ÚLTIMAS NOTÍCIAS
•

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Uma grave denúncia de crime ambiental chocou a comunidade de Barra do Mendes no interior da Bahia, após a Prefeitura local ter removido completamente todas as árvores da Praça do Cemitério. Praça esta que fica em uma das principais avenidas, logo na entrada da cidade.

A ação, que surpreendeu os moradores, resultou na perda de diversas espécies de árvores, incluindo a Barriguda, o Flamboyant, a Canafístula e os Bugueviles. Muitas dessas árvores tinham sido plantadas ao longo dos anos por meio de projetos de preservação ambiental controlados pela comunidade, com o importante apoio voluntário do professor Afonso Alves, responsável pelo projeto “Barra do Mendes Mais Verde”, e do Advogado Camilo Pereira, idealizador do projeto “Cuidar”.

As árvores, que eram nativas da região e desempenhavam um papel fundamental na ecologia local, forneciam a sombra e embelezavam o espaço público.

Diante da notícia do corte completo das árvores na Praça do Cemitério, a comunidade local e os ativistas ambientais ficaram revoltados. A falta de comunicação por parte da prefeitura e a ausência de justificativa plausível para a remoção total das árvores geraram indignação entre os moradores, que esperam por medidas de responsabilização das autoridades municipais envolvidas na decisão.

O advogado Camilo Rodrigues Pereira expressou profunda tristeza com o ocorrido e afirmou que tomará todas as medidas legais para responsabilizar os autores da ação. “Anos de trabalho árduo da comunidade e dos voluntários foram destruídos de forma abrupta e irresponsável. Nossa intenção sempre foi contribuir para a preservação do meio ambiente e embelezar nossa cidade, e não permitiremos que esse crime ambiental fique impune”, declarou Camilo Rodrigues Pereira.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Foto: Altemar Bastos

Nessa quinta-feira (27),  o fisioterapeuta Alfredo Victor de Oliveira Matos foi condenado pela justiça a 40 anos e 10 meses de prisão por ter sido o mandante do homicídio da estudante de radiologia Rafaela Gomes de Souza, em Lapão.

Além dele, foram condenados pelo júri popular Ériton Ramos, o Rato, e Ramon da Silva Santana, que executaram o crime. O primeiro foi condenado a 36 anos e 6 meses, e o segundo a 24 anos de prisão.

O crime que repercutiu em toda a Bahia, aconteceu em 2019. Na época, a estudante  foi encontrada morta em um lixão desativado em Irecê, depois de ter sido sequestrada e mantida em cativeiro por 4 dias. Conforme a polícia, o fisioterapeuta e Rafaela mantinham um relacionamento, mas  Alfredo Victor não queria que o caso se tornasse público.

Nesse sentido, ele (o fisioterapeuta) arquitetou o crime, onde ofereceu a quantia de R$ 4 mil para os outros dois condenados, Ériton Ramos e Ramon da Silva, para assassinar a vítima.

Depois da sentença, os três condenados foram encaminhados para um presídio para cumprimento da pena.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

Em 54 anos de atuação, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA), tem cumprido sua missão maior: proteger a sociedade, fiscalizando o exercício profissional do médico-veterinário e do zootecnista, punindo o mau profissional, combatendo o charlatanismo e protegendo a imagem das profissões.

Somando 9.132 profissionais, sendo 8.454 médicos-veterinários, 669 zootecnistas e 4.089   empresas, o Regional baiano está entre os maiores Conselhos de Medicina Veterinária do país.

Com atuação no interior e na capital, o CRMV/BA tem orientado, educado, fiscalizado, alertado empresas e pessoas físicas sobre a qualidade dos produtos e sobre as boas práticas dos serviços prestados à população e aos animais.

Depois da pandemia, estamos retornando ao contato presencial: em abril deste ano, tivemos um grande evento de Medicina Veterinária Legal, que reuniu em três dias, profissionais de várias vertentes, inclusive, de outras profissões como advogado, promotor de justiça e policiais, além de estudantes.

