
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.268 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 3.284 recuperados (+0,8%). Dos 412.685 casos confirmados desde o início da pandemia, 392.615 já são considerados recuperados, 11.734 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível no link.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (24,38%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.371,73), Aiquara (7.017,54), Itabuna (6.962,19), Madre de Deus (6.874,32), Almadina (6.808,20).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 809.829 casos descartados e 114.924 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (03/12).
Na Bahia, 32.480 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 21 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.336, representando uma letalidade de 2,02%. Dentre os óbitos, 56,44% ocorreram no sexo masculino e 43,56% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,65% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,32%, preta com 14,84%, amarela com 0,71%, indígena com 0,12% e não há informação em 11,36% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,65%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,77%).
Fonte: Ascom - Sesab
O TCM, na sessão desta quinta-feira (03), realizada por meio eletrônico, rejeitou as contas de 2019 de oito prefeituras baianas. Entre as principais irregularidades estão a extrapolação do limite de despesa com pessoal, não recondução da dívida consolidada líquida ao limite legal, abertura irregular de créditos suplementares e irregularidades em licitações e contratações diretas. Os prefeitos foram penalizados com multas proporcionais à gravidade das irregularidades praticadas, e nas contas rejeitadas em razão dos gastos com pessoal, também com multa no valor equivalente a 30% dos subsídios anuais.
Foram rejeitadas as contas dos prefeitos de Belmonte, Janival Andrade Borges; de Coaraci, Jadson Albano Galvão; de Cafarnaum, Sueli Fernandes de Souza Novais; de Rio do Antônio, José Souza Alves; de Aporá, Ivonei Raimundo dos Santos; de Itaparica. Marlylda Barbuda dos Santos; de Barra, Deonísio Ferreira de Assis, e de Ichu, Carlos Santiago de Almeida.
O prefeito de Barra, Deonísio Ferreira de Assis, e a prefeita de Cafarnaum, Sueli Fernandes de Souza Novais, também sofreram determinação de representação ao Ministério Público Estadual, para que seja apurado o cometimento de ato ilícito de improbidade administrativa.
Já o prefeito de Belmonte, Janival Andrade Borges, terá que restituir aos cofres municipais a quantia de R$2.381.129,26, com recursos pessoais, em razão da aplicação de recursos do Fundeb em desvio de finalidade.
Cabe recurso das decisões.
Fonte: TCM-BA

O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves nessa quinta-feira (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.
A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória - sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.
O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.
No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.
Hoje, o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.
Fonte: Agência Brasil
Uma família de Ibititá está de luto após a morte de dois de seus integrantes em um período de um dia. Tio e sobrinho, Otacílio Marques Dourado e Edésio Marques Dourado Sobrinho não resistiram às complicações provocadas pela Covid-19. Otacílio era pai do vereador Paulo Dourado.
Otacílio, 87 anos, faleceu na terça-feira (01), em Salvador, onde estava internado. Já o sobrinho, Edésio, 67 anos, veio a óbito no Hospital Regional de Irecê, também na terça.
Aumento dos casos da Região de Irecê
Na Região de Saúde de Irecê, o primeiro caso de COVID-19 foi confirmado em 26/03/20 no município de Canarana. Até o dia 27 de novembro foram confirmados 8.413 casos nos dezenove municípios da região e 6.764 pessoas já estão recuperadas representando 81% do total de infectados. Na presente data, todos os municípios da Região de Saúde registram casos ativos. Foram confirmados 92 óbitos por COVID-19, sendo 11 óbitos a mais do que na última semana e o registro ocorreu em 18 municípios, apenas Gentio do Ouro não registrou óbitos por Covid até a presente data. Estes registros seguem a tendência do Estado da Bahia com uma aceleração de crescimento dos casos.
Cuidados
Devido a falta de uma vacina e medicamentos que permitam proteger ou curar as pessoas expostas ou doentes, a região vive um contexto onde as medidas mais eficientes até o momento são: a higienização das mãos, a etiqueta respiratória, o uso das máscaras faciais, o distanciamento social seletivo ou ampliado.
Ações como essa, além de reduzirem o número de casos, tem o potencial de reduzir o impacto para os serviços de saúde, por reduzir o pico epidêmico
Fonte: Da Redação
Após retirar a Organização Social (OS) Associação de Proteção à Maternidade e à Infância da gestão do Hospital Regional da Chapada (HRC), no município de Seabra, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) realizou uma reunião com funcionários da unidade e médicos plantonistas, na última sexta-feira (27), que contou com a presença da subsecretária de saúde do Estado, Tereza Paim.
O encontro resultou no pedido da Sesab em suspender demissão coletiva proposta pelos médicos da unidade, após denúncia do diretor do HRC, na qual constava atrasos dos salários, a necessidade de “renovação do contrato, com alterações, que garantisse o pagamento nas respectivas datas e direitos aos médicos”, solicitando reajuste nos valores diante justificativa de sobrecarga no trabalho, em escala de 24 horas na UTI do Hospital, com remuneração de R$2.400 brutos.
“A Sesab pediu um prazo de 10 a 15 dias para regularizar os pagamentos em atraso dos médicos, que não recebem desde agosto, e demais funcionários, que ainda não receberam os salários de outubro e pediu para continuarmos e, nós decidimos que o pedido de demissão coletivo está suspenso”, afirma médico plantonista do quadro do HRC, que integra equipe das UTIs Geral e Covid.
O vínculo dos médicos com o hospital é feito mediante contrato de prestação de serviço de pessoa jurídica à OS gestora. Já os funcionários são contratados com registro em carteira de trabalho. “Do jeito que estava não dava para continuar. Foi uma vitória não só dos médicos e dos funcionários, mas de todos os moradores da Chapada que precisam e merecem receber um atendimento digno”, desabafa um funcionário.
Segundo informações, a Sesab se dispôs a arcar com os custos da rescisão contratual, utilizando o repasse à APMI que foram retidos, após constatação de irregularidades na prestação de serviços, entre os meses de outubro e novembro. A Sesab decide que a administração do hospital ficará sob responsabilidade de três mediadores nomeados pela Secretaria, até uma nova empresa assumir o Hospital Regional da Chapada.
A Secretaria Estadual de Saúde publicou, no último sábado (28), chamamento para “contratação emergencial de organização social gestão, operacionalização e execução das ações e serviços de saúde do Hospital da Chapada Diamantina”, salienta publicação. As propostas puderam ser apresentadas na sede da Sesab, em Salvador, até esta terça-feira (1°).
Segundo o site Bahia.Ba, a Sesab apenas declarou que “estamos em processo de rescisão contratual com a empresa gestora do Hospital da Chapada”, afirma a nota da assessoria.
Fonte: Com informações do site Bahia.Ba
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