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Ascir Leite soma 16 contas aprovadas pelo TCM-BA durante gestões em Ipupiara
O ex-prefeito de Ipupiara, Ascir Leite, acumula 16 contas aprovadas pelo Tribunal de Contas dos…
há 10 horas
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O ex-prefeito de Ipupiara, Ascir Leite, acumula 16 contas aprovadas pelo Tribunal de Contas dos…
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Dos 19 estados com projetos cadastrados nos leilões A-3/2021 e A-4/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), previstos para serem realizados no dia 25 de junho, a Bahia foi destaque tanto no número de projetos (597), quanto na capacidade instalada de 20,7 gigawatts (GW). As fontes eólica e solar foram as responsáveis pelos números baianos. O estado cadastrou duas vezes mais que o Rio Grande do Norte, o segundo no ranking.
“Os números demostram que mesmo possuindo a liderança nacional da produção de energia através das fontes eólica e solar, a Bahia ainda apresenta forte capacidade de expansão na sua matriz elétrica. Além dos leilões, alguns empreendimentos são negociados no mercado livre. Esse fator torna o mercado baiano ainda mais competitivo no setor renovável de acordo com suas potencialidades, excelentes ventos e alta irradiação solar”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE).

De acordo com dados da SDE, nos três últimos leilões A-4 realizados no país, a Bahia foi responsável por 34% da potência cadastrada, 30% da potência habilitada e 42% do potencial comercializado da fonte eólica. Já no setor solar fotovoltaico, o estado também é líder com 25% do cadastramento de empreendimentos nos últimos três leilões A-4 realizados, porém, apresenta maior comercialização de projetos no mercado livre de energia.
Terão participação no leilão as fontes hidrelétrica (menores que 50MW), eólica, solar fotovoltaica e térmica a biomassa. Foram cadastrados 3.288 projetos no A-3 e A-4, totalizando 119,5 GW de potência, sendo que 1.447 deste total (52,6 GW) são projetos cadastrados nos dois leilões. O início do suprimento dos empreendimentos arrematados no leilão A-3 de 2021 será em 1º de janeiro de 2024. Para o leilão a-4 de 2021 o início do suprimento será em 2025. As fontes eólicas e solar fotovoltaica foram as que apresentaram as maiores ofertas de projetos cadastrados e de capacidade instalada (MW).

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes.

O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas.
Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda.
A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente.
Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar.
A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global.
“Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar.
Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável.
Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da covid-19.
Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível
Uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Semiárido apreendeu drogas e dinheiro no bairro São Francisco na cidade de Irecê nessa sexta-feira (06).
Em nota, a corporação informou que durante rondas, a guarnição percebeu que um homem ao avistar a viatura tentou empreender fuga, sendo em seguida alcançado e abordado. Com ele, a polícia encontrou os objetos abaixo relacionados.
Material apreendido:
• 50 (Cinquenta) Invólucros de uma substância análoga à cocaína;
• 74 (setenta e quatro) trouxas de uma substância esverdeada aparentando ser maconha;
• R$ 3.870,00 (três mil oitocentos e setenta reais) em dinheiro;
• 02 (dois) Aparelhos de telefone celular da marca LG, sendo um de cor preta e outro de cores preta e branca.
Todo o material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Irecê.
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