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Quando iniciou o projeto “Adote uma árvore”, o secretário de Meio Ambiente de Presidente Dutra, Fabrício Carvalho não imaginou, que anos depois, por meio de parceria com a Rede Municipal de Educação, poderia levar o programa a contribuir com um reconhecimento internacional, em projeto desenvolvido nas escolas.

Foi isso que aconteceu. O “Adote uma árvore” ganhou o acolhimento das escolas do município, envolvendo professores, funcionários, gestores, pais e alunos. Mas foi a escola do Ensino Fundamental I e II, Valter Barreto, que mais insistiu, dando sequência e transformando as ações em projeto pedagógico e científico.

A iniciativa da escola teve como objetivo fundamental a promoção da educação ambiental por meio dos processos práticos de arborização de vias urbanas e recaatingamento de áreas degradadas, com distribuição de mudas de árvores de espécies nativas, adaptadas e frutíferas, com suporte técnico e orientações científicas.

AÇÃO E ESTUDOS PARA O CONHECIMENTO

“A parceria com a secretaria de meio ambiente nos fez voltar os olhos para a missão do reflorestamento. Nossa região perdeu muita cobertura vegetal e temos a grande responsabilidade de promover ações reversas, de modo a perseguir o equilíbrio vegetativo do nosso bioma”, ressaltou a diretora da escola Valter Barreto, professora Maria Conceição.

Nesta perspectiva, as secretarias de educação e meio ambiente iniciaram atividades visando despertar no alunado o interesse pela investigação científica, com perspectivas de promoção de novos conhecimentos e tecnologias.

Como resultado, os alunos desenvolveram estudos de viabilidade, com apoio técnico, visando arborização em diferentes ambientes, seguindo as normas que orientam o paisagismo urbano, sintonia com elementos dos espaços existentes, como sistema de abastecimento de água, energia e mobilidade urbana.

QUALIDADE DE VIDA E BEM-ESTAR SOCIAL

“As ações envolvem todos os contextos que buscam estabelecer a qualidade de vida e bem-estar social da população. Estou feliz em ter dado a nossa contribuição ao projeto da escola que realmente fez por merecer”, pontua Fabrício Carvalho.

Os resultados das ações foram observados por pesquisadores que entenderam ser, as ações desenvolvidas no município de Presidente Dutra, capazes de atender a metodologia do CONECT, “baseada nas ações científicas: importar-se – conhecer – fazer, com foco orientado a cenários futuros, a partir da escolarização aberta; esta enfatiza o conhecimento científico na formação do cidadão, a partir das áreas da ciência, pesquisa e inovação, para promover a qualidade de vida e o bem-estar da sociedade, articulada com o desenvolvimento de experiências pedagógicas inovadoras, interativas, integradas e inclusivas”, esclarece a Professora Doutora Anne Karina Loula, Diretora do Campus XVI – Uneb – Irecê.

PREMIAÇÃO NA ESPANHA

Ainda de acordo com a professora, o CONNECT é um projeto financiado por intermédio do Programa de Pesquisa e Inovação Horizonte 2020 da União Europeia no âmbito do Ciência com e para a Sociedade (SwafS) através de um consórcio que envolvem países como o Reino Unido, Grécia, Dinamarca, Espanha, Romênia, Portugal e Brasil.

No Brasil, o CONNECT foi realizado também na Bahia, através da Universidade do Estado da Bahia – UNEB no Campus XVI em Irecê envolvendo três municípios – Irecê, Lapão e Presidente Dutra.

Estes municípios estiveram presentes na Conferência em Barcelona, Espanha, recebendo certificados de reconhecimento e mérito por seus projetos desenvolvidos e de destaques.

Presidente Dutra se destacou pelas ações desenvolvidas pelos alunos da escola Valter Barreto, que segundo Fabrício Carvalho, foi a escola que acreditou no processo de arborização e o adotou com prática pedagógica, social e ambiental, se tornando a que melhor desenvolveu as atividades.

“Desde o início do projeto, cerca de 6 anos atrás, o município já doou e plantou cerca de 100 mil árvores. Somente este ano, com suporte das escolas e em especial o projeto desenvolvido pela Valter Barreto, já estamos chegando a 18 mil”, informou o secretário de meio ambiente.

