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“Transtornos são passageiros, mas benefícios serão permanentes”, garante Elmo Vaz.

Conforme planejado pela Gestão Municipal, a Macrodrenagem segue em ritmo acelerado pela Avenida 1º de Janeiro, em Irecê. Nesta terça-feira (21), as equipes da Infraestrutura estão nas imediações da Comercial Alves e Mercado Coração – trecho considerado fundamental para plena eficiência da linha de escoamento que atende os bairros adjacentes. “Devido à concentração de empreendimentos comerciais ao redor, existe um fluxo muito grande na região. Por enquanto, o melhor é buscar vias alternativas. Quem precisa passar pelo local, peço que dirija com cautela e tenha paciência. Os transtornos são passageiros, mas os benefícios serão permanentes”, afirmou o prefeito Elmo Vaz, idealizador do projeto.

“Tudo isso é feito em prol do bem maior, por isso estamos trabalhando aqui para resolver tudo o mais rápido possível”, completou o secretário de Infraestrutura, Luiz Alves, que vistoriou o trabalho ao lado do engenheiro Flávio Castro. Considerada a maior obra já realizada pelo município, a Macrodrenagem possui sete linhas de coleta de águas pluviais, distribuídas por mais de 20 km em tubos de PEAD polietileno.

Entretanto, para que TUDO funcione perfeitamente, é fundamental a contribuição de toda SOCIEDADE, especialmente no que diz respeito à correta destinação de lixo e entulhos.

Todo o material descartado de forma inadequada em Irecê será levado pelas redes de captação, vai entupir as grelhas e, inevitavelmente, comprometer a eficácia do sistema. Seja consciente, não suje a cidade! Pequenas ações fazem a diferença!

Vídeo:

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Os estragos da chuva em Barra, Bahia: Árvores caídas e telhados danificados – Foto: Montagem/CN

Na tarde dessa segunda-feira (20), uma forte chuva de granizo atingiu Barra, na Bahia, causando danos significativos. Os ventos fortes e a chuva causaram quedas de árvores em vários pontos da cidade, obstruindo ruas e causando problemas à população.  Além disso, foram relatados danos a telhados de residências, alagamentos, demonstrando a gravidade das variações climáticas. Não há registros de pessoas feridas.

Além disso, parte da infraestrutura elétrica foi prejudicada, o que levou a interrupções de energia em várias áreas.  Por conta da situação, a Prefeitura de Barra pede às pessoas que se afastem dos fios de energia a fim de evitar choques elétricos. A situação foi agravada quando os cabos de internet romperam,  prejudicando a conectividade em alguns pontos da cidade.

A administração municipal informou por meio de nota que as equipes de resgate estão removendo árvores caídas e avaliam danos estruturais. “Nossas equipes estão nas ruas desde o final do dia de ontem, 20/11, realizando os reparos necessários para que a nossa cidade volte à normalidade o mais rápido possível”, diz o comunicado.

Diante dos problemas enfrentados pelos moradores da Barra, a solidariedade e a colaboração entre a se tornam fundamentais para superar os impactos causados ​​por esse evento climático inesperado.

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Foto: Internet

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, falou no III Fórum Nacional das Secretarias Estaduais de Comunicação na manhã desta terça-feira (21) sobre a importância da cooperação entre os governos estaduais e o governo federal no combate sistemático às fake news.  O ministro enfatizou a importância de uma união que vai além das questões políticas e partidárias, enfatizando as consequências da divulgação de notícias falsas.

Além disso, Rui solicitou o apoio dos secretários e secretárias de todo o país durante uma reunião em Foz do Iguaçu, no Paraná, para garantir que as informações sobre as iniciativas do Novo PAC sejam divulgadas corretamente à população das cidades e estados brasileiros. Ele propôs a ideia de monitorar regularmente as obras com vídeos e fotos para aumentar a transparência de sua execução. O ministro também disse que em dezembro o Governo Federal divulgará uma seleção de projetos do PAC com investimentos de mais de R$ 140 bilhões em todo o Brasil.

O Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Comunicação organizou o evento em Foz do Iguaçu, ontem e hoje, onde reuniu representantes de várias regiões do país.

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As altas temperaturas observadas em diversas partes do planeta podem ficar ainda mais extremas, podendo chegar a quase 3 graus Celsius (ºC) acima da temperatura observada no período pré-industrial.

