Sexta-feira, 18 de Julho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução

Faleceu na madrugada desta sexta-feira (18), aos 84 anos, em sua residência, em Salvador, o empresário baiano, Sílvio Roberto de Moraes Coelho, presidente do Grupo Aratu.

Com carreira bem sucedida, era o proprietário do conglomerado de mídia do qual faz parte a TV Aratu: emissora de televisão aberta, na capital baiana, filiada ao Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).

Além da conhecida ‘TV do Galinho’, são partes do grupo empresarial, as rádios Antena 1 Salvador, e Cultura de Guanambi, o website Aratu On, e as empresas de mídia exterior Ei! e Brasília, e a Chaves Outdoor.

A TV de propriedade de Sílvio Roberto Coelho é a segunda emissora de televisão mais antiga da Bahia e a terceira mais assistida em Salvador e Região Metropolitana.

O empresário, nascido em Guanambi, tem também ações de destaque em investimentos produtivos no setor de agronegócio no interior da Bahia.

Silvio Roberto Coelho deixa a esposa Maria Cristina Ferraz Coelho e os filhos: João, Ana e Tiago; além dos netos Pedro, Rafael, Roberto, Isabela e Bernardo.

A despedida será neste sábado (19), em horário e local informados pela família.

Fonte: Bahia.ba



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Terça-feira, 15 de Julho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução

Um homem foi encontrado morto no último sábado (12), na casa onde morava, no bairro Sete de Abril, após se intoxicar com monóxido de carbono – a fumaça emitida por escapamentos de veículos – enquanto consertava seu próprio carro.

O corpo de Cleber da Silva Souza, de 37 anos, foi encontrado por policiais militares. A Polícia Civil, em conjunto com o Departamento de Polícia Técnica (DPT) fará perícias para investigar as circustâncias da morte.

Não há mais informações sobre a causa da morte, mas o monóxido de carbono (CO) é um gás perigoso produzido pela combustão incompleta de combustíveis, como gasolina, diesel e etanol, e é frequentemente emitido pelos escapamentos de carros.

O corpo de Cleber da Silva Souza, de 37 anos, foi encontrado por policiais militares. A Polícia Civil, em conjunto com o Departamento de Polícia Técnica (DPT) fará perícias para investigar as circustâncias da morte.

Fonte: Correio



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Quinta-feira, 03 de Julho de 2025
BAHIA

A Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) lança, na próxima quarta-feira (9), o quinto volume da série “História da Medicina na Bahia”, intitulado História da Medicina: a história da Bahia contada pelas lutas em saúde. Durante o evento, que acontece às 17h, no auditório 3 da Faculdade de Medicina da UFBA, no Vale do Canela, será realizada também uma roda de conversa. Em seguida, a partir das 18h30, acontecem as vendas e congratulações no Espaço Cultural Cardozão.

O debate contará com a mediação do professor Eduardo Borges dos Reis e trará reflexões a partir de quatro capítulos da obra, que abordam experiências marcadas por desigualdades e resistência: o albinismo, a doença falciforme, as condições de vida no passado de Salvador e a saúde das marisqueiras. Estarão presentes representantes da Associação das Marisqueiras, da Associação Baiana das Pessoas com Doença Falciforme (Abadfal) e da Associação das Pessoas com Albinismo na Bahia (Apalba).

A publicação reúne textos de estudantes, técnicos administrativos em educação e docentes de diversas áreas da UFBA, como Medicina, História, Ciências Sociais e Saúde Coletiva. Com um olhar interdisciplinar, o livro aborda temas muitas vezes negligenciados pelas narrativas tradicionais da história da saúde, trazendo à tona personagens, práticas e territórios invisibilizados. São 20 capítulos que tratam de assuntos como parto natural, febre amarela, alcoolismo, cegueira e a história da loucura na Bahia, com sensibilidade crítica e atenção aos contextos sociais.

“Nosso olhar sobre a história da saúde e Medicina na Bahia vai assim se adensando, através de objetos de investigação que explicam diferentes aspectos da sociedade. É quando questões de saúde revelam não só as lutas pelo combate e tratamento às enfermidades, como também todas as conquistas no âmbito das políticas públicas voltadas ao cuidado e ao bem-estar da população. São lutas que envolvem toda a sociedade, que compõem a base das transformações históricas, de modo que este diálogo transdisciplinar revela uma história social com ampla atenção às vozes de seus sujeitos, às pessoas acometidas de enfermidades, os pesquisadores e as instituições”, diz a historiadora e professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Priscila Gomes Corrêa, autora do prefácio do livro. 

Fonte: As informações são de assessoria.