Também apoiamos eventos científicos e educacionais de outras instituições, voltados para capacitar e atualizar os profissionais, ainda que não seja esta uma atribuição de um Conselho de classe. De tal modo a educação continuada nos preocupa, que lançamos em 2022 o Projeto CRMV/BA EDUCA, disponibilizando temas científicos e de legislação, através de eventos virtuais.

Comprometida com os médicos-veterinários e com os zootecnistas, nossa gestão, formada por 16 médicos-veterinários e zootecnistas, acompanha as ações do Conselho Federal de Medicina Veterinária e está atenta às movimentações políticas, legislativas e decisões educacionais e profissionais que afetem nossa comunidade.

No balcão ou usando as facilidades da tecnologia, nossos colaboradores estão prontos para atender, orientar e esclarecer demandas de informações e de serviços que nos chegam diariamente.

Outro meio de contato, são nossas redes sociais, nas quais temos hoje, 6.368 seguidores no Facebook, 9.706 no Instagram, 1.690 seguidores no LinkedIn e cerca de dez mil visitas mensais ao Portal, que é nossa vitrine preferencial. Estes números demonstram que a instituição não está parada no tempo.

Fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União – TCU, o Sistema CFMV/CRMV recebeu a maior nota dentre todas as demais profissionais no quesito transparência pública e o CRMV-BA tem destaque entre os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.

Com novas instalações e ampliando, modernizando e melhorando nossa estrutura física e de equipamentos, buscamos a excelência no atendimento e as práticas sustentáveis, a exemplo da energia solar implantada.

O Regional Bahia tem a maturidade dos seus 54 anos, mas tem igualmente o entusiasmo de recém-fundado e o desejo de não apenas continuar a ser relevante, mas, em sinergia com os profissionais, colocar em crescente – e merecida – evidência, a Medicina Veterinária e a Zootecnia.

Médico-Veterinário Altair Santana de Oliveira/CRMV/BA 1232 – Presidente

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome anunciou nessa quinta-feira (27) a retomada do Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais (Programa Cisternas). Com acordos firmados e editais lançados, o investimento em 2023 será de mais de R$ 562 milhões, beneficiando 60 mil famílias.

Foram lançados dois editais para a contratação de cisternas de consumo e produção de alimentos no Semiárido e para a contratação de sistemas individuais e comunitários de acesso à água na Amazônia. Somadas, as chamadas públicas disponibilizarão R$ 500 milhões para a construção das tecnologias.

Também foi assinado um aditivo ao acordo de cooperação técnica (ACT) entre o MDS, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que permite retomar a parceria para a construção de cisternas no Semiárido. A iniciativa também associa a implantação das tecnologias a repasses financeiros e assistência técnica às famílias de produtores agrícolas de baixa renda pelo Programa Fomento Rural. Serão investidos pelo governo federal R$ 46,44 milhões.

Além disso, foi homologado um acordo judicial entre o MDS e a Associação Programa Um Milhão de Cisternas (AP1MC), que vai beneficiar 1.188 famílias e 216 escolas. Por meio do acordo, serão liberados R$ 16 milhões para a execução do Programa Cisternas atendendo famílias de baixa renda e garantindo o acesso a água de qualidade para consumo e produção de alimentos.

O modelo de execução do Programa Cisternas envolve a parceria do governo federal com entes públicos e organizações da sociedade civil, via convênios ou termos de colaboração. O processo de implementação, que envolve as atividades de mobilização social, capacitações e organização do processo construtivo, ocorre a partir da ação de entidades privadas sem fins lucrativos, credenciadas previamente e contratadas pelos parceiros do MDS.

O programa começou a ser executado em 2003, atuando fortemente no Semiárido brasileiro, depois expandiu-se para outras áreas do Nordeste e atualmente tem experiências em outros biomas, inclusive o Amazônico. Segundo o MDS, em 20 anos, mais de 1,14 milhão de cisternas foram construídas em todo o país, sendo que até 2016 foram entregues mais de 1 milhão de unidades.

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappE-mail