Lembrança da Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Vereadores do Município de Uibaí – realizada no dia 23 de janeiro de 2017
O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Uibaí, vem, por meio desta, relembrar todos os servidores do que ocorreu na Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Vereadores deste município, onde as escondidas buscavam aprovar, como de fato aprovaram o Projeto de Lei 01/2017 que retirou inúmeros direitos dos servidores previstos na Lei Municipal nº 05/2011 e 87/1992.
Apesar de nossa memória às vezes não conseguir guardar tudo em que acontece no dia a dia, mas esta Sessão Legislativa ficou marcada pelo desrespeito dos vereadores da bancada da situação contra esta entidade de classe, bem como contra os servidores que ali estavam presentes pedindo esclarecimento e tempo para discutir o Projeto de Lei nº 01/2017 para evitar prejuízos a esses trabalhadores, mas os vereadores que ali se achavam donos do poder, somente pelo fato de ocupar a mesa diretora do Poder Legislativo, simplesmente nos virou às costas e aprovaram o referido projeto que até hoje nos traz problemas, a exemplo das remoções ocorridas no município sem nenhum critério e ainda os prejuízos financeiros com os cortes na remuneração dos servidores.
Os vereadores que viraram as costas para os servidores naquele dia 23/01/2017, será se baterão na porta de cada servidor este ano para pedir mais uma vez o seu voto? E você senhor servidor será se vai se recordar daquele dia para procurar qual foi a justificativa desse vereador para ficar contra a categoria?
Assim, se faz necessário citarmos os nomes dos vereadores que “bateram a porta na cara do servidor” quando mais precisávamos da ajuda deles naquela sessão do dia 23/01/2017, são eles:
1º - Marco Antônio da Cruz ( Marcão)
2º - Maria Celeste
3º- Edson Filho
4º - Antônio Alves (Dindo)
5º- Laélio
Então fica a reflexão, será se o vereador que vota um projeto polêmico sem ouvir a categoria merece nova oportunidade no legislativo???
Senhores vereadores não queríamos nada demais naquela Sessão Legislativa do dia 23/01/2017, só precisávamos que vossas senhorias se comportassem como representantes do povo e como tal teriam a obrigação de atenderem a reivindicação da categoria de não votar um projeto que chegou às 16:00 horas do dia 20/01/2017 e já fazer a votação no dia 23/01/2017, sem ao menos procurar a entidade de classe para vocês compreender os prejuízos que causariam e como de fato causaram com aquela votação leviana e sem critério voltado para proteção da categoria, por isso classificamos como infeliz, inoportuna e passível de repúdio as atitudes de vossas excelências naquele dia que serão relembradas por todos nós durante toda a nossa carreira.
Por fim e por tudo o quanto exposto, mais uma vez, denunciamos e repudiamos o comportamento dos vereadores Marco Antônio da Cruz ( Marcão); Maria Celeste; Edson Filho; Antônio Alves (Dindo); Laélio, naquela Sessão Legislativa ocorrida no dia 23/01/2017, cujo comportamento foi inadequado e deselegante com a categoria dos servidores públicos do município de Uibaí.
Dessa forma, reafirmamos nosso compromisso de lutar pelos direitos dos servidores do nosso município e defender a sua imagem, ocupando as ruas, cobrando a responsabilidade de quem quer que seja ou denunciando a degradação dos direitos dos servidores sempre que julgarmos necessário.
Uibaí, 26 de agosto de 2020.
Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Uibaí, Bahia
Fonte: SIND-UIBAÍ
Proteger crianças prematuras contra a infecção grave associada ao vírus sincicial respiratório (VSR), que pode afetar os pulmões e os brônquios, bebês portadores de cardiopatia congênitas ou doenças pulmonares crônicas da prematuridade. Esse é o objetivo do Ambulatório de Prematuro e Palivizumabe do Hospital Regional Dr. Mário Dourado Sobrinho, unidade administrada pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). Inaugurado em fevereiro deste ano, o ambulatório atende cerca de 40 crianças por mês, já tendo contabilizado até então mais de 200 crianças protegidas com a imunização feita a partir da aplicação do anticorpo Palivizumabe.
“Crianças nascidas prematuras geralmente apresentam fatores de risco para doenças graves como bronquíolos de menor diâmetro, sistema imunológico menos desenvolvido ou menor quantidade de anticorpos recebidos durante a gestação por meio da placenta. No ambulatório damos continuidade no cuidado ao prematuro de risco após a alta hospitalar, visando identificar os problemas dos bebês para detectar e intervir com terapias ou medidas preventivas, dando suporte à família neste período com esclarecimento, apoio e facilitação de vínculos”, explica a coordenadora do ambulatório, a médica pediatra Cibele Ribeiro, que também tem formação em Follow-up, termo que refere-se à continuidade do cuidado prematuro de risco após a alta hospitalar.