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Terça-feira, 01 de Julho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um homem identificado como Diego Maradona morreu após beber 13 copos de bebida alcoólica em Remanso, no norte da Bahia, no último domingo (29). De acordo com a família, a vítima ingeriu a bebida após topar participar de uma aposta.

Na manhã de domingo, Diego Maradona de Souza Silva, de 36 anos, estava em um bar da cidade com outras três pessoas. Uma delas decidiu fazer uma aposta: se Diego e os outros dois amigos bebessem 13 copos americanos (aproximadamente 200 ml) de uma bebida alcoólica, ela pagaria uma garrafa para o grupo. O tipo da bebida não foi divulgado.

Todos toparam a aposta, mas só Diego conseguiu ir até o fim e de fato beber os 13 copos. As outras duas pessoas beberam quatro e seis copos.

Após ingerir as 13 doses da bebida, Diego se levantou da mesa do bar e foi em direção à rua, mas caiu no gramado. Ainda conforme informado pela família, os colegas acreditaram que ele estava dormindo e seguiram dentro do bar.

O homem só foi levado para uma unidade de saúde após uma pessoa que passava pela rua notar que ele espumava pela boca. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade foram feitos os procedimentos de glicose e reanimação, mas Diego não reagiu e morreu. Os outros dois amigos que participaram da aposta também foram levados para a UPA, mas foram liberados.

Segundo a família de Diego, ele lidava com problemas com álcool. O baiano trabalhava como gari na cidade de Remanso e deixou uma esposa grávida e duas filhas. Ele foi enterrado nesta segunda-feira (30).

Fonte: G1 Bahia



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Terça-feira, 01 de Julho de 2025
BAHIA

Foto: Divulgação

A 28ª Reunião Plenária Ordinária do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas (FBCBH), realizada nos dias 26 e 27 de junho, reuniu representantes de comitês, órgãos federais e estaduais, pesquisadores e lideranças comunitárias para discutir estratégias de governança e segurança hídrica na Bahia. Entre os principais temas debatidos estiveram a proposta de concessão de barragens de domínio da União localizadas no estado, a implementação do Pacto pela Água entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o MapBiomas e as experiências no Brasil sobre a cobrança pelo uso da água.

O coordenador em exercício do FBCBH, Marcos Bernardes, destacou a relevância dos temas abordados. “O Fórum Baiano de Comitês de Bacias reúne os comitês estaduais responsáveis pela gestão das águas no território baiano. Discutimos temas centrais como segurança hídrica, acesso à água em quantidade e qualidade, e os desafios da governança. Esses dois dias de encontro foram fundamentais para refletirmos sobre o cenário atual da gestão dos recursos hídricos no estado e para pensarmos coletivamente em soluções.”, afirmou Bernardes.

Segundo ele, os próximos passos envolvem aprofundar os debates locais a partir das experiências apresentadas. “As experiências apresentadas sobre a cobrança pelo uso da água em outros estados nos ajudam a entender caminhos possíveis para esse debate na Bahia. A ideia é aprofundar essa discussão localmente e buscar formas de equilibrar o uso da água entre os diversos usuários, garantindo acesso em quantidade adequada e prevenindo conflitos pelo recurso”.

Durante o painel sobre a proposta de concessão de barragens, o coordenador-geral de Parcerias e Articulação Institucional do MIDR, Cristiano Egnaldo Zinato, compartilhou sua perspectiva sobre o debate. “Como eu falei, durante os sete anos que eu trabalhei na ANA, a gente fazia alocações de água e tinha um conhecimento e um contato já com parte desses atores. Alguns são novos, outros são daquela época, então é bom a gente trazer de volta uma proposta que vá ao encontro dos interesses dos usuários, de que a barragem funcione adequadamente”, afirmou.

Zinato também destacou a importância do diálogo com os atores locais, a escuta ativa e a transparência no processo. “A proposta vai ter um sucesso se ela tiver, de fato, essa transparência na forma como o estudo vai ser desenvolvido, no segundo momento, quando uma nova oportunidade vai ser por ocasião das audiências públicas, que a ideia é essa, é interagir. Então, é prazeroso saber e construir uma solução também considerando não só a anseio do mercado, anseio do Estado como empreendedor, como anseio da população também como usuária e beneficiária dessas infraestruturas e como é que essa proposta impacta a vida delas, que a gente tem que se colocar na posição de todos os atores desse sistema que acabam envolvendo essa tomada de decisão sobre conceder ou não, ou de qual seria o caminho para achar a solução para dar mais garantia de segurança e melhor gestão para a água desses reservatórios.”