O secretário de educação do município, Ancelmo Machado, parabenizou a escola Valter Barreto e à Secretaria de Meio Ambiente, bem como destacou a Universidade do Estado da Bahia. “A Secretaria de Educação tem o imenso prazer em parabenizar a Escola Valter Barreto por ter seu Projeto Meio Ambiente e Sustentabilidade, desenvolvido com a secretaria de meio ambiente, premiado no CONNECT em Barcelona, apresentado por meio da UNEB- Universidade do Estado da Bahia, representada por Ana Karina Loula, diretora da instituição”, concluiu o secretário.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na noite desta quinta-feira (13), em Brasília, do 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). A última vez que um presidente da República compareceu ao evento foi em 2009, quando o próprio Lula, durante seu segundo mandato, esteve no encontro estudantil. O Congresso da UNE, ou Conune, como costuma ser chamado, é considerado o maior encontro de estudantes da América Latina e deverá reunir cerca de 10 mil participantes até o próximo domingo (16) na capital federal.

No evento, o presidente prometeu ampliar o número de universidades e outras instituições de ensino no país. “Nós vamos voltar a fazer mais universidades, a fazer mais escolas técnicas, mais laboratórios, vamos nos reunir com reitores e com os estudantes, vamos outra vez colocar o pobre no orçamento da União”, garantiu diante de um ginásio Nilson Nelson cheio. Tal promessa já havia sido feita durante a campanha eleitoral, em 2022.

Durante a cerimônia, representantes das entidades estudantis leram e entregaram uma carta de reivindicações ao presidente. Entre os principais pontos, estão a manutenção da política de cotas e ampliação do direito de acesso para indígenas e pessoas trans, a criação da Universidade de Integração da Amazônia e a aprovação de uma lei para instituir o Programa Nacional de Assistência Estudantil. Além disso, a UNE reiterou, no documento, o pedido para que o governo revogue o Novo Ensino Médio, demanda repetida diversas vezes pelos estudantes em palavras de ordem gritadas no ginásio.

Em seu discurso, Lula também exaltou o vigor do movimento estudantil. “O que motiva a vida humana e o que motiva a nossa capacidade de ser melhor ou não é se a gente tem uma causa ou não tem uma causa”, afirmou. “Eu acho extraordinário a UNE apresentar uma pauta de reivindicações longa, árdua e apimentada”, acrescentou.Brasília (DF), 13/07/2023, O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). O encontro teve a presença do ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica. 

Falando diante de uma plateia de milhares de jovens, Lula celebrou que o perfil social dos estudantes tenha mudado ao longo da última década, com o ingresso de pobres e negros nas universidades, especialmente a partir dos programas criados em seus governos anteriores.

“Aqui não tem apenas filho de gente rica, aqui tem filho de pedreiro, de empregada doméstica, aqui tem filho de metalúrgico, de químico, de gráfico. Aqui está a filha e o filho do povo brasileiro, com a nossa cara”.

Defesa da democracia

O presidente ainda fez uma defesa enfática da democracia, citando as ameaças de ruptura do último período. “Há muito pouco tempo, vocês conheceram o que é o fascismo, o nazismo, apenas em quatro anos. Como é que se pode destruir a democracia e as conquistas que a gente, às vezes, leva séculos para conquistar? Espero que tenhamos aprendido uma lição, a de que a democracia pode não ser a coisa mais perfeita que humanidade criou, mas não tem nada igual a ela. É na democracia que a gente pode viver a pluralidade, a diversidade, que a gente pode aplaudir, a gente pode vaiar, a gente pode gritar e a gente pode contestar. É na democracia que a gente vive a plenitude da manifestação do ser humano”, afirmou.

Além de Lula, participaram do ato político o ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, além de ministros do governo federal, incluindo o ministro da Educação, Camilo Santana. Em discurso, Mujica, que foi preso político por 14 anos na ditadura uruguaia, pediu aos estudantes que busquem a unidade para defender a democracia.

“Não cometam o erro do meu tempo. Quanto mais desunidos, mais dominados vamos estar. Portanto, estudar, não perder tempo, cuidar da democracia. A democracia não é perfeita, está cheia de defeitos. Mas, até hoje, não encontramos nada melhor”, disse. O ex-presidente do Uruguai também apelou para que os estudantes deem sustentação ao governo Lula frente aos desafios de gestão.

“Lula é grandioso, mas não é mago. Aos governos populares, não apenas se pede, mas se ajuda. Os obstáculos que se têm adiante estão aí e não são simples. É fácil reclamar, mas é preciso comprometer-se”, afirmou.

