
Notícias
Seminário em Irecê debate segurança pública e destaca redução de 16% nos crimes violentos na região
A cidade de Irecê recebeu a 15ª etapa do Seminário de Integração Regional, promovido pela…
há 38 minutos
Notícias
A cidade de Irecê recebeu a 15ª etapa do Seminário de Integração Regional, promovido pela…
há 38 minutos
Notícias
Brasil
Notícias
Foto: Divulgação
Simone Mendes foi direta ao avaliar o futuro da relação profissional com a irmã Simaria. Questionada sobre o assunto, a cantora afirmou que não pensa em retomar a dupla que marcou uma geração da música sertaneja, mas admitiu que não fecha totalmente as portas para um projeto pontual no futuro.
Natural de Uibaí, na Região de Irecê, Simone destacou o carinho pela trajetória construída ao lado da irmã, mas reforçou que vive um momento de plenitude na carreira solo e não cogita um retorno definitivo à antiga formação.
“Bom, eu sou muito apaixonada por tudo que eu vivi com a minha irmã. Foram anos de carreira bem consolidados. Muitos sucessos. E a minha irmã está se preparando para voltar agora, com a história dela, com a carreira dela. Eu acho que é bom ela viver essa experiência de fazer o trabalho dela”, disse a artista, neste domingo (28), antes de se apresentar no Festival Virada Salvador.
“Quem sabe se depois do lançamento da carreira dela a gente pode pensar em fazer alguma coisa. Mas voltar, eu não penso em voltar. Estou muito feliz da forma que estou. Não deixo de ser grata por tudo que a gente viveu, mas quero continuar cantando a minha música”, emendou.
A cantora também citou a liberdade artística que encontrou após o fim da dupla e explicou por que a fase atual tem sido especial, tanto profissional quanto pessoalmente.
“É muito bom você decidir o que quer cantar, o que quer fazer, e quando você tem uma parceria já não é bem assim, né? Você precisa estar em conjunto, decidir sempre em dupla. Mas eu não descarto de fazer um projeto. Foi tão lindo o que Simone e Simaria viveram enquanto dupla”, afirmou.
Novos projetos de Simone Mendes
Questionada sobre o que terá de novo em 2026, a artista baiana disse estar ansiosa para lançar o novo disco, que, segundo ela, promete “balançar o Brasil”.
“É um DVD incrível, maravilhoso, com canções perfeitas, que com certeza vai continuar balançando o Brasil. Desejo que a mão de Deus esteja sobre mim para que eu continue sendo a cantora sertaneja mais ouvida do país”, concluiu.
Um acidente de trânsito foi registrado na manhã deste sábado (27) no bairro Ieda I, em Irecê.
Segundo informações iniciais, a ocorrência envolveu dois veículos que colidiram e acabaram atingindo um terceiro carro que estava estacionado na via. Com o impacto, houve danos materiais nos automóveis.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e esteve no local para prestar socorro.
Ainda de acordo com informações preliminares, não houve registro de feridos em estado grave, sendo os envolvidos atendidos no local.
As circunstâncias do acidente ainda estão sendo apuradas.
Em 2026, a moda é cobrada por soluções reais em clima, inclusão, logística e dados. O setor precisa evoluir do discurso para métricas, governança e execução.
A indústria da moda entra em 2026 sob pressão inédita. O debate deixou de orbitar apenas tendências estéticas para exigir respostas concretas em clima, trabalho, inclusão, logística e tecnologia. Consumidores querem transparência. Reguladores apertam o cerco. Investidores cobram métricas e planos de descarbonização críveis. Em paralelo, as rupturas nas cadeias globais e a hiper-digitalização do varejo expõem fragilidades antigas com nova intensidade. Não basta lançar mais uma coleção. É preciso revisar modelos de negócio, governança e operações do fio ao pós-venda.
A janela de tolerância se estreitou. Greenwashing custa caro em reputação e em passivos regulatórios. Campanhas diversas sem inclusão no produto e no atendimento soam vazias. Promessas digitais sem proteger dados e reduzir devoluções comprometem margem e confiança. A moda que prospera em 2026 é a que transforma compromissos em processos, relatórios e incentivos internos que de fato mudam a forma de produzir e vender.
A pauta ambiental saiu do marketing e entrou no balanço. Marcas são cobradas por metas de emissões, consumo de água, resíduos e uso de fibras com menor impacto. O ponto crítico continua no planejamento de sortimento. Coleções mal dimensionadas geram excesso de estoque, remarcações, descarte e logística reversa dispendiosa. A solução passa por previsões de demanda mais acuradas, ciclos mais curtos de teste e aprendizado, e menor complexidade de SKU onde não há ganho claro para o cliente.