De acordo com o Relatório Anual de Lacuna de Emissões 2023, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), as metas previstas no Acordo de Paris estão cada vez mais difíceis de serem alcançadas.

Para se atingir o limite de aquecimento do planeta em 1,5ºC, conforme prevê o Acordo de Paris, acordo, seria necessário reduzir em 42% as emissões de gases de efeito estufa até o ano de 2030. Se a redução for de 28%, o aquecimento global chegaria a 2ºC.

O problema, segundo os dados divulgados nesta segunda-feira (20), é que em vez de baixar, as emissões globais aumentaram 1,2% de 2021 a 2022, “atingindo um novo recorde de 57,4 gigatoneladas de Dióxido de Carbono”. Cada gigatonelada equivale a 1 bilhão de toneladas.

A Organização das Nações Unidas (ONU) lembra que até o início de outubro de 2023, foram registrados 86 dias com temperaturas 1,5°C acima dos níveis pré-industriais e que setembro foi o mês mais quente já registrado, com temperaturas médias globais 1,8°C acima dos níveis pré-industriais.

Ambição maior

Diante da situação, a ONU conclui que para reduzir a lacuna de emissões, será necessário uma “mitigação implacável e transformação de baixo carbono”, e que é necessário aproveitar a próxima Conferência das partes sobre Mudança Climática (COP28), que ocorre em Dubai, no final do mês, para elevar a  ambição de negociação das próximas rodadas de ações climáticas.

“Os compromissos atuais no âmbito do Acordo de Paris colocam o mundo no caminho para um aumento da temperatura de 2,5ºC a 2,9ºC acima dos níveis pré-industriais neste século, apontando para a necessidade urgente de uma maior ação climática”, resume o documento da ONU.

Ainda entre as principais conclusões do relatório de 2023, está a de que os países devem ter como objetivo eliminar quase totalmente a produção e uso de carvão até 2040; e uma redução combinada na produção e uso de petróleo e gás de, no mínimo, três quartos até 2050 a partir dos níveis de 2020.

“O potencial fracasso dessas medidas para se desenvolver em escala que exige uma eliminação global ainda mais rápida de todos os combustíveis fósseis”, complementa o estudo.

Compromissos confiáveis

De acordo com o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, “os governos estão literalmente dobrando a produção de combustíveis fósseis. Isso significa problemas duplos: para as pessoas e o planeta. Não podemos enfrentar a catástrofe climática sem combater sua causa raiz: a dependência de combustíveis fósseis. A COP28 deve enviar um sinal claro visando o fim da era dos combustíveis fósseis”.

“Precisamos de compromissos confiáveis para aumentar as energias renováveis, eliminar gradualmente os combustíveis fósseis e aumentar a eficiência energética, garantindo uma transição justa e equitativa”, acrescentou.

Entre os principais resultados do relatório de 2023 está também o de que uma transição equitativa da produção de combustíveis fósseis deve reconhecer as responsabilidades e capacidades diferenciadas dos países.

“Governos com maior capacidade de transição devem visar reduções mais ambiciosas e ajudar a financiar os processos de transição em países com capacidades limitadas”, diz o documento.

Transparência

O relatório pede aos governos que sejam mais transparentes com relação a planos e projeções relacionados à produção de combustíveis fósseis e ao alinhamento com as metas climáticas nacionais e internacionais.

“Os principais países produtores se comprometeram a alcançar emissões líquidas zero e lançaram iniciativas para reduzir as emissões da produção de combustíveis fósseis, mas nenhum se comprometeu a reduzir a produção de carvão, petróleo e gás, de acordo com a limitação do aquecimento a 1,5ºC”, diz o relatório.

Necessidades financeiras

O Relatório Anual de Lacuna de Emissões analisa o progresso no planejamento, financiamento e implementação de ações de adaptação às mudanças climáticas. Ele conclui que as necessidades financeiras de adaptação dos países em desenvolvimento são 50% maior do que a estimativa anterior.

A ONU estima que os custos de adaptação a serem implementados nos países em desenvolvimento são de US$ 215 bilhões por ano nesta década, e que o financiamento de adaptação necessário para implementar as prioridades de adaptação domésticas é de US$ 387 bilhões por ano.

Apesar de tamanhas necessidades, esses fluxos financeiros diminuíram 15%, chegando a US$ 21 bilhões em 2021.

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