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Um fato chamou atenção da população ibititaense na manhã desta sexta-feira (27). Mesmo com as Prefeituras alegando grave crise financeira ocasionada pela queda de arrecadação do FPM, a prefeita de Ibititá, Nilvinha Santos enviou ao Poder Legislativo um Projeto de Lei que cria novos cargos e mais uma secretaria municipal.

Antes mesmo do projeto ser votado, ainda sem explicações, a gestora mandou retirar o documento de pauta. O vereador Gleison José, mais conhecido como Cabelinho, fez duras críticas à prefeita Nilvinha. “Não podemos admitir que um projeto de autoria do Poder Executivo chegue aqui na hora da sessão. Isso é falta de respeito”.

Aliança política:

Informações de bastidores apontam que os novos cargos seriam para acomodar lideranças ligadas ao advogado Afonso Mendonça, que é pré-candidato a prefeito e tem conversando com familiares da atual gestora.

Questionado pelo Instagram sobre a possibilidade da atual prefeita ser sua vice na próxima eleição, Afonso deixou transparecer a provável aliança. “ Está muito cedo para falar de vice. Na verdade nós estamos tratando ainda de pré-candidaturas”. Em sua resposta, Afonso não foi taxativo o suficiente para descartar tal eventualidade. À redação do site foram encaminhados documentos que comprovam a aproximação do grupo liderado por Afonso e a prefeita Nilvinha.

Por fim, Afonso já disse publicamente que aceitaria o apoio dela (Nilvinha) caso houvesse consenso do grupo pois isso viabilizaria a implantação do projeto de governo. “ Quanto a aceitar o apoio, dependeria de uma conversa com os outros integrantes da oposição, no caso, vereadores, lideranças e apoiadores”.

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Oídio na produção de cenouras gera demandas da hortaliça de outras regiões — Imagem/Ilustrativa

No cenário nacional de produção de cenoura, destaca-se a região de Irecê (BA), que enfrenta desafios únicos no cultivo dessa hortaliça. A presença significativa de oídio, doença que limita a qualidade das raízes, resulta em descartes expressivos. Essa condição adversa não impacta apenas a oferta local, mas também gera uma demanda crescente por cenouras originárias de outras regiões, especialmente de Minas Gerais. O texto foi baseado em informações do site HF Brasil.

Outras regiões produtoras

O período de 1º a 20 de outubro, observou-se uma tendência de queda nas cotações da cenoura, especialmente na categoria conhecida como “suja”. Nas praças de São Gotardo (MG) e Cristalina (GO), outros centros produtores, a caixa de 29 kg dessa variedade foi comercializada a R$ 53,63, representando uma desvalorização de 2% em relação à média registrada em setembro.

Essa redução nos preços é atribuída ao aumento da oferta, resultado da expansão das áreas colhidas na safra de inverno. Esse cenário proporcionou uma maior disponibilidade de raízes, contribuindo para uma diminuição dos valores, embora sem uma queda expressiva. Vale ressaltar que, mesmo com essa variação, os preços da cenoura “suja” ainda se mantêm em patamares elevados, registrando um aumento de 135% em comparação ao mesmo período de 2022, quando foram comercializados a R$ 22,80 por caixa.

Nas regiões de São Gotardo e Cristalina, a qualidade das cenouras permanece alta, sem relatos de doenças, e o clima tem favorecido a produção. No entanto, em Caxias do Sul (RS), as chuvas são impactadas diretamente nas plantações de cenoura, impedindo tanto a colheita quanto o plantio de novas áreas, devido à impossibilidade de entrada de maquinário. Essa dificuldade preocupa os produtores, que tem uma janela de oferta no mês de dezembro, o que poderia prejudicar significativamente o mercado dessa hortaliça no Rio Grande do Sul.

Região de Irecê

Enquanto São Gotardo (MG) e Cristalina (GO) reportam alta qualidade e clima favorável à produção, a Região de Irecê busca por soluções diante da presença do oídio, parasita que se desenvolve em toda área da planta. A necessidade de suprir a demanda local com cenouras provenientes de outras áreas mostra o prejuízo que produtores da região estão tendo.

Veja mais informações da região no Central Notícia.

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O Projeto de Lei 5008/2023 busca liberar a produção e a venda dos cigarros eletrônicos no Brasil. Em nota divulgada nesta quinta-feira (26) a Associação Médica Brasileira (AMB) se posicionou de forma contrária ao projeto. A senadora Soraya Thronicke (Podemos – MS) apresentou o PL no dia 17 de outubro.

Os cigarros eletrônicos, também conhecidos como vapes e pods, têm a importação, venda e propaganda proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009. Apesar disso, o uso do aparelho em si não é ilegal.

Um levantamento recente do instituto de Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) aponta que 2,2 milhões de adultos no Brasil usam cigarro eletrônico. Soraya cita no projeto de lei esse cenário de alto consumo em meio ao desconhecimento sobre o conteúdo e a segurança dos produtos que circulam no país como um dos motivos para regulamentar os aparelhos.

Uma possível regulamentação do produto já foi discutida por especialistas, mas a decisão da Anvisa foi pela manutenção da proibição, ressaltando os riscos elevados para saúde envolvidos nos dispositivos. O presidente da agência disse, em entrevista ao GLOBO, que pretende abrir uma consulta pública sobre o tema em breve.

Em nota divulgada pela AMB, “a cada pod do cigarro eletrônico no formato de pendrive contém 0,7 ml de e-líquido com nicotina, possibilitando 200 tragadas. Similar, portanto, ao número de tragadas de um fumante de 20 cigarros convencionais”.

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