Foto: Reprodução
Localizado na região de Irecê, o município de Cafarnaum se consolidou como referência nacional no cultivo de cebola.
A força da produção local é estratégica para que a Bahia mantenha a segunda posição entre os maiores produtores do país, atrás apenas de Santa Catarina.
Com uma estimativa anual de cerca de 290 mil toneladas, a Bahia tem em Cafarnaum seu principal polo produtivo. A agricultura é a base da economia do município e garante emprego e renda para centenas de famílias.
Outras cidades também integram o cinturão produtivo da cebola, como João Dourado, Sento Sé, América Dourada e Canarana.
Juntas, elas reforçam a importância do semiárido baiano no cenário agrícola nacional e consolidam a cebola como pilar do desenvolvimento regional.
Fonte: Da Redação
Foto: Reprodução
A Chapada Diamantina, na Bahia, tem registrado altas produtividades na atual safra de batata, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A produtividade média na região está entre 45 e 50 toneladas por hectare, podendo alcançar até 55 t/ha em alguns talhões.
De acordo com o acompanhamento do calendário anual da região, cerca de 12% da safra já foi colhida, enquanto a estimativa de plantio alcança 10% até o final de janeiro. A Chapada Diamantina concentra a maior parte da sua oferta entre os meses de dezembro e maio, período conhecido como safra das águas.
As condições climáticas, no entanto, têm exigido atenção dos produtores. As temperaturas registradas estão acima da média histórica e também superiores às do último ano, quando havia maior variação entre dias quentes e noites frias. Além disso, o volume de chuvas tem sido inferior ao padrão típico e com menor frequência, o que tem dificultado o abastecimento dos reservatórios.
Em 2025, as barragens da região operavam com cerca de 70% da capacidade, enquanto neste ano o nível caiu para aproximadamente 40%, mantendo agentes do setor em alerta, já que os volumes vêm recuando desde 2023. Apesar disso, o cenário ainda não é considerado alarmante para os produtores, que aguardam a possibilidade de novas chuvas nos próximos dias.
O clima seco e quente também favoreceu o surgimento de problemas fitossanitários. Segundo relatos de colaboradores do Hortifrúti/Cepea, houve ocorrência de minadora ao longo de todo o ciclo da batata, além de alternaria, especialmente em janeiro, associada às altas temperaturas e à baixa umidade, afetando os tubérculos a partir do meio do ciclo.
De forma geral, a qualidade das batatas colhidas é considerada boa, apesar de alguns registros pontuais de escurecimento da pele em determinadas áreas, reflexo do calor excessivo. Também houve relatos de produtores que optaram por atrasar a dessecação dos tubérculos em função dos baixos preços de comercialização, sem que isso tenha provocado alterações no calendário produtivo da região.
Fonte: Com informações do site HfBrasil.
Foto: Agricultura Irrigada
Após forte alta registrada na semana anterior, as cotações de cebola na Região de Irecê (BA) e no Vale do São Francisco (BA/PE) se mantiveram nos últimos dias.
A menor oferta regional e o avanço ainda lento da colheita em Santa Catarina no mercado favoreceu o escoamento do produto nas duas regiões.
Houve chuva em ambas as praças nos últimos dias, o que corroborou ainda mais para a diminuição da disponibilidade de produto, e justamente no período que é de oferta mais controlada no Nordeste.
Assim, a saca de 20 kg da amarela híbrida em Irecê e no Vale foi comercializada à média de R$ 40,25 e R$ 44,67, respectivamente.
O cenário em Baraúna (RN), contudo, se mostrou distinto. Após registrar uma alta de quase 100% na semana anterior, a região não conseguiu sustentar suas cotações.
O escoamento se mostrou brevemente mais lento na praça, mas produtores avançaram com as colheitas a fim de aproveitar os melhores patamares, o que pressionou os valores. Assim, a amarela híbrida foi vendida por R$ 44,88/sc de 20kg (-5,90%).
Fonte: HF Brasil
Foto: Embrapa
O aumento da temperatura provocado pelas mudanças climáticas pode tornar inviável o cultivo de alface em campos abertos no país durante o verão daqui a cerca de 50 anos. O alerta está em um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.