A coordenadora dos comitês de bacias hidrográficas da Bahia, Thamires Mercês Gomes, reforçou a importância da troca de experiências no evento. “Recebemos representantes da Agência Nacional de Águas e promovemos uma discussão sobre a cobrança pelo uso dos recursos hídricos, compartilhando com os comitês baianos as experiências práticas dos estados do Ceará, Minas Gerais e Rio de Janeiro.”

Ela também destacou a relevância do Fórum como espaço de aprendizado e construção coletiva. “As discussões promovidas dentro do Fórum são ricas e contribuem diretamente para o fortalecimento da gestão das bacias hidrográficas da Bahia. A troca de experiências e os painéis realizados impactam diretamente o planejamento e as ações futuras dos comitês estaduais.”

A reunião também contou com apresentações sobre o módulo CBHs do MapBiomas, uma ferramenta indispensável para a gestão de recursos hídricos e o planejamento da Secretaria Executiva do Fórum, que englobou as atividades de capacitação e comunicação para os Comitês. Ao final, o Fórum reafirmou seu compromisso com a governança participativa da água e aprovou o calendário de atividades até o fim de 2025. 

Fonte: As informações são de assessoria.



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Sexta-feira, 27 de Junho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução

O fechamento de bancos no interior da Bahia não provoca impactos apenas aos moradores que ficam sem os serviços das agências. Mesmo com a promessa de que seriam realocados, funcionários de agências bancárias baianas têm perdidoo seus postos de trabalho. Entre janeiro de 2020 e junho deste ano, 1.651 bancários baianos foram desligados de seus postos de trabalho. O levantamento foi feito pelo Sindicato dos Bancários da Bahia, a pedido do CORREIO.

O banco que mais demitiu funcionários baianos foi o Bradesco, responsável por 706 demissões em menos de cinco anos no estado. Não por coincidência, o banco concentra o maior número de agências fechadas. Entre outubro de 2023 e março deste ano, o Bradesco fechou unidades, entre agências e pontos de atendimento, em 36 cidades baianas. Há dois anos, a empresa anunciou um processo de modernização.

Na prática, as mudanças buscam reduzir custos – com os fechamentos das unidades físicas – e investir nos serviços digitais. As operações bancárias feitas através de plataformas eletrônicas correspondem a 98% do total de serviços realizados pelos clientes, segundo o Bradesco. Ronaldo Ornelas, um dos diretores do Sindicato dos Bancários da Bahia, explica o que acontece quando as agências anunciam o encerramento de atividades.

“Os bancos dizem que os funcionários de agências fechadas são realocados em outras unidades. Só que sobram dois gerentes gerais, dois supervisores, entre outros. Então, o que vemos, na prática, são dispensas dos colegas. Quando a empresa lança um plano de estrutura produtiva, é claro que ela vai atuar na diminuição de pessol”, afirma Ronaldo Ornelas.

Em nota enviada à reportagem, o Bradesco confirmou que tem promovido mudanças em seu modelo de atendimento, transformando parte de suas agências em unidades de negócio. As unidades substituem as agências tradicionais, com o objetivo de reduzir custos e, segundo a empresa, aumentar a eficiência.

Demissões

As empresas que mais demitiram funcionários nos últimos cinco anos na Bahia, além do Bradesco, foram o Itaú (344), Santander (219) e Safra (137). O fechamento das agências não tem passado despercebido no interior do estado. Protestos foram realizados por moradores e funcionários em cidades como Rio do Pires e Palmeiras. As unidades do Bradesco fechadas nessas cidades eram as únicas que atendiam seus habitantes. Para ter acesso aos serviços presenciais, os moradores devem viajar, em média, 50 quilômetros.

Uma reunião entre o Sindicato dos Bancários e o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor da Bahia (Procon-BA) foi realizada em maio, em Salvador, para discutir os impactos dos fechamentos de bancos no interior do estado. O superintendente do Procon-BA, Tiago Venâncio, explicou que o órgão estuda acionar o Ministério Público estadual. A ideia é que ocorra no estado uma ação semelhante à que aconteceu no Maranhão, onde a Justiça determinou a suspensão do encerramento de atividades do Bradesco em 16 municípios do estado, em abril.

Enquanto as ações não são levadas à Justiça baiana, o aumento da digitalização dos serviços bancários e os processos de corte de gastos das empresas têm efeito concreto: quase metade das cidades baianas não possui sequer uma agência bancária. Dos 417 municípios do estado, em 199 deles os moradores estão desassistidos, o que representa 47,72% do total.

