Foto: Instagram
O corpo de Juliana Marins foi resgatado nesta quarta-feira (25) da cratera do Monte Rinjani pelas equipes de socorro da Indonésia. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), em entrevista a uma emissora de TV local.
Brasileira, Juliana fazia uma trilha na borda do vulcão quando caiu na cratera e deslizou por centenas de metros, na manhã de sábado (21). Por conta das condições meteorológicas diversas, terreno complicado e problemas na logística das operações de resgate, Juliana não foi resgatada a tempo.
Apenas na terça-feira (24), um resgatista conseguiu chegar até ela, mas a brasileira já tinha morrido.
Homenagem
O pai de Juliana, Manoel Marins, fez uma homenagem para a filha em suas redes sociais.
“No início deste ano [ela] nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós a apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: jamais. E assim você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, finalizou.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
A brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que fazia uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, na madrugada de sábado (21), quando caiu da borda da cratera de um vulcão, foi encontrada morta nesta terça-feira (24) por equipes de resgate.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz comunicado da família no perfil do Instagram chamado Resgate Juliana Marins, criado por parentes para divulgar notícias sobre o desaparecimento da jovem.
Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate Indonésia (Basarna), a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no sábado ocorreu porque as equipes só foram avisadas depois que um integrante do grupo de Juliana conseguiu descer até um posto em uma caminhada que levou horas. Além disso, foram necessárias algumas horas até que os resgatistas subissem até o local.
Buscas
Nos dois primeiros dias, drones com sensores térmicos não encontraram Juliana. Apenas na manhã de segunda-feira (23) ela foi localizada. A temperatura do corpo mostrou que a brasileira ainda estava viva, porém, se mantinha imóvel.
Nesta terça-feira, um helicóptero foi enviado à região, com uma equipe de resgate com grupamento especial da Basarna. As condições meteorológicas e geográficas prejudicam o trabalho de salvamento, segundo a agência.
Outro problema é a profundidade onde está Juliana, a cerca de 500 metros abaixo da borda da cratera, o que dificulta a chegada por meio de cordas.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
Nesta segunda-feira (23), o Irã atacou bases militares dos Estados Unidos no Iraque e no Catar, diz uma agência de notícias associada ao regime ao iraniano.
A base de Al Udeid no Catar, um dos alvos do ataque, é a maior base dos Estados Unidos na região, abrigando mais de 10 mil soldados. Segundo um oficial israelense, seis mísseis foram lançados neste ataque.
Além do ataque à base aérea americana, diversas explosões em Doha, capital do Catar, foram ouvidas por testemunhas.
Ataque do Irã à base americana ocorreu após operação militar Martelo da Meia-Noite, conduzida pela força aérea norte-americana no último sábado.
Fonte: G1
Foto: CNN
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o ataque dos Estados Unidos contra o Irã, ocorrido no final de semana, foi “infundado” e aproxima o mundo de um “grande perigo”. Putin recebeu o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, no Kremlin para discutir o conflito entre Israel e Irã.
O líder russo disse a Araqchi “não existir qualquer base ou justificativa” para o ataque americano, que chamou de “agressão não provocada”, e reforçou o apoio da Rússia ao Irã.
“A situação internacional atual está mudando de forma dinâmica. Podemos ver como a situação no Oriente Médio se agravou drasticamente. Estados de fora da região também estão sendo envolvidos no conflito. Tudo isso está levando o mundo a um caminho extremamente perigoso”, afirmou Putin a jornalistas após o encontro com o chanceler iraniano
No sábado, os EUA fizeram ataques aéreos contra três instalações nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. A ação, coordenada com o governo israelense, foi considerada a entrada do país no conflito entre Israel e Irã. (Leia mais abaixo)
Também nesta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que o ataque americano “aumentou o número de participantes no conflito [entre Israel e Irã]” e “inaugurou uma nova espiral de escalada” no Oriente Médio. Falando com jornalistas na sede da presidência russa, Peskov fez novas condenações ao ataque americano.
A Rússia assinou um tratado de parceria estratégica com o Irã em janeiro deste ano, embora ele não inclua uma cláusula de defesa mútua. Antes dos ataques dos EUA no sábado, o governo russo havia alertado que uma intervenção militar americana poderia desestabilizar toda a região e levá-la ao “abismo”.
Questionado sobre o que a Rússia está pronta para fazer agora, Peskov afirmou que Moscou ofereceu seus serviços como mediador, e o que acontecerá a seguir dependerá das necessidades do Irã.
