Quarta-feira, 15 de Outubro de 2025
MUNDO

Foto: Keegan Barber/Fotos Públicas

O governo de Donald Trump já demitiu 4.108 servidores federais em meio à paralisação do governo dos Estados Unidos, que entra em sua terceira semana. A informação foi divulgada nesta terça-feira (14) pelo Departamento de Justiça americano. Apesar do número expressivo, o total é ligeiramente menor do que a estimativa inicial, que apontava ao menos 4.278 desligamentos.

Os cortes representam uma pequena fração dos cerca de 2 milhões de funcionários civis que atuavam no início da gestão Trump. A paralisação atual já é a mais longa sob o governo do republicano, chegando ao 15º dia nesta quarta-feira (15).

A decisão de Trump é vista como uma tentativa de pressionar os democratas a aprovarem seu plano de gastos, que inclui cortes em programas considerados próximos ao partido rival.

Sindicatos de servidores entraram na Justiça para tentar reverter as demissões, argumentando que as dispensas não são justificáveis e violam leis que protegem trabalhadores de agências sem financiamento. Desde 1981, os EUA enfrentaram 15 paralisações, mas nenhuma havia resultado em demissões tão amplas.

Fonte: Da Redação



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Quinta-feira, 02 de Outubro de 2025
MUNDO

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Reprodução/White House

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos estão trabalhando em conjunto para organizar o encontro presencial entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, com a possibilidade do encontro ocorrer em um terceiro país, é o que afirmam diversos funcionários brasileiros familiarizados com a situação, segundo informações do portal Bloomberg.

Brasília tem indicado a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que ocorrerá neste mês, na Malásia, como um local ideal para as conversas, disseram os funcionários, que pediram anonimato para discutir assuntos sensíveis. A ideia é proporcionar a oportunidade para que os líderes se encontrem em um local neutro, em vez da Casa Branca ou do Palácio do Planalto.

As relações entre EUA e Brasil se deterioraram acentuadamente nos últimos meses, após Trump impor tarifas de 50% sobre diversos produtos brasileiros e sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em retaliação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pela Corte em setembro por tentativa de golpe.

No entanto, sinais de uma reaproximação entre os dois países surgiram durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York na semana passada, quando Trump disse ter se encontrado com Lula, e fez elogios ao petista, dizendo que eles tinham “boa química” e que haviam discutido rapidamente a possibilidade de uma reunião para conversar sobre suas diferenças.

Trump ainda não confirmou oficialmente sua participação na cúpula da ASEAN, mas é esperado que ele visite a Malásia como parte de uma viagem programada pela Ásia, que também incluiria paradas no Japão e na Coreia do Sul. Lula seguirá para Kuala Lumpur, capital da Malásia, após uma visita de Estado à Indonésia, parte de seus esforços para aprofundar os laços comerciais com a região.

O encontro com Trump é tratado como prioridade máxima pelo presidente brasileiro, segundo dois funcionários familiarizados com a situação. Mas o líder brasileiro também está focado em garantir que o encontro seja eficaz, e quer ter certeza de que terá dados e informações suficientes para apresentar a Trump antes de agendar o encontro, disse um dos funcionários.

Na quarta-feira (1º), o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, afirmou ter conversado com assessores de Trump sobre um possível encontro, e sugeriu que este poderia ocorrer em um terceiro país.

“Pode ser uma ligação telefônica, uma videochamada, assim como um encontro em um momento específico em que ambos estejam presentes no mesmo evento internacional”, disse Vieira durante uma aparição no Congresso, acrescentando que atualmente não há arranjos para Trump visitar o Brasil ou para uma viagem de Lula a Washington.

Fonte: Bahia.ba



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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução                                                                             

A Espanha tomou da Argentina a liderança do ranking de seleções masculinas de futebol da Fifa (Federação Internacional de Futebol). A equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni caiu para a terceira posição da lista, enquanto a França assumiu a vice-liderança. Já o Brasil caiu para a sexta posição da classificação.

A queda da seleção brasileira foi influenciada pelo tropeço nas Eliminatórias Sul-Americanas diante da Bolívia, por 1 a 0 nos 4.150 metros de altitude da cidade de El Alto. Com este resultado o time comandado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti fechou a participação na competição na 5ª colocação com 28 pontos.