Transparência virou ativo. Relatórios que detalham matérias-primas, fábricas, auditorias e indicadores por peça ajudam a separar avanço real de narrativa. Programas de recommerce, reparo e prolongamento de vida útil deixam de ser piloto e entram no P&L. Sem medir, não há gestão. Sem gestão, não há sustentabilidade que resista ao primeiro choque de demanda.
Eventos climáticos extremos, tensões geopolíticas e custos logísticos voláteis reconfiguraram mapas de abastecimento. Dependência de poucas rotas e fornecedores concentra risco em pontos sensíveis. Em 2026, cresce a diversificação de origens, a nacionalização parcial de etapas e a adoção de contratos que compartilham riscos de demanda e matéria-prima.
Tecnologia ajuda a enxergar. Ferramentas de rastreabilidade por lote, passaporte digital de produto e monitoramento de escopo 3 permitem decisões mais rápidas sobre de onde comprar, quanto comprar e quando realocar. A resiliência exige redundância, mas também eficiência. Clusters regionais com integração entre fiação, tecelagem, acabamento e confecção encurtam prazos e reduzem emissões. A agenda logística inclui ferrovias, hubs multimodais e planejamento que suaviza picos de transporte para evitar custos de última hora.
A diversidade não pode parar no casting. É preciso refletir na grade de tamanhos, nos ajustes de modelagem, na comunicação, nos pontos de contato e no atendimento de loja física e digital. Inclusão também é acessibilidade em preço e usabilidade. Moda adaptativa, plus size e gênero neutro deixam de ser cápsulas e passam a orientar parte do sortimento principal. Marcas que avançam internalizam indicadores de inclusão no bônus de liderança e escutam comunidades com processos formais de cocriação.
O risco da tokenização persiste. Trocas episódicas de imagem sem estruturas, metas e orçamento tendem a produzir retrocessos. O caminho efetivo passa por equipes diversas em cargos de decisão, metas públicas de contratação e fornecedores alinhados com direitos trabalhistas. A coerência entre discurso e prática se mede na experiência do cliente e na permanência das mudanças ao longo das coleções.
A explosão do e-commerce trouxe conveniência e também um passivo silencioso: devoluções em alta, com custo financeiro e impacto ambiental. Tamanhos pouco consistentes, fotos e descrições imprecisas e promessas de entrega que não condizem com o produto real alimentam um ciclo caro. Soluções incluem padronização técnica de medidas, prova virtual com tabelas inteligentes, IA para previsão de caimento por corpo e materiais que mantêm desempenho após lavagens. O objetivo é vender certo na primeira vez.
A segurança digital fechou a conta. Vazamentos de dados corroem confiança e atraem multas. É imperativo adotar governança de dados, consentimento claro, minimização de coleta e auditorias em fornecedores de tecnologia. Um ponto sensível são as recomendações personalizadas. Elas devem ser transparentes e centradas em valor para o cliente, não em vigilância. A pressão por privacidade redefine times, processos e o desenho das plataformas.
Exemplo concreto do efeito boomerang das devoluções: peças com alto índice de troca por caimento incorreto pressionam margens e emissões. Em muitas operações, uma calça feminina concentra parte das devoluções por variação de padronagem entre marcas e linhas. Onde equipes adotam guias de medida comparáveis, reviews úteis e ajuste fino por lote, a taxa cai e o NPS sobe.
A agenda estrutural se traduz em alavancas práticas. Três movimentos sintetizam o que diferencia quem avança de quem fica no discurso.
O desafio de 2026 não é anunciar mais compromissos. É executar melhor. Quem tratar sustentabilidade, cadeia e inclusão como pilares operacionais, e não como campanhas, tende a atravessar a década com rentabilidade, reputação e relevância. A moda sempre contou histórias. A partir de agora, a história que importa é a do processo que sustenta cada peça.
Foto: Reprodução
Um homem foi morto a tiros no fim da tarde desta quinta-feira (25), por volta das 17h, no município de João Dourado, região de Irecê. A vítima foi identificada como Nenilton Cardoso Pereira, de 40 anos, conhecido pelo apelido de “Sola”, natural de América Dourada, na mesma região.
De acordo com informações preliminares, Nenilton havia sido beneficiado com a saída temporária de final de ano. Ele cumpria pena na Colônia Penal de Irecê e estava fora da unidade prisional no momento do crime.
O homicídio aconteceu próximo à casa da vítima. Dois homens, ainda não identificados, se aproximaram e efetuaram diversos disparos de arma de fogo. Em seguida, fugiram sem deixar pistas.
Nenilton foi atingido várias vezes e morreu no local, antes da chegada do socorro. A Polícia Militar isolou a área até a conclusão dos trabalhos periciais.
O Departamento de Polícia Técnica realizou os procedimentos de praxe, e o corpo foi encaminhado ao IML de Irecê.
A Polícia Civil investiga o caso.