Putin já havia afirmado na semana passada temer que o conflito direto entre Israel e Irã aproxime o mundo da 3ª Guerra Mundial. Nesta segunda-feira, o presidente russo afirmou que vai acelerar a produção em massa do míssil hipersônico Oreshnik — o armamento foi utilizado por seu Exército pela primeira vez em novembro na guerra da Ucrânia.
Para atacar o Irã, os EUA utilizaram 125 aeronaves militares, mísseis de alta precisão, um submarino e bombas projetadas para destruir áreas subterrâneas.
O presidente americano, Donald Trump, descreveu a operação americana contra o Irã como “bem-sucedida”. A avaliação da Casa Branca é de que as três instalações nucleares “sofreram danos e destruição extremamente severos”.
Qual foi o impacto dos ataques?
O general americano Dan Caine, responsável por repassar informações sobre os ataques, disse que levará algum tempo para avaliar completamente a extensão dos danos causados pela operação. Segundo ele, uma avaliação inicial indica que todas as três instalações nucleares iranianas – Fordow, Natanz e Isfahan – “sofreram danos e destruição extremamente severos”.
Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.
Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.
Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.
A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.
Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.
Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.
Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.
Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.
A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.
Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.
Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.
Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.
Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.
A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.
Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.
Imagens de satélite feitas neste domingo (22) mostram crateras recentes na região de Fordow, provavelmente causadas pelos bombardeios dos EUA, bem como poeira cinza e detritos espalhados pela encosta da montanha.
Stu Ray, analista de danos da McKenzie Intelligence Services, disse à BBC que as bombas usadas pelos militares americanos não são projetadas para detonar na superfície, mas sim em áreas profundas. Isso explicaria por que as explosões não causaram um grande impacto visível. O que se vê no solo, como coloração cinza, podem ser detritos de concreto expelidos pelas explosões.
Ray também sugeriu que as entradas dos túneis parecem ter sido bloqueadas, possivelmente numa tentativa iraniana de “mitigar o direcionamento deliberado das entradas por bombardeio aéreo”, já que não há crateras ou pontos de impacto visíveis perto delas.
A Organização Iraniana de Energia Atômica disse que o bombardeio das três instalações nucleares foi uma “violação bárbara” do direito internacional.
Hassan Abedini, vice-diretor político da emissora estatal iraniana, afirmou em entrevista ao canal que o Irã “não sofreu um grande golpe porque os materiais já haviam sido retirados” das instalações.
A operação deixou vítimas?
Não foi divulgado um número de vítimas especificamente para os ataques dos EUA contra o Irã. Em coletiva de imprensa, o secretário americano de Defesa Pete Hegseth afirmou que a missão “não visou tropas iranianas ou o povo iraniano”.
Hassan Abedini disse à TV estatal iraniana que o país havia evacuado as três instalações bombardeadas “há algum tempo”.
No entanto, desde o último dia 13, o conflito entre Irã e Israel já deixou mais de 240 mortos e milhares de feridos nos dois países, segundo balanços oficiais. Instituições independentes indicam que o número de mortos pode chegar a 500.
Há risco de vazamento de radiação?
A Arábia Saudita e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão de fiscalização nuclear da ONU, informaram que não houve aumento nos níveis de radiação após o ataque.
A agência afirmou que “fornecerá avaliações adicionais sobre a situação no Irã à medida que mais informações estiverem disponíveis”.
Como o Irã poderá retaliar os EUA?
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que os EUA “devem receber uma resposta pela sua agressão”. “Sempre afirmamos que estamos prontos para nos envolver e negociar dentro da estrutura do direito internacional, mas, em vez de aceitar a lógica, o outro lado exigiu a rendição da nação iraniana”, disse ele em um comunicado.
Analistas apontam três caminhos estratégicos possíveis para o Irã:
• Revidar com força e rapidez: A troca de mísseis entre Irã e Israel já dura dez dias, mas retaliar contra os EUA representa um novo nível de risco — não só para o Irã, mas para toda a região. Estima-se que o Irã ainda detenha cerca da metade de seu estoque original de aproximadamente 3.000 mísseis, tendo usado e perdido o restante nos embates com Israel.
• Revidar mais tarde: Essa opção envolveria esperar até que a tensão atual diminuísse e lançar um ataque surpresa no momento escolhido pelo Irã — quando as bases dos EUA não estivessem mais em alerta máximo. Esse ataque poderia atingir missões diplomáticas, consulares ou comerciais dos EUA, ou ainda envolver o assassinato de indivíduos.
• Não retaliar: Essa seria uma atitude de grande contenção por parte do Irã, mas evitaria novos ataques dos EUA. O país poderia inclusive optar pela via diplomática e retomar as negociações com os americanos — embora o chanceler iraniano tenha afirmado que o Irã nunca abandonou essas negociações, e que foram Israel e os EUA que as destruíram.