Já a ascensão do time espanhol é explicada pelo bom início de campanha nas Eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo de 2026, com as vitórias fora de casa sobre a Bulgária (pelo placar de 3 a 0) e sobre a Turquia (com uma goleada de 6 a 0).

Os dez primeiros colocados do ranking de seleções masculinas de futebol da Fifa é formado por: Espanha, França, Argentina, Inglaterra, Portugal, Brasil, Holanda, Bélgica, Croácia e Itália.

Fonte: Agência Brasil



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Quarta-feira, 03 de Setembro de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Dados divulgados nesta terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que mais de um bilhão de pessoas em todo o planeta vivem com algum tipo de transtorno mental, incluindo ansiedade e depressão. O cenário causa imensos prejuízos humanos e econômicos, alerta a instituição.

“Embora muitos países tenham reforçado suas políticas e programas de saúde mental, maiores investimentos e ações são necessários globalmente para ampliar os serviços no intuito de proteger e promover a saúde mental das pessoas”, destacou a agência das Nações Unidas.

Segundo a OMS, transtornos de saúde mental como ansiedade e depressão são altamente prevalentes em todos os países e comunidades, afetando pessoas de todas as idades e níveis de renda. “É a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo, gerando perda de qualidade de vida”, acentuou a OMS.

Desafios

“Transformar os serviços de saúde mental é um dos desafios mais urgentes da saúde pública”, destacou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Investir em saúde mental significa investir em pessoas, comunidades e economias – um investimento que nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar”, acrescentou.

“Cada governo e cada líder tem a responsabilidade de agir com urgência e garantir que os cuidados em saúde mental não sejam tratados como um privilégio, mas como um direito básico de todos”, concluiu Tedros.

Análise

Os números apresentados revelam que a prevalência de transtornos de saúde mental varia de acordo com o gênero e que mulheres são desproporcionalmente mais impactadas. Ansiedade e depressão figuram como os dois tipos de transtorno mais comuns tanto entre homens como entre mulheres.

“O suicídio permanece como uma consequência devastadora, ceifando cerca de 721 mil vidas apenas em 2021 em todo o planeta”, alertou a OMS, ao citar o suicídio como uma das principais causas de morte entre jovens em todos os países e contextos socioeconômicos.

“Apesar dos esforços globais, o progresso na redução da mortalidade por suicídio é insuficiente para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas que prevê uma redução de um terço nas taxas de suicídio até 2030. Na trajetória atual, apenas uma redução de 12% será alcançada até esse prazo.”

Impacto econômico

A agência avalia o impacto econômico dos transtornos mentais como impressionante. Embora os custos com saúde sejam substanciais, os custos indiretos, sobretudo os que envolvem perda de produtividade, são muito maiores. A estimativa é que depressão e ansiedade, juntas, custem à economia global cerca de US$ 1 trilhão por ano.

“Essas descobertas ressaltam a necessidade urgente de investimento sustentado, priorização mais rigorosa e colaboração multissetorial para expandir o acesso à saúde mental, reduzir o estigma e combater as causas profundas dos problemas de saúde mental”, concluiu a OMS.

Fonte: Agência Brasil



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Quarta-feira, 03 de Setembro de 2025
MUNDO

Fotomontagem: White House Archived e Reprodução: Instagram / @xi.jinping_cn

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o líder da China, Xi Jinping, de conspirar contra os EUA por ter se reunido com Vladimir Putin, presidente da Rússia, e Kim Jong Un, líder da Coreia do Norte, na terça-feira (2), em um evento em Pequim que contou com um grande desfile militar. As informações são dos portais Bloomberg e InfoMoney.

“Por favor, transmitam meus cumprimentos mais calorosos a Vladimir Putin e Kim Jong Un, enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América”, disse Trump em seu site Truth Social, referindo-se aos atos na capital chinesa

Estados Unidos e China vivem um impasse desde o início do ano devido à agressiva política tarifária do governo Trump. O gigante asiático foi um dos poucos países que resistiu a taxação americana, contra-atacando com medidas semelhantes.

Trump também questionou se Xi daria crédito aos EUA, em seu discurso de quarta-feira, antes do desfile, pelo “enorme apoio” prestado à China durante a Segunda Guerra Mundial. Trump acrescentou: “Muitos americanos morreram na busca da China pela vitória e glória”.

