Sexta-feira, 26 de Março de 2021
Chapada Diamantina

O Governo do Estado finalizou a execução do Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Utinga e APA Marimbus/Iraquara, na Chapada Diamantina, com o plantio de 60.340 mudas de espécies de uso frutífero, medicinal, melífero e ecológico, em uma Área de Preservação Permamente (APP) de 110 hectares, que poderá ser utilizada como campo experimental para futuras pesquisas em recuperação de áreas degradadas. A restauração foi feita pelo modelo de sistemas agroflorestais (SAF), utilizando espécies nativas e espécies que permitem o aproveitamento econômico. Para marcar o encerramento do projeto, foi realizada uma reunião on-line na manhã dessa quinta-feira (25).

Com um investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, foram beneficiadas 19 comunidades nos municípios de Bonito, Wagner, Utinga, Lajedinho, Rui Barbosa, Lençóis, Iraquara, Andaraí e Nova Redenção, formadas por pequenas propriedades da agricultura familiar, assentamentos de reforma agrária, comunidades indígenas e quilombolas. Ao todo, além do plantio das mudas, o projeto abarcou ainda quatro nascentes protegidas e reflorestadas, implantou dois viveiros de produção de mudas florestais com capacidade de 50 mil mudas por ano, mais de 100 pessoas capacitadas; e cercamento de 11 km para proteção da área recuperada.

Participaram da reunião o secretário do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira; o chefe de gabinete do Inema, Welton Rocha, representando a diretora Geral do órgão, Márcia Teles; os deputados estaduais Ângelo Almeida e Jacó Lula da Silva; o engenheiro agrônomo, Murilo Figueiredo, da Agrotopo Engenharia – empresa licenciada para execução do projeto; Gileno Menezes, diretor do Colégio Estadual de Educação Profissional – CETEP; e lideranças locais representantes das comunidades beneficiadas.

Para o secretário do Meio Ambiente, ao executar este projeto, o Governo cumpre o compromisso assumido com lideranças locais em um dos momentos mais críticos da crise hídrica na região. “Este projeto foi resultado das reivindicações de assentamentos do Movimento dos Sem Terra (MST), Movimento Associativista Indígena Payaya (MAIP), prefeituras, sindicatos e instituições ligadas ao meio ambiente da Chapada Diamantina. Fica um legado para as 19 comunidades rurais beneficiadas ao longo da microbacia do rio Utinga e da APA Marimbus-Iraquara. E não podemos falar em encerramento, pois esse é o primeiro passo para a recuperação dessa área degradada”, destacou João Carlos, acrescentando que a partir deste projeto, amplia-se a possibilidade de apoio e parceria para continuidade e multiplicação da ação.

O chefe de gabinete do Inema, Welton Rocha, ressaltou a importância desse projeto como um piloto, que possa ser ampliado para outras áreas. “Sabemos que para a real necessidade que se apresenta, essa área é relativamente pequena, entretanto, o sucesso do modelo implementado pelo Inema serve como referência para que possa ser aplicado em outras áreas e regiões. O Inema continuará à disposição de toda comunidade e lideranças que participaram, dando continuidade a esse projeto com o manejo das mudas”, afirmou Welton.

O engenheiro agrônomo da empresa Agrotopo, Murilo Figueiredo, ressaltou a riqueza e desafio da implantação desse projeto tendo em vista a relação com as comunidades, de maneira que elas incorporassem um papel protagonista para sua execução. “Conseguimos alcançar as metas do projeto, e seu legado ficará para as comunidades que já cuidam dessas áreas. Hoje, essas famílias agrícolas já começam a se organizar no sentido de formarem cooperativas de beneficiamentos de frutas, a partir da produção dessas mudas. E essa é a intencionalidade, preservar as matas ciliares e nascentes, e ter a possibilidade de geração de renda extra para essas famílias que enfrentam muitas dificuldades de vivência nessa região”, afirmou Murilo.

“O resultado desse projeto nós veremos a médio e longo prazos. O primeiro passo foi dado e cabe agora às organizações e associações cuidar dessas áreas e ampliá-las a partir da experiência já implantada. Sou testemunha que o trabalho gerou resultados, e é de fundamental importância não só para a comunidade como também para a capital, pois a Chapada é a caixa d´água da Bahia. Somos muito gratos por esse presente e esse trabalho aqui na região”, avaliou o diretor do Cetep, Gileno Menezes.

O projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Utinga e APA Marimbus/Iraquara foi executado pelo INEMA, com apoio da SEMA, e recursos de conversão de multas ambientais.