Novo Ensino Médio

Em vários momentos durante o ato, os estudantes entoaram gritos para pedir a revogação da lei que instituiu o Novo Ensino Médio. Em seu discurso, o ministro da Educação, Camilo Santana, que chegou a ser vaiado e interrompido por parte dos estudantes, lembrou que o governo paralisou a implementação do novo modelo até que se defina eventuais mudanças.

“Eu suspendi a implantação do Novo Ensino Médio no Brasil. E nós abrimos uma ampla escuta para ouvir estudantes. Foram 150 mil estudantes que participaram. Nós ouvimos professores, entidades, secretários”, defendeu-se, ao fazer menção ao processo de consulta pública aberto pela pasta e que foi encerrado na semana passada.

A lei do Novo Ensino Médio foi aprovada em 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer, com o objetivo de tornar a etapa mais atrativa e evitar que os estudantes abandonem os estudos.

Pelo modelo, parte das aulas deve ser comum a todos os estudantes do país, direcionada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Na outra parte da formação, os próprios alunos poderão escolher um itinerário para aprofundar o aprendizado. Entre as opções, está dar ênfase, por exemplo, às áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ao ensino técnico. A oferta de itinerários, entretanto, vai depender da capacidade das redes de ensino e das escolas, o que tem sido um dos maiores desafios de implementação da nova etapa.

Em 2023, a implementação deveria seguir com o 1º e 2º anos e os itinerários devem começar a ser implementados na maior parte das escolas, mas o cronograma foi suspenso pelo governo federal até que haja sistematização das propostas da consulta pública e eventuais ajustes na nova etapa de ensino.

A revogação do Novo Ensino Médio tem sido uma reivindicação de entidades do setor e de muitos especialistas. Apesar disso, o governo federal não cogitou revogar a medida por completo, mas fazer ajustes a partir dos resultados obtidos na consulta.

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Na manhã desta quinta-feira (13), o prefeito de Presidente Dutra, Roberto Carlos Alves de Souza, Robertão (MDB), esteve em Salvador, onde acompanhou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, durante o lançamento de um  conjunto de ações afirmativas de políticas para as mulheres em diversos campos de atuação, numa parceria entre os Governos do Estado e Federal.

— Foi com este espírito de plena alegria, que estive na manhã de hoje, em Salvador, acompanhando a agenda do amigo e governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, na recepção à ministra das Mulheres, Cida Gonçalves —  externou o prefeito por meio de suas páginas nas Redes Sociais.

De acordo com a Assessoria de Comunicação do Governo do Estado, o Selo Lilás, iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), incentiva empresas baianas a adotar políticas efetivas de igualdade de gênero e atuarem na defesa das mulheres contra a discriminação, o assédio e a violência sexual, por meio de práticas inovadoras e programas educativos de promoção, valorização e defesa dos direitos da mulher no ambiente de trabalho.

A solenidade foi realizada no auditório da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), no bairro  do Cabula, na capital baiana. O prefeito de Presidente Dutra esteve acompanhado por Maiara Alecrim e Sandila Machado, diretora e vice-diretora da mulher do município.

“Que felicidade estar atuando ao lado de um grupo político que não cansa de trabalhar a serviço do povo baiano, da região de Irecê e em especial da minha amada Presidente Dutra”, destacou Robertão.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (13) o projeto de lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Entre as novidades estão a ampliação do acesso de faixas de renda; a redução de taxas; e o aumento do subsídio para aquisição de imóveis.

Durante a cerimônia de lançamento da nova edição do programa, Lula lembrou que o déficit habitacional é um problema histórico e crônico no Brasil.

“Em 1974, na primeira campanha vitoriosa do PMDB, foi dito que o Brasil tinha um déficit habitacional de 7 milhões de casas. Isso foi há 48 anos. Hoje eu vejo as pessoas falarem que temos um déficit ainda de 6 a 7 milhões de casas, mesmo com o programa MCMV fazendo 6 milhões de casas nesses últimos anos”, disse o presidente.

“Isso demonstra a necessidade do Estado se sentir obrigado a fazer essa reparação”, acrescentou.

As novas regras já estavam em vigor desde o último dia 7, por conta da MP 1.162/23, aprovada em fevereiro pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, até o início de julho 10.094 unidades já haviam sido entregues em 14 estados. O investimento, até então, já estava em R$ 1,17 bilhão.

De acordo com o Planalto, com as novas regras populações de rua também poderão acessar o programa. A previsão é de que, até o final do ano, sejam entregue mais 8 mil unidades habitacionais, e que 21,6 mil obras sejam retomadas. A meta é contratar 2 milhões de moradias até 2026.