Durante o evento em Pequim, o líder chinês não chegou a mencionar diretamente os EUA, mas expressou sua gratidão a nações não especificadas que teriam ajudado a China. Questionado sobre as declarações de Trump, o Ministério das Relações Exteriores chinês não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.

Apesar das críticas, Trump rejeitou as alegações de que o desfile militar promovido por Xi seriam um desafio ao poder dos EUA. “Tenho um ótimo relacionamento com o presidente Xi, como vocês sabem”, disse Trump a repórteres no Salão Oval, horas antes do evento. “Mas a China precisa muito mais de nós do que nós precisamos dela”. O republicano ainda afirmou, em outro momento, estar confiante de que Pequim não direcionará seus recursos de defesa contra os EUA no futuro.

“Temos o exército mais forte do mundo”, disse Trump em uma entrevista de rádio com Scott Jennings, comentarista conservador. “Eles jamais usariam seus militares contra nós — acredite, seria a pior coisa que poderiam fazer.”

O evento desta terça em Pequim marca os 80 anos da derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial. O espetáculo, altamente coreografado, contou com a presença de dezenas de chefes de Estado e de governo, incluindo líderes do Vietnã, Malásia, Paquistão, Bielorrússia, Irã, Sérvia e Eslováquia.

Fonte: Bahia.ba



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Quarta-feira, 06 de Agosto de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Um raro encontro com uma das espécies de tubarão mais ameaçadas do mundo foi registrado recentemente nas águas do País de Gales, trazendo esperança para conservacionistas e destacando a urgência de medidas de proteção marinha.

Cientistas capturaram imagens de um tubarão-anjo (Squatina squatina), espécie criticamente ameaçada de extinção, durante pesquisas na Baía de Cardigan.

O registro não foi planejado. A câmera que flagrou o animal faz parte do projeto Dolphin Diet Detectives, da Wildlife Trust of South & West Wales (WTSWW), que estuda a alimentação dos golfinhos locais e monitora a biodiversidade marinha da região.

“Ficamos emocionados ao registrar um tubarão-anjo na Baía de Cardigan, um encontro raro e emocionante. Tubarões-anjo não eram filmados na Baía de Cardigan desde 2021”, afirmou Sarah Perry, gerente de Conservação Marinha e Pesquisa da WTSWW, em comunicado.

De comum a tubarão criticamente ameaçado

O avistamento é significativo porque a espécie, antes comum em várias costas europeias e partes do Norte da África, sofreu um declínio populacional drástico. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), a população de tubarões-anjo diminuiu pelo menos 80% nos últimos 45 anos, levando à classificação de “criticamente ameaçado”– apenas um nível antes da extinção na natureza.

Entre os principais fatores para este declínio alarmante estão a degradação de habitats e, principalmente, a pesca de arrasto de fundo. Os tubarões-anjos são particularmente vulneráveis a esta prática por viverem e se alimentarem no fundo do mar. Combinado com sua baixa taxa reprodutiva, isso cria condições propícias para a extinção da espécie.

Impacto devastador visível

A vulnerabilidade não é exclusiva dos tubarões-anjos. O recente documentário OCEAN, de Sir David Attenborough, mostrou pela primeira vez imagens do impacto devastador da pesca de arrasto de fundo nos ecossistemas marinhos. As gravações revelam arraias e cefalópodes fugindo desesperadamente das redes e cabos metálicos dos arrastões, que deixam um rastro de destruição por onde passam.

“Isso está acontecendo em todos os oceanos, inclusive em muitas de nossas áreas protegidas. A diferença é que isso é tão destrutivo quanto derrubar sua floresta antiga local ou a floresta amazônica”, disse Toby Nowlan, diretor e produtor de OCEAN, ao portal britânico IFLScience.

“Se a minha floresta antiga local, Leigh Woods, fosse simplesmente derrubada, toda a cidade ficaria revoltada, mas é isso que está acontecendo debaixo d’água. A razão pela qual as pessoas não se revoltam contra o arrasto é que isso permanece escondido da vista. Acontece logo abaixo da superfície. Longe dos olhos, longe da mente, então permanece oculto”, continuou Nowlan.

Perspectivas de mudança

O avistamento do tubarão-anjos pode contribuir para mudanças nas políticas de proteção marinha, especialmente em um momento oportuno de discussões legislativas.