Segundo pesquisadores, em um cenário otimista de aquecimento global, nos últimos 30 anos deste século, 97% do território brasileiro terá risco climático alto ou muito alto para cultivo de alface em campo aberto durante o verão.
Para chegar à conclusão, técnicos da Embrapa analisaram como diversos cenários de mudanças climáticas podem afetar o cultivo da hortaliça, considerada vulnerável a altas temperaturas.
O engenheiro-agrônomo Fábio Suinaga, pesquisador em Melhoramento Genético da Embrapa Hortaliças, explica que do ponto de vista evolutivo, a alface depende de temperatura amena e boa umidade para se desenvolver plenamente.
“Os números projetados são preocupantes porque a adaptação da espécie às altas temperaturas é mínima, especialmente se considerar que as sementes de alface exigem temperaturas inferiores a 22°C para haver germinação”, avalia.
Cenários otimista e pessimista
Os pesquisadores cruzaram informações de projeções climáticas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), um órgão da Organização das Nações Unidas.
O levantamento considerou dois cenários, um otimista (RCP 4.5) e um pessimista (RCP 8.5), em relação a quanto a temperatura vai subir na comparação com o clima do período histórico de 1961 a 1990.
Projeção otimista: há um controle das emissões de gases do efeito estufa, causadores do aquecimento global. Isso resultaria em um aumento da temperatura do planeta entre 2° Celsius (C) e 3°C, na janela de 2071 a 2100.
Projeção pessimista: as emissões de gases continuam crescendo até 2100, resultando em aumento de até 4,3°C na temperatura do planeta.
Os técnicos utilizaram modelos que projetam temperaturas mínima, média e máxima para todas as épocas do ano. A estação mais crítica é o verão, quando a temperatura pode ultrapassar os 40°C em boa parte do país, patamar considerado bem acima do ideal para o desenvolvimento da alface, que exige clima ameno e umidade equilibrada.
Cenário otimista: entre 2071 e 2100, faixa de temperatura durante o verão de 23,4°C a 41,2°C. Dessa forma, 79,6% do território nacional apresentará risco climático alto; e 17,4%, muito alto.
Cenário pessimista: temperatura no verão de 25,4°C a 45°C, deixando 11,8% do território com risco alto; e 87,7%, muito alto.
Nos dois casos, praticamente todo o território se aproximará do nível inviável para cultivo de alface em campo aberto no verão, sendo que, no cenário pessimista, a proporção de “muito alto” é muito maior que a de “alto”.
Atualmente, a maior parte do cultivo de alface no Brasil se dá nos campos abertos, e a menor parte é feita nos chamados ambientes protegidos ou controlados, como estufas.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
As colheitas de inverno começaram mais tardiamente na Região de Irecê (BA), em função da estiagem – agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea indicaram que as chuvas ficaram abaixo da média histórica.
Diversos municípios da região baiana decretaram estado de emergência no início do ano, o que afetou as lavouras. No decorrer do ciclo de verão, o desenvolvimento das raízes ficou aquém do ideal, principalmente em relação ao calibre.
Houve brusco recuo nas áreas plantadas, inclusive neste inverno, e, consequentemente, ajuste de calendário. A colheita dos materiais de inverno geralmente se inicia em meados de junho; mas, como o plantio se iniciou somente no final de abril, a safra teve atraso.
Até o momento, o abastecimento da região estava sendo majoritariamente feito pelo Cerrado, mas, agora, a participação da Bahia deve aumentar nos centros de comercialização nordestinos.
Em relação ao mercado, os preços subiram nesta semana. A oferta nacional e a regional mais controladas favoreceram as altas.
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Fonte: Com informações do HF Brasil.
As cotações da cebola iniciaram julho com preços estáveis nas principais regiões produtoras da Bahia.
Em Irecê, a cebola amarela híbrida tipo 3 foi comercializada a R$ 36,00 por saca de 20 kg, enquanto no Vale do São Francisco o preço médio foi de R$ 32,82.
Apesar da boa qualidade dos produtos, a produtividade caiu, especialmente na Bahia, devido à escassez hídrica.
Além disso, a chegada de cebolas do Cerrado ao Nordeste tem gerado concorrência e evitado altas nas cotações. A região de Irecê segue como uma das maiores produtoras do país, com destaque para João Dourado, América Dourada e Cafarnaum.