Fonte: Ascom - SEMA



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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
BAHIA

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Em um esforço contínuo para reduzir a pressão na rede assistencial que atende pacientes com diagnóstico de Covid-19, a Bahia soma atualmente mais de 3 mil leitos ativos dedicados à doença. Apenas neste ano, houve um incremento de 996 novos leitos, sendo 441 de de terapia intensiva (UTI).

De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, mesmo com o empenho do Estado e municípios, a colaboração da população é essencial para redução das taxas de ocupação. “O governador Rui Costa autorizou a abertura do máximo de leitos possíveis, mas há um limite. Enquanto a taxa de transmissão do coronavírus permanecer alta, a necessidade por leitos vai seguir crescendo”, alerta o gestor.

Entre janeiro e março deste ano, foram abertos novos leitos nos municípios de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Santo Antônio de Jesus, Feira de Santana, Seabra, Alagoinhas, Guanambi, Caetité, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Senhor do Bonfim, Jacobina, Barreiras, Barra, Bom Jesus da Lapa, Jequié e Porto Seguro.

Fonte: Ascom - Sesab



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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
Notícias

Regras não são cumpridas e os serviços de autoatendimento são humilhantes.

Há muito tempo clientes das agências bancárias Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal na cidade de Irecê reclamam do atendimento e das longas filas de espera. Vereadores já até criaram uma norma para que as agências disponibilizem cadeiras, cafezinho, banheiros e realizem o atendimento em até 20 minutos.

“Algumas dessas normas são parcialmente atendidas, mas a espera pelo atendimento é um absurdo. É indigno e humilhante o atendimento dado aos clientes. Diz o agricultor e comerciante Antônio Firmício, de 62 anos. “Um dia fui descontar um cheque no Banco do Brasil, cheguei 11h30 e só fui atendido às 15h47. Prejuízos pela longa espera, cansaço e raiva”, desabafou.

A assistente social Deuraci Vieira esteve na agência da Caixa Econômica no último sábado, 20, para fazer pagamentos e saques. Não conseguiu. “O primeiro terminal reconheceu a senha, mas pedia a data de nascimento, quando informava, não concluía a operação. Troquei de terminal quatro vezes. Repeti, até que o cartão foi bloqueado. Segui as orientações para desbloqueio e o sistema dizia que não estava bloqueado, voltava a tentar e constava o bloqueio. Um inferno. Isso ocorreu com todos que estavam na agência. Mais de 20 pessoas saíram xingando e revoltadas”, disse.

“Todo início de mês, por vários dias seguidos, centenas de pessoas são humilhadas sob o sol ou chuvas, em longa fila que se inicia na porta da agência, dobra a esquina da Assembleia de Deus e se estende pela calçada da Praça do Feijão. São homens e mulheres de diferentes idades que passam por esta situação e é preciso que se adote uma atitude resolutiva”, aponta o presidente do Sindicato Rural de Irecê, João Gonçalves.

Para ele, a Caixa Econômica deveria convocar pessoas aprovadas no último concurso e abrir uma nova agência, além de deixar um profissional de prontidão nos finais de semana e noites do meio de semana, para resolver emergências de atendimento aos usuários dos serviços do banco.

De acordo com informações do Presidente do Sindicato dos Bancários de Irecê e Região, “o último concurso para atender necessidades da Caixa Econômica ocorreu em 2014. Estaria prescrito em 2018, mas por ações judiciais movidas, o mesmo ainda está válido”, informou Carlos Alberto.

Ele disse ainda que há uma expectativa de contratação imediata de 550 concursados e de 2100 até o final do ano. “Segundo anúncio do governo federal, municípios com população entre 20 e 40 mil pessoas poderão ter instaladas uma agência da Caixa, desde que os prefeitos adotem a Caixa para os serviços bancários das prefeituras”, informou o presidente do Sindicato dos Bancários, em Irecê.

Fonte: Cultura & Realidade



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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
BRASIL

A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para a Páscoa de 2021 é de queda nas vendas de 2,2%, em comparação à mesma data do ano passado, que foi considerada muito ruim, com retração de 28,7%. A data deve movimentar no varejo do país R$ 1,62 bilhão.

“Se confirmada essa expectativa, vai ser o menor faturamento em 13 anos. Desde 2008 que o faturamento do varejo com a Páscoa não é tão pequeno como esse que a gente está esperando”, disse à Agência Brasil o economista senior da CNC, Fabio Bentes. As estatísticas mostram que o movimento de vendas da Páscoa é crescente ano a ano até 2019, com pequenas oscilações, e despenca em 2020. O faturamento caiu de R$ 2,33 bilhões, em 2019, para R$ 1,66 bilhão, no ano seguinte.