“Esse avistamento ocorre em um momento crucial, enquanto o Senedd [Parlamento do País de Gales] e o Governo do Reino Unido discutem a proibição do arrasto de fundo em Áreas Marinhas Protegidas”, destacou Perry, acrescentando que as câmeras subaquáticas do projeto “revelam a incrível diversidade de vida no leito marinho”.

Para a pesquisadora, “essas descobertas destacam a necessidade urgente de proteger esses habitats frágeis de atividades prejudiciais como o arrasto de fundo”, sinalizando esperança para a sobrevivência não apenas do tubarão-anjos, mas de todo o ecossistema marinho que depende da saúde dos habitats de fundo oceânico. 

Fonte: As informações são do site SoCientifica.



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Sábado, 26 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Este 25 de julho é o Dia Mundial para Prevenção do Afogamento, que mata 236 mil pessoas por ano em todo o globo, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS. Para a agência da ONU, o afogamento é um grande problema de saúde pública e uma das principais causas de morte de pessoas entre 1 e 24 anos.

Mortes podem ser evitadas

Nove de cada 10 óbitos por afogamento ocorrem em países de rendas baixa e média. Mas a carga global é sentida em todo o mundo. O afogamento é terceira principal causa de mortes por lesão não intencional, representando 7% de todas as mortes relacionadas a lesões.

As regiões do Pacífico Ocidental e do Sudeste Asiático da OMS concentram mais da metade dos afogamentos. O Pacífico Ocidental tem as taxas mais altas e são de 27 a 32 vezes maiores que os casos registrados no Reino Unido e na Alemanha, respectivamente.

Gerenciar cheias e ensinar natação

A OMS divulgou um relatório global sobre o tema afirmando que esse é um desafio de saúde pública altamente evitável, mas que nunca obteve um esforço estratégico de prevenção. O Dia Mundial para Prevenção do Afogamento foi declarado pela Assembleia Geral da ONU em 2021.

Uma das recomendações da resolução da ONU é ampliar o ensino de natação nas escolas e realizar atividades educativas para informar a população. Um outro aspecto é treinamento de profissionais da área e de gerenciamento adequado por autoridades locais e nacionais dos riscos de enchentes e cheias.

Fonte: Metrópoles



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Sexta-feira, 25 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

O dinheiro de brasileiros fora do país somou US$ 654,5 bilhões em 2024, de acordo com informações de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), divulgadas nesta sexta-feira (25) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

A declaração anual é obrigatória para pessoas físicas e jurídicas residentes no Brasil, com valores, bens, direitos e ativos de qualquer natureza no exterior em valor igual ou superior a US$ 1 milhão.

No total, 29.068 brasileiros declararam ter esses ativos, na data-base de 31 de dezembro de 2024. Desses, 25.208 são pessoas físicas que possuem US$ 245,4 milhões no exterior e 3.860 são empresas com US$ 409,1 milhões em ativos fora do Brasil.

Os investimentos diretos no setor produtivo somam a maior parte dos ativos - US$ 503,9 bilhões - seguido por outros investimentos, como créditos comerciais, empréstimos e moedas (US$ 86,5 bilhões) e investimentos em carteira como ações e títulos de renda fixa (US$ 62,8 bilhões).

Onde está o dinheiro

Na distribuição dos investimentos diretos por países, quando se considera a participação no capital das empresas, US$ 95 bilhões estão nos Países Baixos, seguido por Ilhas Virgens Britânicas (US$ 83,3 bilhões), Ilhas Cayman (US$ 73,2 bilhões), Bahamas (US$ 58,1 bilhões), Luxemburgo (US$ 35,1 bilhões) e Estados Unidos (US$ 20,9 bilhões).

Olhando para a divisão por setor produtivo, US$ 313,6 bilhões foram aplicados em empresas de serviços, majoritariamente serviços financeiros e holdings; já US$ 86,9 bilhões na agricultura, pecuária e extrativismo mineral, com destaque para extração de petróleo e gás natural. Na indústria, US$ 42 bilhões foram investidos por brasileiros no exterior, em 2024.

Além da declaração anual de CBE, há também a declaração trimestral para brasileiros com ativos acima de US$ 100 milhões. As informações são para fins estatísticos, para compilação de dados sobre o ativo externo da economia brasileira e a posição do investimento internacional do país.