Fonte: As informações são do site G1.
Foto: Reprodução
A escalada dos ataques entre Israel e Irã aumentou a pressão para que os Estados Unidos se envolvam diretamente no conflito. Na última quarta-feira (18), o presidente Donald Trump se reuniu com integrantes do Conselho de Segurança Nacional e sinalizou a possibilidade de uma ação militar.
Em resposta, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, advertiu que qualquer ofensiva americana terá “consequências sérias e irreparáveis” e prometeu reagir caso o país seja alvo de bombardeios.
Entenda abaixo por que o envolvimento dos EUA no conflito parece inevitável, segundo especialistas ouvidos pelo g1.
Aliança histórica entre EUA e Israel
• Os Estados Unidos são aliados estratégicos de Israel e, tradicionalmente, se posicionam ao lado do país em conflitos no Oriente Médio.
• Em fevereiro, o presidente Donald Trump retomou a política de “pressão máxima” sobre o Irã, com o objetivo de forçar um novo acordo nuclear.
• Trump também já havia declarado que, se as negociações fracassassem, poderia atacar o Irã com apoio de Israel.
• O uso da palavra “nós” em postagens recentes sobre o controle do espaço aéreo iraniano acendeu alertas sobre a possível entrada dos EUA no conflito.
Movimentação militar e sinais de preparação para a guerra
• Os Estados Unidos reforçaram sua presença militar no Oriente Médio com o envio de caças e aviões estratégicos. Aeronaves também foram deslocadas da Europa para a região.
• Para especialistas, trata-se de um movimento que vai além da intimidação.
• “Pela escala dos deslocamentos e pelo tipo de armamento, são todos sinais de uma preparação para a guerra”, analisa Maurício Santoro, doutor em Ciência Política pelo IUPERJ e colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha do Brasil.
• Ele destaca também o uso de navios especializados em desminagem como um indicativo de preparação para um conflito naval no Golfo Pérsico.
• Segundo o professor, mesmo que a movimentação seja uma forma de o governo americano pressionar o Irã, trata-se de “um teatro bem caro e expressivo”.
Capacidade bélica exclusiva contra o programa nuclear iraniano
• Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, explica que o fim do programa nuclear iraniano também é de interesse do governo americano.
• “Por mais que o secretário de Defesa não queira se envolver em mais uma guerra no Oriente Médio, não tem como não ajudar o governo israelense a eliminar esse programa nuclear, que há muito tempo representa uma ameaça aos Estados Unidos”, afirma. “O equipamento militar americano está saindo ainda mais valorizado do que antes.”
• De acordo com especialistas, só os EUA têm armamento capaz de destruir os bunkers subterrâneos onde o Irã mantém seu programa de enriquecimento de urânio.
“Os Estados Unidos são os únicos atores competentes no cenário internacional para neutralizar o programa nuclear iraniano, já que possuem artilharia para tanto, diferentemente de Israel”, afirma Priscila Caneparo, doutora em Direito Internacional.
Custo político para o governo Trump
• Os especialistas ouvidos pelo g1 divergem, no entanto, sobre o impacto político de um envolvimento para Trump.
• Segundo a professora Priscila Caneparo, doutora em Direito Internacional, entrar no conflito significaria descumprir promessas de campanha de não gastar dinheiro com guerras. “Acho que vai pegar muito mal para ele, em uma perspectiva de não corresponder ao que seus eleitores e a sua base eleitoral estão justamente esperando dele”, afirma a especialista.
• Já o professor Gunther Rudzit avalia que o impacto eleitoral pode ser mais limitado. Segundo ele, é preciso lembrar que o republicano voltou atrás por diversas vezes em suas promessas.
“Ele tem um controle sobre a maior parte desse eleitorado do movimento MAGA. Eu não me surpreenderia que, se ele agir militarmente contra o Irã e criar toda uma nova narrativa, o eleitorado aceite isso”, analisa.
Fonte: G1
Foto: Reprodução
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, fez um apelo, nesta quarta-feira (18/6), para que nenhum país do mundo se envolva no conflito entre Israel e Irã. A fala de Guterres foi feita em um comunicado pedindo pelo cessar-fogo entre Israel e Irã.
“Apelo veementemente a todos para que evitem qualquer internacionalização adicional do conflito. Quaisquer intervenções militares adicionais podem ter consequências enormes, não apenas para os envolvidos, mas para toda a região e para a paz e a segurança internacionais em geral”, disse Guterres.