Para Thaise Mascarenhas, vice-presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, os fechamentos das agências e a consequente demissão de funcionários afastam as empresas de suas funções sociais. “Os bancos surfaram nessa onda de digitalização. Hoje, eles fazem os clientes pagarem as tarifas e se auto atenderem. Isso é feito para que as empresas reduzam os custos e lucrem cada vez mais”, afirma.

Questionada sobre os fechamentos de bancos no interior da Bahia, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou que não possui informações sobre o encerramento de atividades de agências bancárias. A entidade, no entanto, ressaltou a migração dos clientes para os serviços digitais.

“Os bancos estão adequando suas estruturas à nova realidade do mercado, em que a utilização dos canais digitais de atendimento vem ganhando espaço em detrimentos dos canais físicos e presenciais, refletindo, em especial, o novo perfil do consumidor”, pontua

Veja o número de funcionários demitidos na Bahia a cada banco

Bradesco: 706

Itaú Unibanco: 344

Santander: 219

Safra: 137

Banco do Brasil: 109

Caixa Econômica Federal: 93

Banco Pan: 13

BNB: 8

Financeira Alfa: 7

Paraná Banco: 6

BMG: 5

Citibank: 2

Desenbahia: 1

BRB: 1

Fonte: Correio



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Terça-feira, 17 de Junho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução

O rio São Francisco vai ganhar uma nova hidrovia para transporte de cargas, ligando Pirapora, em Minas Gerais, ao Nordeste, chegando a Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. O projeto, apresentado pelo governo federal na última sexta-feira (13), prevê utilizar 1.371 quilômetros navegáveis, com estimativa de movimentar cinco milhões de toneladas.

Entre as cargas previstas estão insumos agrícolas, calcário, grãos, bebidas, minério, gesso, gipsita e sal. Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a hidrovia será estratégica para o desenvolvimento da região. Ele informou que, ainda em junho, vai assinar a delegação das obras para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), que ficará responsável pela condução do projeto. Na sequência, serão realizados os estudos técnicos necessários.

O trajeto do Velho Chico corta o Distrito Federal, Goiás, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco, impactando diretamente 505 municípios e mais de 11,4 milhões de pessoas.

O projeto foi dividido em três etapas. Na primeira, as operações se concentram em um trecho de 604 quilômetros entre Juazeiro, Petrolina, Sobradinho e Ibotirama, na Bahia. As cargas poderão ser escoadas por rodovias até o Porto de Aratu-Candeias, na Baía de Todos-os-Santos. A segunda etapa abrange 172 quilômetros entre Ibotirama, Bom Jesus da Lapa e Cariacá, também na Bahia, com conexão ferroviária até os portos de Ilhéus e Aratu-Candeias. Na terceira fase, a hidrovia se estende até Pirapora, em Minas Gerais, com mais 670 quilômetros de navegação.

O governo federal também confirmou que outras ações estão previstas para ampliar a navegabilidade nas hidrovias brasileiras, incluindo dragagens no rio São Francisco e no Tapajós, além da manutenção das hidrovias dos rios Madeira, Parnaíba e Paraguai.

Atualmente, o Brasil possui 12 mil quilômetros de hidrovias navegáveis, com potencial para chegar a 42 mil quilômetros, segundo o Ministério de Portos e Aeroportos.

Fonte: Bahia Notícias



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Sexta-feira, 13 de Junho de 2025
BAHIA

Foto: Reprodução

A Polícia Civil da Bahia inicia, na manhã desta quinta-feira (12), nos municípios de Feira de Santana e Alagoinhas, a Operação em Chamas, com o objetivo de combater o comércio e o armazenamento clandestino de fogos de artifício, coibir a venda de mercadorias impróprias para o consumo e combater a venda associada a práticas criminosas envolvendo produtos controlados.

A ação é coordenada pela Polícia Civil, por meio da Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), e conta com o apoio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco) e do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic).

Além disso, a operação tem como parceiros institucionais diversos órgãos de fiscalização e segurança pública, entre eles o Exército Brasileiro, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), o Departamento de Polícia Técnica (DPT), o Procon-BA, o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro) e o Conselho Regional de Química (CRQ).

Fonte: Ascom-PCBA



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Terça-feira, 10 de Junho de 2025
BAHIA

Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

O atendimento de alta complexidade de Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano, passa a ter o suporte de uma agência transfusional entregue nesta segunda-feira (9) pelo Estado, em parceria com a Prefeitura, no Hospital Municipal Miriam Borges. Na unidade, o governo baiano investiu R$ 1,1 milhão, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab), para a construção de 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que vão atender pacientes adultos e neonatais em condições graves.