Fonte: Agência Brasil



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Quarta-feira, 23 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Reprodução

Dias após o presidente Donald Trump anunciar que teria convencido a Coca-Cola a utilizar o açúcar de cana em sua fabricação nos Estados Unidos, a empresa confirmou a venda desta versão no país. A confirmação foi incluída no balanço do 2º trimestre da empresa.

O anúncio, no entanto, deixa claro que a Coca-Cola com açúcar de cana será uma versão alternativa, e não uma mudança em sua fórmula principal.

“Como parte de sua contínua agenda de inovação, a empresa planeja lançar neste outono, nos Estados Unidos, uma nova opção feita com açúcar de cana americano para ampliar sua linha de produtos da marca Coca-Cola. Este lançamento visa complementar o forte portfólio da empresa e oferecer mais escolhas para diferentes ocasiões e gostos”, diz a empresa.

Atualmente, a Coca-Cola estadunidense utiliza como adoçante quase que exclusivamente o xarope de milho, uma opção consideravelmente mais barata. É possível comprar Coca-Cola com cana de açúcar no país, porém ela é importada e comercializada como “Coca-Cola Mexicana”.

O texto informativo da Coca-Cola destaca ainda que o açúcar de cana utilizado será “americano”. Assim, a empresa deve usar apenas fornecedores locais na fabricação.

Na semana passada, Donald Trump fez o anúncio através de um post em rede social de que havia conversado “com a Coca-Cola sobre o uso de açúcar de cana DE VERDADE na Coca-Cola nos Estados Unidos, e eles aceitaram”. A empresa, no entanto, ainda não havia confirmado a informação.

Coca-Cola mais cara?

Especialistas consultados pela IstoÉ Dinheiro explicaram que a troca do xarope de milho no país poderia encarecer substancialmente os preços, já que os Estados Unidos importam cerca de 30% do açúcar de cana que consome. Seus principais fornecedores, México e Brasil, acabaram de sofrer taxações de 30% e 50% respectivamente.

“A tendência seria ou uma escassez do produto lá, que obrigaria a Coca-Cola a rever ou adiar sua decisão; ou, o que é mais provável, o encarecimento puro e simples”, afirma o economista Robson Gonçalves, professor de MBAs da FGV (Fundação Getulio Vargas).

No entanto, o anúncio feito pela empresa destaca que a Coca-Cola com açúcar de cana irá “complementar o forte portfólio da empresa”. Será assim uma versão alternativa, como ocorre com a Coca-Cola Zero. O lançamento deve ocorrer no outono dos EUA, ou seja, entre os meses de setembro a novembro. 

Fonte: As informações são do site IstoÉ.



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Quarta-feira, 16 de Julho de 2025
MUNDO

Foto: Alan Santos / PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que não é amigo de Jair Bolsonaro, mas voltou a criticar a investigação sobre tentativa de golpe contra o ex-presidente brasileiro.

"O presidente Bolsonaro não é um homem desonesto. Ele ama o povo do Brasil. Ele lutou muito pelo povo do Brasil. Ele negociou acordos comerciais contra mim pelo povo do Brasil e foi muito duro", comentou Trump a repórteres.

"Eu acredito que é uma caça às bruxas e não deveria estar acontecendo. Não é que... olha, ele não é como um amigo meu, ele é alguém que eu conheço. E eu o conheço como um representante de milhões de pessoas. Os brasileiros são ótimas pessoas", adicionou.

"E ele [Bolsonaro] ama o país e lutou muito por essas pessoas, e eles querem colocá-lo na cadeia. Eu acho que é uma caça às bruxas e acho muito lamentável. Ninguém está feliz com o que o Brasil está fazendo porque Bolsonaro era um presidente respeitado", adicionou.

Pedido de condenação de Bolsonaro pela PGR

Nas alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal na segunda-feira (14), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que há uma série de provas que justificam a condenação de Bolsonaro e outras pessoas por tentativa de golpe de Estado.

Ele também pediu a condenação dos ex-ministros Alexandre Ramagem, Augusto Heleno, Anderson Torres, Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid; e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

Agora, as defesas dos réus devem enviar suas alegações finais. Só após esse processo que o ministro Alexandre de Moraes, que é o relator do caso, irá preparar o voto para dar início ao julgamento.

Fonte: CNN Brasil



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