A declaração do secretário-geral da ONU ocorre no momento em que o mundo todo espera, com temor, a decisão final do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a entrada dos EUA no conflito, auxiliando Israel em suas tentativas de desmantelar o programa nuclear iraniano.
Ofensiva israelense
• Depois de diversas ameaças, Israel lançou o que chamou de “ataque preventivo” contra o Irã. O foco da operação foi o programa nuclear iraniano.
• O principal objetivo da ação, segundo o governo israelense, é impedir que o Irã consiga construir uma arma nuclear.
• Como resposta à operação israelense Leão Ascendente, o Irã lançou um exército de drones e mísseis contra o território de Israel.
• Em um pronunciamento no sábado (14/6), o premiê Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva deve continuar.
Nesta quarta, Trump deu declarações dúbias e deixou a incerteza no ar, ao afirmar que “há uma grande diferença entre agora e uma semana atrás […] Ninguém sabe o que vou fazer. Pode ser que sim, pode ser que não.”
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, havia retrucado uma postagem de Trump pedindo pela “rendição incondicional” do país persa e afirmou que “a nação iraniana não se renderá”.
Ao ser questionado por jornalistas na Casa Branca nesta quarta sobre o que achou da resposta de Khamenei, Trump ironizou e disparou: “Boa sorte’”.
Segundo Khamenei, “os americanos devem saber que qualquer intervenção militar dos EUA será, sem dúvida, acompanhada de consequências irreparáveis”.
Na última terça-feira (17/6), Trump afirmou que os EUA sabem exatamente onde está o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, mas que ainda não o matarão, pois ele não quer mais danos aos civis. A fala do presidente norte-americano ocorre em meio à escalada na guerra entre Israel e Irã.
“Sabemos exatamente onde o chamado ‘líder supremo’ está escondido. Ele é um alvo fácil, mas está seguro lá. Não vamos matá-lo, pelo menos não, por enquanto. Mas não queremos mísseis disparados contra civis ou soldados americanos. Nossa paciência está se esgotando”, escreveu Trump.
Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução
Cresce a preocupação com possível entrada dos Estados Unidos no conflito entre Israel e Irã. O país tem uma bomba capaz de destruir as usinas de enriquecimento de urânio subterrâneas no Irã – a GBU-57. O armamento teria potencial para mudar o rumo da guerra, segundo analisou o jornalista Marcelo Lins no Estúdio i, da GloboNews, nesta terça-feira (17).
“Essa bomba é capaz de perfurar os bunkers onde estão as partes mais sensíveis do programa nuclear iraniano. Ela pesa mais de 13 toneladas e tem poder de destruição a mais de 60 metros de profundidade. Isso poderia ser suficiente, segundo especialistas, para destruir boa parte do que é mais sensível nesse programa nuclear”, explicou Lins.
Lins ressalta que Israel, que não possui esse tipo de armamento, depende dos Estados Unidos para ter acesso à tecnologia.
“Acontece que Israel não tem essas bombas. Quem tem é o seu principal aliado, seu principal patrocinador: os Estados Unidos. É deles essa tecnologia, é deles essa bomba. E Trump, até este momento, segue relutante em autorizar uma participação direta americana. Agora, o fornecimento dessas bombas — junto com informações sobre como utilizá-las — pode ser uma via indireta”, analisou.
Sinais de movimentação
Marcelo Lins menciona que há rumores de que aviões militares americanos teriam chegado a território israelense, possivelmente levando armamentos.
“Será que os Estados Unidos vão fazer isso? Há informações em alguns sites especializados em estratégia militar de que Israel já teria autorizado a chegada de alguns aviões militares americanos em seu território, com alguns desses artefatos. Será verdade? Essa informação de novos caças para proteger bases militares americanas faz parte dessa mobilização? Aviões que teriam transportado essas bombas?”, questionou.
Lins também destacou que uma reunião do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, antecipada após o retorno do presidente Donald Trump do Canadá, pode ser decisiva.
“Essa reunião pode ser um divisor de águas. Uma encruzilhada que vai decidir o que farão os Estados Unidos”, afirmou.
Fonte: As informações são do site G1.
Foto: Reprodução
Elon Musk pediu o impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio a uma troca de farpas entre os dois bilionários, nesta quinta-feira (5).
"Sim", Musk postou no X em resposta a outro usuário que escreveu: "Presidente vs. Elon. Quem ganha? Aposto no Elon. Trump deveria sofrer impeachment e JD Vance deveria substituí-lo".
Em outra publicação, Musk escreveu: "Em vista da declaração do presidente sobre o cancelamento dos meus contratos governamentais, a @SpaceX começará a descomissionar sua nave espacial Dragon imediatamente".