A variação do dólar, que subiu 23% entre a Páscoa de 2020 e a deste ano, explica a expectativa negativa para o período, que é considerado a sexta data comemorativa mais importante para o comércio varejista brasileiro, depois do Natal, Dia das Mães, Dia dos País, Dia das Crianças e Black Friday.

“O dólar ficou 23% mais caro”. E como a Páscoa envolve produtos importados ou insumos importados, significa que ou o varejo importava esses produtos e aumentava o preço, ou não importava, argumentou Fabio Bentes. “E a opção que o varejo fez foi reduzir as importações este ano, porque o consumidor brasileiro não aguenta um aumento expressivo de preços, ainda mais para itens não essenciais como esses”.

Com isso, a importação de chocolates, por exemplo, somou 3 mil toneladas em 2021, a menor quantidade desde 2013. O mesmo aconteceu com o bacalhau, cuja importação totalizou 2,2 mil toneladas, menor patamar desde 2009, segundo a CNC.

O economista comentou que “o varejo não apostou na Páscoa deste ano porque percebia que a situação da economia e as conjunções de consumo não iam bem. Isso explica a opção por não importar, em vez de promover reajuste de preços muito acima da média”. A previsão da CNC para o carro-chefe da Páscoa, que são os chocolates, é de alta no preço de 7%, de modo geral.

Bentes destacou que a queda de 2,2%, prevista para a Páscoa de 2021, não pode ser analisada isoladamente. Ela tem que ser contextualizada, levando em consideração o estrago provocado pela crise do ano passado nessa data comemorativa, em decorrência da pandemia de covid-19. “Então, uma queda de 2,2% em cima de uma queda de 28%, a gente está falando de retração de 30% em relação ao que o varejo vendia em 2019”, observou.

Visão positiva

Ao contrário da CNC, o levantamento feito pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) para o estado do Rio de Janeiro, estima que a Páscoa será mais positiva para o comércio fluminense, e deverá movimentar R$ 829 milhões, contra R$ 518 milhões na mesma data do ano passado. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de março e contou com a participação de 389 consumidores de todo o estado.

De acordo com a sondagem, cerca de 8,3 milhões (59,6%) de fluminenses estão com a intenção de presentear na data, contra 4,8 milhões no ano passado (37,6%). O número de consumidores que demonstraram intenção de presentear aumentou 22 pontos percentuais de um ano para outro.

Na Páscoa de 2021, 40,4% dos entrevistados revelaram que não devem dar presentes. No ano anterior, esse percentual foi 62,4%. Para o IFec, o levantamento mostra uma melhora em relação à fase aguda da pandemia, mas ainda abaixo dos resultados pré-pandemia, observados em 2019.

Os itens que devem ser mais procurados são ovos de chocolate (59,4%), bombons (51,8%) e barras de chocolate (46,7%), seguidos por bichinhos de pelúcia (6,1%), cesta de Páscoa (5,1%) e colomba pascal (4,6%). Cada consumidor deve gastar, em média, R$ 99,70, valor que se manteve praticamente estável se comparado à 2020. Dos que pretendem presentear, 53,8% manifestaram a intenção de dar mais uma opção.

Questionados sobre onde farão suas compras, a maior parte dos consultados respondeu que se dividiria entre lojas físicas e online (60,4%), seguindo-se só loja física (26,4%) e só online (13,2%).

Fonte: Agência Brasil



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Sexta-feira, 26 de Março de 2021
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Quinta-feira, 25 de Março de 2021
Notícias

Na sessão dessa quarta-feira (24/03), realizada por meio eletrônico, os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios determinaram que seja feita representação ao Ministério Público Estadual contra o prefeito de Xique-Xique, Reinaldo Teixeira Braga Filho, pelo pagamento indevido de multas e juros em razão de atraso no recolhimento de parcelas relativas a obrigações previdenciárias, no exercício de 2019.

O prefeito terá que devolver aos cofres municipais a quantia de R$27.491,23, com recursos pessoais, que foram pagos em juros e multas. O conselheiro substituto Cláudio Ventin, relator do processo, também imputou multa no valor de R$1 mil. Os conselheiros do TCM ressaltaram que o pagamento de multa e juros só ocorre devido à omissão dos gestores, que não cumprem adequadamente a obrigação legal de repassar/recolher as contribuições previdenciárias no prazo e montante exigidos na legislação.

Cabe recurso da decisão.

Fonte: TCM-BA



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