O Hospital Regional é referência para a aplicação do Palivizumabe, atendendo moradores de Irecê e demais cidades da região. O hospital garante tanto o acompanhamento dos bebês prematuros internados na UTI neonatal da unidade com agendamento da primeira consulta no momento da alta, quanto os pacientes de cada município da região ou ainda por livre demanda, que devem ser encaminhados através das Secretarias de Saúde. Para o atendimento é necessário apresentação na unidade de certidão de nascimento, cartão nacional do SUS, comprovante de residência e relatório médico comprovando a patologia no caso de cardiopatia e broncodisplasia (doença pulmonar crônica que afeta principalmente o bebê prematuro).
Larissa Dutra Pimentel, de 1 ano e 4 meses, foi um dos bebês imunizados com o Palivizumabe na unidade. Larissa não nasceu prematura, porém apresentou uma cardiopatia congênita. “Estou muito satisfeita com esse medicamento, nossa filha não teve nenhuma infecção respiratória, ela recebeu todas as cinco doses no período sazonal e, apesar do frio, ela está muito bem. Agradecemos a forma como fomos atendidos desde o segurança, o recepcionista, enfermeiras, a médica Cibele, a coordenadora Paloma, estão todos de parabéns”, declara a mãe, Joice Dutra.
“Estou muito feliz por saber da importância dessa medicação na vida dos nossos pequenos. Com o início da aplicação do Palivizumabe ocorreu um impacto positivo com a diminuição da entrada desses pacientes mirins em nossa unidade”, comemora Paloma Machado, coordenadora de Bioimagem e do Ambulatório responsável pelo agendamento para a aplicação do Palivizumabe.
Fonte: Ascom-HRI
O município de América Dourada, na região de Irecê, terá partir desta quinta-feira (27), o transporte suspenso. A medida, que tem o objetivo de conter o avanço do novo coronavírus na população baiana, foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta (26).
De acordo com o documento, ficam suspensas no município a circulação, a chegada e a saída de qualquer transporte coletivo intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.
No dia 13 de agosto, um outro decreto autorizava a retomada do transporte intermunicipal em América Dourada (veja aqui), cidade que na ocasião, estava com 14 dias sem novos casos de Covid-19.
Fonte: Central Notícia

Em transmissão ao vivo do programa Papo Correria, na noite desta quarta-feira (26), o governador Rui Costa disse que buscará medidas junto à União dos Municípios da Bahia (UPB), à Justiça Eleitoral e aos Ministérios Públicos Estadual e Federal para pactuar procedimentos afim de evitar aglomerações causadas pelas campanhas eleitorais (ouça o áudio).
Rui lembrou que o decreto estadual nº 19.586, de 27 de março de 2020, que proíbe a aglomeração de pessoas também se aplica a todas as atividades, inclusive para as ações de campanhas eleitorais.
Fonte: Secom-BA
PM apreende drogas e arma em casa na cidade de Xique-Xique- Foto: Divulgação
Após uma denúncia anônima sobre a existência de tráfico de drogas em uma residência, em Xique-Xique, uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Semiárido, que realizava rondas na manhã desta quarta-feira (26) no bairro BNH Novo, foi averiguar a informação in loco.
A Polícia Militar informou que ao chegar ao local, autorizado pelo proprietário da residência, fez buscas e encontrou duas embalagens plásticas com conteúdo análogo à maconha e outra embalagem plástica análoga a cocaína, uma espingarda de fabricação artesanal, três aparelhos celulares e R$ 77,00 em dinheiro.
Todo material foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil de Xique-Xique, juntamente com o proprietário e a proprietária da residência para as medidas necessárias.
Material apreendido:
Fonte: Central Notícia

O Diário Oficial da União publicou, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.
As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado,
Os estados mais populosos são: São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666) e Rio de Janeiro (17.366.189).
O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).
A tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.
Fonte: Agência Brasil
Em 2018, Alexsandro Gonçalves chegou ao Hospital Martagão Gesteira. Ele tinha Leucemia Promielocítica Aguda (LPA), uma doença grave e rara que, em muitos casos, provoca sangramentos, levando ao óbito. Ele foi o primeiro paciente do hospital e a primeira criança da Bahia a ser tratada com ácido arsênico. Desde então, o hospital já tratou mais nove pacientes (dez no total), sem o uso da quimioterapia convencional. Nenhum deles, no entanto, foi a óbito. A taxa de mortalidade indutória (a taxa de mortalidade nos primeiros 30 dias de tratamento) que, antes do tratamento com o arsênico era de 35%, foi zerada.
Sete dos dez pacientes já terminaram o tratamento. Dois ainda estão no processo e um deles está internado, com covid-19, além da LPA. Todos os pacientes são crianças baianas. A dona de casa Iracema Silva, mãe de Hernandes Coelho, um dos pacientes, conta que, ao descobrir a doença do filho, ficou assustada. “Depois que começou a tomar o arsênico, ele ficou bem, o cabelo não caiu muito. Ele tinha emagrecido, com muita dor de cabeça. Eu fiquei muito assustada, mas hoje eu estou bem porque ele está bem”, diz.
A utilização do ácido arsênico faz parte de um projeto de dimensões continentais. A onco-hematopediatra do Martagão Gesteira Juliana Costa, que está à frente da ação, integra o Consórcio Latinoamericano de Enfermidades Hemato-Oncológicas Pediátricas (Clehop), instância que reúne diferentes países da América Latina, com objetivo principal de criar protocolos de atendimento para pacientes com câncer, levando em conta as especificidades do continente. Ela é a única brasileira a fazer parte do Conselho Executivo do Consórcio.