Fonte: CNN Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta terça-feira (3) decreto que dobra as tarifas de importação sobre aço e alumínio, elevando-as de 25% para 50%. A medida entra em vigor à 1h01 (horário de Brasília) desta quarta-feira (4) e afetará as exportações brasileiras, segundo maior fornecedor dos metais ao mercado americano.
A medida foi formalizada em uma proclamação presidencial publicada pela Casa Branca. Segundo o texto, a decisão foi tomada após análises que indicaram que as tarifas anteriores não foram suficientes para conter a entrada de produtos estrangeiros a preços baixos, o que compromete a competitividade das siderúrgicas e metalúrgicas dos EUA.
O governo americano afirma que o novo aumento das tarifas, já elevado em março para 25%, é necessário para garantir a saúde dessas empresas e atender às necessidades de defesa nacional.
A medida vale para todos os países exportadores desses metais para os EUA, com exceção do Reino Unido, sobre o qual se mantém a tarifa de 25% devido ao acordo bilateral entre os países firmado em maio.
O Brasil, portanto, está sujeito à nova tarifa de 50%, o que pode impactar as exportações brasileiras, especialmente de aço semiacabado, um dos principais produtos enviados aos EUA.
A reportagem buscou o governo brasileiro para comentar o assunto, mas não obteve resposta.
Segundo dados dos EUA, no ano passado o Canadá foi o maior fornecedor de aço, em volume, para os americanos, com 20,9% do total, seguido pelo Brasil (16%, com 3,88 milhões de toneladas, e o país com maior crescimento em relação às exportações de 2023) e o México (11,1%).
Quanto a valor, o Brasil ficou só atrás do México: recebeu US$ 2,66 bilhões, ante US$ 2,79 bilhões dos mexicanos e US$ 5,89 bilhões dos canadenses. Em janeiro, o Brasil foi o maior exportador do mês em volume (499 mil toneladas), ultrapassando o Canadá (495 mil toneladas).
Já em março desde ano, último mês com estatística disponível, o Brasil só perdeu em quantidade para o Canadá (367 mil toneladas contra 364 mil). Em valor, o aço brasileiro (US$ 225 milhões) ficou atrás do Canadá (US$ 395 milhões) e México (US$ 246 milhões).
Mais cedo nesta terça, a Casa Branca confirmou que o governo Donald Trump enviou cartas a países dando o prazo até esta quarta-feira (4) para apresentarem suas propostas de acordo sobre as tarifas impostas a todos os produtos importados aos Estados Unidos, incluindo o aço e alumínio.
O governo brasileiro ainda não confirmou o recebimento da carta. O Brasil tenta obter vantagens principalmente na negociação sobre o aço e quer que os EUA façam cotas ao produto.
“O presidente espera bons acordos, e estamos no caminho para isso”, disse a porta-voz da Casa Branca nesta terça.
Fonte: Folhapress
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enalteceu o avanço econômico e tecnológico da China e disse que não vai aceitar uma “nova Guerra Fria” do país asiático contra os Estados Unidos. A declaração foi concedida em entrevista à revista americana The New Yorker, publicada nesta quinta-feira (8).
“Precisamos dizer: graças a Deus temos a China que, do ponto de vista tecnológico, é muito avançada e pode competir no mundo tecnológico da IA [Inteligência Artificial], dando-nos uma alternativa para este debate”, afirmou.
Lula disse que a animosidade das potências ocidentais para com a China se deve aos ganhos de mercado do país asiático no cenário internacional. O petista citou Ronald Reagan e Margaret Thatcher, expoentes da direita no mundo na década de 1980, como exemplo de estímulo a esse tipo de globalização e livre comércio.
“A China começou a produzir tudo o que era produzido nos Estados Unidos e na Europa. Não se podia comprar uma única calça, sapato ou camisa que não tivesse a inscrição ‘Made in China’. Eles copiaram tudo com muita habilidade e aprenderam a produzir tão bem quanto, ou até melhor. Agora que os chineses se tornaram competitivos, tornaram-se inimigos do mundo”, declarou irritado, segundo a revista.
“Não aceitamos isso. Não aceitamos a ideia de uma segunda Guerra Fria. Aceitamos a ideia de que quanto mais semelhantes os países forem — tecnológica e militarmente — mais eles precisarão dialogar entre si, porque não tenho certeza se o planeta aguentará uma Terceira Guerra Mundial”, acrescentou.
Lula está em Moscou nesta quinta-feira (8) para um encontro com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e para acompanhar o desfile militar que marca os 80 anos da vitória da antiga União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
Fonte: CNN Brasil
Foto: Reprodução
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