipes de resgate.

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz comunicado da família no perfil do Instagram chamado Resgate Juliana Marins, criado por parentes para divulgar notícias sobre o desaparecimento da jovem.

Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate Indonésia (Basarna), a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no sábado ocorreu porque as equipes só foram avisadas depois que um integrante do grupo de Juliana conseguiu descer até um posto em uma caminhada que levou horas. Além disso, foram necessárias algumas horas até que os resgatistas subissem até o local.

Buscas

Nos dois primeiros dias, drones com sensores térmicos não encontraram Juliana. Apenas na manhã de segunda-feira (23) ela foi localizada. A temperatura do corpo mostrou que a brasileira ainda estava viva, porém, se mantinha imóvel.

Nesta terça-feira, um helicóptero foi enviado à região, com uma equipe de resgate com grupamento especial da Basarna. As condições meteorológicas e geográficas prejudicam o trabalho de salvamento, segundo a agência.

Outro problema é a profundidade onde está Juliana, a cerca de 500 metros abaixo da borda da cratera, o que dificulta a chegada por meio de cordas.

Fonte: Agência Brasil



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Segunda-feira, 23 de Junho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (23), o Irã atacou bases militares dos Estados Unidos no Iraque e no Catar, diz uma agência de notícias associada ao regime ao iraniano.

A base de Al Udeid no Catar, um dos alvos do ataque, é a maior base dos Estados Unidos na região, abrigando mais de 10 mil soldados. Segundo um oficial israelense, seis mísseis foram lançados neste ataque.

Além do ataque à base aérea americana, diversas explosões em Doha, capital do Catar, foram ouvidas por testemunhas.

Ataque do Irã à base americana ocorreu após operação militar Martelo da Meia-Noite, conduzida pela força aérea norte-americana no último sábado.

Fonte: G1



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