Muitos dados que se têm sobre pacientes com câncer e seus tratamentos são da Europa e Estados Unidos. O consórcio existe desde 2015 e elegeu duas doenças para serem alvo da ação: a LPA e o Linfoma de Hodgkin.
Juliana Costa é uma das duas médicas que controlam o protocolo de atendimento aplicado à LPA no Brasil. Os dados obtidos com os tratamentos das dez crianças no Martagão fazem parte de um estudo que está sendo feito pela oncopediatra e que abrangerá o uso do arsênico em pacientes de países como Chile e Argentina, além de outros estados do Brasil, como São Paulo. Ele deverá ser publicado em 2021, em uma revista especializada.
Sangramento - “As crianças que chegavam com LPA tinham, em muitos casos, o quadro agravado com a quimioterapia. Ela mata as células do câncer e as células saudáveis do organismo. Com o tratamento com ácido arsênico, passa-se a atuar no erro genético que está causando o câncer e evita que se fomente sangramentos nos pacientes, a principal causa da alta mortalidade. Trata-se de uma terapia alvo, o que tende a ser o futuro dos tratamentos”, ressalta Juliana.
No entanto, ainda não se pode afirmar que eles estão curados. A absoluta maioria deles está bem, sem apresentar sintomas, sem ter queda de cabelo, náuseas. Não desenvolveram, também, um estágio grave da doença. Para se afirmar que eles estão curados, é preciso aguardar um período de cinco anos, apesar de se saber que, após dois anos, é muito difícil a LPA recidivar.
O tratamento com ácido arsênico é feito em concomitância com o ácido trans-retinoico (Atra). Eles foram descobertos pela medicina chinesa e passaram a ser utilizados. Na década de 70, começou-se a usar o Atra na Europa. Na década de 90, começaram a aparecer os primeiros trabalhos com arsênico. A maioria deles com seu uso em pacientes recidivados.
Hoje, o arsênico já vem sendo utilizado em todos os grandes centros oncológicos mundiais, como primeira linha de tratamento deste tipo de leucemia. Desde 2018, o Martagão passou a utilizar também como guia terapêutico para tratamentos oncológicos de LPA.
Resumidamente, o tratamento é feito inicialmente em 30 dias. O paciente tem alta, em seguida, e entra em remissão. É feita uma coleta da medula, a fim de se constatar que não há mais presença da doença. O próximo estágio é chamado de consolidação, quando eles são submetidos a mais quatro ciclos de arsênico.
Apesar do alto custo, foi verificado que o investimento é menor do que o aplicado em longos tratamentos de quimioterapia. O medicamento é caro e o Martagão conseguiu, por meio de uma parceria com a associação Marchadores pela Vida, uma iniciativa de um grupo de criadores e com o apoio da ABCCMM – Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador.
“Em junho de 2017, tornou-se uma Associação, composta por criadores da raça Magalarga Marchador que se preocupam com o bem-estar do próximo e buscam, por meio desse trabalho, levar esperança a pessoas que enfrentam tantos desafios. A associação tem como principal objetivo a arrecadação de fundos para ajudar instituições filantrópicas que trabalham para atender pessoas de baixa renda como portadores de câncer e dependentes químicos”, ressalta a associação em seu site.
O orçamento do Martagão para 2020 tem um déficit estimado em R$ 6 milhões. Este déficit só consegue ser superado por meio de ações de mobilização social, doações, captações de recurso. Dos pacientes do Hospital, cerca de 50% são oriundos de famílias cuja renda é igual ou inferior a um salário mínimo.
A doença - O Câncer é a doença que mais mata crianças no Brasil. Estima-se em 12 mil os novos casos de câncer pediátrico por ano em nosso país. Dentre as neoplasias infantis, a mais comum é a leucemia, responsável por quase 30% de todos os tipos de cânceres infantis.
As leucemias são doenças agressivas que, se não tratadas corretamente, levam o paciente ao óbito em meses. Elas podem ser classificadas em Linfóides e Mielóides. Entre as mielóides, encontramos a Leucemia Promielocítica Aguda (LPA), leucemia dos promieloblastos, decorrente da translocação entre os cromossomos 15 e 17 t(15;17).
Os tratamentos quimioterápicos antileucêmicos, em uso desde a década de 60, visam à morte celular. Com isto, geram inúmeras consequências ao paciente, porque além de matar as células cancerígenas, atingem também as células normais do organismo, trazendo complicações como: queda de cabelo, redução da imunidade e toxicidades renal, hepática e da medula óssea.
“Na LPA, essas complicações são ainda maiores, porque os promielobastos possuem grânulos intracelulares que se rompem no momento da destruição celular, liberando substâncias fibrinolíticas na corrente sanguínea. Esta liberação leva a um quadro drástico de hemorragia, e a consequente alta letalidade dessa leucemia”, finaliza a oncopediatra.
Fonte: Ascom - Hospital Martagão Gesteira
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