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Foto: Reprodução

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Domingos Brazão nega ter envolvimento com o assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em 2018. O nome do político retorna às investigações sobre o crime após a delação do ex-sargento da Polícia Militar Ronnie Lessa, que o apontou como mandante do homicídio.

Para O GLOBO, o conselheiro afirmou que ter seu nome citado pelo ex-sargento foi um “golpe muito abaixo da linha da cintura”. Ele ressaltou ainda ter sido investigado sobre o caso e que “não acharam nada”.

“Não tem nada mais forte que a verdade. Esse golpe foi abaixo da linha de cintura. É algo que desgasta. Fui investigado pela Polícia Civil, pela PF e pelo Ministério Público. Não acharam nada. Por que protegeriam o Domingos Brazão? Que servidor público colocaria em risco sua carreira para me proteger? Eu desafio acharem algo contra mim”, afirmou Brazão.

“Lessa deve estar querendo proteger alguém. A polícia tem que descobrir quem. Nunca fui apresentado à Marielle, ao Anderson, nem tampouco à Lessa e ao Élcio de Queiroz. Jamais estive com eles. Não tenho meu nome envolvido com milicianos. A PF não irá participar de uma armação dessas, porque tudo que se fala numa delação tem que ser confirmado”, complementa.

O ex-deputado federal ressalta ainda que sempre esteve “à disposição” e que seus advogados, por diversas vezes, procuraram o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tomar ciência se havia algo contra ele.

“Sempre estive à disposição. Minha família vem sofrendo muito com isso. Fiquei feliz em saber que ele (Lessa) fez a delação, mas ele tem que dizer a verdade. A morte de Marielle revelou muita sujeira embaixo do tapete. Agora querem me empurrar para isso. Se tem alguém que foi sabatinado, investigado, esse alguém foi Domingos Brazão. É um desgaste grande. Estou sangrando, mas não tenho medo de investigação”, crava.

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Investimento em infraestrutura: Presidente Dutra inicia pavimentação de ruas com emenda de R$ 955 Mil

Na manhã desta terça-feira (23), o prefeito Roberto Carlos Alves de Souza, conhecido como Robertão, expressou sua alegria ao assinar mais uma Ordem de Serviço para a execução de obras estruturantes em Presidente Dutra, BA.

A cerimônia contou com a presença do vice-prefeito Oberdan Machado, do presidente da Fetag João da Cruz, do presidente da Câmara de Vereadores, Dezão, e dos vereadores Edinho, George, Pedrão, Robson e Kiko. Além disso, estiveram presentes os secretários Ancelmo, Fabrício, Jesper, Grazia e Mayara.

As ruas contempladas com a pavimentação em método intertravado são Antônio Pereira Machado, Antônio Mendes Batista, a extensão da Antônio Pereira Neto, Manoel Francisco Machado e José Domingos Gonçalves. As máquinas já foram acionadas para iniciar os trabalhos, trazendo melhorias significativas para os moradores dessas ruas.

O prefeito destacou a importância das obras, afirmando que resultam de uma ação conjunta com o deputado federal Cláudio Cajado. O parlamentar destinou uma emenda à Codevasf no valor de R$ 955 mil para viabilizar a realização das melhorias estruturais nas ruas da cidade.

“Não tenho nenhuma dúvida de que estas obras vão valorizar o patrimônio das famílias, proporcionando mais dignidade e melhorias na qualidade de vida e bem-estar social”, afirmou o prefeito Robertão.

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O órgão enviou notificação à prefeita Nilvinha dos Santos (PSD), para cumprimento da concessão da medida acautelatória, e ainda, para a produção dos esclarecimentos meritórios – Foto: Reprodução

Após decisão na última sexta-feira, 19, o Tribunal de Contas da Bahia suspendeu um processo licitatório que seria realizado no município de Ibititá, localizado na região de Irecê, nessa segunda-feira, 22, após denúncia sobre um processo para contratação de veículos de passeio de médio e grande porte. A denúncia aponta ainda que empresas não estavam conseguindo acessar os Editais de Licitações do município.

O órgão enviou notificação à prefeita Nilva(PSD), para cumprimento da concessão da medida acautelatória, e ainda, para a produção dos esclarecimentos meritórios.

“Conforme pode verificar no diário oficial do município de Ibititá, as últimas publicações para pregão estão sendo realizadas na forma eletrônica, causando estranheza a realização sem qualquer justificativa de uma licitação de suma importância às escuras para beneficiar empresa de escolha pessoal da gestora”, cita parte do trecho da denúncia acatada pelo TCM.

De acordo com alguns parlamentares locais, diversos processos estão ocorrendo neste início de ano sem a devida transparência e ampla divulgação, o que teria favorecido empresas ligadas ao grupo da atual prefeita.

As denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público e TCM e, caso comprovadas, podem levar à cassação da prefeita Nilva dos Santos por crime de improbidade administrativa.

A reportagem procurou a Prefeitura de Ibititá, e ainda aguarda resposta aos questionamentos.

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