Fonte: Da Redação
Foto: Reprodução
As cotações de cenoura recuaram no fim do mês passado frente à anterior na região de Irecê, com a caixa da cenoura “suja” de 20 kg negociada a R$ 13,67, em média.
Vale ressaltar que a oferta na região está controlada, mas já está mais alta do que em semanas anteriores.
Entretanto, produtores indicam que, em roças mais antigas, a qualidade das raízes não tem sido satisfatória (há problemas com rachaduras), o que tem gerado grande volume de descarte.
Além disso, produtores seguem receosos, visto que boa parte das cenouras está em período ideal de colheita; porém, os preços baixos estão limitando tanto a colheita quanto as vendas.
Fonte: Hfbrasil.org.br
Foto: Reprodução
A colheita da batata tipo ágata especial segue acelerada em diversas regiões produtoras do Brasil.
O clima quente tem antecipado o fim do ciclo nos solos, obrigando os agricultores a retirarem as batatas para evitar o escurecimento da pele ou apodrecimento.
Na Chapada Diamantina (BA), a produtividade está em alta, e a colheita intensa tem impulsionado a oferta no mercado atacadista.
Com temperaturas mais amenas previstas para os próximos dias em outras regiões do país, a disponibilidade pode cair ligeiramente, mas a tendência é que, ao longo de março, ainda haja grande volume de batatas sendo comercializadas.
Além da Bahia, regiões do Sul, como Guarapuava (PR) e Água Doce (SC), estão no auge da colheita.
No Cerrado Mineiro, a remoção dos tubérculos aumenta a cada semana, intensificando a concorrência. Esse cenário de alta oferta tem preços reduzidos para baixo, trazendo desafios para os produtores.
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Fonte: Da Redação
Foto: Reprodução
Os produtores de cenoura da região de Irecê (BA) estão enfrentando desafios devido ao clima seco e às altas temperaturas. Na semana passada, o preço da caixa de 20 kg da cenoura “suja” subiu para uma média de R$ 55,50, um aumento de quase 4% em relação ao período anterior.
A falta de chuvas prejudica o desenvolvimento das raízes, comprometendo a qualidade da produção.
De acordo com o Hortifrúti/Cepea, a restrição hídrica tem sido um dos principais entraves para os agricultores. Normalmente, o volume de chuva esperado para fevereiro na região varia entre 100 e 120 mm, mas os índices atuais estão bem abaixo dessa média.
Além do impacto imediato na produção, os produtores temem que o baixo enchimento dos poços artesianos pode causar problemas ainda maiores nos próximos meses, reduzindo a oferta do produto ao longo do ano.
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Fonte: Da Redação
Plantio de café ganha mais espaço nas lavouras da chapada — Foto: Ascom/SDR Bahia
A Chapada Diamantina, região conhecida por suas belezas naturais, também vem ganhando destaque na produção de café na Bahia. Entre os municípios produtores, Bonito e Iraquara contribuem para o setor cafeeiro do estado.
Bonito, com uma área de 7.020 hectares destinados ao cultivo do café, é um dos principais produtores da região. Iraquara também tem uma participação expressiva, com 1.058 hectares cultivados.
Outros municípios como Barra do Choça, Barra da Estiva, Ibicoara, Piatã, Mucugê, Morro do Chapéu, Seabra e Mulungu do Morro também integram essa cadeia produtiva, ampliando a relevância da região no cenário estadual.
De acordo com dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), a Bahia colheu 78,9 mil hectares de café em 2023, alcançando uma produção de 94,8 mil toneladas e um valor de mercado estimado em R$ 902,4 milhões. Para 2025, a produção baiana deve atingir 3,4 milhões de sacas, um crescimento de 11,3% em relação ao ciclo anterior.
A região também se destaca na produção de cafés especiais e orgânicos, como os cultivados pela Cooperativa de Produtores Orgânicos e Biodinâmicos da Chapada Diamantina (Cooperbio), que já são exportados para Alemanha, Inglaterra e Austrália. As perspectivas de preço para 2025 indicam valores elevados, impulsionados por condições climáticas adversas que afetaram a produtividade nacional.
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Fonte: Da Redação
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