Antes da cerimônia de assinatura, Lula já havia comentado sobre a nova etapa do programa, via redes sociais:

Faixas de renda

Tanto as faixas de renda para beneficiários, como o valor a ser financiado foram ampliados. Com isso, a Faixa 1 do programa contemplará famílias com renda mensal de até R$ 2.640. Já a Faixa 2 contemplará famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil; e a Faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.

Já com relação ao valor do imóvel, o financiamento máximo será de R$ 170 mil para empreendimentos voltados à Faixa 1; R$ 264 mil para a Faixa 2; e R$ 350 mil para a Faixa 3.

No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil. Já o financiamento para melhoria de uma moradia passou de R$ 23 mil para R$ 40 mil.

As taxas de juros variam de acordo com a região e com a renda, indo de 4% ao ano a 5,5%, no caso da Faixa 1; de 4,75% a 7%, para a Faixa 2; e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3.

O governo federal aumentou também os descontos oferecidos para as famílias que acessarem o financiamento com recursos do FGTS para a aquisição do imóvel – de R$ 45,7 mil para R$ 55 mil, restrito aos beneficiários da Faixa 1. Segundo o Planalto, esse limite não era revisto desde 2017.

As prestações mensais pagas pelos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com um valor mínimo de R$ 80, ao longo de um período de 5 anos.

Avanços

As novas contratações do MCMV trazem melhorias, também, nas especificações dos imóveis. Entre as melhorias estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para casas e de 41,50 m² para apartamentos; e a criação de varandas “para oferecer um espaço adicional aos moradores”. Além disso, os conjuntos deverão ter sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.

Ainda entre as melhorias está a necessidade de o terreno estar localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas – o que inclui acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, além de acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo.

“Terrenos mais bem qualificados podem receber um valor adicional em sua aquisição, incentivando a qualidade e adequação das localizações dos empreendimentos”, complementou o Planalto.

Repercussão

Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato de Souza Correia, mais de 6 milhões de habitações já foram construídas graças ao programa, desde sua primeira versão, em 2009. Na solenidade de sanção das novas regras, ele avaliou como “positiva” a nova versão do programa:

“A CBIC avalia de forma muito positiva a versão atual do MCMV, pois volta a contemplar, com recursos da União, a parcela mais carente da população brasileira, que sofre com habitações precárias e com aluguéis muito caros. O governo já estaria de parabéns se ficasse somente nessa parte, mas fez mais: ajustou o programa nas faixas financiadas pelo FGTS.”

Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, os entraves e o atraso promovido pelo governo anterior deixou de concluir 186 mil unidades habitacionais. “Destas, 83 mil unidades estavam paralisadas”, disse o ministro. Ele acrescentou que o programa conseguiu retomar mais de 17 mil casas e já entregou mais de 10 mil moradias, beneficiando mais de 100 mil brasileiros que buscavam habitação.

Representante do Movimento Camponês Popular, Jéssica Briito lembrou que a atual edição do MCMV só foi possível no campo, enquanto política pública, após muito diálogo e reivindicações por parte dos camponeses.

“Só chegou nas diversas populações do campo, em todas as regiões desse país, graças a parceria com os movimentos do campo que historicamente fazem a luta por reforma agrária; pelo reconhecimento do campesinato na tarefa permanente de produzir alimentos; e pela luta por melhores condições de produção e de vida no campo. Essas organizações ousaram lutar e reivindicar o direito à moradia para essas populações”, disse.

“A moradia no campo, para nós, é um elemento de permanência das famílias no campo. Mais do que isso, ela é também um elemento de transformação da autoestima das mulheres camponesas, porque somos nós, mulheres, que sentimos de perto a dureza de não ter um teto e um lar seguro para os nossos filhos. Nos fortalece muito a retomada desse programa, tendo como um dos principais critérios de atendimento as mulheres camponesas.”

Representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores, Bartira Costa defendeu a priorização de políticas urbanas, enquanto “agenda prioritária para o desenvolvimento urbano do Brasil, tendo a cidade como direito e não apenas como moradia”; a “retomada imediata” do Conselho das Cidades; e a convocação da Conferência das Cidades.

“Precisamos também garantir a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico para todas as pessoas independente do local e das condições de moradias, bem como da capacidade de pagamento. Para isso é fundamental fortalecer as empresas e os serviços públicos de saneamento; retomar os investimentos do plano enquanto instrumento de planejamento. O saneamento deve ser encarado como política estratégica para o desenvolvimento do Brasil, condicionante da qualidade de vida nas cidades”, disse.

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