O governador Jerônimo Rodrigues esteve na cidade, acompanhado da secretária da Saúde, Roberta Santana, para uma série de compromissos institucionais e entrega oficial dos investimentos na saúde. De acordo com o chefe do Executivo, uma agenda que compõe um projeto de regionalização da alta complexidade na Bahia e tem sido planejado em conjunto com os gestores municipais.

“É o SUS. Além dos recursos investidos aqui, nós temos uma parceria para os equipamentos e estamos estruturando aos poucos a unidade, de forma sustentável. Ano passado inauguramos, esse ano ampliamos com as UTIs, garantimos a retaguarda da agência para transfusão de sangue, que qualifica o serviço de alta complexidade. Então, estou muito feliz com isso. Queremos tocar o tema da saúde com essa responsabilidade”, reforçou Jerônimo.

O governador autorizou ainda o credenciamento do hospital à rede estadual de regulação. As unidades de terapia intensiva atenderão pacientes regulados com quadros que envolvam cirurgias ortopédicas e casos clínicos como AVC e infecções respiratórias graves. Com a entrega, o hospital passa a operar com 112 leitos ativos, entre clínicos, cirúrgicos, obstétricos, pediátricos e intensivos, além de um centro cirúrgico, centro de imagem e ambulatório de especialidades.

Já a unidade transfusional terá como foco o atendimento às UTIs, às cirurgias e aos partos realizados na unidade. A secretária da Saúde, Roberta Santana, explica que a unidade transfusional vai reduzir o tempo de espera do paciente, que antes precisava aguardar bolsas transferidas de Barreiras.

“Uma agência transfusional tem um papel muito importante. Dá segurança às cirurgias que estão sendo realizadas, que aumentarão sua complexidade por conta da retaguarda das novas UTIs, diminui o tempo de espera de disponibilidade da bolsa, que antes tinham que buscar em Barreiras. Além da capacidade de armazenamento. É uma grande conquista para a regionalização da saúde”, detalhou.

Estruturação do Centro Obstétrico

Na ocasião, também foram entregues equipamentos complementares para enfermarias e para o Centro Obstétrico do hospital, que passa a atender a média e alta complexidade, com os 10 leitos de UTI neonatal para urgências no pós-parto.

Ainda foi autorizada a aquisição de um aparelho de videolaparoscopia para uso em cirurgias minimamente invasivas. Uma nova base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), adquirida com recursos federais, também vai se somar à assistência prestada ao município baiano.

Fonte: Repórter: Milena Fahel/GOVBA



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Terça-feira, 03 de Junho de 2025
BAHIA

Objetivo é alcançar 100% de energia renovável nos processos da empresa baiana

Em mais uma etapa do seu Programa de Energia Renovável, a Embasa publicou, no dia 28 de maio, edital de licitação para locação de usinas de geração de energia renovável na modalidade de geração distribuída ou autoconsumo. Nesse modelo, um sistema de geração de energia é instalado no mesmo local onde será consumida. Em caso de geração excedente, a energia produzida é injetada na rede da distribuidora, gerando créditos que são utilizados para compensar o consumo de energia da rede elétrica.

O certame está previsto para o dia 18 de junho e prevê o atendimento das estações de baixa tensão utilizadas pela empresa, que representam um consumo de 5% do consumo da operação, cerca de 30 MW. As estações de alta tensão e estruturas maiores já foram contempladas nas etapas anteriores do programa.

Para estarem aptas à disputa, as usinas devem ser do tipo solar, eólica, biomassa ou pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Além disso, precisam estar localizadas no estado da Bahia e prontas para entrar em operação em até 90 dias após a assinatura do contrato. O Programa de Energia Renovável, que prevê alcançar 100% do consumo de energia elétrica da Embasa até 2026, foi implantado a partir da necessidade urgente de fazer a transição energética para uma matriz de fontes renováveis, combinadas com mais eficiência operacional e mais eficiência em custos e empresarial.

De acordo com o gerente de Energia Elétrica da Embasa, Thiago Ferreira, a empresa é, proporcionalmente, a que mais faz uso de energias renováveis no setor de saneamento brasileiro. O sucesso do programa foi reconhecido com os prêmios de segundo lugar na categoria Potência, na terceira edição do GRI Infra Awards Brazil 2024, em São Paulo, e o de terceiro lugar na categoria Transição Energética, no I Prêmio Nacional Universalizar, em Brasília. “Essa contratação representa um grande avanço na estratégia de uso de energias renováveis pela Embasa, alinhada ao planejamento estratégico da empresa, uma vez que mais 3 mil unidades da companhia serão abastecidas por fontes renováveis”, destaca.

Acesse https://www.embasa.ba.gov.br/licitacoes para se conectar à área de licitações da Embasa.

Fonte: As informações são de assessoria.



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